Perdidos Na Selva
10 Capítulo IX: Um Divã Na Floresta
Notas iniciais
Capítulo da Annabeth Chase - Sabidinha - para vocês!
http://collider.com/wp-content/uploads/Julianne-Hough.jpg (Link da atriz) U.U
Enjoy!
Um Divã na Floresta
Annabeth Chase — CDF Pegadora, não pera ...
– Vocês se conheceram em um protesto contra a guerra no Vietnã, viajaram pelo país juntos e o Bod... Senhor Stevans provavelmente tinha um amor platônico pela Jane? Eu teria adorado participar disso! — recapitulou Piper.
Bruce disse alguma coisa do gênero: Amo essa garota.
Piper Mclean estava se dando bem com o pessoal, talvez o visual hippie-chick estivesse ajudando. Piper usa penas brancas trançadas com o cabelo chocolate em duas trancinhas laterais bagunçadas, tem um brinco em forma de apanhador de sonhos e usa roupas floridas e jeans.
Depois que todos usaram marijuana — exceto Jason e eu — o Professor Stevans surgiu com Thalia, Nico e um bando de caras e garotas com roupas floridas e jeans maltrapilhos. Ele notou que Rachel e Leo estavam se pegando indignamente — é Rachel não aceita que eu pegue mais caras do que ela, embora eu não faça tanta questão — e mandou o Valdez tirar a mão da bunda da ruiva, e agora estamos sentados em círculos tentando ter uma conversa civilizada.
– Maninha, o que devo achar mais estranho? Seus olhos estarem vermelhos como se estivesse com conjuntivite, e isso lembra aquela canção do Raul Seixas? Ou você chegar junto com o Di Ângelo, incrivelmente emo? — Jason perguntou marotamente, embora ele não fizesse muitas piadas.
Thalia revirou os olhos diabolicamente.
Mesmo sendo amiga de Thalia desde sempre, tenho medo dessas olhadas malignas. Ela tem olhos azuis nada angelicais, e estes estão sempre contornados por delineador e lápis preto carregados. E o fato dela só usar roupas pretas e de couro não ajudam.
– Jason, você é gay? — perguntou.
As bochechas de Jason ficaram tão vermelhas quando o cabelo tingido de Rachel.
– Não! Por que a pergunta?
– Porque qualquer um que tivesse a Piper dando mole assim já teria feito o serviço.
A ironia inspirada em fatos reais sutil efeito, Jason que ia dizer alguma coisa decidiu ficar de boca fechada.
– E agora, o que nós vamos fazer? — quis saber Connor, e se eu não o conhecesse, diria que ele estava se borrando de medo — Quer dizer, não estou tão preocupado. Meu pai é um nerd da tecnologia e ainda acho que ele colocou um chip rastreador nas partes baixas dos Travis quando éramos pequenos, mas vai saber.
– Podemos fazer um luau ou uma rockonha .. -sugeriu Rose.
– Não! Dá para não fazermos nada ilícito? — gritou o Senhor Stevans — Quando saímos Dionisio estava entrando em contato com os país de vocês, e preciso dizer que eles não estavam muito contentes?
– Meu pai lembrou que tem um filho? — perguntou Nico. — Surpreendente.
– Céus! Todos vocês tem problemas familiares? — indagou Jane.
– Sim! — uníssono.
Queria perguntar a Jane quem não tem problemas familiares. Nico era filho bastardo. Poseidon travava Percy como um irmão mais novo. Zeus Grace, desde que a mulher morrera, ignorava a existência de vida além do trabalho. Hermes Stoll só não tinha emancipado os filhos ainda por preguiça. Leo é órfão. Rachel, bem até aquela vaca tinha seus problemas, os país não aceitavam seus dons artísticos. E eu aturo a minha madrasta e dois irmãos porque minha mãe não tem tempo para manter minha guarda.
Os olhos de Mary brilhavam.
– Acho que vocês deveriam colocar essas coisas para fora. Quando depositamos as mágoas que sentimos nas palavras é como se estivéssemos expelindo o veneno. Vocês deveriam tentar, iria lhes fazer bem. — a fala de Mary era preguiçosa e lerda.
Encarei-a.
– Tipo uma terapia? Isso é ridículo!
– Não, acho que estou entendendo. — Rachel interrompeu-me — Cada um de nós falaria o que sente vontade, com sinceridade, sem julgamentos. Gostei, quero tentar.
