Pandora

26 Capítulo XXVI – Quero Me Entregar


Notas iniciais
É isso aí! Consegui postar esse capítulo hoje. Eu pensava em postá-lo ontem, mas não tive tempo (foi meu aniversário) mas hoje consegui terminar o capítulo 27 e vou começar o ultimo, que é o 28. Então só posto o 27 quando terminar o 28. Mas não se preocupem, ainda terá um epílogo. Boa leitura! Vejo vocês nas notas finais.

Capítulo XXVI – Quero Me Entregar

Demorou exatamente uma hora até que eu estivesse num avião de volta pra Lima. Santana não reclamou, ela disse que iria ficar porque achou alguém interessante pra passar o tempo. Então peguei o meu voo sozinha. A passagem sendo um absurdo de cara, ainda consegui. Cinquenta minutos depois eu descia do avião. Tinha dado tempo de vestir uma roupa mais casual. Uma calça jeans e uma camisa de botão azul. E pra não morrer de frio, um sobretudo de pele que Santana me emprestou.

Não era de pele de verdade. Eu nunca faria isso com Rachel. Principalmente se eu fosse me encontrar com ela.

Meu carro estava no aeroporto, então só tive que pegar a minha chave e sair do aeroporto em direção ao lugar que Rachel me esperava. Sim, ela me esperava em algum lugar. As Nacionais foi em um auditório em Lima e na conversa que tivemos no celular e que me fez pegar um avião, ela me disse que ia dar um jeito de ficar no auditório e me esperaria lá.

Sim, eu estou fazendo isso. Porque eu sou idiota e porque eu não aguento ficar mais sem essa menina. Flertar com Nadia me fez pensar que não é o que eu quero, eu quero Rachel. Quero ela e apenas ela.

Estacionei o carro no estacionamento o tal auditório que Rachel me disse pra ir. Vesti o casaco de pele e coloquei uma touca. O frio do lado de fora estava absurdo. Saí do carro e tremi com o vento que fez todos os meus ossos tremerem.

— Puta que pariu. — Rosnei enfiando as mãos nos bolsos do casaco de pele e segui para dentro do auditório.

Como o estacionamento estava vazio supus que dentro também estivesse, então quando a porta eletrônica abriu, só enxerguei Rachel do outro lado do enorme salão rústico, ela não tinha me percebido ainda, mas com ela sentada num sofá olhando para o celular, só consegui admirar o quão linda ela é. Rachel deve ser uma das mulheres mais maravilhosas que eu já vi na minha vida. E isso só me deixava mais nervosa.

Entrei no salão sentindo meu corpo relaxar com o aquecedor ligado do local. Alguns funcionários também estavam rondando o enorme salão. Tinha um bar no canto e um homem parecia estar quase dormindo com a mão no queixo. Olhei no relógio grande que tinha na parede e já passavam da meia noite.

Meus olhos foram pra Rachel mais uma vez e ela parecia mais triste a cada segundo, seus olhos não saiam do celular.

Provavelmente ela esperava que eu fosse ligar quando estivesse chegando. Mal ela sabia que eu estava andando na direção dela agora mesmo.

— Rachel? — Chamei quando parei três metros de distância dela.

Rachel ergueu os olhos pra mim antes de arregalá-los.

— Quinn. — Ela ofegou e sorriu.

Antes que eu falasse mais alguma coisa, Rachel se levantou e correu na minha direção. Três metros nunca foram tão longe. Ela me abraçou enfiando o rosto no meu pescoço e fungou. Ri e apertei sua cintura, espalmando minhas mãos em suas costas e apertando seu vestido. Enfiei o rosto em seu ombro e respirei fundo.

— Eu nem acredito que você está aqui. — Rachel murmurou e eu soltei uma risada para sua voz chorosa.

Me separei dela apenas para colar nossas testas e olhar em seus olhos com carinho. Meu coração batia com tanta força que eu sabia que ela estava escutando.

— É claro que eu estou aqui, não seria louca de deixar você esperando. — E essa frase foi também para a pergunta que nós duas tínhamos em nossos corações. Eu nunca iria deixar Rachel me esperando.

Meus olhos brilhavam nos dela e eu sentia tanto carinho e amor, olhando em seus olhos me fazia tão bem.

— Vamos sair daqui? — Ela me perguntou quando agarrou as lapelas do meu casaco de pele. Seus olhos foram atraídos para o casaco de pele. — Isso é...

— Claro que não, Rachel. Eu nunca viria até você com um casaco de pele original.

— Como você sabe que eu iria perguntar isso?

E eu só precisei erguer uma sobrancelha. Rachel riu e apanhou o seu sobretudo em cima do sofá, pegou sua bolsa e me deu para poder vestir o sobretudo. Depois de vestida, apanhou a bolsa e esticou a mão pra mim.

