Notas iniciais
Ai pessoas, consegui postar um novo capitulo.
Vamos fazer o seguinte: a medida que eu for passando a para o pc eu posto a fic, mas não tenho garantias que sera com regularidade =/
Bom mesmo assim, vamos la
espero que gostem =D

Vegeta chegou a CC e foi direto para seu quarto. Passou a tarde inteira dormindo. Coisa rara para ele que sempre fora tão ativo. Naquele dia em particular estava exausto. Toda vez que tinha essas sessões intensivas de auto questionamento ficava assim...

Acordou por volta das 18:30. Tomou um banho e desceu, estava morrendo de fome.

Em quanto devorava tudo o que via pela frente, Dr.Briefs passou pela cozinha e o saldou:

-Oh meufilho, senti sua falta hoje na hora do almoço. Espero que tenha conseguido resolver tudo o que precisava.

-Sim, eu consegui velho, e depois quero falar com você em particular.

-Ok, mas agora estamos sozinhos...

-Sozinhos? Não... Sabe, as vezes eu me pergunto como algumas pessoas esquecem que eu posso muito bem sentir o Ki dos outros. Quem sabe você possa me ajudar com isso,heim desfigurado?

Exibindo um sorriso zombeiro Vegeta fechou a porta da geladeira e olhou para uma colunas que estava atrás de si.

Yancha saiu envergonhado e tentou se justificar:

_Não, e-eu não estava espionando, apenas estava passando e...Bom ,acho que vou voltar para meu quarto, esta quase na hora de sair...

Dr. Briefs balançou a cabeça em uma negativa. Não entendia essa historia de Ki. Apenas sabia que Vegeta, assim como a maioria dos amigos de Bulma, sabia onde estava todas as pessoas. Ele sempre adivinhava com precisão, toda vez que lhe perguntavam, onde estava sua filha. Resignado sobre esse assunto o Dr. Briefs marcou um encontro com Vegeta em seu escritório. Iria convida-lo para tomar uma dose de whisk e conversar assuntos quesempre sonhou em conversar com um filho que nunca teve. Além do mais, o que melhor para arrancar informações do que uma boa dose de whisk?

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Yancha subia as escadas tão vermelho que parecia que iria explodir. Aquele dia não fora tão bom quanto imaginava que seria. No período da tarde tivera uma discussãohorrível com Bulma. Aquela garota conseguia ser um verdadeiro demônio quando queria. Entretanto, a discussão não foi de todo mal. Agora tinha um motivo para sair sem dar justifivativa. Pegou seu celular e discou para Melissa. Marcou um encontro às 20:00. Ele iria passar para busca-la em seu carro novo. Carro, aliás, que só conseguiu comprar graças à falta de despesa que tinha. Na casa de Bulma ele não pagava água, luz, alimentação. E, muitas vezes, pegava o cartão de credito dela escondido para comprar roupas e sapatos. Bulma era tão descontrolada nas compras que nem notaria um pequeno gasto a mais. Graças a seu estilo de vida tão econômico, conseguiu comprar um carro esportivo. E, em pouco tempo, percebeu o efeito dele nas gatinhas. A partirde então ficou encantado com seu carro vermelho.

Em quanto tomava banho sua mente fervilhava de ideias. Aquele velho nunca o tinha chamado de filho. Nunca tinha percebido, ate aquele dia, a diferença que o pai de Bulma tratava o assassino e ele. Será que aquele velho entendia quem era Vegeta? Provavelmente não.

Enquanto a água quente caia em seu rosto, as palavras de Bulma, pronunciadas meses atrás, vieram como um sussurro em seus ouvidos.

-Você não pode falar assim Yancha. Eu sei que você também já matou alguém. Eu nunca te julguei, nem ao menos te fiz uma única perguntaquando te chamei para morar aqui. Portanto, você é o único que não pode falar nada!

Como ela sabia que ele já tinha matado alguém. Nunca tinha revelado isso para ninguém. Nem mesmo para Kuririm, seu melhor amigo,. Uma raiva súbita lhe fez ranger os dentes. O que aquela pirralha sabia sobre morte? Ou sobre o deserto? Se ela estivesse em seu lugar naquela situação, provavelmente, não teria feito diferente.

