Notas iniciais
Oi meus amores, tudo bem com vcs? Aqui está amis um cap saindo do forno, quentinho, especialemnte para vcs. Por favor, leitores e leitoras do meu coração, Leiam e comentem ok? As fics sem comentários não existem. Bjs e vamos ao cap!

Cap. 62.

Edward andava de um lado para o outro da recepção do laboratório enquanto eu disfarçava meu sorriso. Ele estava muito impaciente. Eu havia colhido sangue para fazer o Beta Hcg, que confirmaria minha gravidez, mas era apenas para levar o resultado até o médico... Lá no fundo eu tinha certeza de que estava esperando um filho dele. Observei que as recepcionistas o observavam disfarçadamente, mas não me importei, afinal de contas ele era insanamente lindo e havia me escolhido, por isso, quem quisesse que olhasse. Olhar não tira pedaço mesmo...

Quando chegamos uma delas arregalou os olhos e fitou-o de cima a baixo, mas assim que percebeu o cuidado dele comigo, corou envergonhada e baixou a cabeça. Deu-me uma enorme vontade de gargalhar. Já a que fez a minha ficha mostrou bastante profissionalismo e se achou o meu noivo deslumbrante, disfarçou bem. Já a terceira moça, tropeçou em seus próprios pés e engasgou quando colocou os olhos azuis sobre ele, mas eu sorri e fiz de conta que nada havia acontecido. Era o efeito que ele causava no sexo oposto. Ele deslumbrava todas as mulheres, independente da idade e no momento Edward parecia alheio a tudo isso. Já fazia algum tempo que nós estávamos esperando quando chamaram o meu nome. Ele adiantou-se para pegar o resultado trazendo-o o envelope até mim com o olhar super ansioso.

–E então?

–Pode abrir meu amor, respondi calmamente. Ele rasgou o invólucro em dois tempos e começou a ler. Antes que terminasse seu sorriso torto estampou em sua face e ele me beijou feliz. Retribui com prazer. Ele tinha o poder de me deixar fraca e sabia disso.

–Você está grávida minha linda, falou por entre o beijo. –Nós vamos ser pais!

–Está feliz? Perguntei já sabendo a resposta.

–Demais. Agora é só espalhar a boa nova, falou segurando na minha mão e ajudando-me a levantar.

–Ok. Ligue para a sua mãe que eu vou ligar para o meu pai.

–É para já! Respondeu enquanto saíamos pela porta do laboratório de mãos dadas.

Algum tempo e muitos telefonemas depois...

–Emmett apostou comigo que vai ser uma menina, Edward disse sorrindo.

–E se não for?

–Ele vai ter que me dar seu cavalo favorito.

–Edward!

–Quem manda meu irmão ser um idiota?! Foi ele quem sugeriu a propósito.

–Será que vocês dois não vão tomar jeito nunca?! Mas que droga!

–Não se estresse. Você está grávida esqueceu?! Irritar-se assim não faz bem para o bebê, falou como se estivesse ralhando com uma criança. Contei mentalmente até vinte e respirei profundamente antes de continuar aquela conversa.

–O que papai disse que fez você dar risada?! Perguntei.

–Que arrancaria o meu couro fora do corpo se o neto dele nascesse ilegítimo, respondeu sorrindo amplamente. Revirei os olhos, resignada.

–Homens! Não estamos mais no tempo das cavernas sabia?! Podemos ter o bebê e casar depois. Qual é o problema?! Muitos casais fazem isso! Exclamei reclamando.

–Nós não.

–E porque não?! Questionei cruzando os meus braços, irritada.

–Por que eu quero que você seja minha oficialmente o mais depressa possível!

–Não prefere esperar um pouco? Vamos ter que organizar as coisas para o quarto do bebê, fazer o enxoval...

–Não. Podemos ir a Las Vegas se você quiser, para mim não importa. Eu só quero que seja oficial. Quero que todos saibam que você é minha, disse carinhoso e eu quase me derreti. Como eu poderia resistir a um pedido daqueles?! Edward tinha o rosto magnífico e perfeito como o de um anjo, mas era sedutor e envolvente como um demônio.

–Tudo bem então. Vamos pensar mais um pouco se vamos mesmo a Las Vegas ou se fazemos um casamento rápido no cartório só com a nossa família.

–E a Alice. Não se esqueça dela.

–Se eu esquecesse acho que ela me mataria, respondi rindo sabendo que ela realmente não me perdoaria se eu não a chamasse para organizar o casamento. Mas como ela seria a madrinha do bebê, se nós resolvêssemos ir mesmo à Las Vegas, eu certamente seria perdoada logo. Pelo menos eu esperava que fosse assim...

–Vamos para casa?

–Sim. Quero ficar um pouco a sós com você antes de ter que dividi-la com o resto da família.

–Hum... O que exatamente tem em mente Edward Cullen? O que está se passando por essa sua cabecinha pervertida? Ele sorriu e piscou um olho.