E todo esse tempo que ela fazia isso, eu observava com carinho. Cada movimento. Até que ela estendeu a mão pra mim e eu travei por alguns segundos.

Nós nunca tínhamos segurado as mãos em público e isso era um grande passo pra mim. Respirando fundo, olhei em seus olhos e vi que ela pacientemente me esperava para pegar sua mão. E ainda assim, em seus olhos havia um brilho de medo. Como se ela tivesse o mesmo medo que eu. Mas eu duvido muito que alguém aqui me conhecia.

Respirando fundo mais uma vez, apanhei sua mão e lancei pra ela um sorriso amoroso.

— Vamos. — E apertei seus dedos antes de puxá-la na direção da saída.

—_

No caminho pra minha casa, Rachel disse para seus pais que iria passar a noite na casa do Kurt, o que me surpreendeu, porque no telefone ela não me falou nada sobre querer passar a noite na minha casa. E sim, essa seria a primeira noite de Rachel na minha casa.

E sim, eu estava nervosa pra caralho.

Rachel estava ao meu lado segurando meu braço quando abri a porta do meu apartamento. Entramos e ela foi direto para o sofá.

Parece que faz séculos que não venho pra cá. — Escuto ela comentar quando fecho a porta e coloco a chave no porta chave.

— Alguns meses. — Falei e virei pra ela com um sorriso. — Mas entendo quando você fala isso. Pra mim também faz séculos.

E Rachel sorriu timidamente, agarrou uma almofada e a abraçou ainda olhando pra mim.

— O que vamos fazer?

E eu fiquei tensa, sentando-me ao lado dela e dando de ombros.

— O que quer fazer?

— Nós poderíamos assistir algum filme.

Lancei um olhar para a TV e suspirei. Assistir não era algo que eu queria fazer. Passei três dias fora de casa e fiquei num hotel assistindo TV com Santana. Então a televisão não era algo que eu queria ficar olhando.

Balancei a cabeça fazendo uma careta e levantando.

— Vamos cozinhar alguma coisa. — Falei e pisquei pra ela, indo na direção da cozinha.

— O que vamos cozinhar. — Rachel vinha atrás de mim.

Abri a geladeira e retirei alguns ingredientes.

— Pizza caseira. — E lancei um olhar pra ela por cima do ombro. — Tudo bem?

Rachel tinha os olhos brilhosos com a ideia e ela assentiu fervorosa.

— O que quer que eu faça? — Ela perguntou parando ao meu lado enquanto eu lavava os tomates.

— Corte esses tomates.

E foi aí que começamos.

Eu fazia a massa enquanto Rachel batia o molho no mixer, logo depois nós dias estávamos expandindo a massa e acabou que eu estava atrás dela, ajudando-a a fazer como se deve fazer. Suas costas coladas na minha frente, sua bunda empinando no meu centro. Levou tudo de mim pra não descer meus lábios em seu pescoço e beijá-la.

No entanto, Rachel não parecia ter a mesma ideia que eu. Ela inclinou a cabeça pra trás, encostando-a no meu ombros. Bem, até aí está tudo bem. Tudo tranquilo. Até que as mãos dela pararam de mexer embaixo das minhas e seus lábios colaram bem embaixo da minha orelha.

Meu corpo inteiro tremeu e eu respirei fundo. Puxando o máximo que conseguia de ar para continuar a amassar a massa.

Porém, Rachel não pareceu ficar satisfeita com a minha ignorada.

— Quinn. — Ela murmurou no meu ouvido. O problema não foi ela ter falado no meu ouvido. Não, não foi esse o problema. O problema foi o seu tom de voz.

Ela praticamente gemeu no meu ouvido.

Ela gemeu. No meu ouvido. Rachel gemeu no meu ouvido.

Porra. Ela gemeu no meu ouvido. PORRA.

Engoli com força, respirando fundo mais uma vez.

— Rachel. — Devolvi. Não gemendo, é claro. Com clareza, apesar de que minha voz estava tremida. Muito tremida. Não me culpe, não é como se fosse fácil falar depois das provocações que ela estava fazendo comigo.

— Quinn. — Ela gemeu mais uma vez. Fechei os olhos e soltei a massa. Minhas mãos ainda sujas de farinha em cima da dela. — Não me ignore.

— Rachel.

— Não me ignore, por favor. — Ela choramingou e seus lábios se fecharam no lóbulo do meu ouvido. Suas mãos viraram embaixo das minhas e seus dedos se entrelaçaram com os meus. — Eu senti muito sua falta.

Fechei os olhos com mais força ainda e senti Rachel soltar suas mãos e virar o corpo de frente pra mim. Logo então suas mãos estavam na minha nuca e seus lábios colados nos meus.

Foi impossível de ignorar.

Agarrei sua cintura e correspondi o beijo com desespero. Porém, Rachel não me deixou acelerar o beijo, deixando-o lento e quente. Tão quente que meu interior torcia de excitação. Ela choramingou quando mordi seu lábio e agarrei sua camisa, empurrando-a com força no balcão.

