Notas iniciais
Olá gente! ^^ Desculpem por demorar para postar, realmente estou sem tempo. Porém, nao se preocupem pois pretendo terminar essa fic nessas férias.

Aliás, falando do cap, eu fiz ele inspirado nos episódios de South Park (até porque uma leitora tinha me pedido e eu estava realmente querendo por uma parte assim na fic, porém, não sabia onde colocar, e decidi que esse e mais alguns caps seriam perfeitos para colocar)

Boa leitura! Sugestões/ avisos de erros ortográficos e etc... nas reviews, ok? ^^

POW! POW!

– Cara, você ainda não sabe que não importa o quanto você bata nessa porta, ela nunca irá abrir? — perguntou Stan ironicamente para o amigo de chapeu verde que se jogava contra a porta com o objetivo de abrí-la.

– Eu tenho esperanças. — disse o rapaz de chapeu verde.

– Tinha que ser judeu... — comentou Cartman.

– Cale a boca, seu gordo de merda! — exclamou o rapaz do chapeu verde irritado com o rapaz sobrepeso.

– O que ser judeu tem a ver com esperanças de abrir essa porta de ferro e nos tirar daqui, Cartman? — perguntou Kenny, o rapaz do qual o rosto era coberto pela sua blusa laranja.

– Tem tudo a ver! É óbvio que ele não vai conseguir abrir a porta! Judeus não conseguem abrir portas! Deixe que eu faça isso — disse Cartman se dirigindo ao lugar do rapaz de chapeu verde e passando por Stan, que estava com as maos em seu nariz, fazendo sua expressão de "isso não faz sentido, cara!".

– É óbvio que você vai conseguir! Um gordo parente de uma baleia orca é óbvio que vai até quebrar o prédio! — ironizou Kyle.

– Bem que isso podia ser verdade. Tô me sentindo como se eu fosse um daqueles animais de zoológico que ficam presos em suas jaulas. — disse Kenny.

– Afinal, por que a sua mãe nos deixou presos aqui com nossas roupas de crianças? Sério Kyle, isso aqui tá muito pequeno e a temperatura aqui dentro tá uns 17º Celsius! Eu tô congelando! — disse Stan apontando primeiramente para seu corpo e depois para um termômetro que estava na parede do quarto.

– E você acha mesmo que eu vou saber? Eu só lembro de ter ido em um... Acho que um bar com o Cartman, ter bebido algo que me deixou meio estranho e estar aqui... — respondeu Kyle — Mas essa lembrança já faz muito tempo.

– Então por que você não demonstrou nada na hora, judeu? — perguntou Cartman.

– Por quê? Oras, eu sou homem, Cartman! — exclamou Kyle — Aquilo não parecia ser tão grave... Mas agora parece.

– Cara! Você tá com hemorróida de novo!- disse Cartman desatando-se a rir.

– Não é hemorróida, Cartman! É amnésia! Agora começa logo a tentar arrombar essa porra dessa porta porque eu quero mijar! — berrou Stan, irritado.

– Ali no cantinho tem uma garrafa. — disse Kyle apontando para um dos cantos do quarto que tinha uma garrafa.

Stan foi até o cantinho fazer as suas necessidades enquanto Cartman se jogava contra a porta de metal, mas nada adiantava.

– Essa porta... — começou Cartman a dizer com a respiração falhante — Não quer abrir... Isso só pode ser...verme... De Judeus...

– Cale a boca, seu gordo filho da puta! — exclamou Kyle chegando ao seu limite — Você reclama da minha religião mas não consegue nem abrir uma porta!

– Vai se fuder, seu judeuzinho de merda! Eu fiz o que eu pude pra tentar abrir essa porta, mas é impossível abrir essa porta sem pegar seus vermes! — rebateu Cartman.

Enquanto Kyle e Cartman discutiam, Kenny se dirigiu á janelinha que tinha três barras de ferro a atravessando e ajoelhou, juntando as mãos e dizendo:

– Jesus, por favor, nos ajuda a abrir essa porta que o gordo filho da puta do Cartman e o Kyle não conseguiram abrir. Por favor, Jesus.

Um barulho estrondou a sala.Todos ficaram em silêncio e atentos para ver se algo aconteceria no quarto. O som que ali ecoava era mais parecido com o de "ÓÓÓÓÓÓ... COF! COF! COF! CAHAAM!... ÓÓÓÓÓ" e uma voz mais nitida pode ser ouvido:

– Desculpe, Kenny, não poderei realizar esse milagre. No momento, ainda estou tentando realizar o milagre da Rebecca Black de se tornar uma cantora de grande fama. — provavelmente, era a voz de Jesus.

Depois de mais uns "ÓÓÓÓ", todo o barulho esquisito se fora.

– Mais que porra foi essa? — perguntou Cartman.

