Pandora

18 Capítulo XVIII – Possivelmente Mais Perdida


Notas iniciais
Heeeeeeey Mais um capítulo, e esse é cheio de coisa maravilhosa! AAAA, e antes que achem coisa. Esse capítulo NÃO é continuação do ultimo. Ele se passa alguns dias depois. NÃO É CONTINUAÇÃO DO ULTIMO. Mas acredito que vão gostar. Boa leitura!

Capítulo XVIII – Possivelmente Mais Perdida

O corpo de Rachel balançava em cima do meu enquanto ela me beijava. Meu corpo queimava enquanto minhas mãos apertavam sua cintura e puxavam ela mais pra mim. Os sons que Rachel soltava em cima de mim não era algo que eu imaginei que escutaria tão cedo. Eu sentia suas mãos amassando os lençóis da cama ao lado da minha cabeça enquanto ela me beijava com imensa vontade.

Minhas mãos escaparam por dentro da camisa dela, o corpo de Rachel queimava quando minha mão tocou em suas costas. E, aparentemente, minhas mãos estavam frias, porque Rachel arqueou o corpo para dentro, apertando-se contra mim.

Sem me aguentar, sentei na cama com ela no meu colo, puxando-a para se esfregar contra mim. Rachel gemeu e agarrou minhas costas, sussurrando algumas palavras contra meus lábios, palavras essas que eu não consegui entender, então apenas segurei suas pernas, puxando-a para envolvê-las em meus quadris.

Novamente Rachel sussurrou algo contra meus lábios, agarrando minha camisa pelos ombros com força. Gemi sentindo suas unhas se enterrarem em minhas omoplatas. Subi as mãos pelo seu corpo, entrando pela sua camisa e tocando suas costas. Novamente, Rachel arqueou e eu gemi mais uma vez. Rachel não parava de subir em descer contra meu estômago, esfregando-se contra mim.

Eu não sei exatamente como paramos na minha cama, ou como chegamos no meu quarto, ou no meu apartamento. Só sei que Rachel passou o dia inteiro no McKinley me lançando olhares quentes, no intervalo nós passamos todo contra a parede ao lado da porta da minha sala. Os lábios de Rachel trabalhando contra os meus enquanto minhas mãos mantinham ela contra a parede, beijando-a com tanta vontade que eu poderia explodir com sua língua na minha boca.

Provavelmente era uma quarta-feira, era meio difícil pensar em dias da semana com Rachel moendo-se contra mim enquanto estávamos no meio da minha cama e ela no meu colo.

Em meio a algum beijo, Rachel jogou a cabeça pra trás soltando um gemido apertado. Rosnei e enfiei a cabeça embaixo do seu queixo, beijando-a abaixo da sua mandíbula e apertando suas pernas contra mim.

— Me toca. — Finalmente entendi o que Rachel estava murmurando contra mim. — Por favor... Quinn... me toca...

Ofeguei quando ela subiu as mãos dos meus ombros para minha nuca, enterrando os dedos no meu cabelo.

— Aonde? — Perguntei com meus lábios colados em sua clavícula, Rachel arfava com cada beijo. Raspei meus dentes em seu pescoço, subindo para sua mandíbula e chupando suavemente atrás da sua orelha.

Rachel ofegou e choramingou apertando meu cabelo. Uma mão dela soltou-se do meu cabelo, descendo pelo meu braço e apanhando minha mão dentro da sua camisa. Quando eu menos esperava, sua mão guiava a minha pelo seu abdômen até a borda da sua saia.

— Aqui... — Ela indicou e eu senti meu corpo ficar tenso ao mesmo tempo que um arrepio desceu pela minha espinha e indo diretamente para um ponto entre minhas pernas.

— Rach... — Tentei lhe avisar, meu corpo não deixava que eu não fizesse o que ela disse, eu iria fazer o que ela quisesse, mas alguma consciência fez com que eu perguntasse a ela se era exatamente o que ela queria.

— Por favor Quinn, eu vou explodir se você não fizer isso. — Ela gemeu e eu não tinha mais forças. — Não precisa colocar dentro... só me toca, por favor...