A única coisa que nos fez parar, foi quando Rachel colocou a mão no balcão, pronta para subir nele, e enfiou a mão na massa.

Literalmente.

Sua mão literalmente enterrou na massa de pizza.

Nos separamos com uma arfada nos lábios uma da outra e colamos nossas testas, abri meus olhos encontrando os seus.

— Nós podemos deixar a pizza assando e...

— Não. — Rachel me impediu de continuar e segurou minha camisa com força, forçando-me a encará-la intensamente. — Eu quero fazer isso, Quinn. Quero levar isso além.

Arregalei os olhos.

Rachel estava falando do que eu achava que ela estava falando.

— Rachel... Isso...

— Eu sei o que você vai dizer. Vai dizer que não estou pronta que agora não é a hora, mas eu estou pronta, Quinn. E não quero que outra pessoa faça isso se não for você.

E ela falava isso olhando nos meus olhos. Seus olhos estavam impossivelmente negros e seus lábios inchados atraiam meu olhar a cada segundo. Principalmente com ela falando essas coisas que faziam meu ventre torcer de excitação.

Suspirei em derrota, balançando a cabeça antes de olhar em seus olhos mais uma vez.

— Eu não tenho mais nenhuma desculpa. — Confessei e Rachel sorriu lindamente.

Segurou minha camisa e me puxou pra outro beijo, que não demorou pra esquentar e alguém enfiar a mão na massa. Então nos separamos para que eu guardasse a massa e voltamos aos amassos contra o balcão. Rachel parecia extremamente inquieta com a minha camisa. Suas mãos não paravam de passear por ela enquanto as minhas mãos se mantinham fixas em sua cintura.

Nossas roupas, certamente, estavam cheias de farinha.

Desacelerei o beijo segurando-a com mais delicadeza enquanto meus lábios passeavam pelos seus com calma. E isso pareceu deixar Rachel mais inquieta.

— Quinn. — Ela se afastou, seus dedos apertando minha camisa. Seus olhos estavam cerrados de excitação. Ao menos era o que eu conseguia enxergar pela minha própria névoa de excitação. — Eu sei que é a minha primeira vez e tudo mais, mas a ultima coisa que eu quero é que você vá devagar.

Foi impossível de não soltar uma risada. Balancei a cabeça e encostei minha testa na dela. Seus olhos se fecharam e apertei sua cintura, puxando seu quadril para o meu. Rachel gemeu baixinho e balançou o quadril pra frente, me fazendo sorrir.

— Eu sei o que estou fazendo, Rach. — E escorreguei uma mão até a sua coxa, puxando-a pra cima, consequentemente, levantando a saia do seu vestido. Rachel arfou e enrolou a perna na minha cintura, seu quadril parecia inquieto contra a minha coxa agora. Puxei ela pela perna, subindo-a para sentar no balcão. Rachel pareceu satisfeita com isso. Suas mãos foram pra minha nuca e ela me beijou intensamente enquanto eu apertava suas coxas e devolvia seu beijo. — Nós poderíamos ir pro quarto.

Sugeri me separando dela por alguns segundos, mas Rachel não me deixou falar mais nada, puxando meus lábios pra ela e voltando a me beijar, dessa vez tomando o controle de mim. Seus dedos enterraram-se no meu cabelo e algo caiu no chão. Demorei pra perceber que era a minha touca.

— Rach...

— Shh...

E ela mordeu meu lábio, gemendo quando desci meus lábios pela sua mandíbula até seu pescoço. Senti algo puxar meu cabelo. Rachel apertava com força, impedindo-me de descolar meus lábios do seu pescoço. Não que eu estivesse reclamando.

— Quinn... — Ela gemeu e apoiou a testa no meu ombro enquanto eu beijava o seu. — Nós vamos pra o seu quarto?

Recuei para olhar em seus olhos, vendo como estavam negros. Sorri e segurei seu rosto, sua cabeça balançava, ela parecia bêbada em excitação.

— Era o que eu estava tentando falar. — E ajudei ela a sair do balcão. Rachel desequilibrou um pouco mais apoiou em mim. Quando estávamos no meio do corredor, minha mão ainda presa na sua, Rachel me parou, fazendo com que eu olhasse pra ela confusa. — Algo de errado?

— Eu não estava brincando mais cedo. — Seus olhos pareciam mais claros. Franzi o rosto, sem entender do que ela falava. — Eu quero fazer isso, Quinn.

Abaixei a cabeça, soltando sua mão e enfiando as minhas nos bolsos. Uma clássica posição de defesa. Rachel não poderia estar falando sério.

— Rachel, ainda é...

