Notas iniciais
E ai galera, mais um capitulo o/
E mais uma vez desculpem pela demora...

Yancha seguiuem direção a mansão que, há praticamente 2 anos, era sua casa. Nos anos que passou no deserto nunca se imaginou morando em uma casa como aquela. Era tão grande e decorada. Tinha coisas que nem sabia para que servia, mas, mesmo assim, não deixava de ser bonito.

Um dia tudo aquilo iria ser seu, afinal, o senhor Briefs não tinha outros filhos além de Bulma. Já poderia se imaginar dono de um império tecnológico. Bulma sendo uma dona de casa exemplar, como essas madames que via, assim como a senhora Briefs e suas amigas. Tá certo que a Bulma não se encaixava muito bem naquele perfil de mulher, com essa historia de universidade de engenharia e tudo mais, mas tinha certeza que quando eles tivessem o primeiro filho, ela acabaria cedendo e descobriria que ser mãe e esposa já eram trabalhos suficientes para uma mulher. Ainda mais com ele como marido, ela teria que ser muito boa para compensar todas as meninas que teria que deixar para traz após o casamento.

Ela deveria se sentir privilegiada pela vida que levariam. Vida essa, que a doce Melissa sonhava, com certeza. Ahh, deliciosa Melissa. Yancha sorriu ao lembrar-se da sua perspicácia. Apenas um encontro. Apenas uma foda, e a garota já estava lançando olhares apaixonados. Ahh, como fora fácil.

Uma analise mais profunda em seus pensamentos o fez desmanchar o sorriso. Bulma nunca o tinha olhado dessa maneira. Mas tinha certeza que isso mudaria. Depois da primeira noite de amor deles, ela estaria suspirando pelos cantos. A primeira não, a segunda noite de amor.

Por um momento um pensamento muito bom lhe invadiu, se elescasar-se-iam, então por que não transavam logo de uma vez?

O sorriso voltou em sua face. Não tinha o porquê. E, também, não seria tão difícil assim leva-la para cama. Eles já haviam dado uns amassos antes. Uma vez, até conseguiu fazer com que ela pegasse em seu pênis.

Estava decidido a espera, que já durava 2 anos, acabaria hoje! Apesar de já estar satisfeito, aguentaria outra tranquilamente, fazer sexo com Bulma sempre fora sua fantasia. Além do mais, era ate melhor não que estivesse tão disposto assim já que, provavelmente, não conseguiriam fazer muita coisa. Mulheres virgens tinham esse empecilho: A primeira vez doía para cacete.

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O segundo filme finalmente havia acabado. No fim do primeiro filme de terror Vegeta deveria ter cochilado porque quando abriu os olhos, já estavam assistindo um outro filme, igualmente de terror.

Olhou para o relógio, marcava 2:40 da manhã. Seus braços estavam com cãibras horríveis. Quando pensou que seu tormento havia acabado, olhou para um lado, e percebeu que Bulma dormia tranquilamente, revirou os olhos irritado, olhou para o outro lado e ficou em dúvida se a outra mulher também estava dormindo. Ela estava de olhos fechados, porém, mantinha um sorriso em seus lábios. Definitivamente, entre todos os terráqueos, ela era a mais maluca. Tentou se mexer para acorda-las, mas ao invés de despertar as duas, a única reação que conseguiu foi um gemido de Bulma. E, para piorar a situação a azulzinha passou uma das pernas por cima das suas ao mesmo tempo em que se aconchegou ainda mais em seu colo passando o braço por cima da sua cintura.

Aquilo não poderia ser verdade! Estava sendo atacado por duas sonâmbulas taradas!

_ Ei!! Acordem vocês duas que eu não sou travesseiro!

Mal terminou a frase e a sr.Briefs levantou-se em um pulo. Olhou em volta como se quisesse se localizar.

_Ohumm... Acabara de se lembrar o que tinha acontecido.

Carinhosamente passou a mão pelo rosto de Vegeta, abaixou-se levemente e depositou um beijo em sua testa. Sem dizer nada, virou as costas e subiu para seu quarto.

Vegeta ficou sem entender o que tinha acabado de acontecer. Resignado, olhou para Bulma, ela já havia acordado, estava sentada esfregando os olhos com as mãos fechadas em um punho.

_ Estou com fome... Vamos a cozinha?

Vegeta chegou abriu a boca para responder-lhe que não. Que já tinha ficado tempo de mais em sua companhia, mas fora denunciado pelo seu estômago. Sem dizer uma única palavra levantou-se e a seguiu ate a cozinha. Fizeram um lanche rápido esem diálogos, já era tarde e nenhum dos dois estava disposto a manter o protocolo social da boa educação. Uma das coisas que ambos admiravam no outro era ,justamente, a incrível capacidade de não se ofenderem facilmente.