Mary concordou.
– Sei que todos me acham uma vadia porque eu fico com alguns caras — alguns? — Okay, muitos caras, mas isso não quer dizer que eu seja inferior a qualquer um de vocês só porque tenho uma vida sexual ativa. E sabe essas histórias de que eu só saio com os caras porque o Percy não me dá a mínima? Isso é mentira. O Percy é louco pela Annabeth, e eu sei o quão isso é broxante. Já estive afim dele, mas isso está no passado. E nesse momento se o Leo aceitar dar mais que uns pegas em mim, ficaria muito contente.
Broxante? O que eu estava ouvindo? Antes de ter uma reação sobre as palavras de Rachel Elizabeth, observei a reação de Percy.
Esse tinha arregalado os olhos e começara a pronunciar alguma palavras, mas fechou a boca e se calou novamente. Será que Percy estava chateado pela ruiva ter dado um fora nele antes de terem alguma coisa? Bem, eu esperava que não tivessem chegado a ter alguma coisa.
– Você está me pedindo em namoro? — perguntou Leo, só então em lembrei que a garota tinha se declarado para ele sem, ao menos, corar.
Rachel revirou os olhos.
– É óbvio que não. Estou pedindo que você me peça em namoro. — respondeu como se isso fosse mais lógico do que uma equação do segundo grau.
Todos, até mesmo os hippies, olharam para Leo.
Eu mesma fiquei surpresa que o garoto fizesse o tipo de Rachel. Ele não era musculoso, não praticava esportes, ouvia poesias e muito menos idolatrava Van Gogh e Pablo Picasso. Pelo contrário. Leo era um pouco magro de mais, os cachos escuros até que eram bonitinhos, o rosto anguloso e idolatrava o engenheiro do Titanic.
– Então, eu e você, começarmos a trocar nossos status nas redes sociais ... Brincadeira. — ele sorriu, provavelmente evitando fazer a piada sobre os cabelos vermelhos fogo de Rachel e o apelido dele, Garoto em chamas, história longa. — Quer namorar comigo?
A ruiva riu.
– Não.
– Quê? — Leo arregalou os olhos.
– Foi uma piada. Sim.
Mary e os outros hippies sorriram animados.
– Muito bem, Rachel! Você capturou muito bem a proposta da nossa atividade interpessoal. — aplaudiu Jane e uma série de palmas começou. — Mas alguém quer tentar?
Para minha surpresa Thalia levantou a mão.
– Antes que isso comece a ficar mais bizarro, nós vamos praticar outros tipos de relações interpessoais por aí. — ela disse, e não pude deixar de pensar no esforço que deve ter tido para dizer interpessoais ao invés de sexuais — E, Jason, pare de viadagem!
A garota e Nico Di Ângelo caminharam em direção a mata.
– Vocês estão loucos, vão se perder! — gritou nosso professor, tornando inacreditável acreditar que ele fora divertido e puro sorrisos como os seus amigos de juventude.
– Eles não vão se perder, vão se perverter. Há uma diferença — disse Travis. — Podemos continuar a seção problemas emocionais familiares, quando formos resgatados não vão mata-lo, professor. O pior que pode acontecer é você ser demitido e não conseguir trabalhar em nenhum outro colégio em Nova York.
Nico e Thalia ignoraram o comentário e saíram.
– Argh! Esse, com certeza, é o casal mais improvável e macabro dentre todos universos paralelos. — falou Percy, fazendo uma careta fofa — Não sei quem é mais turrão, gótico, convencido, problemático... Exato, Thalia ganha.
– Eu posso continuar? — perguntou o senhor Stevans deixando um olhar quarenta e três para Jane — É para colocar para fora o que estou sentindo, certo? Bem, sempre gostei de dar aula para jovens, mas confesso que fiquei com vontade de amarrar cada um de vocês na linha do trem, pegar uma licença de maquinista e passar por cima. Ah... E como fiquei quando li os nomes Travis e Connor? Soube ali que perderia meu emprego. Dois caras que tingem o cabelo de ruivo e saem gritando: "Juro solenemente não fazer nada de bom. Viva Hogwarts! Hogwarts! Dumbledore é nosso gay preferido!" Porém, toda essa confusão malhaçãozesca me fez perceber que me tornei o tipo de gente que sempre detestei, um careta. Quando minha carta de demissão chegar vou viajar, Chile, Holanda talvez? — encarei-o e percebi que as palavras o tinham deixado uns dez anos mais novo. — E, Jane, adoraria sua companhia.
