Notas iniciais
Olá, meninas. Estamos aqui com o segundo capítulo dessa estória. Quero agradecer a Izabela, Ana e Bruh por seus comentários. E também agradecer as outras leitoras que não comentaram, mas que leram o capítulo anterior. Vocês não fazem ideia do que vem pela frente. PS: Bruh sobre a profissão da Sara, você e as demais leitoras saberão qual é já no próximo capítulo. E já quanto ao Sr. Gostoso terminar o noivado pra ficar com a Sara, isso aí só muito lá pra frente vocês saberão. Tem coisas de sobra pra acontecer. A fic tá só no comecinho.

Como foi que esse homem veio parar atrás da gente sem que percebêssemos?

Há coisa de alguns segundos atrás ele estava do outro lado do salão conversando com outros homens e agora estava aqui, diante de mim e de Dayse, sorrindo da mesma maneira sedutora com a qual me sorriu momentos atrás.

De perto ele era ainda mais bonito e charmoso com aqueles olhos azuis feito duas lagoas. Um Deus Grego com cara de homem com H bem maiúsculo.

— Não vai me dizer nada em resposta, senhorita?

Nossa a voz dele era uma coisa de louco. Grave. Forte. Voz de homem viril.

Sem querer eu imaginei essa voz, me sussurrando ao pé do ouvido coisas sacanas, enquanto estávamos numa cama com aquele homem em cima de mim, me possuindo com força.

Santo Deus! O que há com você, Sara?!

— Senhorita?

Seu chamado e a cotovelada que Dayse me deu no braço, trouxeram-me de volta a realidade. Notei que o sujeito sorria discretamente e de maneira divertida.

— Desculpa... Eu acho que não entendi o que disse?

Ele arqueou uma de suas sobrancelhas e esticou seus lábios em um bico que me fez ter vontade de mordê-lo.

Era primeira vez que um cara me fazia sentir essas coisas todas e mais ainda, mexia com a minha libido desta maneira.

— Pelo que eu consegui ouvir do final da conversa de vocês ... — o sujeito se pronunciou e eu não consegui desviar os olhos da boca dele. O movimento de seus lábios enquanto fala era algo hipnotizante. Ô boca linda era aquela. A vontade de prová-la bateu forte. — ... Sua amiga... A propósito... Olá, senhorita! — ele estendeu a mão para cumprimentar Dayse postada ao meu lado. Minha amiga segurou em sua mão toda abobalhada enquanto lhe dizia um "oi" meloso demais para o meu gosto. Olhei de canto de olho para ela. Pelo visto eu não era a única ali a estar encantada com o tal Sr.Gostoso.

Após ter cumprimentado Dayse e esta ter soltado sua mão, o homem elegante se voltou a mim de novo e prosseguiu sua fala anteriormente interrompida por ele próprio para cumprimentar minha amiga:

— ... Sua amiga aqui disse que você tinha que arranjar um pretendente pra curtir a festa toda. Então eu quero ser esse sortudo que vai ter o prazer de gozar da sua companhia.

Ele pronunciou a palavra "gozar" de maneira quase erótica que me fez engolir a seco.

Que cara era aquele?

— Quero curtir a noite toda desta festa com você. Topa a minha companhia? Te asseguro que sou uma excelente companhia. Na verdade a melhor que você podia arranjar nessa festa.

Seu sorriso agora foi tão presunçoso e convencido quanto suas palavras.

— Você é bem convencido, sabia?

— Não sou convencido. Sou verdadeiro. — ele rebateu em tom divertido.

— Ah, então, quer dizer, que você é a melhor companhia que eu poderia arranjar nesta festa?

— Sem dúvida alguma.

Eu não pude evitar de sorrir de sua convicção em responder. O cara parecia ser bem autoconfiante para falar daquela forma.

— Quanta pretensão!

— Não vejo deste modo.

— Mas eu sim! — só de implicância eu afirmei aquilo.

Ele pareceu não se importar nada com o que eu disso, pois sorriu.

— Então vamos fazer assim.... Você aceita a minha companhia e verá que não é pretensão minha quando digo que sou a melhor companhia que você arranjaria aqui e sim, a mais pura verdade.

