Oitavo Pecado.
18 Motivos.
Notas iniciais
Postei como eu tinha dito *O*
O próximo vai sair provavelmente antes,porque não tenho aula á partir de amanhã até semana que vem MUHAHAHAHA g.g Nhac, assim...muuuuuuuuuuuuuuuuuuito obrigada por todos os comentários que recebi até hoje e por todos os leitores, recomendações e favoritos viu?Fico super doida quando vou ver naquela tabelinha e vejo os numeros lá anwanw *-*
É super mara saber que vocês estão gostando dessa fic :3 Nhac, agora sério mesmo não me matem pelo capítulo,vai parecer estar no fim mais calminha!Ainda tem muuuito mais coisas e provavelmente lá pelo capítulo 19 oou 20 vai ter uma supresinha MUHAHAHAHAHA.Nem conto pra vocês o que é g.g
Agora sem mais enrrolações minhas,boa leitura e gomenasai os erros!
Capítulo 18 – Motivos.
...
– Me desculpe por lhe trazer desse modo,querida senhorita. – Uma voz grossa, fria,rouca e de um timbre perfeito soou pelo lugar vazio.Ganhando então,minha completa atenção.
Olhei sem mexer a cabeça os espaços que estavam em meu alcançe evitando demonstrar a curiosidade.Do nada as luzes acenderam,todas ao mesmo tempo, me dando um leve susto,de boca entreaberta ainda pela surpresa olhei em volta encontrando um galpão enorme vazio.Apenas com seus poucos pilastres e alguns caixotes de madeira empilhados desorganizadamente por alguns lados.
– Então o meu perseguidor e amigo dos bilhetes era você? – Disse calma. Realmente não sentia tanto medo quanto pensei ter ao vê-lo ou encontrá-lo.
– Não. – A voz soou atrás de mim mais próxima do que antes.Diria que ele esta á alguns dois passos.
Me manti imóvel.
– Então o que quer comigo? – Perguntei curiosa,dessa vez de verdade.
– Você ainda não aceitou minhas desculpas senhorita.
Fechei os olhos mordendo meus lábios evitando bufar.Fala sério, quem sequestraria alguém e depois pediria desculpas pelo modo como tratou esse alguém?Respirei fundo.
– E por que me pede desculpas? – Fingi ter uma pequena amnésia.
– Acho que o baque foi grande demais.
– Não foi. – Disse irritada por sua aparente mania de brincar verbalmente.
– Estou aqui para te pedir um favor Hinata.
E finalmente quando olhei para frente lá estava ele.Olhos intesamente negros com um misto de um tom achocolatado.Dono de um cabelo castanho, composto por fios arrepiados e um tanto rebeldes. Tinha um jovem,e ele de fato era jovem.Ele tinha aquele rosto de pele não muito pálida e meio bronzeada, tinha ainda aqueles dentes brancos que pareciam brilhar.O olhar parecia um pouco mais doce do que antigamente.Tentando controlar a respiração por reencontrá-lo depois de anos e anos finalmente tomei estabilidade o suficiente para então poder dizer algo.
– O que você quer?
– Faz muito tempo não é?
– O que você quer? – Perguntei o ignorando.
– Preciso de sua ajuda.
Soltei uma risada fraca.
– E pra isso tinha de me sequestrar,enquanto eu tomava banho? – Gargalhei pela ignorancia.
– Não tem graça é sério.
– Então me diga. – Falei mudando meu humor,da agua para o vinho.
– Eu sei quem você é Hinata. – Não diga!Sério mesmo? – Sei pra quem trabalha. Sei quem é o seu real chefe e sei de quase tudo que vem acontecendo com você.Não eu não sou um psicopata maluco por você. – Mas é o que parece! – E por incrível que pareça,você trabalha em um ramo do qual eu procurava alguém de confiância para me ajudar.
– Com quem você arranjou briga?
– Preciso que assassine seu namorado.
Provavelmente na hora eu havia ficado pálida.O que diabos esse menino fez que todos o querem em um caixão?Fechei meus olhos engolindo o pouco da saliva que havia se formado em minha boca.Fiquei por algum tempo,não tão breve, ali quieta e pensando.
– Motivos?
– Eu tenho de sobra.
Abri os olhos já os arregalando.Se tinha de sobra,então poderia não ser o único á quere-lo sofrendo um de meus ataques fatais.Suspirei, tentando relaxar.Não entendia minhas reações.Talvez eu estivesse mesmo amando aquele homem. Aquele que cujo os demais me contam,parece ser um ficha suja de experiência.
