Pequenas Complicações
11 Elijah's Dauther
P.O.V. Elijah.
Estou tão nervoso. Ela já está em trabalho de parto á vinte minutos e esses vintes minutos parecem uma eternidade.
Quando a criança finalmente nasceu, eu fiquei tão feliz.
O Doutor Cullen desceu.
—E então?
—É uma menina. Ela cresceu, cresceu seis meses em seis segundos.
Ele me trouxe a criança.
—E Renesmee?
—Ela está se recuperando bem.
—Ainda bem.
Eu pude segurar a minha filhinha.
—Alguma ideia de nome maninho?
—Acho que devemos esperar a mãe se recuperar.
—E como devemos chamá-la até lá? Bebê de Rosemary?
—Rebekah!
—Foi mal.
Renesmee levou dois dias para recobrar as forças, mas quando ela o fez começamos a tentar escolher o nome.
—Giovana?
—Giovana é italiano. Não. Nada de nome italiano.
Depois de muito debate ficou decidido que o nome da menina seria Clarissa. E seu apelido era Clary.
Como numa série de livros que Renesmee gostava. Assim, o nome não era italiano e nem de nenhum membro da família.
Segundo Carslile o fenótipo de Clary era como o nosso. Ela tinha a aparência mais humana, entretanto sua pele era tão impenetrável quando a dos Cullen. E se ela fosse manifestar algum poder mágico, alguma magia de bruxa uma hora descobriríamos.
Mas a força física de Clarissa com certeza era a de um vampiro. Ela levantou o sofá com uma das mãos e pegou seu brinquedo com a outra.
No presente momento, a graça dela é jogar as coisas no chão para os outros pegarem. E atirar a papinha ao invés de comê-la.
—É difícil acreditar que já fomos tão inocentes uma vez.
—Sim. É mesmo.
—E devemos proteger essa inocência.
—Uma vez você me disse que não conseguia imaginar a alegria de ser pai.
—Sim, eu disse.
—E agora irmão, conhece a alegria de ser acordado de madrugada, de estar sempre babado, ás vezes vomitado e de trocar fraldas sujas de cocô.
—Sim. Mas, eu não me arrependo. Jamais trocaria Clarissa por nada no mundo.
—Sei bem como é.
—E então, Elijah... como é que é ser um de nós? Ter algo á perder? Ter algo que pode te ferir mais profundamente do que qualquer estaca?
—É ótimo.
—Amanhã nós vamos levar a Clary pra conhecer os nossos primos no Alasca.
—Primos?
—Vocês não são os únicos com uma família grande e estranha.
—E os seus primos também tem...
—Anéis? Eles tem. Eu fiz pra eles. Os dos meus tios Cullen e o dela mesma foi a minha mãe que fez antes de ser transformada.
A viagem foi longa e ambas Clary e Hope choraram enquanto o avião descia por conta da pressão no ouvido.
Foi um longo percurso até a residência da família Denali. Mas, antes mesmo do carro fazer a curva eles já nos esperavam na porta.
—Oi família!
—Essa é a criança?
—É. Família, digam oi pra Clary.
—Clary?
—Clarissa Mikaelson. Esses são Elijah, Rebekah, Freya, Kol, Klaus e Caroline Mikaelson. E a Hope Mikaelson.
—Uma nova criança híbrida.
—Duas na verdade. Hope é uma bruxa Mikaelson com um pai Original e uma mãe lobisomem.
—Você é lobisomem?
—Não, mas a mãe biológica dela era.
—Pela cor dos olhos, imagino que sejam vegetarianos também.
—Sim. Vocês...
—Infelizmente a nossa raça não sobrevive apenas com sangue animal, os que tentam viram estripadores.
—Estripadores?
—Eles bebem tanto o sangue das vítimas que os corpos desmontam. Por isso estripadores.
—Por favor, entrem.
Nós entramos e montamos o cercadinho e o carrinho.
—Cuidado Elijah que ele...
—Ai!
—Ele morde.
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