Notas iniciais
Como presente de ANO NOVO estou postando hoje meninas, espero que curtam o cap e que todas as expectativas e sonhos de vocês tornem-se realidade no Ano de 2013. Bjs, Tiih.

Cap. 13.

Narrador.

“A próxima vez que eu colocar minha língua na sua buceta, vou fazê-la implorar para gozar...

As palavras dele reverberaram diretamente sobre o seu clitóris que vibrou, fazendo-a estremecer. . Viu-se envolvida num turbilhão de inebriantes sensações e seu corpo latejou desejando o dele com intensidade. Com a boca preenchida Bella gemeu abafado disposta e enlouquecê-lo com suas carícias, lambendo a fenda com sua língua, provando-o, chupou a cabeça profunda e firmemente, gemendo, alisando todo o eixo. Edward estremeceu com violência enquanto sentia o esfregar da língua sob a cabeça de seu membro. Parecia que Bella queria marcá-lo, devorá-lo, engoli-lo. Ele vivia entre o céu e o inferno. Em êxtase. Cada ondulação de prazer da pequena boca quente em seu endurecido pênis era uma doce e pungente agonia. Suas mãos acariciando o eixo, o cheiro doce e sutil de sua buceta molhada alcançando suas narinas. Inferno! Poderia morrer ali e não se importaria menos. Tudo o que podia fazer naquele instante era segurar a cabeça de Isabella, mostrando-lhe como o toque mais lhe agradava, ansiando pela liberação esperada, desejando alcançar o mais depressa possível o abismo do gozo. E ele estava quase lá...

-Caralho, gatinha... Estou quase gozando... Se não quiser sentir um jato de porra quente em sua boca gostosa, é melhor me tirar de sua boca agora...

Dizia com os olhos em fenda, deliciando-se com o momento. Bella não respondeu. Ela aproveitou o quão ele estava entregue e levou as mãos até os testículos massageando-os entre os dedos. Foi a gota d’água.

-Porra, porra... OOHHH...

Edward lançou sua cabeça para trás sentindo uma carga intensa de prazer e desejo atravessar o meu corpo, liberando seu sêmen no interior da boca feminina, vendo Bella engolir tudo com avidez sem deixar de chupá-lo. Ela era perfeita. Mais que perfeita... Ela era sua. Deixando-se cair sobre a cama, viu o sorriso estampado no rosto em formato de coração e sentindo o desejo renascer em seu íntimo.

O cheiro de sexo estava impregnado em cada recanto do quarto. Os amantes fitavam-se com os corações silenciosos repletos de amor. O carinho transbordando em seus olhos. Bella suspirou satisfeita por estar ao lado do homem que nunca conseguira esquecer. Sentindo seu desejo renascer, Edward rapidamente, alcançou-a trazendo para cama consigo. Bella deu um gritinho inesperado de surpresa, mas deixou-se levar.

-Se prepare, gatinha. Parece que fiquei viciado nesse seu corpo cheiroso e macio, disse lambendo lascivamente o ombro dela, antes mesmo de fitá-la.

-Quero você, disse Bella, correndo os dedos delicados pela linha do queixo definido. O rosto de anjo foi tomado pela luxúria. Os olhos verdes escureceram como as profundezas do oceano.

-Não quero nada entre nós dois agora.Vou rasgar essa calcinha minúscula e sentir seu corpo nu novamente, falou enrolando o tecido entre os dedos e puxando forte. Os olhos de Isabella arregalaram-se com o som da seda rasgando. Ele então deitou-a pressionando seu membro logo e grosso contra as molhadas dobras enquanto

Agarrava um travesseiro. A ereção dura como aço coberta de seda fina rasgada esfregou contra seus clitóris, roubando o fôlego enquanto Bella pendia a cabeça para trás, rente a parede. O rosto dela estava corado de prazer, de antecipação e excitação. O cabelo escuro cor de mogno emoldurando seu rosto afogueado, espelhava-se no travesseiro. Edward a fitou embevecido. Linda. Perfeita. Sua. Ela deslumbrava exatamente como Charlie dissera... Como uma feiticeira. Lançava um feitiço poderoso sobre ele do qual não podia e não queria escapar jamais. Vacilou um momento, mas pegou outro preservativo com uma mão, rasgando o invólucro metalizado, deslizando sobre o pênis rapidamente, voltando a fita-la com adoração.

-Edward, disse chamando-o para si ternamente, estendendo as mãos para enlaçar o seu pescoço. Vendo o peito másculo coberto de pêlos escuros à mostra, perturbou-se. Conhecia profundamente os detalhes mais íntimos daquele corpo; podia até sentir a textura da pele dele sob seus dedos.