Esse cara está se achando demais! Mas o pior é que ele pode se achar com razão.

Ele tem pinta de ser tudo de bom e tem todo o direito de se achar o último biscoito do pacote, como estava se achando. Mas eu não ia cair tão fácil na sua.

— E se eu não quiser aceitar sua companhia?

— Vou insistir até que aceite, porque sou um homem insistente quando quero algo e principalmente, alguém. — seu olhar me enquadrou de cima à baixo.

Ao meu lado ouvi Dayse murmurar um "ui", que espero só eu e ela termos ouvido.

— E você por acaso me quer é isso? — questionei após o olhar do sujeito voltar a fitar meu rosto.

— Ah, eu quero! E quero pela festa toda, garota!

Sua fala direta e ousada me fez engolir a seco e também fez Dayse engasgar de leve para logo em seguida se recompor.

— E sabe do que mais? — ele indagou e eu só fui capaz de negar com a cabeça. — Tenho certeza que ainda iremos esticar a nossa companhia para além dessa festa.

Mas ele é muito seguro de si e convencido. Além de altamente sedutor e lindo.

Cara, eu juro que estava tentando resistir a seu charme e não ceder aos seus encantos. Mas acho que ia perder essa parada. Na verdade já estava perdendo!

— Vamos dizer que eu, suspostamente aceite sua companhia SOMENTE na festa.

— Vou ficar muito contente e você também ficará, te garanto.

Pegando-me de surpresa o sujeito se aproximou de mim, invadindo sem cerimônia alguma meu espaço pessoal. E deste modo, pude ver mais de perto ainda seus olhos azuis. Eles eram tão lindos quanto o dono deles!

Sem meu consentimento, o Sr.Gostoso pousou sua mão atrevidamente em minha cintura. Prendi o ar e um arrepio me tomou da cabeça aos pés com aquele toque de uma de suas mãos. Mãos firmes, grandes e quentes.

— Vou te dar uns minutinhos pra pensar, depois volto para saber sua resposta. — ele piscou para mim e pedindo licença, se retirou dali.

Foi só quando ele não estava mais diante de mim, que eu voltei a respirar direito. Meu coração batia tão descompassado quanto a batida da música eletrônica que vinha da boate ao lado.

— Minha mãe do céu, Sara. O que foi isso? Esse cara tá na sua total. Você vai aceitá-lo, né? — Dayse era a visão da eufória.

— Não sei, não. — uma parte de mim tinha suas reservas quanto a aceitar assim de cara esse sujeito. Já a outra parte estava louca para descobrir como as coisas podiam rolar com aquele cara charmoso que saiu dali poucos segundos atrás. — Ele me pareceu arrogante e convencido demais, não achou?

— Meu amor, quisera eu que um arrogante e convencido como esse me desse bola tão descaradamente como esse te deu. Sara se você não aceitar esse homem, eu vou dar só na sua cara aqui na festa.

Eu arregalei os olhos diante daquela ameaça de Dayse e minha amiga caiu na risada da minha reação. Sabia que suas palavras eram apenas brincadeira dela, contudo, fui pega de surpresa por aquela sua ameaça.

— Falando sério, eu não sei se devo aceitar assim a companhia dele, Dayse.

— Por que não?... Sara é só uma companhia durante a festa. Não é pra você transar com ele. Se bem que se der vontade depois, vai em frente. Sexo casual de vez enquando é bom e não mata ninguém.

— Céus! Você não bate bem da cabeça.

— Nem você, ora. Vai e aceita o cara, boba. O que tem a perder? Nada! Só tem a ganhar. Ele é gato, charmoso, gostoso e está na sua. Se joga, amiga.

****

Eu precisava admitir que além de lindo e charmoso, o sujeito ainda tinha um bom papo. Ele não deixava, de forma alguma, o assunto morrer entre a gente para não cair naquele silêncio constrangedor, que acaba acontecendo entre duas pessoas que acabaram de se conhecer e estavam de papo pela primeira vez. Era um assunto emendado no outro.