Fechou os olhos mas tornou a abri-los depressa, a imagem de sua mãos cobertas de sangue voltou a lhe atormentar.

E ainda sentia nojo daquele sangue.Olhou para suas mãos tentando se convencer que aquilo era apenas uma lembrança. Derramou sabonete liquido em excessoe começou a esfregar as mãos com certo desespero.

Esta noite não era para lembrar de coisas tristes. E sim para se encontrar coma doce Melissa. Uma linda jovem de apenas 18 anos. Planejava ficar com ela por 3 a 4 semanas, depois iria , sutilmente, dispensa-la. Relacionamentos paralelos não podiam durar muito, se não trariam problemas, ao invés de diversão.

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Bulma estava em seu quarto assistindo televisão. Não parava em nenhum canal em especial. Ela estava inquieta, sua briga com Yancha a fez se sentir uma bruxa. E se ele estivesse falando a verdade? Não aguentando a ansiedade, levantou-se e resolveu procura-lo para pedir desculpas pela agressividade com que o havia tratado mais cedo. Chegou em frente a porta do quarto dele. Encostou seu ouvido a fim de escutar algum ruído. Nada. Hesitante, bateu na porta. Esperou e não obteve resposta. Entrou. Não havia ninguém. Provavelmente ele tinha saído. Era sempre assim,eles brigavam,ele saia, voltava altas horas da madrugada. Entrava no quarto dela e a acordava com vários beijos em seu rosto, pedindo perdão. Deitava-se ao seu lado e adormecia abraçando-a.

No início, Bulma achava muito romântica essa atitude, mas com o passar do tempo , descobriu que não era tão romântica assim.Não gostava dessa imensa dependência que ele , muitas vezes, demonstrava . Esse hábito se tornou insuportável e ,com grande surpresa, descobriu que não gostava dos mocinhos dos filmes de comedia romântica. O desejo de um namorado perfeito não passou de um sonho lúdico, infantil.

Mas, hoje, ele não iria repetir esse ato desesperado súplica. Ela iria trancar a porta.

Resignada, desceu as escadas e foi em direção a cozinha. Já era tarde e , provavelmente, não teria ninguém acordado para lhe fazer um lanche. O jeito era se virar sozinha mesmo. Era nesses momentos , em que não tinha ninguém para pedir que lhe façam algo, que ela dava graças aos deuses por ter aprendido a cozinhar durante o período que viajou pelo mundo junto com Gaku em busca às esferas do dragão. O verão que ficou longe de seus pais foi muito bom para ela. Como um intensivão de realidade.

Chegou a cozinha e foi direto para a geladeira. Fez um sanduiche e pegou um suco. Seguiu em direção a sala, ligou a televisão e ficou assistindo um seriado de comedia que a deixou mais calma. Logo após o seriado iria passar um filme de terror. Olhou para o relógio, já era tarde: 22:30. Mas, como ela adorava um bom filme de terror, decidiu assistir. Aproveitou o intervalo, subiu em seu quarto, pegou uma manta, voltou para a cozinha e fez uma pipoca de micro-ondas . Retornou a sala e se sentou confortavelmente no sofá.

O filme era sobre uma menina que havia sido possuída por um demônio e desde então lutava contra ele em inúmeras sessões de exorcismo.

Já havia se passado uma hora desde o início do filme. Ele já estava na metade , bem no clímax de horror em uma cena de extremo suspense , onde, a qualquer momento iria surgir na tela uma cena de puro pavor.

Todos na casa já estavam dormindo, a sala estava iluminada apenas pela televisão.Bulma estava tão concentrada em seu filme que a medida em que a musica de suspense aumentava a tela parecia cada vez maior. Sua concentração era tanta que nem percebeu quando uma peculiar figura se aproximou dela, permanecendo atrás do sofá. Ele olhou brevemente para o filme, abaixou os olhos e viu uma tigela do pipoca no colo da azulzinha. Estendeu sua mão com o intuito de pegar um pouco. Só não espera a reação daquela maluca.