Agora eu iria explodir.

— Rach... — Não era um aviso, eu só estava queimando e queria tocá-la. — Porra...

Ofeguei contra a pele dourada enquanto minha mão descia por sua saia e fazia o caminho por sua coxa. Quando a ponta dos meus dedos tocaram sua calcinha e eu tive a noção do quão molhada ela estava, os palavrões que saíram da minha boca foram completamente fora do controle.

— Caralho... — Falei sobre a respiração, fechei os olhos e coloquei a testa em seu ombro. — Porra Rachel...

— Quinn...

Rachel estava praticamente desfeita sobre mim, ela balançava contra minha mão, gemendo enquanto eu fazia mais pressão em sua calcinha. Fiz meus dedos tocarem suavemente seu clítoris por cima da calcinha. Fiz de tudo pra que não enterrasse a mão na sua calcinha e a fizesse completamente minha contra aquela cama.

Com a outra mão, apertei-a sobre sua lombar, puxando-a contra minha mão.

Eu não sei quanto tempo nós passamos naquela posição, com Rachel subindo e descendo contra meus dedos que esfregavam seu centro sobre a calcinha, só sei que eu não conseguia parar de ofegar contra a mandíbula da morena. Estava tão perto da sua garganta que sentia as vibrações dos gemidos que ela soltava.

Quando Rachel se aproximou do ápice, eu tive que afastar meu rosto para vê-la se entregando. Mas ela não deixou eu ter a visão completa quando encostou a testa na minha, os braços abraçando meu pescoço. Mesmo assim, quando ela estava próxima de gozar seus gemidos foram ficando mais altos, ela implorava para que eu aumentasse a velocidade dos circulos que eu fazia sobre seu clítoris, mas eu adorava como ela ia chegando ao ápice aos poucos.

E quando ela finalmente chegou, foi como se eu tivesse ganhado algum prêmio. Os gemidos consecutivos que Rachel soltou antes de finalmente soltar um longo e sufocado contra meus lábios. Fiquei imensamente surpresa quando um curto orgasmo me atingiu. Ofeguei puxando-a para mais perto e esperei que ela parasse de tremer.

Ficamos naquela posição por um tempo, tirei minha mão de perto da sua calcinha para conseguir pensar com clareza e respirei fundo, ainda tentando pensar com clareza.

— Por favor, por favor não me diz que essa foi a ultima vez. — Rachel implorou rapidamente acima de mim e eu abri os olhos vendo que ela tinha os olhos abertos pra mim, ainda nublados pelo orgasmo recente, porém cheios de preocupações. — Se você fizer isso comigo, Quinn, eu posso explodir.

Deixei que uma risada descontraída escapasse de respirei fundo antes que conseguir falar alguma coisa.

— Se essa for a ultima vez, eu vou explodir, Rachel. — Confessei e senti ela relaxando em meus braços. Rachel se afastou, sentando-se um pouco mais pra trás. Eu quase agradeci, com ela muito perto estava se tornando preocupante para minha sanidade. — Mas isso foi muito cedo, temos que ir mais devagar.

Rachel franziu o rosto antes de choramingar.

— Não, não, devagar não... — Ela segurou meu rosto, agarrando meu cabelo e aproximando nossos rostos impossivelmente. — Não, eu não quero devagar. — E ela olhou pra baixo, segui seus olhos, ela olhava pra algo entre nós, ou seja, nada. — Eu quero outra coisa.

O tom de voz baixo me fez entender exatamente do que ela estava falando.

— Rachel, não.

Ela levantou a cabeça.

— Mas, Quinn, você...

— Eu sei o que fiz e apesar de ter... — Respirei fundo, apertando a cintura de Rachel pra me controlar e não perder minha sanidade.- de ter perdido o controle, eu não posso fazer de novo. Desculpa Rach, mas precisamos levar isso devagar.

— Quinn, não foi só você que perdeu o controle. E além disso, não quero te deixar na mão. — E ela morde o lábio lançando aquele sorriso sacana que fez o meu estômago revirar.