– Me diga um.
– Meu chefe...Madara,viria aqui no meu lugar,mas me mandou por alguns emprevistos e como você já deve saber Madara é sócio desse Uzumaki.E Madara tá levando a culpa pelo dinheiro que vem sumindo ultimamente por lá, o problema é que na verdade,investiguei mais á fundo e quem anda fazendo isso é ele.
– Naruto?
– O mesmo.E preciso que você me faça aquele favor.
– Sinto muito mais você chegou meio tarde Kiba...Naruto já é meu trabalho desse mês.
– Desse mês ou de todos esses que vocês estão juntos?
Bufei.
– Tem ciúmes?
– Por que eu teria?
Sorri de canto.E enquanto ele me encarava birrento á centímetros de mim consegui finalmente afrouxar a corda que prendia meus pés. Levei um até seu estômago onde ele segurou.Caiu feito um patinho!, pensei enquanto impulsionava meu corpo para frente subindo assim em sua mão e enquanto dava uma cambalhota dupla no ar soltava aquela corda,que dificultaria minha “aterrissagem”.Quando já estava de pés no chão,impulsionei meu corpo para aquele gélido piso,na tentativa meio frustrante de quebrar a cadeira.Que em um de meus treinamentos havia se espatifado em pedaços.Mas esta.. quebrara apenas o encosto.
Mas o suficiente para que eu pudesse me livra dela.Agora só faltava libertar meus punhos e tudo bem.O problema era que o Inuzuka veio com tudo para cima de mim derrubando nossos corpos no chão. Rolei junto á ele esperando a primeira chance de parar e ficar por baixo podendo assim,atingí-lo de modo nada agradável,em seu ponto mais que fraco.Mas os planos não foram como eu queria.Mesmo assim,ainda podia ter vantagens.
– Como eu vou confiar em você?
– Ele está te traindo.
– Pare de inventar coisas.
– Facilite a conversa,provavelmente ele já vai vir com Itachi atrás de você.
– Dane-se.Ainda não me respondeu Kiba.Vamos diga!
Ele nada falou apenas virou a cabeça para o lado,assoviando.Para então um cara que mais parecia ser um armário deu dois leves socos em um dos pilastres fazendo com que um tipo daquelas telonas de cinema saísse de uma parte escondida no teto falso.Revirei os olhos,esperando o tal objeto parar.
– Pode ligar. – Ele falou duro e sem expressão.Assim que seu “assistente” fez o que ele tinha pedido,aquilo ganhou cores, ganhou formas e principalmente cenas que me fizeram um baque no coração. Não entendia mais aquilo estava doendo.Tanto quanto eu imaginava. – Agora você vê que eu não estou mentindo.Já estava meio óbvio ele e a Shion.
Ah!Claro...ele deve ser apenas mais um maníaco que depois de me levar pra cama passa a me trair em um relacionamento falso.Sim é falso mas..e a tal da lealdade que em nosso caso vira respeito um pelo outro?Eu podia já ter me matado aos beijos com o primeiro que visse,ou com qualquer mais eu o respeito assim como eu entendo o que sinto por ele.Senti seus braços sob os meus passando á olha-lo.A corda parou de envolver meus pulsos e eu finalmente me levantei,acariciando onde estava apertado.Doía,só que não tanto quando algo dentro de mim quebrava-se em silencio.Kiba me estendeu uma pasta branca e peguei olhando para os papéis distraída até ver seu nome e uma tal coisa intrigante.
– Como ele fica sem dinheiro por tráfico de armas ilegais?Isso tinha de dar dinheiro não é? – Perguntei ainda olhando aquelas minúsculas letras.
– Burro do jeito que ele é,vai saber.
– Droga.. – murmurei.
– Tem um detalhe.O meu pedido de ajuda é mais um acordo com você,eu e Madara.Tenho de tê-lo morto em sete dias.
– Querido,meu outro prazo diz menos do que isso.
– Ótimo.
– Não.Não é!Como vou me preparar em tão pouquíssimo tempo?
– Você consegue. – Disse me dando as costas.
