Paixão Sem Limites - Brittana
15 Encontros.
Notas iniciais
CAPITULO XV
Santana quando a viu exclamou.
— Brittany.
Brittany se lançou em seus braços, recebendo dela um beijo apaixonado. Santana a apertou como se nunca mais fosse soltá-la, lágrimas de alegria corriam pelos olhos de Brittany.
Santana a puxou para dentro, ainda colada a ela, andando para trás. Quando se afastaram, ela empurrou a porta com o pé e mal escutaram o barulho da porta se batendo, pois estavam envolvidas uma com a outra.
Santana deslizou as mãos nas costas de Brittany, totalmente concentrada nela, baixou o rosto e seus lábios se moveram sobre os dela, sentindo-lhe a maciez da boca. A mão de Santana enterrou no cabelo dela, inclinando a cabeça dela para traz e beijando-lhe o pescoço perfumado, arrancando gemidos de Brittany. Santana, então arfando, se afastou, se continuasse nesse ritmo, ela a levaria para cama. Elas precisavam conversar.
Ela tirou algumas roupas do sofá e a fez sentar-se e sentou-se do seu lado. Brittany nem reparava no lugar, seus olhos estavam fixos em Santana.
Reparou que ela ainda não havia recuperado o peso, estava abatida. Vestia uma camiseta branca colada ao corpo e um short preto, revelando as pernas musculosas e bem torneadas. Brittany se achegou a ela e a abraçou, apoiando sua cabeça no peito dela, o coração dela batia num ritmo frenético como o seu.
Santana então a afastou e a fitou séria.
— Brittany, como você conseguiu chegar até aqui? Você convenceu seu pai?Ele te deixou vir me ver?
Brittany o fitou séria.
— Santana você lembra quando eu te perguntei se você lutaria por mim?
Santana acenou que sim.
— Eu fugi de casa.
— Você fugiu?
— Fugi.
— Onde estão as malas?
Brittany a fitou apreensiva.
— Eu não consegui trazer minhas roupas.
Santana preocupada e levantou o rosto de Brittany para estudá-la.
— Olhe bem para o apartamento Brittany. Você tem certeza que irá se unir a mim?
— Eu não preciso olhar nada, para saber que eu quero me unir a você. Eu te amo.
— Brittany. — Ele disse num tom sofrido e a puxou para os seus braços lhe beijando os cabelos. — Espero fazer por merecer, o seu amor.
Brittany ergueu o rosto, oferecendo os lábios.
Santana uniu os lábios dela nos de Brittany e se uniram em um beijo apaixonado. A boca de Santana sob a sua a levava as alturas, uma onda de calor lhe subiu ao corpo; Brittany desceu os lábios para o seu pescoço dizendo.
―Eu preciso de você. Meu Deus Brittany, como eu te amo.
Santana se segurava a todo custo, para não perder a cabeça. Quando eles se afastaram, Santana a pegou pela mão.
— Vem. Eu te mostrarei o apartamento.
Brittany se levantou e não precisou andar muito para ver tudo.
A sala tinha apenas um sofá velho, uma poltrona, uma pequena estante com uma televisão grande, e um aparelho de som. O quarto tinha uma cama de casal grande e um guarda roupa pequeno, que não caberia nem uma pequena parte de suas roupas. O banheiro não tinha Box, o chuveiro era simples, um lavabo com espelho e privada e era só. A cozinha só cabia uma pessoa, tinha um fogão, uma geladeira e na parede atrás em toda a sua pequena extensão, tinha armários.
Quando chegaram lá Santana não aguentou e encostou Brittany na pia. Brittany olhava para Santana com intensidade, o desejo era nítido entre as duas.
— San, preciso de você. — Falou Brittany.
— Tem certeza? – Perguntou Santana. Suas mãos empurravam Brittany ainda mais para a pia e passeavam por todo meu corpo.
— Hm... uhum. — Disse Brittany quase sussurrando.
— Mesmo?
Perguntou Santana em tom de provocação. Seus beijos foram para o pescoço de Brittany e depois para o ouvido. Então não aguentando mais Brittany a agarrou com força, mudando de posição, as mãos de Santana foram para a bunda de Brittany e logo depois para os seios os massageando.
— Você está linda nesse vestidinho... E ele vai ajudar muito no que eu quero fazer com você. — Disse Santana sensualmente em seu ouvido.
— O que?
Brittany nem teve tempo de perguntar mais nada, pois Santana puxou seu tomara que caia deixando seus seios de fora e desceu seus beijos revezando em cada um. Brittany já estava zonza e gemia alto, nem se importando com a possibilidade de algum vizinho escutar.
Brittany tentou tirar sua blusa, mas ela não deixou e Brittany então levou as mãos ate sua bunda a apertando e o gemido rouco de Santana só a deixava mais molhada. Santana a virou de costas e colou seu corpo no dela, roçava em Brittany falando coisas absurdas.
— Vai, abaixa um pouquinho. — Pediu Santana.
Brittany fez o que ela pediu. Santana levantou o vestido de Brittany e começou a passar a mão em seu sexo, Briitany fazia força para não gemer muito alto. Brittany começou a rebolar implorando por mais contato e Santana a penetrou. O corpo de Santana estava colado no de Brittany, com sua boca beijando a nuca da loira e suas estocadas estavam tornando cada vez mais difícil a tentativa de Brittany de segurar os gemidos. A loira mordia a boca com tanta força que ia acabar se cortando.
— Mais... Mais rápido. — Pediu a loira
Santana a obedeceu, seus seios batiam nas costas de Brittany a deixando ainda mais louca. Suas estocadas aceleravam e desaceleravam a torturando, até Brittany quase ficar sem respiração e por fim, gozar maravilhosamente. Suas pernas fraquejaram e Santana a segurou até ela me recuperar.
Depois desse momento quente, Santana foi cuidar do jantar enquanto a loira tomava um banho. Santana terminou e pós a mesa. Brittany vestiu uma roupa de Santana, e logo elas foram jantar. Nenhuma palavra era dita, assim que terminaram, foram para sala esse silencio estava preocupando Santana até que houve uma troca de olhar.
Brittany fitou Santana que a olhava apreensiva, uma ruga se formava em sua testa. Brittany se aproximou dela e passou o indicador naquela ruguinha.
Santana perguntou.
— Porque você ta assim? Naum gostou do apartamento?
— Eu gostei. Não precisa ficar com essa ruguinha de preocupação. Eu te amo, onde eu estiver com você, eu ficarei feliz.
— Seus pensamentos podem mudar, quando entrar a rotina.
— Não Santana. Eu sei que serei feliz ao teu lado.
Então Brittany sentou-se preocupada. Santana a observou, apreensiva indagou-lhe.
— Você se arrependeu, não foi?
— Estou preocupada com minha mãe. Aqui tem telefone?
— Não.
— Tem algum telefone público aqui perto?
Santana cansada massageou os ombros.
— Tem, aqui embaixo. No hall do prédio.
— Eu vou lá. Preciso lhe dizer que está tudo bem.
— Eu desço com você.
— Fica. Você parece cansada.
— Eu vou com você. — Santana insistiu.
— Tudo bem. — Brittany a abraçou.
Brittany e Santana desceram as escadas de mãos dadas, quando alcançaram o hall, antes de chegarem ao telefone.
Brittany se assustou ao ver seu pai, com os seguranças pessoais dele.
CONTINUA
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