Notas iniciais
Oi gente mais um cap quentinho, saindo do forno para vcs. Espero que leiam e que gostem. Leitoras e leitores queridos, comentem ok? E aqueles que ainda não recomendaram e que gostam ou que favoritaram a fic( mais de 500 leitores), por favor me dêem uma recomendação de presente...afinal recomendar é como sorrir, não custa absolutamente nada.

Cap. 60

–Um filho Bella?! Nosso bebezinho?! Deus... Isso é maravilhoso!Exclamei sem me importar com as lágrimas que escorriam pelo meu rosto. –Mas espere... Você disse que não tem certeza? Como assim?

–Eu estou atrasada Edward.

–Quantos dias?

–Não sei ao certo, mas saberemos em breve. Comprei dois testes de gravidez na farmácia lá no vilarejo e... Não a deixei completar a frase, esquecendo o quanto eu estava suado e precisando de um banho.

–E o que estamos esperando?! Vamos fazer o teste agora mesmo!

–Edward! Ela disse sorrindo e segurando minha mão.

–O que foi? Não quer saber agora? Não está curiosa para descobrir se nós vamos ser pais?!

–Claro que estou, mas não é assim que funciona.

Meu sorriso sumiu. Fiquei desapontado demais.

–Ah, não?!

–Não. Tem que ser a primeira urina da manhã; então teremos que esperar até amanhã, esclareceu.

–Sério? Isso é mesmo necessário? Questionei frustrado.

–Sim. Eu li as instruções.

–Tudo bem. Acho que não vou morrer se tiver que esperar até lá, emendei tirando meu chapéu e voltando para o quarto para deixá-lo sobre a cômoda. Ela me seguiu.

–Ainda quer tomar aquele banho? Perguntou.

–Sim. Muito.

–Aceita companhia? Meu sorriso ampliou.

–E desde quando eu recusei companhia feminina para tomar um banho?! Falei brincando. Ela me deu um pequeno murro em um dos braços.

–Outch! Você é pequena, mas tem força, gatinha.

–Isso é para você aprender a não me provocar, falou fingindo estar brava.

–Não sabe que eu te amo?

–Sei sim.

–Então porque se incomoda? Eu só quero você Bella. Eu sempre quis você.

–Eu sei, mas é que a fila atrás de mim é enorme.

–Fila? Do que está falando?

–Tânia, Jéssika e mais um bando de mulheres conhecidas e desconhecidas. Todas querem você, falou dando de ombros.

–Você fica linda quando está com ciúmes sabia?!

–Sinto que estou sendo observada por diversos olhares... E todas estão esperando que eu cometa um erro, que eu dê um passo em falso... E aí elas virão atrás de você. Como um bando de abelhas atrás do mais doce e delicioso mel...

Me senti “o cara”, mas eu não queria nenhuma outra mulher e aquilo era um fato. Eu tinha esperado por ela a minha vida inteira e esperaria por mais cem anos se fosse preciso.

–Hum... Se você está querendo inflar o meu ego está fazendo um ótimo trabalho minha linda, mas... –Fiz uma pausa proposital e segurei em seu queixo erguendo-o fazendo com que aqueles olhos lindos e misteriosos me fitassem fixamente -... Nenhuma mulher da face da Terra tem chance de me fisgar, porque você senhorita Swan roubou o meu coração anos atrás. Você me pertence assim como eu pertenço a você. É com você que eu quero passar o resto da minha vida, é você que eu quero amar a cada noite, é com você que eu quero ter meia dúzia de filhos e é só com você que eu quero brigar e fazer as pazes na cama trepando até não ter mais forças para andar. Ela corou totalmente e eu a puxei para os meus braços desculpando-me em seguida, pois eu estava realmente fedendo.

–E agora que tal aquele banho?! Perguntei puxando-a para o nosso banheiro sem esperar resposta. Era a hora do crepúsculo, o cair da tarde e o início da noite. Aproveitei para deixar as luzes do quarto, acesas enquanto o banheiro ficava na penumbra. Daqui a pouco aquele ambiente estaria apenas parcamente iluminado pela luz que entrava através da porta. Eu estava cansado e não sabia se meu corpo agüentaria fazer amor, mas eu queria que aquele banho fosse relaxante e muito especial. Assim tirei minha roupa rapidamente e ajudei-a com a dela. As peças se amontoaram numa pilha sobre o chão. Mais tarde nós levaríamos até a lavanderia. Percorri seu corpo perfeito com os olhos, desde os tornozelos até o rosto que eu tanto amava. Liguei o chuveiro regulando a temperatura da água deixando-a em pé em frente ao chuveiro e sorri, mesmo sem saber se ela conseguia ver. Beijei sua testa de leve. Ela deslizou com cuidado para dentro do chuveiro. Senti que ela relaxava ao contato da água quente, e lutei contra a vontade de colar meu corpo ao dela naquele mesmo momento. Eu teria que ser cuidadoso carinhoso e paciente, afinal meu filho poderia estar se desenvolvendo em seu ventre.