– Então é isso Inuzuka? – Gritei para ele. – Depois de um caralho de anos você vem,me sequestra na maior cara de pau,cortando meu braço e minha perna por algum capanga idiota seu ter a linda ideia de se jogar comigo da janela fechada,do segundo andar daquele bendito chalé.Pra me prender em uma cadeira,jogar por alguns minutos com a minha mente e sem mais nem menos me pedir AJUDA?Kiba,o que você fez com seu cérebro?Com sua memória?Acha que não me deve explicações do por que ter feito aquilo comigo?Você tem de me dizer ainda qual é o motivo que te fez me deixar plantada naquela merda daquele banco,sozinha o dia todo!Não se lembra de quando tinhamos nossos 14 anos?De quanto tinhamos nossos 16?Você não lembra Kiba?Pois eu lembro! Você faz tudo isso sem me dar satisfações,me pede pra matar o primeiro cara que eu consegui amar depois de tudo entre nós dois... – Parei alguns segundos para tomar fôlego. – Me dá um prazo,se quer tem uma conversa decente comigo e me dá as costas sem nem menos explicar-me o que aconteceu de tão trágico com você,qual é o motivo que todos me mandam matar aquele homem e ...
Fiquei em silêncio,não entendia o que havia acontecido comigo, mais parece que uma bomba havia acabado de explodir dentro de mim.E ali quieta chorei olhando para o chão enquanto ele se mantia calado.Me permitindo apenas ouvir seus passos em minha direção.
– Me perdoe Hinata. – Disse baixo.
– Não precisa pedir perdão quando um coração já foi quebrado, não quando já é tarde... – Respirei fundo ficando de costa para ele e começando á caminhar, enquanto procurava uma saída. – Daqui á sete dias eu lhe mando de algum jeito alguma notícia,não vou matá-lo.Não ainda...preciso me desintoxicar dessa coisa que tem dentro de mim.
– Eu te ligo.E a saída é pela porta á direita.
– A gente se vê Kiba. – Sussurrei com uma maré de pensamentos.
Quando finalmente abri aquela porta estreita e sai do lugar quente e vazio dei de cara com vários garotos fazendo qualquer coisa,até pararem para me olhar. E sem dar a mínima para qualquer um segui reto passando por um portão enorme.Pisei no asfalto lembrando da briga que havia tido com aquela garota.E apenas agora eu notei.Notei que a Lua tinha começado á sumir dando lugar para o Sol.Talvez eu tivesse ficado inconsciente por horas,mais do que eu tinha pensado.Fitei o horizonte encontrando a praia logo após uma calçada e um capol imenso de grama que formava um pequeno planalto.Local do qual se encontrava aquele galpão.Atravessei a rua caminhando calmamente até a areia notando estar sem um calçado se quer.
Sorri de canto irônica.
Quando por fim toquei a areia se quer me atrevi á sentar,ou então parar para observar a paisagem.Eu já havia ficado tempo demais nesse lugar.Tempo demais em uma cidade que não fosse Tóquio ou parte do Japão.E para minha surpresa pela primeira vez tinha acontecido tudo o que eu não desejava.Por simplesmente ter dito um “Eu Aceito”.Caminhei em linha reta em direção oeste procurando chegar no hotel,conta uma história qualquer e esperar a calada da noite para então fugir.
Fugir feito criança.
Voltar para minha verdadeira casa,voltar para minhas velhas rotinas,minhas velhas convivências.Meu estômgo roncou pela primeira vez quando finalmente notei o Sol estar mais forte,minhas feridas não doíam tanto quanto antes,notei curativos por meu braço descoberto,mas nas pernas creio que ele se quer ousou encostar.Provavelmente devia ser por volta das onze da manhã.A praia tinha poucas pessoas,não muitas por sorte minha.Caminhei assim,pensando em tudo,em como eu definitivamente havia me envolvido de modo ingênuo com ele.De como eu não esperei ter um sentimento ímpar,enquanto ele apenas atuava. Como eu devia ter feito desde o princípio.
A calma me tinha em seus braços assim,como meus vagos pensamentos e acusações contra mim mesma,até esbarrar em alguém e levantar levemente minha cabeça para pedir desculpas.E ao ver quem era,me aliviei.Um pouco.
– Meu Kami!Hinata,o que fizeram com você? – Sakura falava desesperada.
– Eu estou bem... – Sussurrei.
– Quem te sequestrou,o que era?
– Nada que eu já não tenham me pedido.
– Hã? – Ela fez uma voz confusa e provavelmente a expressão também.
– Kiba...me pediu pra sumir do mapa com o pacotinho especial que tenho de cuidar até semana que vem. – Expliquei.
– K-Kiba?
– Ele mesmo. – Suspirei. – Podemos ir pro chalé?Eu preciso tomar um banho e dormir. – Menti.Eu apenas queria ficar sozinha.