Bulma terminou seu lanche primeiro e começou a guardar as coisas perecíveis. Quando fechou a porta da geladeira passou por Vegeta sentado na mesa e, para surpresa de ambos, deu-lhe um beijo no rosto.

Quando percebeu o que havia feito ficou ,imediatamente, vermelha. Levou a mão a boca e, como se não pudesse controlar as suas pernas, saiu correndo como um criança envergonhada.

Vegeta não conteve o riso. Fazia tempo que algo inusitado não lhe acontecia e, ver aquela garota que sempre era tão cheia de si envergonhada, era algo que valia a pena.

Logo que terminou seu lanche subiu depressa para seu quarto. Sentiu que aquele desfigurado babão estava chegando e não queria se encontrar com ele. Yancha era, sem dúvida alguma, o ser que mais desprezava naquele planeta. Para ele, Yancha era apenas um parasita que namorava Bulma apenas por comodidade.

Uma vez, quando estava se sentindo sufocado pelas paredes que insistiam em gritar verdades no meio da noite. Vegeta saiu sem rumo na rua para caminhar.Acabou se distraindo pela brisa gelada da madrugada que tocava seu rosto, uma brisa fria e consoladora. Depois de caminhar por minutos a fio, se deparou com uma cena que esperava: Yancha em frente ao portão de uma casa, fazendo coisas que chegavam a ser indecentes com uma moça loira.

Ao se deparar com essa cena, Vegeta simplesmente virou as costas e seguir por outro sentido. Aquilo não era problema seu. Porém, foi com muita surpresa que o viu no dia seguinte cobrindo Bulma de mimos.

Depois daquele dia não suportava mais Yancha. Ele (Vegeta)poderia ter feito muitas coisas ruins em sua vida, coisas que ,aliás, os amigos de Bulma pareciam ter prazer de contar a todos e ,os mais corajosos ou raivosos, jogavam em sua cara. Mas ele nunca fora tão cínico assim. Pelo menos, não com as pessoas que realmente estava ao seu lado.

Por essas atitudes que Vegeta considerava Yancha uma pessoa perigosa. Ele já havia convivido com gente assim,gente traiçoeira. Se ele conseguia trair dessa forma alguém como Bulma, então, o que ela fazia com seus inimigos?

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Bulma subiu as escadas aos tropeços. Assim que entrou em seu quarto bateu a porta se recostou.

Seu coração batia acelerado e, sem perceber, um sorriso de pura adrenalina estava estampado em seu rosto.

Escorregou pela porta ate se sentar no carpete fofo de seu quarto. Pousou as mãos em seus lábios, sentindo seu rosto queimar de vergonha. Estava eufórica. Levantou-se em um pulo e foi correndo para o banheiro. Tirou a roupa e entrou de baixo do chuveiro, na esperança que a ansiedade fosse em fora junto com a água.

Terminou o banho e colocou sua camisola. Pulou em sua cama com a cabeça rodando em meio aos pensamentos. Será que seria errado fantasiar tanto com o Vegeta? Afinal, ela tinha um namorado... Mas o formigamento provocado pelo singelo toque ainda estava presente em seu corpo. Dizendo que, no fundo, não se importava com esses detalhes morais.

Olhou para o relógio e se assustou com o horário, já eram 3:15 da manhã. Era melhor dormir, no dia seguinte ainda teria aula, e como seria sexta-feira, havia combinado com seus amigos de se encontrarem em um bar ao anoitecer.

Fechou os olhos e logo adormeceu. Dormir nunca fora um problema para ela e, não seria diferente essa noite.

Talvez, Bulma estivesse inebriada pelo sono, pois, não percebeu quando a porta de seu quarto foi aberta de maneira furtiva. Yancha acabara de chegar e foi direto ao quarto da amada. Tinha um plano em mente.

Com muito cuidado, tirou os sapatos e procurou pela cama. Não foi preciso procurar muito, pois, a luz da lua entrava pela porta de vidro da sacada iluminado levemente o quarto de Bulma.

Ficou parado por um instante, admirando a bela Bulma enquanto dormia. Sentiu o desejo percorrer seu corpo de maneira suave. Com uma das mãos pegou a ponta do lençol que cobria parte do corpo de Bulma e o puxou. A imagem que se sucedeu o fez ficar embasbacado. Nunca em sua vida viu nada mais sensual. A pele alva, os cabelos esparramados pela cama, eram tão naturais que chegava a ser bucólico. Como estava deitada de lado, sua camisola havia subido um pouco deixando parte do bumbum a mostra.

Sem conter o desejo que começava a se formar, passou a mão em uma das pernas para logo em seguida encostar os lábios, começou a distribuir delicados beijos na pele acetinada.

