Dewey tinha ido até a casa dos Moretz após saber da suposta festa. Não achou ninguém em todos os cômodos da casa, até chegar na cozinha, Ao chegar lá se deparou com a porta dos fundos aberta, e manchada de sangue.

– Tem alguém aí? — perguntara Dewey, violando uma regra. Derrepente, ele escuta um barulho vindo do lado de fora.

– Que droga, tem alguém aí ou não? — perguntara Dewey, outra vez. Sem respostas, ele decide ir até o lado de fora. Alice sai de dentro de um arbusto.

– O que estão fazendo aí? — perguntou Dewey.

– O assassino, ele estava aqui! Ele matou a Mandy, xerife! Estávamos na sala e escutamos passos no andar de cima, quando íamos levantar para ir ver o que era, o telefone tocou, eu atendi e Mandy foi até as escadas. Quando Mandy se virou pra mim, o assassino lhe deu uma punhalada nas costas, eu corri e me escondi aqui, Mandy tentou correr, e eu vi tudo, ele a esfaqueou de novo na porta da cozinha. — dissera Alice, chorando.

– Onde está o corpo?

– Eu não sei, ele saiu arrastando.

O telefone da cozinha tocou, Dewey e Alice se entreolharam. Dewey correu para atender e Alice foi atrás.

– Mas quem é você? O que você quer? Fala! — gritou Dewey, no telefone.

– Dewey Riley, xerife, quem diria, o atrapalhado Dewey. Porque não contou a ela? — dissera a voz grossa no telefone.

– O que?

– Pensa rápido, xerife! — dissera a voz.

– O que ele disse, xerife? — perguntou Alice.

De repente, o assassino entrou correndo pela porta da cozinha.

– CUIDADO! — gritou Dewey.

Alice se virou rapidamente, e o assassino errara o golpe, Dewey e Alice correram, e o assassino foi atrás.

– Vamos, até a porta da frente! — disse Alice.

Dewey sacou a arma e atirou duas vezes contra a barriga do assassino, ele caiu a frente da porta principal do lado de dentro da casa. Gale e Sidney correram.

– Dewey, o que houve? — perguntou Sidney.

– O assassino, está aqui, eu atirei nele. — respondeu Dewey.

– Aqui aonde? — perguntou Gale, ao ver que ghostface já havia fugido.

– Ele estava bem aqui. Vou chamar reforço. "Venham todos pra casa dos Moretz, uma garota foi morta aqui, Mandy Moretz. O corpo está desaparecido, o assassino fugiu." — disse Dewey, no rádio.

– Dewey, vamos logo, temos que assistir a gravação. — disse Gale.

– Desculpem, eu não posso ir, tenho que ficar aqui. Vou pedir que Judy fique na delegacia para assistir a gravação com vocês.

– Ah, certo, era tudo que faltava. A senhora "olha minha tortilha de limão", quem vai nos levar lá Dewey, é muito longe pra ir andando. — disse Gale.

– Podem ir no meu carro, é aquele ali. — disse Alice, apontando para o carro a frente da garagem da casa de Mandy.

– Agora vão, mas tomem cuidado. — disse Dewey.

No carro, Sidney e Gale conversavam.

– Então Sid. Estamos mais uma vez nessa situação. Somos profissionais. E aí, quem você acha que é agora? perguntou Gale.

– Espera, sente esse cheiro... — disse Sidney, ao sentir um certo cheiro de podre.

– Um porco morreu aqui nesse carro? Meu Deus! — disse Gale.

– Para o carro. — disse Sidney — tem alguma coisa aqui na mala, só pode ser lá, o banco de trás está vazio.

Gale parou o carro.

– Abre a mala, Gale.

Ao abrir a mala, lá estava o corpo de Mandy Moretz. O assassino a matou e colocou o corpo na mala do carro de Alice.

– Oh meu Deus! Gale, ligue para o Dewey! — dissera Sidney.

Notas finais
Espero que gostem.