— Eu perdi tanto o controle que nem sei como viémos parar aqui, e não, eu não vou ficar na mão. Confie em mim. — E tentei tirá-la do meu colo, mas ela mesmo saiu, deitando na cama e esticando-se nela como uma gata.

Levantei e tirei meu tempo para observá-la. No momento em que ela se esticou, sua camisa subiu alguns centimetros, mostrando o seu abdômen (que eu estou bastante surpresa por ser trincado, como assim? A garota só tem 17 anos!). Sua saia estava completamente amarrotada e não estava no lugar aonde deveria, ou seja, se eu inclinasse um pouco a cabeça veria a calcinha que eu toquei insistentemente dois minutos atrás.

— Vê algo que gosta? — Rachel provocou e eu engoli em seco, respirando fundo antes de balançar a cabeça.

— Você vai me enlouquecer algum dia. — Comentei e voltei a olhar pra ela. Rachel tinha se ajoelhado na cama e sorria pra mim de um jeito sapeca.

— Se for de um jeito bom. — Ela deu de ombros e se arrastou de joelhos até a borda cama. Se inclinou e pegou meu pulso, puxando-me pra perto dela. — Eu posso te enlouquecer pra sempre.

— Acho que você já está fazendo isso muito bem. — Comento e desço os olhos pelo seu corpo, a camisa estava completamente amarrotada, um ombro completamente nu e a alça do sutiã aparecendo. Era preto. Puta merda, era preto. Eu tenho um fraco por langerie preta. — Muito bem mesmo.

O sorriso sacana de Rachel aumentou impossivelmente e eu me senti cada vez mais perdida.

— Fico muito feliz que concorde com isso, mas acho que você deveria voltar pra cama. — E ela se joga pra trás, caindo na cama com uma risada encantadora. Balancei a cabeça com uma risada. — Vem cá. — Ela ergueu as mãos pra mim e eu balancei a cabeça mais uam vez.

— Por mais que eu queira muito, não dá. Vou fazer alguma coisa pra gente comer e depois vou te deixar em casa. — E apontei pra porta aberta do quarto. — O que quer comer?

— Eu não estou com muita fome, mas pode ser aquele sorvete que você me prometeu hoje mais cedo. — E quando virei pra ela, vi que estava sentada na cama e arrumava a camisa no espelho do meu guarda-roupa. Percebendo a falta de respostas, Rachel ergueu os olhos pra mim. — Algo errado?

Balancei a cabeça em negação.

— Não, é que... eu realmente não sei como viemos parar aqui. — Comentei e Rachel ergueu ambas as sobrancelhas. — Mas estou começando a lembrar.

Rachel deixou os braços cair sobre o colo e sorriu docemente pra mim.

— Do que lembra? — Ela perguntou usando um tom divertido e eu sorri de volta.

— Do quanto você me fez sofrer. — Brinquei e ela jogou a cabeça pra trás com uma gargalhada. — E também lembro que você disse que queria falar algo comigo.

E Rachel ficou repentinamente séria.

— É, eu tinha esquecido disso.

— Então? O que queria falar? — Perguntei e saí do quarto sabendo que ela me seguia.

— Então, eu sei que a sua amiga, Santana, sabe sobre nós. — Entrei na cozinha indo para a geladeira e me virei vendo-a apoiar os cotovelos no balcão.

— Sim, ela sabe. O que houve? — Indaguei e Rachel soltou um suspiro trêmulo.

— É que... bem, eu meio que contei pra alguém.

Ainda bem que eu não estava segurando nada nas mãos, porque se eu tivesse, ele estaria no chão. Levantei os olhos para Rachel tão rápido que meu pescoço estalou.

— É o quê? — Meu tom saiu mais trêmulo do que eu imaginava que sairia. Rachel sorriu envergonhada e eu fiquei mais tensa. — Pra quem?

— Kurt.

— Kurt. Kurt Hummel? O cara que não consegue manter nenhuma informação pra si? O que todo mundo chama de fofoqueiro?

Rachel revirou os olhos.

— Isso é exagero. Você é professora, deveria entender que boatos nem sempre são reais.

