Os 7 Demônios de Elizabeth.
4 Capítulo 4 - O terceiro Demônio: O grito.
Notas iniciais
No sonho de Elizabeth ela estava em outro lugar. Era um lugar lindo. Um jardim, com flores até o joelho e de várias cores. A luz do sol tocava o rosto de Elizabeth. Estava um clima agradável. Haviam pássaros e coelhos. As borboletas voavam, de várias cores e tamanhos... De repente, as flores pegavam fogo, o céu estava nublado. Os animais se tornavam canibais...
Um rio de sangue tomou conta do lugar. Elizabeth chorava, mas sabia que não podia fazer nada. Ela olhou para frente. Ela viu outro Demônio. Ele usava apenas um manto e estava com capuz, não tinha rosto, apenas braços e unhas bem afiadas.
Elizabeth se enfureceu, correu até ele. Ele sacou de suas costas uma foice. Ele se preparava para cortar Elizabeth ao meio. Ela segurou nos braços dele e, com uma força super-humana conseguiu empurrar ele longe. Dos pés dele saíram fumaça e ele começou a levitar. O demônio deu um impulso e em questão de segundos já estava preparado para cortar Elizabeth. Ela deu um sopro. A força do sopro foi tamanha, que entrou em choque com a barreira do som. O demônio voltou ao chão. Olhou para ela e se ajoelhou.
"Me perdoe tentar tirar sua vida, não sabia que você era herdeira da "Irmandade". Mil desculpas, Minha Rainha!"
Imediatamente Elizabeth parou. Ela estava confusa.
Elizabeth: Eu o que?
Grito: Você não sabe?
Elizabeth: Do que?
O sonho acabou. Elizabeth acordou e viu o mesmo demônio de antes.
Elizabeth: Sofrimento! Destruidor! Venham! Depressa!
Os dois demônios apareceram na frente de Elizabeth.
Grito: Para quê isso minha rainha? Não é necessário. Já lhe pedi desculpas!
Elizabeth: Tudo bem... Sofrimento, Destruidor, baixem a guarda...
Elizabeth se encheu de orgulho. Embora Grito ter esse nome, suas habilidades tinham mais efeitos nos sonhos. Ele ivadia seus sonhos e roubava sua energia vital e te matava. Era mais terrível quando você estava acordado.
Elizabeth: O que é um mentor Sofrimento?
Sofrimento: É cedo demais para você saber Beth.
Elizabeth: Por favor, me diga!
Sofrimento: Não.
Elizabeth: Eu ordeno!
Sofrimento: Beth, sua mãe era uma bruxa. Ela fazia parte da "Irmandade". Os membros da Irmandade são considerados os mais fortes. Você, por ser filha de um membro é chamada de herdeira. Você pode se tornar tão forte que poderá se tornar um membro também.
Elizabeth: Então... Era só isso?
Sofrimento: Era!
Grito: Me perdoe Elizabeth, não sabia que você era minha mentora!
Elizabeth: Sou? Como você sabe?
Grito: Basta querer ver...
Elizabeth olhou para seus pés, haviam correntes que ligavam Elizabeth ao seus três demônios
Elizabeth: Hm! Interessante!
Grito, apesar de não ter rosto, ficou ao mesmo tempo surpreso e confuso.
Elizabeth: Hey! Sofrimento! Como faço para descobrir mais coisas sobre minha mãe e a Irmandade?
Sofrimento: Basta ir ao último lugar que ele viveu...
Elizabeth: Vamos viajar para Washington D. C..
Sofrimento: Não considero uma boa ideia.
Destruidor se divertia com essa conversa e Grito parecia ainda estar ofendido.
Elizabeth: A última casa que minha mãe morou foi lá e essa casa ainda é da minha família.
Elizabeth fez as malas, pegou pouco mais de 10 mil reais, pegou as chaves do carro e foi rumo à Washington. O caminho parecia tranquilo até ela parar para abastecer o carro. Um homem apontou a arma para a cabeça de Elizabeth e falou:
Ladrão: Passe todo o seu dinheiro ou eu vou explodir a sua cara! Não vai dar nem para ser reconhecida piranha! E no velório? O caixão vai ter que estar fechado vadia!
Grito se aproximou do homem. O homem não podia vê-lo. Grito tocou o peito do homem... O homem começou a "secar". Sua pele perdia toda a elasticidade, seus olhos perdiam a cor e ficavam brancos, seus cabelos pareciam mortos... O homem caiu no chão, suspirava lentamente.
Elizabeth: Quanto tempo ele vai ficar assim?
Grito: Pouco mais de 3 horas e depois vai morrer.
Elizabeth: Destruidor, acabe com isso. Não quero deixar ele sofrendo. Sem ofensas Sofrimento.
Destruidor: É pra já.
Destruidor levantou seu martelo e bateu na cabeça do homem. O corpo do cara virou apenas cinzas.
Elizabeth entrou no carro e seguiu a sua jornada. Ela decidiu parar em um restaurante. Era velho e tinha pouco mais de quinze pessoas. Ela entrou e lá teve uma grande surpresa...
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