Past and Future with a little bit of Present
1 O Inicio do Drama
Notas iniciais
"Fic totalmente minha, personagens totalmente meus, ideias totalmente minhas e... e... acho que é tudo! kkk
Esta fic está em português de Portugal mas mesmo assim peço que me dêem um hipótese de mostrar que consigo escrever bem, por favor. T^T
Espero que gostem e comentem sempre que possível, ok?"
Bem, vemo-nos lá em baixo!
Choco kissus! ♥
Sempre achei a amizade algo impressionantemente importante!
Vejam bem que NINGUÉM neste mundo passa a sua vida inteira sem, pelo menos, uma grande amizade! Por isso eu acho importante... Claro que, com moderação. Amizade e escravatura não são o mesmo!
Mas... e histórias? Vocês, leitores famintos por letras bonitinhas e redondinhas, estão sempre em busca de uma nova grande aventura heróica e plena de amor e amizade!
Então seria uma boa ocasião para contar a minha história, não é mesmo?
Hum... que tal começarmos já?
Mas uma questão muuuuuuito importante: como se começa uma boa história?
Ah! Já sei! Que tal assim:
Era uma vez...
* * *Time* * *Present* * *
...um grupo muito peculiar...
BOOOOOOM!!
- Cof cof Isto não correu cof como eu esperava... – um jovem com uma bata de laboratório (quase nada) branca aparece por entre um fumo suspeito vindo de dentro de um armazém exterior.
- Isto nunca cof cof cof corre como esperávamos, Richard! cof – resmunga uma jovem saída do mesmo local, com roupa idêntica, enquanto retirava os óculos protectores do rosto deixando a marca dos mesmos no rosto sujo de cinzas.
O rapaz respira fundo o ar fresco da natureza tentando acalmar os seus pulmões fragilizados pela explosão.
- Achas que dá para arranjar...? – pergunta o moreno com um suspiro pesado enquanto avaliava o armazém à distância que estava.
- Sinceramente?
- Sempre!
- Talvez... daqui a uns anos!! – exclama a loira exaltada pelo fato de ver mais um projeto falhado.
- Tsc. Estás cá uma simpatia hoje... – resmunga com ironia.
A jovem começa a despir a capa (quase) branca por estar levemente coberta do pó e atira-a para o chão, levando os óculos laboratoriais ao mesmo destino. De seguida cruza os braços irritada enquanto grunhia algo, de olhos postos no fumo que subia para a atmosfera.
- Ok, ok... Já entendi que não estás muito feliz – conforma-se o rapaz. – Passou-se algo?
- Nada que importe realmente... – murmura baixinho.
O outro não conseguira ouvir a voz da amiga então apenas permaneceu a olhar para ela, como se espera-se que ela continuasse. Nada. Em vez disso começou a ouvir-se um barulho estranho vindo de dentro do armazém, no entanto, um barulho ligeiramente familiar. Poucas vezes tinham conseguido tal magnifico (no seu ponto de vista) silvar. E tal como começou, o barulho cessa e algo sai disparado para cima, perfurando o teto alto do armazém, algo que os dois conseguiram identificar como um objeto vermelho e estranhamente reluzente que deixava um pequeno rasto de fumo branco no céu.
- O que... foi isto... – murmura a loira petrificada.
- Vamos ver, Chiara! – ordena o outro começando a correr em retorno ao edifício.
- Ei! Espera por mim! – reclama apanhando a capa e os óculos do chão rapidamente para logo depois seguir o amigo.
Os dois apressam-se a retornar ao armazém que agora estava mais livre do fumo negro devido ao grande buraco no teto. Enquanto o rapaz parecia procurar algo por entre o fumo e pó restantes a loira permaneceu sob o “furo” no teto, admirada com o tamanho de teto que fora arrancado, pois por este deveria dar para passar um piano clássico sem dificuldade alguma.
- Chiara... – chama com um leve tremer no tom.
- Sim...? – pergunta ainda com o olhar no céu e, consequentemente, nos resquícios de fumo que nele desapareciam.
- Chiara...!
- Que é?
- Chiara!
- Merda! Já estou a ir! – exclama irritada voltando a caminhar para perto do outro.
- Vê só isto...
A loira trava atrás do amigo, petrificada com a visão.
- Oh Meu Deus... Como é que isto é possível...?
- Ainda não percebi bem, mas vou chamar os outros!
* * * Time * * * 1 Hour Before * * *
… composto por elementos distintos…
SPLASH!
- Uhu! Quem diria o teu pai ia mesmo deixar-nos usar a casa de férias, Francis!
Uma cabeleira loira aproxima-se rapidamente por de baixo de água agarrando as pernas de uma jovem que falava distraidamente com outra e depois levanta-se com impulso assustando as duas garotas.
- Eu disse que conseguia, Joe! – exclama o loiro colocando as franja molhada para trás enquanto tentava fugir das mãos assassinas da jovem que “atacara”.
- É hoje que tu morres, Francis! – grita a morena irritada enquanto perseguia o loiro.
Infelizmente, para ele, a garota tinha mais resistência e velocidade. A morena alcança-o rapidamente quando o encurrala a um canto da piscina e depois começa a tentar afogá-lo, mesmo que apenas a brincar.
