Os Vigilantes- Parte Um
7 O momento de sua vida
Notas iniciais
Peter chegava em casa com Iris. Ela se jogava na poltrona, cansada, sem tirar os olhos do seu novo braço, sem parar de estudá-lo.
—Eu realmente não sei como vamos fazer isso. Eu não queria travar uma guerra direta com Lucius, eu só queria que ele caísse mas não queria ter que agir como um justiceiro. Disse Peter, exausto.
—Temos que arranjar uniformes. Soltou Iris, ainda olhando para o seu braço.
—Você está brincando? Eu não sou um super herói. Respondeu Peter.
—Mas nós vamos ser justiceiros. Assim como a Rebeca Knight e também o seu amigo. Ele até arranjou um nome, Magnum. Temos que arranjar nomes e uniformes, até mesmo o Sr. Europeu arrogante tem aquele traje de lorde do século 18. Rebate Iris.
—Tem razão. Nossa, isso vai ser estranho. Eu sei bastante sobre armas, mas eu cheguei aqui nesse momento e a última coisa que eu queria fazer era usá-las, queria resolver tudo na conversa. Desabafou Peter.
—Eu entendo Pete. Eu espero que esteja vivendo o momento de sua vida. Mas você tem tanto poder para mudar as coisas. Tem que ter coragem suficiente para fazer isso. Veja só, Lucius está destruindo vidas e famílias e se você tem 1% de chance de impedir isso, você tem a obrigação moral de parar ele. Tem que se lembrar de quem é e de quem deve ser. Aconselhou Iris.
—Bem, acho que vou desenvolver o meu uniforme e você? Perguntou Peter.
—Já até tenho umas ideias em mente. Vai ser legal ser uma vigilante. Respondeu Iris.
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—Ele tinha uma arma, foi legítima defesa! Tentou argumentar Carol diante daquela situação.
—Mas dar mais umas vinte facadas nele não foi legítima defesa. Disse um dos policiais.
—Renda-se agora e poderemos te inocentar ou te incriminar, tire essa máscara, vamos, resistir só vai piorar as coisas. Argumentou outro policial.
Carol só pensava em como seu pai ia reagir aquilo. Ela então foi levantando as mãos devagar.
Pareceu que ela iria se render mas ela encostou as mãos no chão dando uma estrela e podendo assim fugir.
Ela tirou as armas das mãos dos policiais e jogou elas longe. Começou a travar o combate corpo a corpo com eles.
Um dos policiais então ia se comunicar para chamar mais viaturas. Até que Smile chegou para ajudar Carol e o nocauteou de surpresa.
O outro então pegou a faca de Carol, foi em direção à ela para atacá-la, ela estava caída depois de um golpe dele.
Rebeca estava vindo em direção à ele quando ele jogou ela também. Quando parecia que ele ia esfaquear Carol, Magnum chegou e acertou a cabeça do agente da lei que estava de costas.
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—Você está bem? Perguntou Magnum, estendendo a mão até Carol que se levantou e agradeceu.
—É a última palavra que eu usaria. Mas obrigado. Você parece ser um cara legal. Quem é você?
—Não se preocupe Carol. Ele tá comigo. E tô começando a conquistá-lo não roube ele de mim. Disse Rebeca se levantando.
Carol se afastou de Magnum e abraçou forte Rebeca. Magnum deu alguns passos, de cabeça baixa, rindo da piada de Rebeca.
—Eu pensei o pior. Eu não sei o porquê mas você despertou algo em mim e mesmo eu te conhecendo tão pouco, eu não queria que você se fosse. Desabafou Carol.
—Calma, eu estou aqui. Como você está? Questionou Rebeca.
—Eu sinto que sou uma pessoa má. Eu matei aquele bandido. Eu podia ter só dado uma leve facada no braço mas não, eu dei várias facadas em seu peito. Várias e várias vezes e sabe de uma coisa? Eu gostei daquilo. Eu sou um monstro. Desabafou Carol.
—Você não é, você está confusa. Você não gostou. Fez aquilo pra se defender. Disse Magnum.
—Você não me conhece. Como sabe dizer que eu não senti isso? Perguntou Carol.
—Seus olhos. Eu posso ver no seus olhos. Respondeu Magnum.
—E o que vê nos meus olhos? Indagou Carol, chegando mais perto.
—Compaixão. Heroísmo, eu não vejo ódio, apenas amor. Disse Magnum.
—Mesmo? Questionou Carol, bem séria e perto de Magnum,o encarando.
—Bem, temos que ir. Mais policiais vão chegar. Aconselho irmos para a mansão. Não é muito longe mas não tão perto da cena do crime como minha casa. Interrompeu Rebeca.
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Lucius só conseguia pensar em como ia lidar com Peter. E também no time que seus inimigos estavam formando para derrotá-lo.
Até que um de seus novos funcionários bateram na porta.
—Ele roubou uma parte da droga. Menos que uma colher de mexer café. Disse ele, com o sujeito nas mãos.
—Amarre esse idiota no meu alvo. Faz tempo que não lanço facas. Disse Lucius.
—Não!!! Vai arder no inferno. Maligno! Gritou a vítima
—Eu não sou mal. Eu só sou rígido. Inclusive. Traga Peter Johnson até esse escritório. Mas de uma maneira menos amigável. Disse Lucius, jogando facas no homem.
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Peter havia desenhado o uniforme. Ele só precisava agora bolar o símbolo no peito. E já estava há horas pensando.
Ele circulou a área grande do peito do uniforme e escreveu “desconhecido, unknown, sem título “
Até que ele sentiu algo como uma picada. Ele começou a ficar tonto, tudo estava ficando borrado e escuro.
Ele acordou com a icônica voz de Lucius Lukin dizendo:
—Então… Essa é a última chance de aceitar minha proposta!
Disse Lucius, mais irônico do que nunca.
E completou:
—Esse é o caminho de saída.
FIM DO CAPÍTULO SETE.
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