Me apoiei na pia, virando de costas pra Rachel e respirando fundo. Eu não poderia entrar em pânico assim. Rachel não iria me contar nada se eu simplesmente enlouquecesse. Tinha que ser com calma. Respirando muito fundo, me virei, ainda me apoiando na pia e olhei pra Rachel.

— Como foi isso?

Rachel exalou e comprimiu os lábios.

— Bem, ele me perguntou o que eu fiz na sexta passada e porque eu disse para meu pais que estava na casa dele. Meus pais ligaram para ele pra perguntar se eu estava bem e porque meu celular estava desligado. — Ela pigarreou e eu acenei lentamente, esperando que ela continuasse. — Kurt me acobertou, então no sábado ele me pediu pra ir pra casa dele e me interrogou.

— E você...

— Eu não disse de primeira. — Ela me cortou nervosa e começou a gesticular. — Ele continuou me perguntando até que... bem, ele meio que me perguntou usando essas exatas palavras: É a professora Fabray?

Arregalei os olhos.

— Como assim?

— Ele não disse que somos obvias! — Ela se apressou pra falar.

— Rachel, isso...

— Ele disse que nos viu. — Ela engoliu em seco e eu respirei fundo mais uma vez pra me acalmar e acalmar a vontade de gritar com ela. — Nós estávamos conversando na sala e ele viu que estávams próximas demais e ele desconfiou disso, mas não nos viu fazendo nada demais, apenas isso.

Acenei lentamente.

— Tudo bem, menos mau, ele não tem provas então...

— Mas eu contei pra ele. — Rachel soltou e eu fechei os olhos. — Eu contei que era segredo e que não planejávamos que isso fosse acontecer, mas aconteceu e...

— Tudo bem, e o que ele disse? — Eu a cortei porque sabia exatamente o que ela iria falar.

— Ele disse que não era idiota e que iria guardar o nosso segredo. E também disse que você é maravilhosa e que não me culpava por gostar de você. — A ultima frase ela foi falando e sorrindo e foi meio impossível não sorrir com ela. — Kurt é meu melhor amigo, Quinn. Ele nunca me entregaria. E se ele sabe que eu gosto mesmo de você, — Ela faz uma pausa sorrindo e eu deixo que o sorriso estique meus lábios. — ele pode nos ajudar a manter isso mais em segredo.

E foi assim que Rachel continuou me falando sobre as coisas que ela e Kurt combinaram de fazer agora que ele sabia. Kurt iria acobertar Rachel quando ela viesse pra minha casa, algo que eu achei realmente interessante. Mas, em troca, Kurt pediu o solo das Regionais (sim ela o ganhou na segunda) e pelo que eu entendi, Rachel entregou esse solo sem pestanejar. Algo que eu fiquei surpresa.

Quando terminamos de comer o sorvete vegan que eu fiz pra ela no final de semana, a deixei em casa com o meu carro. Sim, o meu carro que meu pai consertou. Eu estava tão feliz dirigindo ele, principalmente no frio que anda ultimamente. Outono chovia sem pena.

Rachel me deu um beijo languido antes de puxar a minha mão e colocar entre suas pernas. Guinchei assustada e ela riu antes de se afastar olhando nos meus olhos, minha mão ainda entre suas pernas. Eu fechei a mão em um punho pra não tocar na sua calcinha novamente.

— Eu adorei como você me fez sentir hoje. — Ela confessou olhando nos meus olhos, empurrando minha mão mais próxima da sua calcinha. — Arruinou minha calcinha, mas valeu tanto a pena.

— Rachel... — Meu autocontrole estava se esvaindo e Rachel soltou minha mão, colocando-a em sua coxa. — Puta merda, garota.

Ela riu e eu apertei sua coxa tirando a mão logo em seguida. Ainda estava muito perto do ponto sem retorno.

— Não pode me culpar por ter ficado daquele jeito, Quinn.

Olhei em seus olhos vendo que ela estava falando sério, que ela realmente estava feliz pelo que aconteceu mais cedo.

— Eu deveria ter me controlado mais. — Comentei e Rachel franziu o cenho abrindo a boca pronta pra rebater, mas eu toquei sua mão suavemente. — Mas eu não consigo me controlar quando estou com você.