— Eu quero transar com você, Quinn. Eu quero fazer amor. Com você. Eu disse antes e vou dizer de novo, não existe outra pessoa que eu quero fazer isso. É você. E sempre vai ser você. E eu quero fazer agora. Porque eu estou pronta, Quinn. Eu estou pronta pra fazer isso com você, então me deixe fazer isso. Por favor. Só... me deixe fazer isso. — E ela ficou parada na minha frente, seus olhos aguados e brilhantes.

Meu coração batia tão forte no peito. Tudo dentro de mim gritava pra dizer “SIM, POR FAVOR, SIM!!!” e com Rachel me pedindo desse jeito. Não tinha como negar.

Eu sentia que ela estava pronta. Na verdade, venho sentindo isso desde o dia contra a minha porta depois da segunda prova do campeonato de história. Mas é claro que não dava pra negar que o medo também vinha de mim. Sim. Eu tenho medo de fazer isso com Rachel, mas não por algo sobre minha pessoa, e sim porque tenho medo dela se arrepender daqui alguns anos. Principalmente com o quão instável nosso relacionamento é.

Mas vendo-a pedir com tanta emoção e excitação. Seus olhos brilhosos ainda tinham a névoa demonstrando que ela estava tão excitada quanto eu.

E também não tinha como negar o fato de que minha calcinha estava ensopada por causa dos amassos na cozinha. E também influenciava bastante na minha decisão de ir até ela, envolver seu rosto com minhas mãos e colar meus lábios nos dela. Beijando-a intensamente e soltando-a, antes de pegar sua mão e puxar ela para meu quarto.

Sim, eu iria fazer isso. Tinha que tomar coragem em algum momento, né?

—_

Estávamos as duas sentadas no meio da minha cama minutos depois da conversa no corredor. Bem, não exatamente as duas na cama. Rachel estava sentada no meu colo enquanto eu estava sentada na cama. Não era muito relevante, mas pra mim é. Bastante. Rachel estava em suas roupas íntimas. Seu vestido estava em algum lugar pelo quarto. Eu não poderia me importar menos com ele. Não quando Rachel estava sentada nas minhas coxas usando uma lingerie preta extremamente sexy.

Já eu, estava sem minhas calças usando apenas minha camisa de botão azul e que não estava bem abotoada. Não quando Rachel quebrou os primeiro botões da camisa e insistia em querer quebrar o resto. Minha lingerie era vermelha. Não que eu estivesse achando que isso fosse acontecer, não. Mas eu estava num casamento horas antes de estar aqui, então eu tinha que usar ao menos algo que não fosse bege por baixo do vestido.

Nos beijávamos intensamente no meio da cama. Rachel fazia uns barulhos entre os beijos. Sons excitados que pareciam choramingos enquanto balançava os quadris em cima de mim e agarrava a gola da minha camisa junto com meu cabelo.

Eu mantinha minhas mãos na sua bunda, e não era como se eu fosse tirá-las de lá tão cedo. Era bom demais pra parar de fazer. Apertava com força sua bunda, sentindo a carne quente e macia sob meus dedos. Rachel balançava os quadris pra frente e gemia em meus lábios.

Eu estava completamente hipnotizada.

Em algum momento, uma das minhas mãos escorregaram por instinto para a frente da sua calcinha, tocando-a por cima dela. Os gemidos de Rachel se tornaram mais intensos enquanto eu esfregava seu clitóris por cima da calcinha sentindo-o duro como pedra contra meus dedos.

— Quinn... — Ela gemeu contra meus lábios e mordeu meu lábio inferior em um momento de tesão. — Meu... meu sutiã...

Ela tirou a mão do meu cabelo indo para minha mão que estava repousando confortavelmente na sua bunda e levou ela até o fecho do seu sutiã nas costas.

— Tira. — Ela pediu e arqueou quando desci meus lábios por sua garganta até seu decote, distribuindo beijos e leves mordidas ao mesmo tempo em que desci meus dedos para sua entrada ainda por cima da calcinha, circulando cheia de provocação. — Quinn...

— Shh... — E abri seu sutiã tirando-o com uma só mão. Eu nunca iria parar a mão que trabalhava lenta e intensamente entre suas pernas. Sua umidade em meus dedos era algo indescritível. Então voltei minha mão para sua bunda, separando meus lábios do seu colo para apreciar seus seios.

Eles balançavam um pouco por causa dos movimentos que Rachel fazia com o quadril para ter atenção dos meus dedos entre suas pernas. Mas isso só os tornava ainda mais atraentes. Os mamilos levemente escuros e sua pele dourada fizeram minha boca aguar. O tamanho dos seus seios eram do tamanho perfeito para caber em minhas mãos, mesmo não os tendo nelas no momento.

Geralmente eu era uma garota que apreciava bunda mais do que peitos. Sempre apreciei mais do que os peitos, mas Rachel era um pacote perfeito. Ela fez com que eu me apaixonasse por cada centímetro do seu corpo. E da sua alma.