–Você se assustaria se eu lhe contasse gatinha. Sorri aproximando-me dele no banco e encostando a minha cabeça em seu ombro. Esta era uma das vantagens da caminhonete. Com o volvo nós estávamos sempre separados, um em cada banco. Assim que chegamos em casa, ele me carregou nos braços e me colocou sentada delicadamente no sofá. Engoli em seco pensando no que acontecera mais cedo naquela manhã, no mesmo sofá. Ele percebeu, trancou a porta e voltou para perto de mim, sentando ao meu lado.

–Esqueça Bella. Já passou. Agora somos só nós três.

–Era aqui que ela estava em cima de você, falei sem expressar nenhuma emoção.

–Este é o nosso sofá, da nossa sala na nossa casa. E eu vou fazer amor com você aqui para te provar que aquilo não significou nada. É você que eu quero, é você que eu amo, é com você que eu vou casar e passar o resto da minha vida.

Fechei os olhos diante do argumento incontestável. O que mais eu poderia dizer ou querer. Segundos depois ele começou a me beijar.

–Hum...

–Esse sofá é muito macio... Pensei em ter você aqui debaixo do meu corpo quando decidi comprá-lo.

–Edward... Vamos para cama... Pedi baixinho.

–Hum... Daqui a pouco, respondeu levando as mãos até os meus seios me fazendo arfar. Seu toque era lento, preciso e terno. E eu amei cada segundo. Minutos depois começamos a desabotoar as nossas roupas e os toques se tornaram mais íntimos e ousados até que...

A porta da frente vibrou com uma batida ressonante, que foi logo seguida por uma praga dita por Edward.

Mas que diabos?!

Tratei de me recompor o mais depressa possível enquanto ele se encaminhava para a porta, furioso, sua camisa completamente aberta. Em dois tempos a porta da frente foi aberta com força e Erick York e Ângela surgiram diante dos nossos olhos.

–Oi.

Edward respirou profundamente.

–Não é uma boa hora, gente, falou tentando controlar a respiração.

–Ham... Precisamos de vocês, Erick falou enquanto Ângela corava de forma violenta.

–Há algum incêndio nos estábulos? Edward perguntou com cara de poucos amigos.

–Não.

–Morreu alguém?

–Ainda não.

–Como assim?!

–Então boa noite, disse com secura.

Céus... Eu estava sentada e morrendo de vergonha. Resolvi agir.

–Edward porque não deixa que eles entrem e falem o que os trouxe até aqui?!

Ele me fitou como se estivesse olhando para um alienígena. Sorri reforçando o meu pedido.

–Obrigada, Bella. Realmente nós precisamos muito de vocês e desculpem se nós... Interrompemos alguma coisa, York emendou observando o meu rosto afogueado.

–É para isso que servem os amigos, respondi sem olhar para Edward.

–Bom... O que nos traz aqui é... É uma questão de vida ou morte.

–Como?

–O que houve?

–Eu fugi com o Erick, Bella. Temos que casar hoje à noite ou o meu pai é capaz de nos matar, disse Ângela timidamente. Suspirei longamente. Eu conhecia muito bem o pastor Weber e sabia o quanto ele era antiquado. Ângela estava coberta de razão em temer o pai.

–Ele não aprova o nosso relacionamento por que...

–Eu estou grávida, ela disse dando um sorriso tímido.

–Ângela, meus parabéns!

–Parabéns York,

–Obrigado, Edward.

–Obrigada amiga, mas agora tenho que casar com o Erick o mais depressa possível e tentar convencer papai a nos aceitar...

–Desculpem pela intromissão, mas nós não conseguimos pensar em mais ninguém para nos ajudar além de vocês.

–Não se preocupem, vai dar tudo certo. E a propósito, nós também estamos grávidos...

–Mas que notícia maravilhosa!

–Parabéns meu chapa! Vai ser uma enxurrada de crianças aqui na fazenda...

–Com certeza.

–O que vocês pretendem fazer exatamente? Questionou Edward voltando ao seu normal.

–Queremos ir a El Paso e precisamos que vocês vão conosco. Para serem as testemunhas.

–El Paso?

–Sim. Queremos casar logo. Lá encontraremos um Juiz de Paz, casamos e ficamos para a lua de mel, enquanto vocês trazem o carro do Erick de volta, disse Eric com um sorriso bobo no rosto, acenando com a cabeça.

–Podem contar conosco, eu falei animada.

–Edward? Perguntou Ângela incerta.

–Claro que sim, Ângela, será um prazer ajudar vocês.

–Ótimo, então vamos nos apressar porque a viagem é meio longa.

–Certo.