E ela sorriu sacana mais uma vez. Puta merda.

— Você não precisa, sabe.

— Sim, eu preciso.

E ela ficou séria.

— Quando eu namorava com o Finn, tinha uma regra com ele pra não me tocar porque não queria perder a virgindade antes dos 25 anos. — Ela confessou e eu me senti tensa. Não acho que aguentaria esperar oito anos pra tê-la. — Mas com você eu não consigo seguir essa regra.

Suspirei e apertei sua mão, lançando um olhar pela janela do carro, vendo se alguém estava se aproximando. Estavamos na frente da casa dela, mas seus pais ainda estavam trabalhando. Rachel diz que eles só voltam pra casa depois das onze alguns dias da semana, e eram dez e meia da noite.

— Rachel, o que temos é... forte, isso é impossivel de negar. — Admiti e ela sorriu pra mim, ainda não completamente, provavelmente sentia o que eu iria falar agora. — Mas não precisamos fazer nada se não quiser.

— É esse o problema, Quinn. — Ela se inclinou pra mim, sorrindo sedutoramente e olhando para os meus lábios. — Eu quero. Muito. — Então ela se afasta, olhando para os meus olhos decepcionada. — Mas, aparentemente, você não quer.

Soltei uma risada incrédula.

— 'Tá brincando? — E soltei outra risada. Rachel me olhou, confusa. — Eu fico perdida quando estou com você, Rachel. Você se surpreendia exatamente como eu me surpreendi se soubesse o quanto de autocontrole eu tenho tido ultimamente.

— Não precisa se controlar, Quinn. — Ela riu e se inclinou mais uma vez, me beijando suavemente. — Se você quiser, eu estou bem aqui.

Me afastei com isso, olhei séria em seus olhos e ela ficou confusa.

— É a sua virgindade, Rachel. É algo especial, você vai perdê-la com alguém que mereça e que vai fazer esse momento o momento mais especial da sua vida. — E ela pareceu que iria protestar, então levei um dedo até seus labios, acariciando-os delicadamente. — E se eu for esse 'alguém', — Respirei fundo. A ideia de ser a pessoa que tiraria a virgindade de Rachel fazia algo se torcer abaixo do meu ventre. — eu ficarei honrada. Não tenha certeza disso, não ainda. Está cedo demais pra você pensar nisso.

E ela franziu o rosto. Desviou os olhos dos meus para logo em seguida acenar lentamente.

— Acho melhor eu ir agora. — Ela comenta olhando a hora no relógio do painel do carro. Então ela me encara com um sorriso suave no rosto. — Mas eu quero conversar sobre isso com você. O que fizemos hoje... — Ela solta o fôlego com uma risada e eu lhe acompanho balançando a cabeça. — Foi bom demais pra não repetimos.

— É, acho que explorar vai ser interessante. — Comentei e ela acena com o sorriso crescendo.

Então ela me beija mais uma vez e sai do carro, acena pra mim antes de abrir a porta e entrar. E eu estava alí, ainda olhando para a porta da casa dela com a minha mente trabalhando no que aconteceu na minha cama mais cedo.

Provavelmente eu não iria conseguir dormir, não sem fazer algo por mim. Se é que me entendem. Um banho frio não iria funcionar.

—_

Notas finais
Gostaram? Sim, o 'sexo' em si vai demorar um pouco. (na verdade, vai demorar bastante) porque a Rachel não está pronta e a Quinn sabe disso. Antes de mais nada, eu excluí a outra fanfic. Porque? Bem, eu precisei, tenho outros planos para aquela história. E pra quem tava curioso, o assassino já tava morto. Mas não se preocupe, não vou deixar vcs sem faberry, apesar de que eu já quero partir pra outro fandom (SUPERCORP PORRA!!1 PORQUE EU NÃO SOFRI O SUFICIENTE COM FABERRY) Não sei quando o próximo virá, mas prometo que vai ser bom. Comentem! Vocês sabem como é importante, e nem é difícil! Ta bem aqui embaixo, é bem facinho. E bem importante Até a próxima!