Nomes a gente nem sequer ainda tinha trocado apesar de já estarmos de papo há um tempo considerado. Nossa forma de tratamento era "Você". Você isso, você aquilo. Não falamos da gente em momento algum. Vida pessoal zero!

O que falamos foi sobre a festa, a bebida, a música, as pessoas que por ali estavam e outras coisas deste tipo. Nada de assuntos pessoais.

Durante nossa conversa, eu me vi confessando silenciosamente, que aquele cara era uma "tentação cada vez mais tentadora", com o perdão da redundância da expressão.

Seu sorriso, seu modo de falar e articular as palavras, arquear as sobrancelhas, fazer um biquinho charmoso; puxar levemente uma das orelhas e até mesmo a maneira como mexe as mãos, tudo, absolutamente tudo isso era tentador nele e estava mexendo comigo.

Dayse, eu nem sei por onde andava aquela altura. Minha amiga evaporou a partir do momento em que o Sr.Gostoso chegou em mim e nós começamos a bater papo no bar do salão. Com certeza, a doida da minha amiga deve ter arranjado um boy magia e está curtindo a festa nos braços dele.

Dayse era rápida no "ataque". Toda festa que vamos ela arranja um cara rapidinho para ficar. Não vi uma só festa que fomos, em que ela ficou só. Compromisso ela estava fugindo por hora. Dizia que queria curtir a vida tudo o que tem para curtir, e depois, aí sim, sossegar e arranjar alguém com quem teria um compromisso sério.

Só fico imaginando quando isso vai acontecer de fato.

— Quer dançar? — ele convidou-me em determinado momento.

— Quero. — aceitei. Aquela altura eu já estava mais soltinha por conta dos drinques que bebemos enquanto conversávamos. E dançar era algo que eu apreciava no momento. Porém, não resisti em provocar o sujeito comigo: — Mas você sabe dançar bem? Porque eu sei e não quero ninguém pisando nos meus Jimmy Choo novos.

Meu acompanhante abriu um gracioso sorriso.

— Pra sua informação, eu sou um excelente dançarino. Nunca pisei no pé de uma dama antes.

— Você adora se gabar dizendo que é excelente em tudo. Me diz, no que não é excelente?

Eu interpelei o Sr.Gostoso enquanto ele me tomava pela mão e me levava para a boate situada no outro ambiente do salão.

— Eu não sou excelente em contar piadas.

Eu ri da sua resposta.

— Você foi agora.

Minha réplica rendeu nele outro sorriso. Começo a gostar fortemente desse seu gesto. Ele o deixa irresistível.

— Na verdade eu tento ser excelente em tudo e, quer saber? Geralmente, consigo.

— Convencido!

Outro sorriso seu se fez presente, este agora era de pura sedução. Uma sedução que aquele homem exalava pelos poros.

Ainda que no começo eu tenha tentado resistir a seus galanteios nada sutis, foi impossível manter isso ao longo do tempo em que já estou ao seu lado. Ele já tinha me conquistado sem muito esforço.

— Talvez, eu seja mesmo um pouco convencido, sim.

Em pensei em retrucar dizendo que não era só um pouco, mas a gente chegou a boate naquele momento e eu me calei.

Reconheci num canto mais adiante, a louca da Dayse se acabando de dançar com um cara. Ela nem me notou. Estava mais perdida na dança sensual que travava com o cara, que nem olhava para os lados.

O Sr.Gostoso enlaçou minha cintura somente com um de seus braços e me puxando para si, nós começamos a dançar ao ritmo da batida eletrônica da música do cantor Pit Bull que o DJ mandava em suas pick up's.

E não é que o Sr.Gostoso dançava bem mesmo. Gente, ele tem molejo nos quadris. Seu braço em torno da minha cintura nos mantinha colados. Desse modo, ele se mexia esfregando-se em mim provocando-me a música toda. Eu sentia com exatidão sua virilidade roçando em mim e no fundo estava adorando aquilo.

Seu olhar estava sempre cravado em mim durante a nossa dança e em determinado momento, sua outra mão livre se instigou por meus cabelos e segurou minha nuca. Vi o Sr.Gostoso aproximar sua boca da minha na clara intenção de me beijar.