Segurei delicadamente deixando a água quente escorrer pelas suas costas. Ela suspirou longamente e u sorri satisfeito. Grande parte da tensão e do cansaço eram dissolvidos pelo calor e pressão da água, que estava bem forte. O ambiente se enchera de vapor, criando uma névoa densa, uma atmosfera sensual, mas também relaxante. Meu pau ainda não havia se manifestado embora eu soubesse que não ia demorar... Tê-la nua e tão próxima despertava meus instintos meio primitivos e minhas idéias pervertidas. Era um apelo muito forte. Para qualquer homem.

–Hum... Isso é tão bom, disse erguendo o rosto para a água.

–Você tem alguma idéia de como é irresistível? Perguntei, enquanto entrava no chuveiro, e me colocava entre ela e o jato de água, esquentando também meu corpo, relaxando com a ducha quente. Ela se virou, e ergueu a cabeça ao olhar para mim. Busquei seus lábios com os meus com gentileza. Ela correspondeu. O beijo foi lento, calmo, sem pressa.

Aproveitei que o beijo e alcancei o sabonete líquido que ela usava, apertando o frasco e colocando uma porção generosa nas mãos. Em seguida empurrei-a de leve, ajoelhei-me a sua frente e comecei a ensaboá-la. O corpo todo, de baixo para cima e voltando a descer. Ela suspirou quando meus dedos tocaram seus mamilos e aquilo começou a me excitar. Quando cheguei à bucetinha ela gemeu baixinho e meu pau vibrou, mas eu cerrei meus dentes determinado a manter o meu controle. Espalhei pelos grandes lábios, por toda a virilha e depois fui até aquele cuzinho delicioso, massageando-o. Ela suspirou. Algo entre o estar relaxada e excitada. Ignorei os apelos do meu corpo mais uma vez e a levei de volta para debaixo da água forte vendo-a deliciar-se novamente com o contato. Paguei o seu shampoo preferido e lavei seus cabelos com todo carinho e cuidado. Ela sorriu e deixou-se levar. Eu a estava mimando. Repeti a operação com seu condicionador e por último desliguei o chuveiro e peguei um frasco contendo óleo de banho e espalhei em minhas mãos, massageando-a inteira, dando atenção especial ao ventre, onde fiz questão de depositar muito beijos. Ela riu e acariciou meus cabelos durante o processo. O banheiro estava agora totalmente escuro e uma aura sexy começou a nos envolver.

Girei a torneira novamente levando para debaixo d’água fazendo com que o excesso do óleo escorresse pelo seu corpo. Ela não disse nada até que eu fechei o chuveiro novamente.

–Minha vez cowboy, falando e me fitando com um olhar malicioso.

–Como quiser, respondi sorrindo torto e vi que sua respiração ficou presa na garganta. Eu adorava a forma como ela reagia a mim.

Bella então começou uma lenta provocante e deliciosa tortura. Ela me ensaboou de cima até embaixo fazendo questão de ficar de cócoras com as pernas bem abertas enquanto ensaboava minha pelve e meu pau, me deixando ver suas dobras úmidas e quentes, me presenteando com a visão de sua buceta bem depilada, o meu paraíso. Eu realmente estava ficando sem ar... A respiração descompassada.

–Querida você não sabe o que está fazendo comigo, sibilei entre dentre.

–relaxe, Edward... Nós temos a noite toda, respondeu ficando agora atrás de mim e começando a ensaboar minhas costas, descendo para minha bunda. Trinquei o maxilar e tentei respirar fundo sentindo a maciez de seus dedos deslizando sobre a minha pele. Eu queria que aquele banho fosse calmo, relaxante, mas olhando para baixo e vendo meu pau duro como pedra eu sabia que estava tendo exatamente o efeito contrário.

–Eu queria muito relaxar, gatinha, mas você está me levando ao limite e o meu corpo está gritando por você, respondi segurando a respiração enquanto ela por trás alcançava minhas bolas e massageava-as. Porra... Aquilo era muito bom. Decidido a me deixar levar, assim como ela fizera comigo, eu fiquei completamente a sua mercê, enquanto ela continuava com os carinhos. Depois eu me baixei um pouco para que ela lavasse os meus cabelos como eu havia feito. Quando pensei que tudo havia terminado e me virei para fechar mais uma vez a torneira. Ela me impediu.

–Edward?

–Sim?

–Seus olhos estão fechados?