-Você está me devorando com os olhos, gatinha e isso me deixa completamente maluco, falou divertido.

Só então Bella tomou consciência da expressão divertida espelhada nos verdes e percebeu que tinha estado fora de órbita nos últimos momentos. Suspirou e chamou-o outra vez. Ela amava o contraste de suas curvas macias com o enrijecimento do corpo dele, a dureza dos músculos, do abdome, das coxas. Ela o amava, mas guardava muito bem seus sentimentos. Ele viu algo indecifrável e interpretou que era o desejo mesclado-se com a ansiedade, consentimento e aceitação nos olhos escuros. Baixou o olhar para o sexo exposto e seu desejo e tesão esquentaram ainda mais quando viu a vagina cor de rosa gotejando ensopada.

-Prepare-se gatinha. Vou foder duro. Ela suspirou fechando os olhos. Ele apertou sua bunda com firmeza, instigando-a.

-Enrole estas pernas lindas na minha cintura. Ela obedeceu sem pestanejar. Sentindo as pernas fecharem-se na parte de baixo de suas costas, ele mudou de posição, seu membro pressionando contra a entrada estreita de sua vagina, seus sucos deslizando sobre o membro, lubrificando a glande, enquanto começava a empurrar na gruta quente e úmida.

-Oh, céus... Não pare, por favor...

Um êxtase e um calor abrasador começaram a envolver-se da ponta de seu membro até tomá-lo por inteiro. Prazer, luxúria, sedução, sexo, terminações nervosas... Tudo vibrava em sensações tão intensas, e tão fortes que dificilmente podia absorvê-las. O fogo queimava ao longo das terminações nervosas em sua pele.

-Não pararia nem se minha pobre vida dependesse disso, sussurrou roucamente em seu ouvido, empurrando mais profundamente, sentindo pequenas gotas de suor brotarem em sua testa, mesmo com a o clima ameno e a pesada chuva caindo impiedosa lá fora. Ele queimava de dentro para fora.

-Oh, Edward isso... Isso...

-Foder você... É como o Paraíso... Possuiu você é como possuir o próprio fogo. Queria estar dentro dela eternamente. Pelo resto de sua fodida vida, enterrado exatamente aí, nos meio das pernas de Isabella Swan. Sibilando, trincou os dentes avançando mais fundo, mais profundamente, dobrando os joelhos e sustentando-a. Bella gemeu alucinada. Sua carne sendo totalmente preenchida pela dureza do membro dele. Em resposta Edward empurrou cada duro centímetro de seu membro e suas bolas profundamente dentro dela, soltando um gemido de satisfação quando sentiu a carne tenra da buceta esticar-se ao seu redor, recebendo-o inteiramente. A vagina envolvia-o em pequenas contrações, apertando-o como uma torquês, quase dolorosamente. Bella cravou as unhas em seus bíceps, arranhando-o. Ela gemeu e um soluço escapuliu do fundo da garganta.

-Por favor, Edward, por favor... Não posso mais... Não estou mais agüentando...

Pedia trazendo-o mais para si com as pernas, apertando sua cintura. Rapidamente ele capturou-lhe os lábios com volúpia, sabendo que ia se voltar louco de prazer por estar dentro dela. Seus beijos o inflamaram. A pequena língua aveludada batendo contra a sua, lutando pelo domínio. Desafiando-o. Ele ondulou os quadris empurrando mais forte e mais forte, mais e mais profundo, gemendo de deleite com o grito de prazer dela. Não

tinha que conter-se com Bella. Queria dar tudo de si e exigir tudo dela em troca. Ele sentia Bella o envolvendo por inteiro, ali estava seu corpo, seu coração, sua alma, por isso era tão sensacional.

Erguendo-se levantou com ela inteiramente agarrada a si levou-a até a beirada da cômoda, lançando todos os objetos que ali jaziam no chão, sentando-a de costas, estendendo-lhe as coxas, olhando enquanto e onde a penetrava e retirando-se em seguida. Bella urrou de frustração com sua ausência. Sorrindo maliciosamente, empurrou dentro dela outra vez, olhando o abrir das aumentadas dobras de carne, fitando o clitóris pulsante. Aquele broto sensível de nervos o fez salivar. Era de dar água na boca... O doce e acre sabor dela, a sensação de seu prazer pulsando contra sua própria boca e língua. Mas nesse momento sabia que não tinha forças para retirar-se, aliviando o pedido de sua mente pervertida.