Eu até queria o beijo, mas a louca difícil dentro de mim fugiu disso virando-se nos braços do sujeito com quem dançava e ficando de costas para ele. Eu podia já está rendida a ele, mas não ia facilitar tanto assim as coisas para aquele cara.

Erguendo meus braços, eu continuei dançando normalmente. Meu corpo bem próximo ao dele.

Senti seus dois braços envolverem minha cintura e suas mãos repousaram sobre meu ventre, enquanto ele seguia meus movimentos de dança. Sua boca se aproximou da minha orelha, e o sujeito sussurrou-me com aquela voz grave dele:

— Me provoque bem, porque é assim mesmo que eu gosto, garota!

Ai, aquela voz no meu ouvido, foi melhor do que na minha imaginação de tempos atrás, quando o Sr.Gostoso veio falar comigo pela primeira vez.

Eu dancei duas músicas inteiras de costas para ele e me esfregando em seu corpo. Seus braços me mantinham colada nele a ponto de nossos corpos quase se fundirem naquela pista de dança, de tão unidos que já estávamos aquela altura.

Eu conseguia sentir através dos movimentos que fazia com os quadris, que o Sr.Gostoso já estava para lá de excitado atrás de mim. Algo muito firme batia em minhas nádegas e... Jesus! Era grande, viu!

Sabia que estava brincando com fogo excitando um cara sem ter certeza se eu queria ir até o fim naquilo depois dali.

Ele era um homem que sim, me excitava também. Que estava mexendo exageradamente com a minha líbido e o meu tesão. E homem algum mexeu assim comigo tão instantaneamente desse modo.

Eu queria ir para a cama com ele?

Começava a desejar fortemente por isso.

Mas sei lá. Nunca fui de ir para a cama com um homem tão logo eu o tinha conhecido. Sexo no primeiro encontro até aquele momento nunca tinha me acontecido. Eu posso ser louca para outras coisas, mas para o que diz questão a essa, eu não sou tão assim.

Para ser franca, eu não sou nem de estar provocando descaradamente um homem deste jeito ao ficar dançando para ele assim, como estou dançando com o Sr.Gostoso

Talvez a bebida que eu já tinha ingerido até agora seja a responsável por isso. Mas eu não estou bêbada ou fora do juízo, não. Estou bem lúcida. Lúcida e consciente até demais dos meus atos!

Só que a bebida te solta e era isso que acredito estar acontecendo comigo, para eu estar agindo daquela forma com aquele homem.

O Sr.Gostoso me fez virar de frente para ele quando dançávamos ao som do remix da canção Work de Kelly Rolawnd. Uma das mãos dele repetiu o gesto de segurar minha nuca bem sob meus cabelos castanhos já levemente úmidos de suor por conta da dança. Sua intenção era clara: beijar-me como havia tentado a primeira poucos momentos atrás. E desta sua nova investida, eu não fugi como ocorreu da outra vez. Pelo contrário, eu fiquei e senti sua boca cobrir a minha com propriedade, num beijo espetacularmente delicioso e excitante.

Aquele homem sabe beijar muito bem. Excelente! Como ele gosta de se gabar de fazer as coisas.

E o que era o gosto daqueles lábios?

Algo entre maravilhoso e espetacular!

Minha pele inteira se arrepiou, o coração acelerou e uma corrente elétrica percorreu meu corpo de cabo à rabo durante o beijo.

Diacho de homem bom é esse, meu Deus!

— Eu já não estava mais aguentando de vontade de fazer isso. — assim que sua boca se afastou da minha ele me fez tal confissão ofegante e com um sorriso safado nos lábios. — Sua boca é tão macia e deliciosa, sabia?

— A sua também é.

— É?! E o quê mais? — ele quis saber deslizando a ponta de seu nariz pela maçã do meu rosto numa carícia agradável enquanto seguíamos dançando.

— Hum... Deixa eu ver... Seu beijo é bom.

— Meu beijo não é bom... Ele é excelente!