–Não, respondi.

–Poderia deixar a água ligada, fechar os olhos e virar de frente para mim? Pediu com a voz rouca.

–Sim, falei obedecendo. O que ela estava pretendendo? Pensei silenciosamente, mas já ansioso pelo que viria. Bella segurou em minhas mãos e me colocou numa posição em que a água ficava batendo nas minhas costas, mas a frente do meu corpo estava fora da ducha. Prendi a respiração esperando. Ouvi um frasco sendo aberto e senti o cheiro do óleo em minhas narinas. Em seguida senti suas mãos quentes no meu corpo. Uma nas minhas bolas e a outra na minha bunda. Meu pau deu um salto e Bella o abocanhou me fazendo gemer alto.

–Porra... Assim você vai me matar... Consegui dizer. Minha voz saiu estrangulada, diferente. Ela continuou a doce tortura enquanto eu projetava meu quadril mais para frente de encontro a sua boca. Então a mão que estava em minha bunda foi agora para frente e ela começou a me masturbar enquanto me chupava.

–Caralho Bella... Eu estou quase lá gatinha... Isso é tão bom... Deixe-me abrir os olhos... Deixe-me ver essa boca linda no meu pau... Pedi em doce agonia.

Ela gemeu alguma coisa e eu entendi como um consentimento, abrindo meus olhos em seguida vendo-a chupar com maestria. Sua boca subia e descia o toque aveludado da língua, o deslizar dos dentes e a massagem nas minhas bolas estavam me enlouquecendo... Quando senti meu pau encostar em sua garganta pela terceira vez não suportei mais e explodi numa avalanche de esperma dentro daquela boca deliciosa. Ela engoliu tudo e continuou com meu pau em sua boca, até que eu ainda trêmulo, segurei em seus ombros e a trouxe para cima, para junto de mim, apertando-a em meu braço, trazendo-a para debaixo as água morna novamente.

–Minha vez agora, falei sentindo meu corpo relaxado e o cansaço começar a me dominar.

–Não.

–Como não?

Ela não respondeu e alcançou a torneira fechando a água. Você está exausto, Edward. Vamos deixar o resto para amanhã.

–Mas isso não é justo! Bradei inconformado. Ela já havia pegado as duas toalhas, se enrolado em uma e estava começando a me enxugar com a outra. Aceitei. Realmente eu estava exausto. O cansaço físico e o mental sobrepujaram não só a minha fome por ela como também a que vinha do meu estômago.

–Você está cambaleando cowboy. Vamos nos deitar dormir e amanhã você pode dar o troco ok?

–Vou fazer você me pagar senhorita Swan, respondi enquanto ela me secava.

–Vou esperar por isso ansiosamente, respondeu rindo. Depois me deixei conduzir como uma criança até a cama. Bella afastou as cobertas e eu deitei puxando-a para mais perto. Foi à última coisa que fiz antes de cair em sono profundo.

Emmett

Abri a porta do quarto e Rose estava deitada na cama nua em pêlo, aquela bunda linda e enorme virada para mim. Meu pau latejou no jeans. Se eu continuasse assim ia acabar rasgando todas as minhas calças.

–Você demorou, falou suavemente.

“Opa! É a minha chance!” Pensei me aproximando mais.

–Cheguei amor, já estou aqui, respondei devorando aquela bunda linda com os olhos.

–Então o que está esperando?Vá se lavar e venha passar óleo em mim, garotão... Falou ronronando como uma gata no cio. Juro que nunca tomei um banho tão rápido na minha vida. Eu devia entrar para o guiness book! Em menos de cinco minutos eu já estava nu e ao lado dela na cama doido para espalhar o óleo naquele corpo magnífico e depois foder até não poder mais me agüentar em pé. Ela me viu, olhou fixamente para o meu pau, sorriu e me deu as costas. Despejei o óleo sobre a pele alva, passei um pouco nas mãos e comecei aquela tarefa maravilhosa e deliciosa. Aproveitei para enfiar um dedo naquele cuzinho apertado e agora muito cheiroso. Ela gemeu. Eu sorri excitadíssimo. Quando eu acabei ela pegou uma caixa de lanços umedecidos e limpou minhas mãos, virando-se agora de gente para mim, dobrando os joelhos e afastando as pernas. Sorri malicioso passando a língua pelos meus lábios. Eu sabia exatamente o que a minha loira queria...