— Você é tão linda. — Mordi o lábio com força antes de beijar bem em cima da auréola do seu seio esquerdo.

— Quinn, se você continuar assim... eu vou... Quinn... Eu estou... Quinn...

E desci com a língua, circulando seu mamilo antes de tomá-lo em minha boca. O gemido que saiu dos belos lábios de Rachel foi algo indescritível.

Uma ideia surgiu na minha mente quando finalmente registrei o que Rachel tinha dito. Eu poderia ter de tudo com Rachel em apenas uma noite, era só ela não desmaiar com a quantidade de orgasmos que eu irei dar. Subi meus dedos para seu clitóris, circulando ele insistentemente, fazendo com que os gemidos de Rachel ficassem mais altos e mais roucos com o tempo.

Mudei para o outro peito, apertando sua bunda e chupando o mamilo em meus lábios. Praticamente mil e uma utilidades. Ainda mais com a mão entre suas pernas.

Quando os gemidos de Rachel triplicaram, percebi que ela estava segundos de gozar. Suas mãos apertaram meu cabelo, segurando minha cabeça com força contra seu peito até que ela estremecesse com força e se desfizesse em meus braços.

— Isso foi... — Ela murmurou depois de alguns segundos com o rosto em meu ombro, ainda ofegante. Então Rachel tirou a cabeça do meu ombro para me olhar nos olhos. Ela parecia confusa e perdida. — Mas ainda não...

— Shh... só me deixa fazer o que eu tenho em mente, okay? — Pedi e pisquei quando meus olhos encontraram os seus.

Rachel assentiu, ainda parecendo confusa.

Virei na cama, deitando ela nos travesseiros. Rachel me lançou um olhar confuso quando me iu beijar seus lábios e descer para seus peitos, idolatrando eles um pouco antes de descer mais ainda.

— Quinn. — Senti sua mão na minha nuca.

Levantei meus olhos pra ela e subi em seu corpo, beijando seus lábios mais uma vez. Com doçura e amor.

— Me deixe fazer isso. — Pedi beijando seus lábios mais uma vez antes de correr minhas mãos por suas laterais e segurar as alças da sua calcinha preta. — Tudo bem. Eu sei o que estou fazendo.

— Claro que você sabe.

E sorri antes de me ajoelhar entre suas pernas, olhando em seus olhos. Rachel assentiu rapidamente e eu abaixei sua calcinha vendo-a sair de suas pernas quando sentei entre elas. Me levantei da cama para tirá-la e voltei pra sentar entre suas pernas.

Rachel estava li. Completamente aberta pra mim. Suas dobras estavam encharcadas e inchadas pele orgasmo recente. Lambi os lábios pensando em fazer algo completamente diferente do que eu estava pensando em fazer. Não. Eu iria fazer o que estava pensando antes.

Espalmei a mão abaixo do seu umbigo, apreciando a maciez da sua pele. Rachel gemeu baixinho acima de mim e levantei meus olhos pra ela. Sorri suavemente antes de subir em seu corpo e enrolar uma de suas pernas na minha cintura.

— Você é tão linda. Tão, tão linda. — Murmurei em seus lábios, voltando minha mão para um lugar específico abaixo do umbigo. — Eu vou fazer isso agora, okay?

— Sim – Ela assentiu fervorosamente e envolveu os braços em meus ombros. Seus olhos fixando nos meus quando desci minha mão para seu clitóris sensível. Rachel tremeu. — Mas eu já...

— E vai ter mais. — E pisquei pra ela, colando nossos lábios por um momento antes de começar a fazer círculos suaves em seu clitóris com a ponta do meu dedo. — Muito mais.

Escorreguei meus dedos mais pra baixo, sentindo Rachel tremer abaixo de mim. Sua perna apertou-se em meu quadril e eu sorrio contra ela, mordendo seus lábios com delicadeza antes de ir lentamente enfiando um único dedo em seu interior.

Um sorriso esticou-se em meus lábios ao sentir que Rachel estava tão molhada a ponto de não sentir tanta dor quando meu dedo entrou completamente depois de quebrar seu hímen. Rachel arqueou abaixo de mim, gemendo gostosamente.

— Tá tudo bem? — Perguntei rápido quando seu rosto contorceu-se um pouco. Acariciei sua bochecha com a outra mão enquanto esperava ela se acalmar.

— S-sim... — Ela acenou e deitou a cabeça na minha mão. Abriu os olhos que brilhavam lindamente. — Eu te amo.

Cerrei meus olhos e colei nossas testas, meu dedo lentamente se movendo dentro dela, esperando ela relaxar.

Não respondi. Não iria respondeu agora, mas beijei seus lábios com amor, ela iria saber que eu a amava com esse beijo. Porque sim, eu amava Rachel Berry tanto, tanto que meu corpo inteiro queimava só de olhá-la e meu coração inteiro acelerava, meu estômago saltava. E eu nunca senti isso por ninguém.