Eu ri jogando a cabeça um pouco para trás e o Sr.Gostoso aproveitou-se deste meu gesto para roçar sua barba por meu pescoço, me arrepiando mais ainda com isso. Logo em seguida, ele ainda beijou meu pescoço e mordeu-o levemente.

— Não vai me deixar marcada!

Eu o adverti seguido de um gemido ao senti-lo morder-me mais uma vez e depois deslizar a língua pela área mordida.

Acho ridículo ficar com essas marcas a mostra. Em lugares que se possa esconder vá lá a tê-las, mas em lugares em que fiquem expostos é o cúmulo do ridículo.

— Não vou deixar. Mas se eu deixasse, qual é o problema? Por acaso tem namorado e está aqui escondida dele?

Eu o encarei por um breve instante.

— Não que isso seja da sua conta, mas... Eu não tenho namorado. E se tivesse não estaria com você, porque não sou dessas de colocar chifres no namorado.

São os meus namorados que põem em mim. Pelo menos o último fez isso!, pensei.

— Hum... E por que não tem namorado? — ele sussurrou em meu ouvido, já que a música alta da boate só nos permitia trocar palavras sussurradas ao pé do ouvido.

— Porque eu não quero romance e isso já fica como direta para você.

Nem sei por quê raios eu fui dizer isso para ele, mas agora já foi, eu disse. Até porque, era verdade aquilo.

Aquele cara podia ser tudo de bom, mas eu não estava a fim de romance com ele e nem com ninguém por enquanto.

E pelo pouco que pude sacar do Sr.Gostoso, ele não me parecia do tipo de homem que tem romances. Ele só deve ter casos na vida dele. E quer saber? Eu topo ser o caso dele desta noite, se ele quiser.

— Que bom! Porque nem eu quero romance. Só quero curtir essa noite inteirinha da melhor forma possível com você.

Ele tornou a me beijar com total possessividade e luxúria. Como se o fim do mundo estivesse há cinco segundos de chegar e antes que isso acontecesse, ele precisava daquele beijo para morrer feliz.

Ao som da música da boate a língua dele dançou juntamente com a minha dentro da minha boca. Foi a dança mais erótica e deliciosa. E eu estava indo as nuvens com aquele Deus grego apelidado por minha amiga de: Sr.Gostoso!

— Vamos sair daqui? Ir pra um hotel? Estou hospedado num que fica uns vinte minutos deste lugar. — ele propôs num sussurro e com a boca milímetros da minha.

Eu sabia que aquela sua proposta tinha segundas e terceiras intenções.

Mas quer saber? Foda-se!

Eu estava muito a fim dessas intenções todas com ele. Para quê ia recusar a proposta? Eu queria e ele também. Então vamos juntar logo a fome com a vontade de comer, e curtir a noite sem se preocupar com nada. Deixo os questionamentos e arrependimentos para amanhã, que é melhor.

— Eu só preciso avisar a minha amiga que vou com você. Nós duas viemos juntas. — apontei com discrição na direção da Dayse que naquele momento estava aos beijos com o sujeito com quem dançava.

Precisava avisar minha amiga. Como eu disse a ele, a gente veio juntas e certamente, Dayse ia me procurar quando fosse a hora de ir embora.

— Ela está no maior amasso e você vai interrompê-la mesmo?... — é, não seria legal ir lá atrapalhá-la.

— O que sugeri?

— Manda uma mensagem de texto para ela quando estivermos à caminho do hotel, avisando que você saiu da festa comigo. Te asseguro que vai ser melhor do que interrompê-la agora.

Ele tinha razão.

— Ok! Vamos então.

Com uma de suas mãos presa de maneira possessiva à minha cintura, nós seguimos para saída da boate.

No caminho percorrido agora rumo à saída do salão de festas, eu notei o olhar invejoso e raivoso da vaca da Camille me acompanhar nada contente. Sorri e acenei em provocação aquela vaca nojenta.

Chupa essa Camille!

Notas finais
Só na dança a coisa já esquentou e um bocado. Quando estiverem no quarto dele, as coisas vão é pegar fogo. Aguardem! Beijos e até.