-Edward, por favor, por favor... Soluçava arremetendo seu corpo contra o dele. Bella podia sentir cada pulsação das grossas veias, cada poderoso centímetro da carne rija acariciando-a internamente. Sentiu-o no ardente estiramento de sua carne que vibrava, no atrito crescente, empurrões e investidas. Seu controle tinha evaporado e o sentido de realidade também. Começou a explodir quando Edward escorregou uma mão entre seus corpos, esfregando seu clitóris contra os dedos. Bella ofegava tentando respirar através das crescentes ondas de prazer.

-Doce brotinho pulsante, gemeu em seu ouvido fazendo-a apertar forte as pernas em torno dele. Sua mão esfregou o clitóris mais um a vez.

-Me diga como quer, Bella... Lento ou duro? Rápido? Quer que golpeie dentro de você ou que deslize longa e lentamente?

Mas ela não respondeu, sacudindo a cabeça enquanto o mundo começava a girar, seu corpo sendo transpassado pelo clímax, as sensações lancinantes engolfando-a, arremetendo-a para o mundo mágico da pequena morte, o gozo transpassando seu corpo, devastando sua vagina.

-Edward!

Gritou por ele sentindo-se sugada, totalmente exaurida pelo orgasmo que a atravessava, tremendo convulsivamente através das terminações nervosas de todo seu corpo. Seu gozo foi tão intenso que pôde sentir cada jato da liberação quente de Edward enchendo sua cavidade. Cada gota de sêmen escorrendo por suas entranhas, bombeando em seu interior enquanto ela gemia enfraquecida pelo prazer, sentindo que seus sentidos estavam momentaneamente destroçados.

Edward ainda dentro dela, respirava pesadamente. Seu corpo era como uma barreira sobre ela, como uma proteção entre Bella e o mundo exterior. Ele a queria em sua vida para sempre. E a protegeria com sua vida, se necessário. A maciez inebriante da carne tenra e feminina envolvendo-o, era ímpar. Ele havia gozado muito e não conseguira parar de tremer. Não podia parar de senti-la ao seu redor. A extenuação se

apoderou dele, e antes que os dois sucumbissem e fossem lançados ao chão pelo peso de sues corpos, Edward se retirou, saindo dela, que ofegou com a perda do contato.Num esforço quase sobre humano ele enlaçou-a trazendo-a consigo para sua cama, desabando sobre o colchão. Ele nunca havia imaginado que o ato de amor poderia ser assim, tão intenso. Jamais imaginou que fazer amor com ela, poderia lhe causar tal encanto e fascínio.

-Minha Bella.

Sua voz era um murmúrio baixo e satisfeito em seu ouvido. Bella sentiu-se desfalecer ao escutar aquela frase.

-A fraqueza está me dominando, balbuciou em resposta.

-A mim também.

-Deixe o jantar para depois, sussurrou acomodando-se contra ele, que a puxou para si. Suas mãos acariciando as costas sobre os braços enquanto a segurava com cuidado contra o peito. Nenhum abraço seria suficiente para ele. Espalmando as mãos sentiu o palpitar do coração dela, os leves tremores que ainda percorriam o corpo macio devido ao forte orgasmo que tinham partilhado.

-Hum... Eu poderia dormir assim a noite toda, ela disse bocejando.

-Estou contando com isso, ele respondeu rendendo-se ao sono e ao cansaço. Tinha que protegê-la, tê-la tão perto dele como pudesse conseguir. Não poderia deixá-la partir nunca mais. Queria mais e mais. Não era apenas físico ou química sexual. Não saberia explicar, mas sabia que precisava de mais.

Durante o jogo de cartas no novo celeiro...

-Bati mais uma vez!

-Ah, não Charlie, assim não é possível!

Reclamou Laurent.

-Ele está ganhando todas hoje, emendou Mike Newton. O sorriso do velho capataz alargou-se.

-O que posso dizer a vocês, rapazes?! A sorte hoje me escolheu e bateu à minha porta...

-Muito engraçado, rebateu Tyler irritado.

-Quantas cervejas eu já garanti com essa partida?

Os rapazes se entre olharam desanimados.

-Dez.

Charlie deu uma sonora gargalhada voltando a embaralhar as cartas, distribuindo-as entre os jogadores presentes.

-Eu estou fora, disse Mike, levantando-se.

-Eu também, completou Tyler afastando a cadeira e pondo-se de pé.

-Mas nós mal começamos a jogar, insistiu Charlie, mas a conversa foi interrompida com a chegada inesperada de Emmett.

-Charlie.

-Sim?

-Preciso falar com você, disse o grandão fitando desconfortavelmente com o canto do olho os outros funcionários.

-Diga, pediu o capataz sem levantar seus olhos das cartas. Em sua mão.

-A égua entrou em trabalho de parto, afirmou. Charlie esqueceu as cartas e levantou-se imediatamente.

-Mas já?