Quando sentiu algo encostar em si, Bulma acordou assustada. Assim que abriu os olhos , sentou-se com o intuito de visualizar quem estava em seu quarto.

_ Yancha?

Yancha se recriminou, não queria deixa-la assustada. Sem responder, segurou o rosto de Bulma e lhe deu um beijo apaixonado que foi prontamente correspondido.

Bulma tinha uma leve impressão que não deveria ter correspondido, mas naquele momento não conseguia se lembrar o porquê.

Sem perder tempo, Yancha a puxou para mais perto de si. Começou a descer os lábios para a curva do pescoço ao mesmo tempo em que suas mãos exploravam o corpo que a tanto tempo desejava.

Bulma teve o ímpeto de interromper as caricias mais ousadas mas foi pega desprevenida pelo desejo. E, aos poucos, foi se entregando.

Sem perder a oportunidade, Yancha, arriscou tirar a camisola de Bulma e, com muita surpresa, não foi impedido. Quando a peça já estava em suas mãos, se afastou rapidamente a fim de vislumbrar o corpo de sua amada. Ela era linda. A espera de quase 2 anos valera a pena. Hoje saciaria seu desejo.

A imagem dos seios era fantástica. Seios fartos na medida certa. Olhou para o rosto de Bulma, queria saber a reação que estava tendo e, com muita felicidade, pode perceber que ela também estava com desejo. Sorriu. Mais uma vez, tomou-lhe os lábios e desceu para os seios. Há muito tempo queria provar a pele macia dos seios dela. Sugou-lhes suavemente, pois lembrou que ela era virgem. Depois, em um rápido movimento, tirou a camisa,Bulma ate ajudou.

Foi quando percebeu algo estranho no tórax de Yancha. Marcas avermelhados espalhadas pelos braços, costas e nuca. Imediatamente acendeu um abajur que ficava em uma mesinha de cabeceira. Quando a luz os iluminou conseguiu ver melhor, não eram apenas arranhões. Havia também algumas marcas que pareciam chupões. Incrédula, seguiu-ose pode ver que eles iam ate o cós da calça, e desciam mais além.

_ O que é isso?- Perguntou segurando as lágrimas, não de tristeza, mas sim de raiva- Saia do meu quarto!!

_ Bu, não é isso!! Foram as crianças elas pularam em cima de mim, lembra? Devo ter me machucado...- Explicou Yancha quase em desespero.

_ Sabe o que me da mais raiva? Você acha que eu sou burra que nem essa vadia com quem você esta saindo!! Agora, por favor saia do meu quarto...

_ Não, eu não vou sair!! Você esta muito nervosa! Apenas escute, sim?! Eu não fiz nada, eu juro!! Você é o amor da minha vida!!! Agora, se você não quiser fazer nada essa noite, eu entendo, mas me deixe ficar aqui com você...

_ Não, não, não!!! Saia!! E me devolva a minha camisola!

Yancha conhecia muitobem Bulma, hoje ela seria irredutível. Nos próximos dias não iria querer falar com ele, mas depois daria ouvidos a razão, afinal, ela não poderia provar nada. E ele negaria ate a morte. Bulma tinha um defeito: era péssima mentirosa com as pessoas que amava e ,por consequência, achava que todo mundo era assim. Logo ela acreditaria nele.Era somente questão de tempo.

Com esse pensamento em mente, pegou todo sofrimento que estava sentindo naquele momento, juntou com mais sofrimento acumulado em sua vida inteira e deixou transpareceu em seu rosto. Quanto mais dó ela ficasse, mais peso na consciência. Quanto mais peso na consciência, mais rápido ela lhe perdoaria.

_ Ok, descanse agora, mas amanhã conversamos, tah?!- Antes de se levantar, Yancha ainda tentou dar um beijo na testa de Bulma, mas foi afastado pelas mãos dela.

Resignado, saiu do quarto, acreditando que aquilo seria temporário.

Porém o que ele não contava era com a raiva feminina que acabara de despertar em Bulma.

Como ele pode achar que ela era tão tola? Ela já sabia muito bem como essa historia terminaria; com ela fingindo que nada aconteceu, por que ela não tinha nenhuma prova da infidelidade dele. Mas dessa vez seria diferente. Ela iria descobrir a verdade. Iria dar um jeito de pega-lo no flagra. E quando esse dia chegar, ele irá se arrepender do dia que saiu do deserto.

Notas finais
Espero que estejam gostando...
Por favor me mandem reviws do que vocês acham que pode ser melhorado e tals, ou ate mesmo um elogios.
Qualquer comentário vai me deixar muito feliz=D
Beijo meus lindos..