– Eu estou falando com você, seu gordo viado! — exclamou Kyle chamando a atenção de Cartman como se nada ali tivesse acontecido.

"Vou tentar pedir pro papai noel!" pensou Kenny.

Kenny ajoelhou novamente e juntou as mãos de frente para a janela e disse:

– Querido Papai Noel. Nesse ano, eu fui um garotinho do bem. Não tentei fazer minha mãe abortar com um desentupidor, não fiz boquete ou me prostituí pra ninguém (a não ser para um garoto da sexta série, na minha época, que me pagou cem dólares por um boquete) e nem fiz cachorros darem leite mais.Com tanta coisa boa que eu fiz esse ano, eu queria lhe pedir um favor: Será que o senhor poderia nos tirar desse quartinho fedido e pequeno? Obrigada, Sr. Papai Noel.PS: Faço boquete a partir de 70 dólares.

Kenny esperou umas três horas pelo Papai Noel, então decidiu tentar chamar o Sorvetinho.

Ele agrarrou-se ás grades da janela e gritou:

– SORVETINHOOOOO! PRECISAMOS DA SUA AJUDA!

– Cara, você ainda acredita nessa besteira do Sorvetinho? — perguntou Stan — Ele era só uma merda de natal. O que têm de graça em um coco de natal?

– Tem mais graça que o Cartman. — declarou Kyle.

– O quê você disse, judeu viado? — perguntou Cartman avançando para cima de Cartman.

– Isso mesmo o que você escutou, seu gordo maldito!- respondeu Kyle expressando firmeza.

– Dá pras duas bichinhas pararem de brigar? Eu acho que todos aqui deveriam se concentrar em como abriremos essa maldita porta. — exclamou Stan.

De repente, a parede da janelinha da qual Kenny fizera um pedido a Jesus e ao Papai Noel e chamou pelo Sorvetinho se quebrou.

– HO! HO! HO! HO!... Feliz N... Não Natal! — disse o Papai Noel com roupa de judô.

– UAU! Até o Papai Noel faz judô! — exclamou Kyle.

Papai Noel se aproximou de Kenny e lhe deu setenta pratas.

– Te espero mais tarde no Polo Norte, Kenny. — sussurrou o bom (só que não) velhinho para o Kenny.

Kyle e Stan se aproximaram do buraco.

– UAU! Estamos muito alto! — exclamou Stan.

– E olhe! Há cachorros lá em baixo comendo... DEFUNTOS?! — exclamou Kyle.

– Provavelmente ele fará um bem para a humanidade. — disse o Papai Noel.

– Que bem? — perguntou Stan.

– Se ele comer todos os defuntos, não haverá mais apocalipse zumbi. — respondeu o mau velhinho.

– Isso bem que é verdade... — concordou Kyle.

– Porém, se ele come defuntos, provavelmente comerá os vivos! E essa é a nossa única maneira de sair daqui! — exclamou Stan.

– Mas Stan, você já pensou no modo que sairemos daqui? — perguntou Kyle.

– Podemos sair da mesma forma que o Papai Noel entrou! — respondeu Stan.

– Verdade!

– Bem... Como vocês sabem, gordos não aguentam muita coisa e eu só posso carregar três de vocês. — alertou o Papai Noel.

– Essa não! — exclamou Kyle.

– O que faremos agora? — perguntou Stan.

Kenny suspirou e revirou os olhos.

Fora ele quem estava salvando os amigos, oras. Por que justo ele tinha que morrer? Ninguém sabe. Somente os titios Trey e Matt.

Kenny se jogou do buraco e foi comido pelos cachorros.

– Oh não! O Kenny morreu! — exclamou Stan.

– FILHOS DA PUUUUUUUUUUUUUUUUTA! — exclamou Kyle.

– Oh não! A minha boquete! NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO! — exclamou o papai noel.

– Vamos logo, seu gordo! Não quero mais ficar aqui! — apressou Cartman.

– Olha quem fala! — exclamou o Papai Noel.

– Sabe, eu acho que quem deveria servir de almoço para os cães seria o Cartman. Aliás, ele seria o jantar perfeito! Afinal, gordura é o que não falta! — exclamou Kyle.

– Cala a boca, seu judeuzinho de merda! Nao é gordura! É excesso de gostosura! E minha mãe me diz que eu sou especial! — exclamou Cartman.

Todos — menos Cartman, lógico — riram.

– Ok, que seja, vamos logo crianças. Subam nas minhas costas e vamos sair daqui. — disse o Papai Noel.

– Adultos! — corrigiu Kyle.

Notas finais
Ah é... Esqueci de falar uma coisa...
Se o cap ter ficado um sorvetinho (Ba Dum Tss), não culpem a mim, culpem a minha imaginaçao e a minha preocupaçao por deixar vocês sem meus caps '-'