Ver meu professor flertando me deixou nauseada.
Jane sorriu afetuosa. Ela tinha um sorriso aberto, caloroso e maníaco, parecido com o do meu professor. Eles lembravam o cientista de "De Volta Para o Futuro" com uma namorada.
– Isso foi ótimo, Bodão! Mas, temos mais algum voluntário para abrir o coração? — perguntou entrelaçando os dedos de unhas ruídas nas mãos cheias de calos e quase sem unhas do Bodão.
Jason ergueu a mão.
– Eu queria dizer algumas palavras, mas não consigo fazer um discurso sem que este saia perfeitamente brilhante e similar com os do Obama. — gabou-se passando os dedos nos cachos loiros, o Jason deixaria qualquer garota, e garotos, em chamas. Tinha um físico atlético, olhos azuis e estava sempre bem vestido com jeans, camisa polo e jaqueta azul. — Não morram de tédio. A primeira coisa que eu queria deixar claro é: Não sou homossexual, gay, ou qualquer outra adjetivo pejorativo. E, Piper, você é a garota mais sensual, bonita e, se me permite, gostosa que eu conheço. Você está me deixando louco. Só não tomava uma atitude mais direta, porque jurava que o Léo tinha uma queda por você, mas como ele é o novo gigolô da Rachel, queria saber se você topa tornar aquela música de rolar na relva uma coisa real?
Risadas ribombaram, criando um eco na floresta.
Jason dizendo essas coisas? Piper ficou boquiaberta e depois disse alguma coisa sobre o verdadeiro lerdo da história ser Jason e não Percy. Depois os dois sentaram ainda mais perto um do outro, Jason cochichando alguma coisa no ouvido da garota e ela rindo.
– Gigolô? — perguntou Rachel incrédula.
– Adoraria ser seu gigolô, gata. — piscou Connor tentando piscar com um olho só, entretanto quanto fazia os dois olhos se fechavam, e ele parece sofrer de alguma síndrome ou sequela séria.
– Eu também adoraria. — disse Bruce mordendo o lábio quando observou a garota descaradamente — Você já é maior de idade, benzinho? Sabe aquela música ... "Afinal, quantos anos você tem? Acho que com a sua idade já dá para brincar de fazer neném" não quero acabar com o homem de cassetete dizendo que você só tem dezessete, seu pai é doutor e no ano que vem seria normal.
Leo colocou a mão na coxa de Rachel marcando território.
– O nome dessa música é Me Lambe, e não, não estou pedindo que o faça. — respondeu. — Vamos terminar logo essa seção de terapia, nos pegarmos um pouco e começarmos um oração em todas as religiões pedindo que nos encontre. Chase, você é judia não é? — neguei com a cabeça — Não importa, vamos orar até com mantras Hare Krishina.
Então, uma ideia maluca percorreu na minha cabeça.
Levantei da relva e me posicionei no interior do circulo, ficando frente a frente com Percy e no campo de visão de todo mundo. Sorri e perguntei para Mary e Jane se podia ser eu a experimentar a seção terapia. Elas assentiram, como se esperassem por essa atitude minha.
Pigarreei tomando coragem.
– Isso não é hipotético. Existe um cara, o cara, e ele é muito mais gostoso fisicamente que o Jason, mais divertido e palhaço do que o Léo, inúmeras vezes mais descolado do que os Stoll. Acham que o Di Angelo e a Thalia são estilosos e turrões? Ele ganha. — contei todos os meus pensamentos e não consegui evitar rir deles — Rachel tem fama de sexualmente encantadora? Ele vence! E, não importa quantas salivas vão percorrer minha boca, uma, duas.... Connor? Léo? A única que eu quero é a que, segundo a ciência, é tão incompatível com a minha que a atração se torna fatal. Eu te amo, cabeça de Algas ...
E nós já estávamos rolando na relva, nos beijando, sorrindo. Os olhos verdes de Percy e o sorriso idiota eram as únicas coisas revigorantes em se estar perdido na selva.
Notas finais
Capítulo cheio de declarações porque Cupido me inspirou - sqn !!! Para tirarem a frustração do Nico 9meu amor platônico literário) ser ... deixem reviews! E laví, obrigada de novo pela recomendação linda!
O que acharam da Julianne Hough como Annie? Acho ela linda!
Comentem, please!
Beijoss!
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