Notas iniciais
Oi meninas e meninos...demorou mas aqui estou eu, viva, graças a Deus e apesar do corre corre da minha vida maluca.....Rssssssssssssssss.....acabei de terminar o cap e estou postando. Por favor galera leiam e comentem ok? É tudo que esta autora aqui pede a cada um (a) de vcs.... XERO GRANDE!!!!!

Cap. 61.

Bella acordou sentindo um cansaço fora do normal e atribuiu tal fato à gravidez. Embora não tivesse confirmado ainda, seus instintos e a velha, infalível e famosa intuição feminina lhe diziam que carregava em seu ventre um filho de Edward Cullen. “Ou filha” pensou lembrando o espanto que Emmett fizera ao saber que seria pai de gêmeas, sem conseguir deixar de sorrir. Tateou a cama em busca de Edward e não o encontrou, sentando-se na cama abruptamente. De imediato a tontura lhe atingiu e também a inevitável náusea, forçando-a a respirar profundamente, fechar os olhos alguns segundos e segurar na cama com força. Parecia que tudo a sua volta girava. Minutos depois correu em direção ao banheiro para vomitar, debruçando-se sobre o vaso sanitário.

Algum tempo depois quando percebeu que não havia mais nada em seu estômago que pudesse ser colocado para fora, ergueu-se do chão, deu descarga e caminhou para a pia observando seu reflexo pálido e abatido no espelho. Abriu a torneira, lavou o rosto com água e sabonete, escovou os dentes em seguida e retornou ao seu quarto pegando os dois testes de gravidez que havia comprado e voltando para o banheiro. Leu todas as instruções pela milésima vez e fez tudo exatamente como diziam. Se estivesse grávida a duas listras de cada um dos testes deveria ficar cor de rosa claro, podendo variar e ficar um tom de rosa mais escuro. Esperou os três minutos pedidos, ansiosa, e o seu sorriso alargou-se quando percebeu que as tiras haviam ficado praticamente cor de vinho. Em ambos os testes de marcas e fabricantes diferentes. Sim, definitivamente estava grávida de Edward, agora era só uma questão de ligar para o médico, marcar uma consulta e confirmar com um teste sanguíneo, apenas de praxe. Feliz demais vestiu um penhoar de seda sobre o corpo ainda nu e desceu as escadas à procura dele louca para contar a novidade. Na metade dos degraus avistou Edward dormindo apenas de cuecas no sofá, um braço sobre os olhos, o outro dobrado sobre o abdome, a respiração compassada e profunda. Seu coração aqueceu. Ela desceu e aproximou-se observando o prato e o copo sujos sobre a mesa de centro. Com certeza ele acordara na madrugada morrendo de fome e descera para fazer um lanche, já que dormira sem comer nada devido à exaustão. Acariciou de leve os cabelos acobreados e beijou-lhe a testa suavemente sentindo o seu cheiro másculo invadir suas narinas ameaçando consumi-la. A familiar e conhecida sensação de fagulhas elétricas dançou sobre a sua pele e se concentrou numa necessidade palpitante que rasgou num tremor reverberando entre as suas pernas, excitando-a. Suspirando afastou-se respirando para acalmar-se. Ele havia tido um dia duro ontem e ela queria que ele se recuperasse totalmente. Decidiu não acordá-lo, pelo menos por enquanto. Voltou ao quarto, pegou tudo o que precisaria e tornou a descer encaminhando-se agora para a hidromassagem, onde tomaria um bom e relaxante banho de banheira que com certeza a deixaria revigorada o restante do dia. Quando terminasse faria o café da manhã para os dois e só então acordaria Edward e contaria a ele que daqui a alguns meses seriam pais. Assim como a Rose e o Emm.

Regulou a temperatura da água, jogou algumas gotas de óleo perfumado e preparou-se para tomar o banho. Lavou seus cabelos, hidratou-os, passou sabonete e... Parecia que a porta da frente havia sido aberta. Desligou os jatos d’água e chamou por Edward, mas não obteve resposta. Assim achou que estivesse ouvindo coisas ou que havia se enganado. Em seguida saiu da água, secou-se, esvaziou a banheira e vestiu-se com capricho, penteando seus cabelos em seguida deixando-os soltos pelas costas. Sorriu para a imagem refletida no espelho, gostando do resultado. Calçou seus chinelos favoritos e dirigiu-se à cozinha devagar, sem fazer barulho. Achava que seu futuro marido ainda dormia e só queria acordá-lo quando preparasse uma apetitosa bandeja com o café da manhã.