Bulma estava cada vez mais concentrada em seu filme, quando sentiu algo se aproximar de seu corpo. Um arrepio lhe percorreu a espinha . Olhou para baixo e , para seu mais completo terror viu uma mão pegando a sua pipoca.Sua reação foi instantânea: Pulou do sofá e jogou a pipoca para o alto. Teria gritado se sua voz não tivesse falhado.

Sua respiração estava descompassada. Seu rosto, muito provavelmente, estava mais translúcido do que já era. Quando conseguiu identificar o dono daquela mão misteriosa , estava tão assustada que não conseguiu esboçar reação alguma.

No entanto, se ela tivesse total domínio de sua emoções, com certeza, ela teria caído na gargalhada devido a expressão de Vegeta. Sua mão ainda estava onde antes estivera a tigela de pipocas, uma expressão totalmente surpresa estava estampada em seu rosto e uma chuva de pipocas caia sob ambos.

Bulma estava entre o sofá e a televisão. Esperava se recuperar do susto, até que , atrás de si ouve um grito assustador do agonia. Mais uma vez não teve tempo de pensar, apenas pulou o sofá em direção ao colo de Vegeta.

Quem os visse naquele momento não saberia quem estava mais assustado. Se era ela ou ele.

Demorou um pouco ate que Bulma se recuperasse completamente do susto duplo e saísse do colo de Vegeta .

- Ai seu babaca, você me assustou!!

- Ah sim, só se você for uma retardada! Primeiro joga a pipoca pelos ares, depois se atira no meu colo! E o pior: agora fiquei sem pipoca!!!

- Ah, Vegeta, não começa!! Vamos fazer o seguinte? Eu faço uma nova pipoca e você assiste o filme comigo?! Acho que você vai gostar, tem bastante sangue, morte, e tudo mais... Senta ai que eu já trago tudo.... Ahh, você quer refrigerante também neh? Ohh , fica ai, não foge...

Disse Bulma,já saindo para buscar tudo.

-Ei!! Eu não... Ahh!! — Vegeta sentou-se resignado, estava com vontade de comer aquela maldita pipoca, por que aquela porcaria tinha que cheirar tão bem?

Bulma voltou instantes depois, trazia consigo uma tigela de pipocas ainda maior que a anterior junto com um copo de refrigerante. Assim que entregou a ele as coisas que havia lhe prometido, sentou-se ao seu lado mas mesmo assim mantinha uma pequenas distancia. A medida que o filme estava avançava, Bulma , mesmo sem perceber, se aproximava de Vegeta. Até que um outro susto a fez agarrar-lhe o braço, porém, dessa vez, não soltou quando a cena passou. Outras cenas vieram e Bulma ,praticamente, estava subindo em seu colo.

Passados mais alguns minutos, senhora Briefs, acordou com sede e foi buscar um pouco de agua na geladeira da cozinha.

Ao descer as escadas estranhou quando ouviu o barulho da televisão. Caminhou ate a sala e seu coração se encheu de alegria. Finalmente, sua filinha estava vivendo o romance que merecia. Com aquele lindo homem sexy.

E lá estavam os pombinhos, sentados, agarradinhos assistindo um lindo filme sobre uma menina feia que fazia coisas esquisitas.

Sem se conter, Anita teve uma ideia. Seguiu ate o sofá ,sentou no lado aposto de Bulma e, imitando o ato de sua filha, agarrou o outro braço de Vegeta, recostando sua cabeça no ombro do charmoso rapaz.

Vegeta, em um ato de desespero olhou para os dois lados. Não poderia ser verdade. Aquela situação acabara de confirmar suas suspeitas: as mulheres daquela casa eram todas malucas.

Sem ter outra alternativa, Vegeta suspirou cansado,a maldita pipoca tinha saído caro de mais. definitivamente, aquela seria uma longa noite...

Notas finais
Anita e o nome que eu dei para a mãe de Bulma.
Acho esse nome sensacional.
Espero que tenham gostado,e por favor comentem sim?
Qualquer dúvida, critica, elogios serão bem vindos.
Beijos meus lindos leitores;*