- Isso, Anya! Mata-o! – exclama a amiga que ainda estava do outro lado da piscina, rindo divertida com a situação.
No entanto a jovem de pele clara leva um susto quando alguém salta para a piscina bem ao seu lado fazendo com que este se engasgasse um pouco com a água que lhe caíra em cima.
- Quem foi o desgraçado?! – reclama, com os olhos postos na sombra que subia para a superfície. – Joe... Só podia!
- A água está boa, Tanya? – pergunta com sarcasmo, escondendo-se dentro de água até ao nariz.
- Porque não me dizes tu?
E dito isto, com uma voz bem assustadora devo admitir, empurra o moreno para baixo de água mas este rapidamente revida puxando-lhe o pé.
* Space *
BANG!
- Ahahaha! Perdeste, Paco! Passa para cá as gomas!
- Baixinho irritante... – resmunga um rapaz de cabelos encaracolados cor-mel, estendendo um saco de doces para o mais baixo.
- Deves estar a querer outra derrota humilhante... – murmura o ruivo entre dentes e com os olhos semicerrados enquanto trincava a cabeça de uma goma com formato de cobra.
O mais alto e, de certa forma, mais velhos (mesmo que por meses) suspira frustrado e levanta-se do puffe onde se encontrava sentado segundos antes. Depois espreguiça-se lentamente, praticamente chutando o outro que permanecia sentado e que lhe direciona mais um olhar fulminante, e olha em redor.
- Não sei como é que ainda fico admirado de haver uma sala de jogos DESTE tamanho na casa do Francis – resmunga, examinando as máquinas e prateleiras repletas de jogos.
De repente os dois garotos assustam-se com um estrondo vindo da porta.
- Olá preguiçosos! – exclama uma morena de cabelos curtos, correndo pelo cómodo em direção aos puffes e sentando-se, precisamente, em cima do ruivo.
- Olha quem fala... – resmungam os dois rapazes em simultâneo.
- Adoro quando vocês são simpáticos! – exclama irónica, apertando uma das bochechas do garoto abaixo de si.
O moreno não lhe dá grande importância e volta a olhar para a estante à sua frente para escolher um novo jogo onde pudesse derrotar o mais novo.
- Já te cansaste do Ivan, Lara? – pergunta ainda de costas.
- Claro que não! – exclama parecendo indignada – O meu priminho foi à casa de banho.
O baixinho riu-se de forma sarcástica.
- Aposto que está a tentar fugir de ti!
- Calado, Pierre! – resmunga a morena entre dentes, envolvendo o pescoço do jovem com um dos braços e com certa brusquidão.
* Space *
- Pessoal, eu troxe-... Oh! Onde estão todos?!
A sala escura encontrava-se vazia no momento. Ou pelo menos quase.
- Ah, Arielle! – exclama uma voz vinda de um dos grandes sofás.
A jovem demora alguns segundos a perceber de quem se tratava por causa da escuridão mas depois, meio atrapalhada, aproxima-se dos sofás para tentar ver melhor o dono da voz.
- A Elinor e a Marina disseram que estavam fartas do filme e foram passear um pouco nos jardins, já o Danilo foi ter com o Joe e os outros à piscina – explica o rapaz deitado no sofá, com um braço em cima dos olhos, e a voz levemente sonolenta.
A morena coloca o tabuleiro com bebidas frescas que trazia consigo em cima da mesa de centro em frente aos sofás e depois, cautelosa, senta-se perto do amigo colocando as pernas deste no seu colo.
- E tu ficaste aqui porque...?
- Bem... eu prometi que esperava pelas bebidas... – murmura incerto.
- Carlo...! A verdade! – pede a outra ajeitando os óculos no nariz.
O jovem suspira derrotado e endireita o tronco ficando sentado, para logo depois se aproximar da garota.
- Hum...
- O filme ainda não tinha acabado... – comenta a garota parecendo querer explicar as suas dúvidas – Porque é que estás no escuro...?
- Uma dor de cabeça... um arrepio... sei lá...! – murmura em resposta, com a voz levemente rouca, o que dava a entender que estivera a dormir naquele minutos – Só sei que tive um mau pressentimento.
A amiga sorri de lado de uma forma carinhosa e diz:
- Vais ver que não deve ser nada... Se bem que – ela solta uma risadinha — ... normalmente acertas!
O outro também sorri.
De repente os dois assustam-se ao ouvir-se um telemóvel tocar. O garoto retira-o do bolso das calças com alguma pressa ao ler o nome no ecrã. Ela fica nervosa ao ver a cara iluminada do amigo parecer preocupada.
- Sim? Rich? Ainda demoram?
Passam-se alguns segundos em que o moreno escuto as explicações do amigo e depois dispara ansioso:
- Mas como?! Vocês têm a certeza? – pergunta com os olhos focados na jovem à sua frente. – Sim, sim... Entendo... Eu reuno todos! Vamos a caminho! Até já!
Assim que ele desliga, a morena pergunta:
- Que se passa?
Ele levanta-se do sofá puxando-a pela mão para saírem da mini sala de cinema.
- Passa-se que nunca mais vou duvidar dos meus instintos, Arielle...
Notas finais
Comentem, please! Quero muito saber o que acham! Nem que seja para dizer que está uma me***...
Ficarei à vossa espera! ~.o
Choco kissus! ♥ ♥ ♥
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