Abriu a porta da cozinha e andou alguns passos esticando o pescoço em direção à sala. De início os corpos unidos no sofá não fizeram sentido e ela os fitou sem entender o que estava acontecendo ali. Então, o choque fez com que se apoiasse no batente que separava a cozinha da sala, para não cair. Tânia estava no sofá da sala com Edward, sobre ele para ser mais precisa o braço macio rodeando-lhe o pescoço, a boca colada à dele, as mãos abraçando-o. A blusa dela estava totalmente aberta, o sutiã rendado vermelho exposto e Edward segurava-lhe os cabelos.

Bella sacudiu a cabeça sentindo os olhos úmidos e tentou raciocinar. Finalmente conseguiu ver claramente o que acontecia. Edward estava empurrando Tânia, tentando afastá-la. Afinal, conseguiu e resmungou irritado:

–Quer parar com isso, Tânia?! Deixe-me em paz de uma vez!

Ao ouvir a voz de Edward rejeitando aquela mulherzinha baixa e vulgar, as emoções contidas explodiram de forma incontrolável dentro de Isabella. Em três passos ela estava ao lado deles. Agarrando a gola da blusa da rival e ex-amante de seu noivo, afastou-a do corpo de Edward com um safanão. A raiva fazia com que se sentisse mais forte do que era.

–Essa história acaba aqui, Tânia Denali!

–O que está fazendo?! Ficou maluca?! — gritou Tânia enquanto Bella pelos cabelos a arrastava para a porta. Sem dizer uma só palavra, Bella jogou-a na rua, na direção do seu carro, batendo a porta atrás de si, sem ligar para Edward que a chamava sem parar desesperadamente. A tentação de empurrar Tânia com o rosto para baixo, para que enfiasse a cara na terra do jardim era imensa, mas conseguiu resistir. Apesar dos gritos histéricos da outra mulher, Bella arrastou-a até a porta do seu carro esporte e só então a soltou. Tânia cambaleou e quase caiu, encostando-se ao carro ofegante.

–Cale-se e escute bem: Tânia assentiu ainda atordoada. – Você foi avisada. Carlisle lhe avisou para ficar longe de Edward, ele próprio lhe avisou. Disse para ficar longe de nós, para nos deixar em paz. Estamos noivos, vamos nos casar e ele não quer mais nada com você! Vocês tiveram um caso e este acabou. Quer que eu soletre?! A-C-A-B-O-U!! Edward Cullen é meu e não permitirei que fique atrás dele, você entendeu bem?! Agora arrume as suas coisas e suma de Breaking Dawn para sempre!

–Como assim sair daqui?! Eu trabalho para o pai dele esqueceu?! — Tânia parecia amedrontada, os olhos cor de violeta, arregalados.

–Trabalhava. Você está demitida!

–Você não pode me despedir! Berrou temerosa.

–Não só posso como já fiz! Disse Bella avançando na direção da outra, abrindo a porta do carro e empurrando-a para dentro.

–Sua louca! Pare com isso! Está me machucando!

–Devia ter pensado nisso antes de vir na minha casa atrás do meu noivo!

–Carlisle não vai aceitar isso Isabella! Eu sou a melhor secretaria que ele já teve! Eu não vou embora!

–Vai sim! E fique sabendo que ele jamais vai preferir uma vagabunda sem caráter como você ao filho e a nora dele! Depressa, Tânia segurou a mão que lhe empurrava fitando Bella diretamente.

–Não me culpe! Você sabe perfeitamente que Edward jamais se contentou com uma mulher apenas. . .

–Ordinária! Saiba que eu sou mulher suficiente para segurar o “meu homem” e que a partir de agora ele terá que se contentar só comigo e com mais ninguém entendeu?! E não tente dizer que ele lhe convidou, pois eu ele estava profundamente adormecido quando eu fui tomar banho!

Vendo-se encurralada, Tânia então começou a chorar. Bella fitou o rosto bonito sem sentir um pingo de pena. Aquela mulher era uma oportunista e manipuladora ao extremo. Ela sabia jogar o seu charme e iludir os homens para tirar proveito disso. E também utilizava a sua profissão e competência para usar as coisas em seu favor. Sempre.

–Vá embora daqui Tânia ou eu serei obrigada a quebrar cada um dos seus ossos da próxima vez. Os olhos dela quase saltaram das órbitas.

–Como assim?! Vai usar de violência?! Isso não leva a nada! Balbuciou percebendo pela primeira vez que Bella não era tão frágil como parecia.