Não suportando mais me privar daquele delicioso prazer, arrastei meus dedos para aquela buceta quente e úmida beliscando voluptuosamente seu clitóris inchado e latejante. Rose gemeu alto. Seus gemidos eram como a mais sublime música... Meus dedos mudaram rapidamente deixando meu polegar massageasse seu clitóris, enquanto o dedo médio a penetrava profundamente. Minha mulher arqueou as costas investindo seus quadris contra a minha mão... Ela queria mais e eu também, mas tinha que ser delicado... Já pensou se minhas filhas vissem o meu pau dentro da barriga da mãe delas?! Eu não queria nem pensar naquela possibilidade... Se eu pensasse ia ficar apavorado e brocharia pela primeira vez na minha vida. E Emmett Cullen se recusava a brochar!

Meu dedo começou a entrar e sair daquela gruta molhada enquanto Rose gemia sem parar. Os gemidos que ela dava iam diretamente ao meu pau que se tornava mais rígido e mais pulsante. Trinquei os dentes adicionando mais um dedo agora enquanto o polegar esfregava o botãozinho inchado. Rose arqueou ainda mais as suas costas, jogando sua cabeça para trás na cama, expondo o pescoço suave, feminino e perfumado. Sua boca entreaberta, a respiração arquejante, gemendo e suplicando por mais, enquanto seus quadris ávidos e ansiosos vinham cada vez mais na direção da minha mão.

Caralho... Aquela pressão em torno dos meus dedos, o calor, a umidade, o cheiro do seu doce mel... Aquilo quase me levou a loucura, cacete!

–Céus, Emmett... Mais... Eu preciso de mais... Eu...

Dizia arfando, torcendo o lençol com as mãos, suando e tremendo levemente. Tentei balbuciar alguma coisa, mas foi em vão. Continuou minhas investidas, sentindo mais uma vez suas paredes apertarem os meus dedos. Rose estava caminhando para o orgasmo.

Nesse momento peguei meu pau e comecei a me masturbar enquanto continuava a fodê-la com meus dedos. Um grito de luxúria, desejo e volúpia, escapou da garganta dela, fazendo com que eu aumentasse mais a velocidade no meu pau que pulsava latejando... O líquido pré-seminal já despontava e aproveitei para lubrificar da ponta até o eixo, continuando a penetrar minha mulher com dois dedos, seguindo com os movimentos incessantes nos dois órgãos sexuais...

Rose gemeu libidinosamente e aquilo foi a gora d’água para mim... Esfreguei sem piedade meu dedão em seu clitóris vendo-a ser sacudida pelo poderoso e violento orgasmo enquanto eu encostava meu pau em sua coxa roliça e gozava pra caramba sentindo seu calor gritando em minha mão, seu mel delicioso escorrendo por suas coxas... As minhas pernas tremiam o calor daquele corpo agora estava se esvaindo... E eu sacudi a cabeça sem entender o que estava acontecendo...

Senti uma coisa macia e fofa encostada ao meu pau. Uma mão apertava em torno do meu pênis todo lambuzado. A outra... Forcei meus olhos tentando abri-los e quase engasguei. Eu estava na sala. Mais precisamente no sofá! Minha outra mão apertava a porra de uma almofada. A preferida da Rose.

Puta merda! Eu havia adormecido no sofá da sala e não havia nem sinal da Rose. Olhei em volta. A casa estava mergulhada no mais absoluto silêncio. Olhei para baixo e almofada de seda chinesa com estampas africanas estava coberta de esperma. Eu estava frito! A Rose ia me matar se visse aquilo! Respirei profundamente e levantei procurando meu relógio que estava sobre a mesa de centro: Eram quase 04h00 da manhã. Minhas calças caíram quase me fazendo tropeçar. Suspirei frustrado e resignado. Tudo não passara de mais um fodido e maldito sonho!

Irado peguei a porra da almofada toda melada, ergui minha calça, fechei o zíper e fui até a área de serviço pegar um saco preto e esconder a almofada que eu mandaria lavar depois sem que ninguém visse ou desconfiasse de nada. Caralho! Eu estava muito, muito ferrado mesmo! Se aquela greve de sexo continuasse por mais três dias que fossem eu ia precisar no mínimo de uma boneca inflável!

–Droga!

Exclamei alto olhando para cima. Depois de levar a prova do crime para o meu carro e colocar na mala, voltei para casa disposto a fazer um pouco de exercício físico. Quem sabe uma boa sessão de natação não acalmava meu desejo insaciável por sexo?! Eu iria exercitar meus músculos, ficar cansado e pensar em outras coisas como comida por exemplo. E o meu estômago ainda iria agradecer... Satisfeito, fui até o banheiro do andar de baixo me lavar e depois caminhei nu até a piscina coberta. Não tinha ninguém ali àquela hora mesmo, então eu não precisava me incomodar em vestir nada.

CONTINUA...

Notas finais
Rsssssssss...esses sonhos do Emmett ainda vão colocá-lo numa roubada....Bjs meus amores.