Estava me apoiando com o cotovelo e acariciando seu rosto quando meu dedo ainda se movia dentro dela. Rachel me puxou e escondeu o rosto no meu pescoço.

— Quinn... — Ela gemeu e apertou minha nuca, gemendo mais uma vez. Foi um sinal de relaxamento para que eu enfiasse mais um dedo. Rachel arqueou e mordeu meu ombro, gemendo desesperada. — Quinn...

Não demorou muito para que ela se tremesse embaixo de mim, ofegando contra meus lábios e balançando os quadris contra minha mão. Com o polegar apertei seu clitóris fazendo movimentos apertados. Os gemidos de Rachel foram ficando mais roucos e seus movimentos mais desesperados contra a minha mão.

Então ela estremeceu e arqueou soltando um gemido silencioso. A sensação de Rachel se desfazendo em meus braços era algo que eu não esperava sentir. Fiquei muito surpresa quando meu próprio corpo ondulou com um clímax inesperado.

Retirei lentamente meus dedos de dentro de Rachel e procurei seus olhos. Rachel os tinha fechados enquanto ainda estremecia embaixo de mim, me segurando com força. Acariciando seu cabelo suado sorri vendo seus olhos abrirem preguiçosamente.

— Tudo bem aí? — Perguntei baixinho e fazendo carinho no topo da sua cabeça ainda apoiada por um cotovelo enquanto minha outra mão segurava sua coxa.

Rachel sorriu e fechou os olhos respirando fundo.

— Eu... eu acho que não sinto minhas pernas. — Sua voz estava rouca e seca. Sorri mais ainda beijando seus lábios rapidamente.

— Hmmmm e não vai acabar agora. — E mordi a ponta do seu nariz antes de beijar seus lábios mais uma vez.

Rachel arregalou os olhos.

— Quinn, eu não acho que vai dar pra fazer mais um. — Ela parecia tão chocada e meu sorriso foi tão grande com a expressão que provavelmente assustou ela um pouco.

— Você pode ter tantos orgasmos, Rach. . — E beijei seus lábios mais uma vez. — E eu vou fazer essa noite ser a sua primeira vez inesquecível.

— Já é, Quinn. — E ela sorriu pra mim, tocando meu rosto com amor. — Não sou mais virgem, e você me deu dois orgasmos hoje e eu ainda nem...

— Você vai ter tudo, Rach. — E beijei a ponta do seu nariz, me afastando e ajoelhando entre suas pernas. Pisquei pra ela e sorri sedutoramente. — E eu quero fazer de tudo com você enquanto ainda não desmaia.

E mordi o lábio, vendo-a acariciar o próprio estômago e sorrir de volta pra mim. Parecendo gostar da minha ideia. E ela ainda mordeu o lábio e seus olhos escureceram.

— Vai ser mais rápido do que imagina. — Rachel explicou quando dobrei suas pernas e deitei na cama pra beijar suas coxas e cheirar a fonte da sua excitação.

— Então não vou parar por aqui. — E sorri antes de mergulhar entre suas pernas.

—_

Na manhã seguinte, meu corpo estava relaxado. Eu me sentia tranquila e satisfeita. Ainda sem abrir os olhos, repassei a noite passada e meus lábios se curvaram em um sorriso automático. Suspirei e virei na cama, abrindo os olhos e ficando tensa logo de imediato.

Rachel não estava na minha cama.

Franzi o rosto e sentei na cama lentamente, segurando o lençol no meu corpo. Olhei ao redor e apurei o ouvido, esperando ouvir o som do chuveiro, mas a porta estava aberta e nenhum som saía de lá.

Não tinha como a noite passada não ter acontecido. Não tinha como ter sido um sonho, eu estava nua por baixo do lençol. E lembro bem que não fui eu que tirei minha própria roupa.

— Rachel? — Chamei pigarreando logo depois. Minha garganta estava arranhada e eu sentia uma sede imensa.

Levantei da cama quando não escutei uma resposta e sim um barulho vindo do lado de fora do quarto. Olhando pro chão, encontrei o vestido de competição de Rachel e meu corpo foi ficando menos tenso, porém, aonde ela estava?

Catei uma calça de moletom cinza e uma camisa branca no meu guarda-roupa e saí do quarto na esperança de encontrar Rachel na sala. Mas fiquei ainda mais surpresa quando entre na cozinha e a encontrei lá, de costas pra porta fazendo algo no balcão.

Deixei um sorriso surgir em meus lábios e me encostei no vão da porta, observando-a. Rachel usava nada mais do que minha camisa de botão azul. E sim, eu via claramente que ela não usava sua calcinha. As polpas da sua bunda apareciam um pouco quando ela se inclinava para pegar algo um pouco mais longe.

Não deixei que ela percebesse que eu estava ali, queria surpreendê-la de uma maneira diferente.