-Provavelmente em alguma horas, depois que tudo se aquietar, disse Emmett.

Charlie concordou.

-As éguas geralmente são tímidas e ariscas. Elas esperam o máximo possível... Até não perceber ninguém por perto. Como as mulheres, esses animais também são muito contraditórios, falou em tom divertido.

-Não queria estar na sua pele se algumas das moças lá do bar Riley escutasse essa frase, brincou Laurent. Emmett arqueou as sobrancelhas fitando Charlie com interesse, mas antes que pudesse questionar sobre algo, um dos rapazes interrompeu:

-Mas o Edward a examinou pela manhã. Ele falou que isso deveria acontecer na próxima semana, disse Mike.

-Bom, acho que as coisas mudaram. Meu irmão é um ótimo veterinário, mas errou desta vez.

-Chega de conversa. O jogo continuará depois. Vamos para lá, agora rapazes, disse. Todos concordaram e saíram em direção ao velho caminhão que rodava pelos pastos de Breaking Dawn. Quando Charlie foi passando, Emmett segurou em seu braço. Os olhares encontraram-se. Charlie deu um safanão no homem mais novo, soltando-se.

-Tire suas mãos de mim, Emmett Cullen!

Falou de modo sombrio.

-Desculpe, Charlie. Sei que fiz merda e queria te pedir desculpas, falou sem graça desviando os olhos claros para o chão.

-Não estou entendendo, o capataz cruzou os braços sobre o peito esperando.

-Fiz merda. Menti. Falei um monte de coisa sobre mim e a Bella que não era verdade. Não pensei nas conseqüências... Me desculpe.

Charlie ponderou alguns segundos antes de responder:

-Não é a mim que tem de pedir desculpas, é a minha filha.

-Eu já fiz isso e...

-E?

Perguntou curioso.

-Levei um belo soco, explicou.

Charlie disfarçou um sorriso pigarreando. Em seguida prosseguiu:

-Tudo bem, Emmett. Está perdoado desta vez. Mas eu juro que se você abrir a porra desta sua boca para falar qualquer coisa sobre a minha filha... Ouviu bem?! Eu disse qualquer coisa...

-Sim Charlie.

-Eu juro pelos meus vividos cinqüenta e cinco anos que vou esquecer de vez que você é filho do meu patrão, que eu lhe conheço desde menino e prometo que vou arrebentar completamente a sua cara.

O rosto de Emmett iluminou-se com aquela bronca. Ele gostava muito de Charlie e faria tudo o que pudesse para resolver a situação constrangedora que havia criado.

------

O potro nasceu algumas horas depois. Para surpresa de todos, o Senador Cullen em pessoa foi até o galpão naquela noite acompanhar o nascimento do animalzinho. Depois que tudo estava bem, Charlie dispensou os funcionários avisando que estavam de folga no dia seguinte. Já passava muito da meia noite e todos os rapazes haviam acordado cedo para dar conta dos diversos afazeres da fazenda. Todos sorriram felizes com a notícia, como era madrugada de sábado, dia de maior movimento no bar do Riley, localizado na beira da estrada do caminho que levava à cidade, o capataz avisou que cobraria suas cervejas logo mais à noite. Os homens resmungaram, mas terminaram aceitando. Charlie entregou as chaves do caminhão a Laurent e saiu com o Senador, que ofereceu-lhe uma carona até sua casa. Ambos entraram satisfeitos, na caminhonete preta cabine dupla recém lançada.

-Que chuva, hein?

Disse o Senador vendo que as luzes apagavam-se brevemente e tornavam a se acender em seguida.

-Noite perfeita para um parto.

-Com certeza, Carlisle respondeu. Os dois caíram na risada.

-O Edward não apareceu, constatou. Charlie sorriu indulgente. Carlisle que o conhecia há longos anos, leu a mensagem daquele sorriso.

-Meu filho está com Bella, não é?

Perguntou com uma expressão cúmplice em seu olhar.

-É... Disse Charlie enrolando a ponta do bigode com uma das mãos.

-Será que os dois já se deram conta de que está chovendo?!

-Duvido, respondeu Charlie dando um sorriso malicioso no qual Carlisle fez questão de o acompanhar.

-Vamos ver o que eles têm a dizer amanhã. O Edward convocou uma reunião urgente lá em casa às nove.

-Estou sabendo.

Estacionando o carro diante da casa do seu velho amigo e capataz, Carlisle despediu-se. Charlie desceu do veículo e agradeceu a carona. Amanhã seria outro dia.

Notas finais
Rssssssssss......Bjs no coração de cada um(a) e continuo aguardando as recomendações de vocês, para me animar e quem sabe postar durante uma semana inteira?!