Notas iniciais
Uma pessoa acompanhando essa fanfic *-* Fiquei feliz

– Adam, bobão! — Eu dei um sorriso a ele, sim, eu estava tentando ser "bonita" para que ele me notasse.

– Estou bem, valeu. — Suzanne cumprimenta-o novamente com a cabeça.

– Hm...e, o que aconteceu ontem a noite, Lorazete? — Adam me pergunta olhando diretamente nos meus olhos.

– Nada, nada...só um pesadelo estranho. — Eu o respondo,continuo a saborear o sorvete com vontade.

– Ela não quis me contar o que era, que cachor....- O comentário de Suz é interrompido pela chegada da senhora Mcfall.

A senhora Mcfall chegou com uma roupa preta, um colar de esmeralda destacava todo o seu estilo, seus cachos contornavam seu pescoço de forma totalmente alinhada, sua pele negra deixava-lhe muito mais linda, e ao seu lado, uma garotinha que aparentava ter menos de treze anos , pele branquinha e olhos castanhos escuros, não havia cabelo nela o que intrigou a todos, será que ela tinha...câncer? Será possivel que mutantes possam ter câncer? Foi o que me deixou curiosa o bastante para prestar a atenção nas palavras que Dorothy começava a pronunciar.

– Bom Dia a todos aqui presente, hoje venho lhes apresentar a nova irmã de todos vocês, queridos. Essa é Wisteria Clansy, todos a chamam de Wisty, ela tem dez anos e está passando por um dificil momento. — Ela termina seu discurso e cochicha algo no ouvido da menina nova.

– O...o....olá, e...eu....sou...Wisty. — Wisteria disse, sua voz era doce e suave.

– Seja bem vinda, vem sentar com a gente! — Eu abanei a mão e chamei-a para a minha mesa, acho que seria bom.

Eu ganhei um olhar e um sorriso da Tia Dôro, eu sei que fiz o certo e a garotinha foi até a minha mesa e se sentou conosco após uns vários beijos da tia Dorothy.

– Eu sou Louise, esse é Adam e essa é a Suzanne. — Indico a todos para a menina, recepciono-a com um sorriso também.

– Opa. — Adam lhe cumprimenta.

– Hey! — Suzanne dá aquela recepção calorosa com aqueles abraços apertados demais.

– "Ois"...seu cabelo é lindo. — Ela alisou meu cabelo após terminar a fala, eu senti o dever de cuidar dela nesse momento.

– O seu também pode ser. — Eu abri um sorriso para ela.

– Como assim? — Ela me olha sem entender.

– Adam e Suzanne estão me olhando, tenho que fazer algo — Pensei.

– Assim, olha. — Digo e já coloco minhas mãos em sua cabeça, fecho os olhos e me concentro totalmente na menina, aos poucos o meu cabelo vai ficando menor e o dela começa a crescer e, em poucos minutos, meu cabelo fica na altura de meu pescoço e o de Wisty também.

– Legal, obrigada! — Wisty grita e dá pulinhos de alegria, ela me abraça de um jeito carinhoso e meigo e eu retribuo seus abraços com beijos em sua bochecha.

Notas finais
Esse capitulo é dedicado a todas as meninas com câncer.