Notas iniciais
Oie e então capitulo mais cedo, vou para a festinha.
Amanhã respondo os comentarios.

CAPITULO XIV

Uma semana depois...

A semana se arrastou. Finn, desde aquele dia que a beijou, não aparecia mais para vê-la. Tirando-lhe a esperança que ela poderia ver Santana, queria tanto que ele a levasse no restaurante que Santana trabalhava.

Ela estava na sala com uma revista nas mãos quando ouviu o toque do telefone, a empregada apareceu para atender, mas antes dela, Brittany atendeu e feliz ouviu a voz de Rachel. Olhou apreensiva para os lados.

— Rachel?

— Brittany, que bom que consegui falar com você. Eu estou ligando para avisá-la que Santana se mudou. Ela pediu para que eu lhe avisasse. Ela esta na Rua Lee St, 23 4 andar ap. 48. O bairro é o Horley.

Brittany anotou e colocou o papel no bolso do vestido.

— Obrigada. Rachel, eu preciso desligar.

Brittany desligou o telefone e seguiu rumo ao seu quarto. Lá fez uma mala, nela colocou seus pertences, camisola, roupa intima, vestidos, calças, e poucos sapatos.

Escondeu a mala no fundo do closet. Precisava agora esperar a oportunidade para fugir. Depois do jantar, Brittany resolveu falar com seu pai. Arnold estava na biblioteca fumando um charuto.

— Papai. Você poderia pedir para Finn passar para me pegar para sair?

Seu pai a fitou surpreso, mas com desconfiança.

— Que interesse é esse agora?

— Quero sair um pouco de casa.

— Ele está viajando. Vai passar o mês fora.

Brittany o fitou tristemente. Ele então a fitou incomodado.

— Você pode sair com sua mãe.

Brittany ficou mais animada.

— Obrigada papai.

— Vou falar para sua mãe sair com você amanhã então. Onde você pretende ir?

— Eu posso escolher o lugar?

— Não. Não pode.

Brittany sorriu com desdém.

— Por que o Senhor pergunta então?

— Para te entender, Brittany. Eu não te entendo.

Brittany o fitou triste.

— Você nunca me entendeu papai.

Arnold a fitou por um tempo com dor nos olhos, mas logo sua expressão ficou fria de novo. Brittany então saiu de sua presença e foi para o seu quarto.

No dia seguinte sua mãe lhe informou que elas iriam ao teatro e depois ao shopping. A manhã inteira se arrastou. Á tarde Brittany já estava pronta, com um vestido amarelo e os cabelos soltos.

Precisava dar um jeito de fugir. Pegou um dinheiro que tinha guardado, não era muito, mas dava para ela pegar um taxi e ir até o apartamento de Santana.

Não poderia levar sua mala. Mas estava feita, se não fugisse hoje, uma hora ia poder fugir e a levaria consigo.

— Vamos Brittany. Nossa. Como você está bonita!

Brittany rodopiou o vestido sorrindo.

— Vamos então.

Brittany e Susan sentaram-se no carro.

Enquanto o motorista pegava a rua. Brittany ficou a pensar em Santana, com um grande aperto no peito. Será que conseguiria fugir hoje? Ao chegarem ao teatro. Sentaram-se na primeira fileira.

O teatro não estava muito cheio. Brittany assistiu o primeiro ato da peça sem interesse. Antes do segundo ato, fitou sua mãe.

— Preciso ir ao banheiro.

— Vou com você.

Brittany fitou sua mãe frustrada e foram juntas. Brittany observou sua mãe, ela estaria a acompanhando para não deixá-la sozinha por ordem de seu pai?Quando voltaram aos seus lugares, Brittany fechou os olhos, infeliz com a imagem de Santana na cabeça.

Tentaria no shopping, de alguma maneira, quando sua mãe se distraísse, ela se desvencilharia dela. Quando acabou o espetáculo, elas saíram juntas.

Entraram no carro e de lá seguiram ao Shopping. Andavam lado a lado. Susan por fim resolveu entrar em uma loja.

— Eu estou cansada, vou esperar aqui no banco.

Susan fitou-a incerta.

— Vai mamãe. O que você está esperando?

Susan por fim entrou, de lá ainda preocupada olhava Brittany. Um aperto no coração dela se formou. Frustrada não conseguiu fugir. Seu pai ia fazer um escândalo e ia sobrar para a coitada.

Ficou lá infeliz, avistou Susan distraída, e então não suportou. Precisava fazer isso! Murmurou baixo.

— Desculpe-me mamãe.

Levantou do banco e saiu quase correndo, alcançando um tempo depois a rua, encontrou um ponto de taxi, onde um taxista estava parado, ela foi até ele e lhe deu o endereço de Santana.

Sentou-se aliviada e viu o motorista alcançar a rua. Lançou um olhar para o relógio, seis horas. Talvez não a encontrasse agora em casa. Ia ter que esperar até à hora do turno dela finalizar. Não podia se arriscar a ir para o trabalho dela. Depois de vinte minutos, chegou ao apartamento em Horley.

Brittany deu quase todo o seu dinheiro para o motorista e saiu do carro. Viu um homem abrir a porta da entrada do prédio e correu antes que ela se fechasse.

Com o coração acelerado e as pernas moles subiu as escadas até o 4º andar, encontrou o nº48. Nervosa tocou a campainha. Ouviu movimento no apartamento feliz ouviu a chave se virar e Santana a sua frente.