Discutiram um pouco sobre o assunto, tomaram algumas decisões e vinte minutos depois estavam os quatro saindo pela porta da frente. Na estrada não havia muita coisa a não ser areia, cactos e alguns animais como coelhos e raposas, mas aquilo era diferente de tudo que Bella já havia feito anteriormente; gostava muito de Ângela e estava feliz por ela e Erick terem finalmente se acertado.

–Acho que pegamos tudo, disse Ângela conferindo a pequena mala e os seus documentos.

–Não esqueça o champanhe, emendou Edward.

–Vamos logo, então. Eu não vejo à hora de você se tornar a Sra. Erick York, Angie, falou puxando-a mais para perto de si quando alcançaram o carro dele. Em seguida os dois se beijavam com ardor.

–Gente.

Bella disfarçou um sorriso.

–Gente, olha, eu acho melhor eu ir dirigindo enquanto vocês namoram no banco de trás do carro. O que acham?

–Adorei a idéia, Edward. Obrigada, falou Ângela rindo com o entusiasmo do seu futuro marido.

–Valeu Edward.

–Não tem de que. Amigos são para isso mesmo, respondeu dando de ombros.

–Além do mais com o meu noivo na direção tenho certeza de que nós estaremos lá na metade do tempo, Erick, Bella disse gracejando.

–Sabe que para calar essa sua boquinha atrevida eu vou ter que tomar medidas drásticas, carinho?! Retrucou puxando-a para os seus braços e beijando-a até deixá-la sem fôlego. Bella piscou desorientada enquanto o outro casal ria deles dois.

–Tempo! Brincou Erick como um juiz numa luta de Box.

–Nossa... Eu estava mesmo precisando de um pouco de ar... Gaguejou Bella arquejando. Depois de algumas risadas, eles colocaram as bagagens na mala do Lincoln prateado e entraram no carro, acomodando-se nos lugares, afivelando os cintos. Edward então deu a partida no motor que roncou suavemente e em seguida eles partiram. Olhando pelo retrovisor Edward falou malicioso:

–Fiquem à vontade.

–É o que nós pretendemos, completou Erick retribuindo o sorriso, deixando-se cair sobre o banco e levando a futura esposa consigo. Edward riu alto com a desinibição do casal e olhou para Bella que estava corada.

–Acho que isso é tudo que nós vamos ouvir deles durante a viagem, gatinha, disse enquanto conduzia o carro na auto-estrada. Minutos depois o carro deslizava sobre a faixa central da estrada e comia os quilômetros tranquilamente com uma velocidade igual e às vezes superior a 120 Km/h, mas Bella não se incomodou, sentindo-se segura ao lado do homem que amava. Ela sempre soubera que velocidade era uma das paixões de Edward, desde que ele era um adolescente. Podia ver os faróis dos outros veículos mesmo estando longe deles, e não havia praticamente nada na paisagem para bloquear suas visões.

–Eu estava pensando... Ele sussurrou.

–Em que?

–Não quer aproveitar a nossa ida a El Paso e casar comigo lá?! Perguntou dando o sorriso torto que sabia que ela tanto amava. Bella perdeu-se momentaneamente naquele sorriso devastador.

–Hum... Não sei.

–Por quê? O que nos impede?

–Acho que estaríamos nos metendo num momento que pertence a eles dois e a mais ninguém, respondeu baixinho. Edward refletiu um pouco e depois concordou com um gesto de cabeça. Ele ligou o rádio numa estação que tocava músicas suaves e românticas, sendo interrompidas apenas por uma voz feminina e modulada que informava à hora e as condições do tempo na região.

–Está confortável? Perguntou depois de um breve silêncio.

–Sim, Bella respondeu suspirando.

–Com sono?

–Não muito.

–Então porque está tão quieta?

–Apenas pensando.

–Em que?

–Em como a minha vida mudou em menos de um ano.

–E isso é ruim?

–Não, Edward, é maravilhoso.

–Fico feliz em ouvir isso, respondeu rindo e piscando um olho de modo travesso. –Venha mais para perto, pediu. Ela obedeceu e aproximou-se encostando à cabeça ao ombro masculino.

–Assim está melhor.

–Concordo.

–Por que não tira um cochilo? Eu li em algum lugar que mulheres grávidas vivem com sono, retrucou, segurando uma de suas mãos e levando-a até os lábios firmes, beijando cada um dos seus dedos.

–Me parece uma ótima idéia.

–Eu sempre tenho ótimas idéias, você não sabia?!

–Bobo!

–Gostosa.

–Edward! Repreendeu corando de forma violenta.

–Relaxe... Eles nem nos ouviram.

–Mas poderiam ouvir! Comporte-se Cullen ou então eu vou ter que lhe castigar, respondeu fazendo-se de séria. Ele piscou um olho divertindo-se com a situação.

–Mal posso esperar por isso, gatinha...

CONTINUA...

Notas finais
Rssssssssss......esse nosso cowboy é Homem pra ninguém botar defeito meninas......Bjs e por favor não esqueçam de comentar o capítulo. bjs!