Pânico 5 - O Último Grito
11 Barulho vindo de fora
Notas iniciais
Mandy e Alice decidiram então por dar a tal festa, estavam erradas. Elas sabiam que festas em Woodsboro no meio de massacres sempre davam errado. Convidaram quase a escola inteira para o que parecia terminar em um banho de sangue.
– Alice, eu estou falando, os filmes Facada sempre acabavam numa festa, e você sabe o que aconteceu ainda agora? — disse Mandy.
– Eu sei, alguém assassinou a Stacey. Mas isso não quer dizer nada. Quem garante que o assassino virá até aqui?
– Como "quem garante"? Estamos em WOODSBORO! E no meio de um massacre, o que você espera dessa festa, hein? Falando desse jeito, até parece que você quer mesmo que o assassino venha até aqui. — respondeu Mandy, desconfiando da amiga.
– Não fala besteira. Porque eu iria querer que o assassino venha até aqui? Está desconfiando de mim? Que motivo eu teria pra isso?
– É, tem razão, você é só uma patricinha mimada, não se enquadra no perfil de assassina. — disse Mandy.
– Está me subestimando, Mandy? Fique sabendo que eu sou perfeitamente capaz de ser a assassina, e também, eu não iria dar mole como todos os outros assassinos deram. Iria acabar com a Sidney na primeira chance que tivesse. — disse Alice, em um tom ameaçador.
– Nossa, desse jeito está me assustando Alice, nunca te vi falar assim.
– Ficou com medo? Vou te confortar, eu não sou a assassina Mandy. — disse Alice.
Na casa de Dewey, ele, Sidney e Gale conversavam sobre o que acontecera a Stacey.
– Está ficando pior. Temos que descobrir logo quem está fazendo isso. Enquanto isso, quero que as duas tomem cuidado, principalmente você Sid. Não quero que numa quinta vez, o assassino consiga o que quer, temos que o pegar, sempre pegamos. — dissera Dewey.
– Porque "principalmente Sid"? Eu também sou importante aqui. — disse Gale.
– Gale, não que você seja menos importante, mas sempre sabemos qual é o objetivo dos assassinos... me matar. — disse Sidney.
– É, mas nenhum conseguiu, e também não irão conseguir agora. — disse Dewey.
– Dewey! — disse Gale, ela acabara de ter uma ideia.
– O que foi, Gale?
– O assassino pendurou o corpo daquela menina, Candice Hooks, no poste da praça, não foi? — pergunta Gale.
– Sim, foi. Mas o que tem isso?
– Podemos dar uma olhada pra ver o que as câmeras pegaram aquela noite, há câmeras por toda praça. — respondeu Gale.
– Boa ideia Gale! Dewey, acha que podemos ir agora? — perguntou Sidney.
– Bom, naquela noite apenas uma câmera gravava, todas foram sabotadas propositalmente. — respondeu Dewey.
– Dewey, tem várias câmeras na praça, como o assassinou sabotou todas? — perguntara Gale.
– Eu não faço ideia, nas gravações não vemos ninguém em frente a câmera que pudesse ser identificada, estava usando a fantasia. Mas havia uma câmera gravando, ela ficava do outro lado da praça, atrás do poste onde Candice fora pendurada. Dá pra ver o Ghostface pendurando ela lá, mas, não acho que vamos conseguir nada mais interessante do que isso, já vimos essa fita algumas vezes na delegacia. Mas se querem tentar, então vamos.
Já no carro, Dewey recebe a informação sobre a festa que Alice e Mandy planejavam dar, e vai até a casa dos Moretz.
– Essa tal de Mandy ficou maluca, não se festa no meio de um massacre. — dissera Gale.
– Dewey olha, a porta está aberta. — dissera Sidney, quando ao descer do carro, os três se depararam com a porta totalmente aberta, e a luz apagada.
– Fiquem aqui, eu vou lá.
Ao entrar Dewey procurou por alguém em todos os cômodos, e percebeu que a casa estava vazia, mas tinha um porém, a porta da dos fundos estava aberta, e havia manchas de sangue nela.
– Tem alguém aí? — gritou Dewey, infringindo uma regra, derrepente, escutara um barulho vindo de fora.
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