Para Sempre Com Sesshoumaru-sama
44 O Despertar
Notas iniciais
Oi gente, como estão?
Eu tô mega cansada, final de semana não fiz nada além de estudar, alguém me salve por favor? Sesshoumaru? *-* uashuahsu
Bem, vamos entrar na reta final da fic com este capítulo (:
Espero que gostem!
Eu tô mega cansada, final de semana não fiz nada além de estudar, alguém me salve por favor? Sesshoumaru? *-* uashuahsu
Bem, vamos entrar na reta final da fic com este capítulo (:
Espero que gostem!
Naquela manhã o sol não havia aparecido. O céu estava cinzento ameaçando chover. Parecia que os planos de Rin, Mayumi e Seya para o piquenique no campo teriam que ser adiados.
- Parece que vem tempestade por ai, Rin. É melhor levar um guarda-chuva. — disse Souta.Suspirou.- Acho que é melhor eu ligar para Mayumi-chan e avisar que vamos adiar.. Como jii-chan está?- Tudo na mesma. Ele continua se recusando a ser levado para o hospital, o médico disse que não tem como ele ser tratado em casa.Durante a semana, o avô de Kagome teve algumas indisposições resultando em uma grave pneumunia. Era literalmente uma missão impossível tentar convencê-lo a ir a um hospital.- Hãm.. Oi, Rin. Eu.. vi que a porta de sua casa estava aberta e.. você sabe né? — disse Seya. — Vem tempestade por aí. Então, má ideia fazer um piquenique hoje. — deu um sorriso brincalhão.- Ah, oi Seya. Está tudo bem.. Eu já ia ligar para Mayumi-chan para cancelar nosso passeio de hoje.O rapaz se aproximou.- Algum problema?Suspirou.- Jii-chan ainda está doente e não quer ir ao hospital. Ele diz que a "hora dele chegou e não há nada que possamos fazer". Seya revirou os olhos.- Acho que eu posso dar um jeito nisso. Posso vê-lo?- Hãm.. Claro. — disse. — Souta, pode ligar para Mayumi-chan por favor?- Claro, deixa comigo!xxxRin e Seya entraram no quarto onde o avô de Kagome estava. Estava visivelmente debilitado e muito dramático, já que essa era sua característica principal.- Como está jii-chan?- Não está vendo? Estou morrendo! Seiya bufou.- Ah, fala sério, velho!- Seya! — Rin o repreendeu.Seya parou na beirada da porta apoiando-se nela de costas, com os braços cruzados.- Se você vai morrer é porque você quer. Tem a chance de ficar melhor, é só parar com a palhaçada e ir para o hospital.- Garoto não diga bobagens, sabe que não devemos nunca interferir no nosso destino! E sinto que a minha hora chegou.- Se sua hora tivesse chegado o médico não lhe diria que para melhorar você teria que ser levado ao hospital, gênio. — retrucou.Rin não conseguia acreditar no que estava vendo. Seya e e seu avô brigando feito crianças. Era uma coisa inacreditável. A menina os observava perpléxa.- Agora preste a atenção velho: — disse Seya num tom mais sério. — Se você quer morrer, é problema seu eu não importo e nem vou sentir a sua falta. Mas você tem uma família que te ama acima de tudo. Então pare com essa bobagem de destino e vá logo para o hospital, muitas pessoas gostariam ter essa mesma chance que você tem agora.Dito isso Seya se retirou do quarto sendo seguido por Rin.- Sermões. Eles sempre ajudam. Ele vai mudar de ideia a respeito de ir ao hospital — deu um meio sorriso. — Ah, e de nada.A menina ficou sem palavras. Não sabia se o repreendia ou se o agradecia. Seya definitivamente tinha um jeito úinico de ser.- Olha.. Eu preciso ir.A menina notou uma mudança repentina no comportamento de Seya. Sua feição se fechou, como se tivesse lembrado de algo ruim.- Ei, espere. Aonde você vai?- Vou ver a minha mãe.xxx- Rin, já disse, não era para você ter vindo!- Não importa. Alguma coisa aconteceu, você sentiu algo.. Eu sei.O rapaz parou e a olhou intensamente. Ambos já estavam em frente ao quarto de Azumi.- Vocês não deviam estar aqui. Por favor vão para sala de espera. — disse uma enfermeira, sua voz era urgente.E num roupante, Seya adentrou no quarto se deparando com sua mãe imóvel e os aparelhos desligados.- Quando isso aconteceu? — o rapaz perguntou, sem tirar os olhos de sua mãe, a voz sem vida.- Já fazem algumas horas, tentamos contactá-lo antes mas.. — tentou se explicar a enfermeira. — O médico responsável já está vindo falar com você. Eu sinto muito.- Seya, você está bem? — Perguntou Rin, ainda perplexa com a notícia.- Por favor, vocês tem que se retirar.- Me dê uns minutos. — disse o rapaz.Sua voz era tão autoritária e suplicante ao mesmo tempo que a enfermeira apenas acenou com a cabeça deixando-os no quarto.Seya olhava sua mãe sem vida intensamente. Até que deu um passo em sua direção.- Posso vê-los.. — sussurrou. — Os emissários do outro mundo.- O que disse?! — a menina exclamou.Seya aproximou-se mais ainda de sua mãe e a tocou com o dedo indicador em sua testa, delicadamente. Algo aconteceu, com um leve movimento para direita pôde ser visto um tastro de luz.Segundos depois ouviu-se um grande suspiro. - Você está bem?Aos poucos Azumi abria os olhos e logo se deparou com Seya bem perto de si. - Melhor agora. — sorriu.Rin assistia a tudo calada e boquiaberta. A menina não queria ter pensamentos que a levassem mais dúvidas.- Rin?A voz séria de Seya, que estava de costas para a menina, a sobressaltou.
- Seya.. — sussurrou.- Você pode ir agora, por favor. - Eu..- Mais tarde nos falamos.Rin não entrou em discussões, apenas atendeu ao pedido de Seya, saindo logo em seguida.- Seya.. — a voz de Azumi era um pouco falha.Com um gesto de carinho, Seya passou a mão nos cabelos de sua mãe.- Obrigado. — disse Azumi.- Não por isso. — deu um meio sorriso.- Você finalmente lembrou-se de quem realmente é. — sorriu. — Me desculpe por mentir.O rapaz acenou com a cabeça.- Você tem uma nova chance agora. — disse chegando mais perto de seu rosto. — Faça boas escolhas e reconstrua a sua vida.- Sim. Farei isso.- Promete?- Eu prometo. — deu um meio sorriso. — E você vai ser muito feliz. Não quero uma promessa, isso é uma ordem.Seya deu uma gargalhada.- Que tipo de filho eu seria se desobedecesse uma ordem de minha mãe?- Venha cá, me dê um abraço.Com um demorado abraço ambos se despediram.- Espero que arrume uma boa desculpa para explicar que você voltou a vida. — disse ao pé do ouvido.Azumi sorriu o abraçando mais ainda. De certa forma aquele era o jeito certo para as despedidas. Não pensar nas respostas era algo que Azumi sempre fazia e tornava as coisas mais fáceis.
Notas finais
Muito beeeeeeeeeem! Estamos muito perto agora de saber quem é Seya! Vocês estão preparadas? :B
Até a próxima, beeeeeeeijos!
Até a próxima, beeeeeeeijos!
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