Os Filhos De Zeus

7 Vespa, Tempestade e Ira


Notas iniciais
Desculpa pela demora!!E eu sei que as irmãs cinzentas não falam "Meu bem!" mais e queria colocar isso no texto.

Tínhamos muitas perguntas... Onde ficava Belo Horizonte? Como iríamos para lá? Onde poderíamos comprar um burrito semi-calórico?

Me desculpe pelos comentários sobre comida, estávamos com fome...

– Já sei!! –disse Sophie – Vamos pegar um taxi!

– Aham! Ta bom... — disse Nico- mas, como vamos pagar?- Todos olharam pra eles com cara de desânimo.

– Podemos pagar com Dracmas... — disse Milena, todos olharam pra ela.

– Milena, — comecei – O DRACMA NÃO É O DINHEIRO DOS MORTAIS!

– Tá... Desculpa... Mas alguém tem uma ideia melhor?

– A sua ideia não é muito ruim – disse Sophie – Podemos pegar o Taxi da Tormenta Eterna.

– Essa ideia é ho... Perfeita! – disse Nico, tirando um Dracma do bolso da jaqueta – Stêthi Ô hárma diabolês.

Não sei como mais entendi o que ele falou: Pare Carruagem da Danação!

E jogou o Dracma no asfalto. Mas ele não caiu, atravessou o chão, onde o dracma caiu começou a ficar preto, e depois de alguns segundos, abriu um buraco preto no chão. Daquele lugar, saiu um carro preto, não preto como os outros carros, mas parecia que foi feito de sombras.

– Vão entrar ou não?- disse uma velha que dirigia o carro. Fiquei meio incomodado por ela estar dirigindo. Ela não tinha olhos! Só tinha um dente podre à mostra. Como eu sabia que ela não tinha olhos? Fácil! As pálpebras fechadas e vazias, sem nada, como um buraco.

Entramos no Taxi, sentei na janela. Lá era escuro e espaçoso. Sentei na janela. E subitamente uma voz dentro do Taxi falou: Olá filhos de Zeus e de Hades, bem vindos ao Taxi da Tormenta Eterna! Para a sua segurança pedimos a vocês para colocar o cinto.

Olhei para baixo, vi grades pretas onde deveria estar os cintos de segurança, nem precisei fazer o esforço de colocá-los em mim, quando os vi eles se prenderam na minha cintura, como aconteceu com os outros.

– Para aonde, meu bem? – disse a mulher na minha frente, com um olho e nenhum dente.

– Belo Horizonte, por favor. – disse Sophie.

– Elas são as Irmãs Cinzentas? – perguntei para Nico.

– São mais elas não gostam de ser chamadas por esse nome... – respondeu ele.

Abri a janela e percebi que seria uma longa viagem. Talvez não. Percebi que a mulher do volante não tirava o pé do acelerador. Devíamos estar á uns 500 km/h.

–Me dê o olho! – disse a mulher do volante – Preciso enxergar!

– É sempre assim? – perguntou Sophie á Nico no meio da gritaria.

– É sim – Disse ele – tenho que conviver com elas no mundo inferior e é a mesma coisa...

– Eu não!- disse a mulher na minha frente- Você sempre fica com ele.

– MAS EU TÔ DIRIGINDO! – volante

– ENTÃO ME DÊ O DENTE!- janela

– NÃO, ME DÊ O DENTE – disse a do centro.

– Não vou tirar o dente enquanto você não me der o olho! – volante

– QUE SACO! SÓ VOCÊS DUAS FICAM COM O DENTE E COM O OLHO!- centro

– Você estava com o olho quando aqueles meninos com aquele ciclope vieram pra cá! -Janela

– Mas isso já faz muito mais de um ano!-centro

– EU VOU MORDER VOCÊS DUAS- disse a do volante

– QUE SACO VESPA! TOMA LOGO O OLHO!- disse a mulher jogando o olho e quase o deixando cair pela janela aberta.

– Obrigado Ira!- que pegou o olho antes que caísse- Tome Tempestade, o dente.

– Nãããão – disse Ira – Era pra você ME dar o dente!

– Quero morder a moeda do menino! – disse Tempestade – Me dê ela!

Achei isso bizarro mas começei a pensar se a moeda tinha gosto bom [só para você ver o tanto de fome que eu estava].

– Tome a moeda – disse Vespa. Mas antes de ver este acontecimento bizarro, ela freou e disse — Chegamos!

– Obrigado – disse e as correntes na minha cintura se soltaram.

Saímos do Taxi e olhei para os outros enquanto o Taxi afundava no asfalto. Todos olhavam para Miih. Ela estava verde de enjoo. Sophie se virou para o outro lado quando ela vomitou em cima de um bueiro. Olhamos a nossa volta. Na nossa frente tinha um parque de diversões. E atrás de nós uma lagoa. Estávamos em uma praça no meio da rua.

– Para aonde vamos agora? – disse ela um pouco enjoada – Acho que no parque é onde tem mais monstros para nós detonarmos com eles!

– Ou para nós perguntarmos o paradeiro de Julur – disse Sophie.

Dizendo isso fomos para o parque. Naquele momento estava pensando se aquele lugar teria comida. Ele não tinha nada de mais a não ser uma roda gigante muito grande. Caminhamos um pouco pelo parque. E uma pessoa veio falar com a gente. Ele tinha feições conhecidas, era meio gordo e usava camisa florida.

– Dionísio! Não devia estar no acampamento?- Perguntou Nico.

– Caro Nisco, eu, como deus, posso estar em muitos lugares ao mesmo tempo.

– Que legal! – disse Sophie.

– Enfim... – disse Dionísio olhando para a Sophie com uma cara de nojo – Vim aqui para avisar a você, Percy, que o que você procura está em um brinquedo, ou no mais chato, ou no mais legal, faça a escolha certa! – falando isso ele desapareceu.

Notas finais
Mereço Rewiews??