Andei até Rachel, envolvendo-a com os braços. A morena saltou com um leve grito e riu quando beijei sua bochecha repetidamente.

— Hey! Vejo que acordou. — Escuto Rachel comentar quando colo meu corpo nas suas costas e desço minhas mãos até suas coxas. — E com um apetite diferente.

Sua voz desceu algumas oitavas e eu ri beijando seu pescoço e seu ombro.

— Muito diferente. — Sussurrei em seu ouvido antes de virá-la de frente pra mim. Rachel já tinha os olhos escuros. — Vou te dar a chance de escolher – Me aproximei dela e beijei seus lábios rapidamente antes de puxar seu quadril pra mim, colando nossos quadris. — fazemos aqui e agora, ou vamos para o quarto.

Rachel riu e se soltou de mim, e eu já esperava que ela quisesse ir pro quarto quando ela virou de costas pra mim colocando as mãos no balcão e me olhando por cima do ombro. Seu olhar fez meu estômago contorcer de excitação.

Puta que pariu.

— Tô esperando. — Ela fala e eu não perco tempo, colando meu corpo nas suas costas e beijando seu pescoço, subindo pra sua orelha e escutando-a gemer quando apertei seu peito por cima da camisa. — Quinn...

Rachel jogou o pescoço pra trás e mordeu o lábio inferior. Sorri contra seu pescoço e desci a mão desocupada para um lugar específico entre suas pernas.

— Puta merda, Rachel. — Gemi quando meus dedos encontraram sua umidade.

— Estava pensando em você antes de você chegar. — Ela sussurra com pressa e vira a cabeça, colando os lábios na minha bochecha quando olhei pra baixo, vendo o volume da minha mão pela camisa. — Estava pensando na sensação de ter seus dedos em mim, sua língua. Eu estava de calcinha até alguns minutos atrás, sabia?

Meu corpo inteiro queimava.

Porra, quem foi que ensinou essa garota a provocar assim?

— Rach... — E enfiei dois dedos nela, fazendo-a empurrar o quadril pra trás, apertando sua bunda em mim.

— Me fode, Quinn... — Ela gemeu e eu tive que fechar os olhos com força. Eu poderia gozar só com o que ela estava falando. — Com força... me fode com força...

Ah merda. Rachel começou a balançar os quadris contra minha mão sua bunda esfregava contra a frente da minha calça. Rachel praticamente pingava no chão de tão molhada e com ela se esfregando em mim, é quase impossível de não me esfregar de volta nela.

— Quinn... Eu vou...

Continuei meus movimentos com os dedos, apertando seu clitóris com a palma da mão e mordendo seu ouvido. Rachel iria chegar ao orgasmo mais rápido do que o normal, e isso me deixava tão orgulhosa de mim, mesmo sabendo que eu iria chegar com ela.

Ela gozou e caiu pra frente, apoiando as mãos na bancada enquanto eu estremecia atrás dela. Deixei minha testa cair em seu ombro e respirei fundo.

— Aonde foi que você tirou todas essas provocações? — Perguntei ofegante e Rachel riu na minha frente.

— Eu só falo o que me vem na cabeça.

Me separei dela, vendo-a ainda apoiada na bancada quando se virou pra mim.

— Tudo bem aí?

Rachel assentiu e riu antes de me puxar pela camisa pra um beijo cheio de língua.

— Você me deixou sem sentir as pernas. Ainda mais depois de ontem.

E eu só consegui rir, apoiando minha testa na sua e segurando-a pela cintura.

— Bem, sinto muito por isso. — E pisquei pra ela, fazendo-a revirar os olhos.

— Claro que sente.

—_

Deixar Rachel em casa no final do dia foi uma das coisas mais difíceis que eu tive que fazer. Rachel me beijou várias vezes antes de sair do carro e entrar na sua casa.

E eu ainda não tinha pensado no que tínhamos feito na noite passada e o dia inteiro. Eu sabia o que significava, é claro. E provavelmente estava cometendo um erro enorme, mas... na boa? Que se foda.

Me sentia feliz demais pra pensar nisso agora.

Eu amo Rachel, e Rachel me ama, eu não me arrependo do que fiz, e Rachel não deu nenhum indício de que se arrepende. Então quem sou eu pra me arrepender?

Estava tudo maravilhoso, até o momento em que abri a porta do meu apartamento e Santana estava sentada na mesa com uns papeis na sua frente. Ela parecia confusa.

— Tudo bem? Não sabia que viria pra Lima hoje. Teria pedido alguma pizza. Quer? — Perguntei e ela ergueu os olhos pra mim apenas três segundos depois da minha pergunta. Me olhou de cima a baixo com o rosto franzido antes de voltar os olhos para os papeis.

— Eu tenho uma notícia pra dar. — Pela primeira vez em muito tempo, a voz de Santana parecia mórbida.