–Fiz aulas de defesa pessoal em Washington, não lhe disseram?! Ela balançou a cabeça devagar engolindo em seco. –E tenha certeza absoluta que vou usar cada um dos golpes que aprendi para desmontar seu corpo inteiro começando por essa sua cara de vadia no cio se tiver a ousadia de colocar os seus pés mais uma vez aqui na fazenda.

–Tudo bem, Isabella, sei reconhecer quando sou derrotada. Eu vou embora assim que juntar os meus pertences.

–E não espere ser convidada para o casamento, porque não vai!

– Casamento? — perguntou lívida. — Está muito segura de si, não é?

Bella sorriu amplamente.

–Tenho muitos motivos para isso. Agora vá de uma vez!

Tânia não esperou que Bella falasse novamente. Girou a chave na ignição, deu a partida no motor e saiu levantando uma nuvem de poeira enquanto o carro desaparecia sob o olhar vigilante de Bella. Edward já havia pedido sua mão em casamento e agora que estava grávida, eles teriam de correr com os planos. Talvez irem até Las Vegas não fosse uma má idéia... Eles se amavam e agora uma criança viria para selar e abençoar essa união. Jamais permitiria que outra mulher compartilhasse a cama dele... Não enquanto vivesse. Decidida virou-se na direção da casa quando a porta foi aberta de supetão e Edward saiu tropeçando em seus próprios pés, tentando vestir a calça e correr ao mesmo tempo. Bella parou olhando para a cena cômica, mas ao perceber que as lágrimas desciam pelo amado rosto de anjo sedutor, sentiu um bolo formando-se em sua garganta.

–Edward! Gritou chocada. Ele fitou-a e correu em sua direção tropeçando e quase caindo. Bella correu para ampará-lo e os dois quase foram ao chão. Edward a segurou com força, quase a impedindo de respirar.

–Edward! Repetiu assustada.

–Meu Deus! Você está aqui... Gemeu apertando-a contra o corpo forte e esguio.

–E onde mais eu estaria? Falou com a voz abafada. Ele praticamente a estava sufocando com seus braços em volta do corpo feminino e a força que usava.

–Não vá. Por favor, não me deixe outra vez... Eu posso explicar tudo. Apenas não me deixe outra vez... Não vá embora daqui... Pediu enquanto agarrava-se a ela em desespero.

–Edward, calma... Assim você está me machucando...

–Eu não posso deixá-la partir, Bella. Não pude vestir-me depressa. Tive medo que tivesse indo embora novamente, que eu nunca mais a visse.

–Edward, por favor...

–Não vou conseguir sobreviver sem você... Acho que eu morreria desta vez...

–Eu não vou a lugar nenhum, cowboy; agora será que nós dois podemos entrar e conversar? Falou sentindo a garganta seca.

–Não vai embora?

–Não.

–Eu escutei direito? Você não vai me deixar?

–Sim, você escutou muito bem. EU NÃO VOU EMBORA, repetiu pausadamente.

–Promete?

–Prometo, assegurou fitando-o com carinho. Edward sempre dava um jeito de surpreendê-la. Pensar que ela iria embora e o deixaria... Ainda mais estando grávida de um filho dele... Ele era realmente uma cixa de surpresas. E isso acontecia mesmo nas situações mais inesperadas.

–Bella? Questionou inseguro. Ela respirou fundo e ergueu o queixo fitando-o diretamente. Ele veria a verdade estampada nos olhos chocolate.

–Eu juro que nunca mais o deixarei. Nunca mais. Mas agora... Por favor, meu amor, vamos entrar está bem? Edward relaxou os seus braços em torno dela e Bella sentiu os joelhos se dobrarem. Caminharam juntos, abraçados e emocionalmente esgotados até o sofá.

–Eu precisava detê-la, repetiu. Eu estava dormindo aqui no sofá porque não queria acordá-la... Fiz um lanche de madrugada, acordei moreendo de fome, meu estômago reclamando e achei melhor dormir aqui... De repente acordei com Tânia em cima de mim... Sei o que parecia, mas eu estava tentando fazê-la parar. Não estava fazendo muita força porque não queria machucá-la. Apesar de não valer um centavo ela é mulher e eu não bato em mulheres. Você acredita em mim amor?!

–Claro que acredito. Não sou tão idiota assim. Ela já tinha sido avisada para ficar longe de você e quando os vi... Nossa! Eu... Eu fiquei fora de mim. Ela vai embora hoje ou então nós é que vamos.

–Então acredita em mim?

–Lógico. Eu confio em você, Edward, completou sorrindo.

–Não vai me deixar?

–Não.

–Então, por que me deixou aqui gritando como um maluco para que voltasse?! Perguntou secando as lágrimas com as costas das mãos. — Não me ouviu?! Eu quase fiquei louco quando você saiu daqui agarrando Tânia pelos cabelos. Gritei como um desesperado! Achei que não quisesse me ver nunca mais, que eu tivesse traído você... Senti que a minha vida estava indo embora por aquela porta.

–Se você quisesse a Tânia ou qualquer outra mulher, porque me pediria em casamento?!

–Por que eu te amo, respondeu sem titubear. Você é a única mulher com quem eu me importei de verdade, a única que eu amei desde a minha adolescência e a única que vou amar até o dia da minha morte.

–Talvez eu não seja a única que você vai amar cowboy, falou sorrindo. Ele estreitou os olhos, puxando-a para mais perto.

–O que está dizendo? Havia chegado o momento, pensou Bella. Tinha que dar o primeiro passo e contar a grande novidade.

–Estou grávida, Edward. Os olhos dele abriram-se em choque e depois o sorriso ampliou-se até que ele sem conseguir se conter gritou de tanta felicidade, inclinando-se sobre ela e depositando diversos beijos em toda a extensão do seu ventre coberto pela fina camisa branca.

–Jura Bella? Nós vamos mesmo ter um bebê?!

–Sim, meu amor. Os dois testes confirmaram e agora nós temos que marcar uma consulta com o ginecologista e fazer um exame de sangue de rotina.

–E o que estamos esperando?! Vamos logo resolver isso! Temos que nos casar o quanto antes, preparar um quarto para o bebê, contar aos meus pais e ao Charlie que eles vão ser avós, nossa... É muita coisa para fazer de uma vez só...

–Calma Edward vai dar tudo certo. No momento eu tenho apenas um pequeno probleminha, falou olhando fixamente para os olhos verde jade que se arregalaram espantados.

–Problema? O que foi agora Bella?! Está sentindo alguma coisa?!

–Sim, respondeu tranqüila. Ele deu um salto do sofá, ficando de pé à sua frente, segurando as mãos delicadas entre as suas apenas e calejadas do trabalho no campo.

–O que você está sentindo coração? Quer que chame um médico? Posso ligar para minha mãe ou para a Rose, afinal ela também está grávida e pode nos ajudar...

–Edward...

–O que? O que foi?!

–Respire fundo, por favor, e me escute ok?

–Sim, claro. O que você quiser.

–Eu e o nosso filho ou filha estamos com fome. Apenas isso... Agora relaxe e vamos até a cozinha tomar o nosso desjejum.

–Bella?

–Sim?

–Jura que não está me escondendo nada?

Ela sorriu antes de responder.

–Juro.

–Jura que está se sentindo bem? Que não está dizendo isso apenas para que eu me acalme? Você passou um estresse da porra com aquela vagabunda...

–Eu estou bem, Edward. De verdade.

–Promete que se sentir qualquer coisa vai me dizer? E que não vai me esconder nada? Especialmente em relação ao bebê?!

–Juro e prometo. Você tem a minha palavra. Agora pelo amor de deus vamos comer alguma coisa ou eu vou acabar passando mal de verdade. Ele apressou-se em correr em direção à cozinha onde abriu a geladeira e já foi tirando o leite e os ovos para fazer uma generosa porção de panquecas. Bella aproximou-se o abraçando por trás, encostando seu rosto nas costas firmes.

–Eu jamais irei deixá-lo, Edward. Eu te amo.

–Eu também te amo muito gatinha.

–E agora nós seremos três.

–Sente-se e deixe-me alimentar vocês dois.

–Não quer ajuda?

–Não. Hoje eu vou mimar você o dia inteiro. E cozinhar faz parte do plano, respondeu rindo.

–Hum... Acho que estou gostando muito dessa idéia.

–Que bom, pois vai precisar de forças depois.

–Vai fazer amor comigo aqui na cozinha? Perguntou sorrindo de forma sedutora.

–Não vou lhe arrastar para o consultório do médico e em seguida para o cartório. O nosso dia vai ser muito corrido Sra. Cullen... Explicou.

–Mas com certeza vai valer à pena, ela emendou. Ele piscou um olho.

–Pode apostar que sim.

CONTINUA......

Notas finais
Toma Putânia! Finalmente a vagaba teve o que merecia...... Bjs meus amores e até p próximo cap.