— Você não está grávida, né? — Brinquei ainda soltando uma risada. Santana não parece achar engraçado, ela apenas ergue as sobrancelhas e continua me olhando. — Tudo beeeem. — Me sentei na cadeira ao seu lado e coloquei meus braços na mesa. — O que aconteceu?

Santana olha para os papeis e eu sigo seus olhos. Parecia um e-mail. Franzi o rosto quando vi um “NY” no topo da página ao lado de um nome que não dava pra ler de cabeça pra baixo.

— Recebi uma proposta de emprego. — Imaginei que ela fosse me mostrar os papeis, mas ela não o fez. — Faz um tempo que me apliquei pra essa vaga e achei que não fosse conseguir... até alguns dias atrás quando recebi uma confirmação.

— E está me falando disso agora?

Eu não deveria, mas me sentia traída. Santana escondeu isso de mim. Algo que faria com ela fosse pra longe. E ela nem ao menos pra avisar que tinha se aplicado para outro lugar.

— Eu sei que deveria ter falado antes, mas... Lima Memorial não paga tão bem quanto deveria, mesmo com todos os plantões... — Ela balançou a cabeça e olhou pra mim. Seu olhar era de alguém que pedia para que eu não ficasse chateada, então balancei a cabeça e pedi pra ela continuar. — Eu estou passando por problemas financeiros, Quinn. Lima Memorial não consegue cobrar o aluguel do meu apartamento e alimentação.

Franzi o rosto. Era por isso que ela passava tanto tempo na minha casa. Sempre comendo o que eu cozinhava.

— Porque não me disse isso antes? Eu poderia ter feito algo eu...

— Poderia me ajudar com seu salário de professora de ensino médio?

O deboche era real e eu concordava com ela. McKinley era uma escola que muitos pais davam dinheiro pra ajudar nela, mas ainda assim, os professores não ganhavam muito. Eu apenas ganhava dinheiro o suficiente pra me manter alimentada e com um teto.

— É, não seria de tanta ajuda, mas ainda assim...

— Presbyterian vai me dar exatamente o que eu preciso, Quinn.

E eu parei, soltando a respiração e pegando o papel que ela me entregava. Dizia que eles ficaram extremamente felizes de ver o currículo de Santana nos e-mails deles.

— Você vai, né? — E coloquei a folha na mesa. Santana assentiu lentamente, seus olhos no papel. — Deveria. Vai ser fantástico pra você.

Santana levantou os olhos pra mim e eu engoli em seco. Saberia o que ela iria falar agora. Respirei fundo e olhei para minhas mãos.

— Quero que você venha comigo. — Ela finalmente fala e eu aceno lentamente.

Fazia tempo que eu não tinha a sensação de 'banho de água fria' pra acordar de um sonho.

— Eu sabia que você iria me pedir isso.

Santana respirou fundo e levantou-se da cadeira.

— Não vou esperar sua resposta agora. — E ela apanhou suas coisas na cadeira ao lado e andou até a porta. Não olhei pra trás, sabia que ela estava indo embora. — Mas pense bem nisso.

E a porta abriu para logo em seguida fechar.

—_

O que Santana me disse uma semana atrás continuou na minha mente por todos esses dias. Nessa semana, Rachel entendeu que eu estava precisando pensar e apenas conversávamos por celular. Não comentei com ela sobre o que Santana tinha me dito. Rachel e eu não nos encontrávamos no McKinley por motivos óbvios.

Por isso, me surpreendeu quando no intervalo a porta da minha sala se abre e Rachel entra nela, fechando-a atrás de si. Ela parecia nervosa e isso me deixou nervosa.

— Tudo bem? — Lhe perguntei, me levantando para me aproximar dela.

Rachel balançou a cabeça. Seu cabelo chicoteava o ar quando ela se apertou contra a porta, parecendo impedir que alguém estivesse tentando entrar. Mesmo que não fosse isso.

— Meus pais. — Ela sussurra com seus olhos arregalados pra mim. — Eles sabem.

Notas finais
E é isso! Eu terminei de uma maneira bem... é. Pior do que o capítulo anterior. Mas espero que tenham gostado do capítulo. Chegamos aos finalmentes. E o próximo é o penúltimo capítulo dessa fanfic. Gente, lembrem dos comentários, vocês sabem como isso é importante pra qualquer escritor de fanfic. O feedback é muito importante. E está me decepcionando bastante ver 5 comentários por capítulo numa fanfic de mais de 20 capítulos. Principalmente num final de história. Não gosto de ficar pedindo comentário, mas está me deixando decepcionada. E eu também não gosto de me decepcionar. Espero que tenham entendido. A sensação é a mesma de mandar uma mensagem, ter os dois tracinhos azuis, mas sem resposta. Mas quero agradecer aos que sempre comentam. São poucos, mas são maravilhosos. Agradeço a vocês por me darem vontade de continuar essa fanfic que eu tanto adoro. É isso aí! Até a próxima.