Fui com ela até o calçadão,entramos em um táxi e o silêncio reinou entre nós. Apesar de ganhar olhares desconfiados de minuto em minuto,não contei nada mais do que aquilo.Mexia no celular digitando mensagens e era esse o único baruto que eu escutava.Sua unha em atrito com o visor do celular.Ela sabia tão bem quanto eu que se o visse outra vez ficaria abalada,mas menos do que estou.O problema foi o resto...
O taxi chegou e mal pisei na portaria vi Ino e Tenten.Sorriram largo vindo me abraçar.Claro que não seria mal educada com elas, aproveitaria para uma boa despedida.Me abraçaram sem deixar de comentar quase gritando,o quanto ficaram preocupadas comigo,o quando Naruto tinha ficado desesperado e todos os outros. Quando por fim me olharam direito fizeram caretas e queria quase me levar á força para um posto médico.Mas eu recusei.E conversas das quais eu desviava,rolaram até eu ouvir uma certa voz.
– Cadê ela? – Soou preocupado.
Me virei para trás encontrando seu olhar.Meu coração pareceu virar pó. Pareceu se dividir em trilhões de pedaços.Como ele conseguia fingir tanto assim?Ah,apenas Kami sabe!Sorri de canto contendo uma lágrima que formava em meus olhos.No fundo sentiria falta dele.Como talvez jamais sentira de alguém...
– Naruto... – Sussurrei,enquanto ele vinha até mim.Pega de surpresa ele me abraçou com força.Girou nossos corpos pelo ar e ao me colocar no chão beijou-me com carinho.Com um tipo de necessidade estranha.O ar faltou, malditamente ele faltou...e quanto o beijo cessou ele me fitou de maneira indecifrável.
– Quem fez isso com você? – Disse sério.
– Não vi. – Respondi calma.
– Como?
– Não vendo oras... – Respondi fechando meus olhos. – O idiota me vendou e quando me viram algum outro idiota disse que não era eu quem tinha de ser sequestrada e sim outra. – Menti dando ombros. – Estou bem no final das contas. – Sorri forçado.
– Ah,Hinata... – murmurou outra vez me abraçando. – Se alguma coisa tivesse acontecido com você...
– Tá tudo bem. – Repeti.
– Eu sei ma-
– Esqueça que isso aconteceu,estou aqui com você. – Falei mais calma do que pretendia.Finalizando com um sorriso,enquanto me afastava para abraçar o restante os aliviando,como uma silenciosa despedida...
Sai do banheiro com um grosso roupão que escondia minha roupa.Minha sapatilha silenciosa ajudava para não acordá-lo.Entrei no quarto com calma, dando passos lentos e pequenos.Calmos,enquanto meu coração estava aparentemente desesperado.Pelo motivo do qual irá arrancar muitas noites de meu sono.Deitei ao seu lado na cama parando para então poder apreciá-lo.
Sua face ao meu lado tão serena,tão doce iluminada pela luz que da Lua, acariciei aqueles belos cabelos rebeldes enquanto sorria.Não era hora de fazer isso.Não era hora de deixá-lo.Mas eu precisava,já estava na hora de fazer isso á um bom tempo.Levei meus lábios até sua maçã do rosto.
– A melhor coisa que me aconteceu na vida foi te conhecer. – Sussurrei.
Ao terminar minha frase,peguei as malas já escondidas no corredor,desci silenciosamente as escadas.Abri a porta com cuidado colocando as mesmas na pequenina varanda.Voltei para dentro indo até a cozinha pegando um bloco de lembretes e a caneta esferográfica de tom azul.Respirei fundo tomando coragem para escrever.Quando finalmente consegui ter controle sobre mim mesma coloquei-me á escrever.
“Olá Naruto.
Como está?Espero que eu não vá estragar sua felicidade dando-lhe de presente essa carta.Quando estiver lendo essa carta provavelmente eu já estarei longe demais.Me desculpe,mas ultimamente coisas andam acontecendo comigo. Coisas das quais não consigo explicar, me desculpe mesmo.Eu tinha de manter minha palavra,aguentando até o fim das férias.Mas acontece que perto de mim...
Você irá correr perigo.E como você já deve saber,penso sempre nos outros antes de mim mesma,eu por este e outros motivos lhe quero seguro.Pelo menos por parte desse assunto.Mande abraços para todos. Sinto muito por não aguentar mais.Me perdoe.Nos vemos conforme a direção do vento soprar.Obrigada por tudo...
Hinata.”
Arranquei a folha no pontilhado de corte fraco que havia ali e dobrei ao meio, depositando o papel dentro de um envelope que havia achado de tarde.O fechei,escrevendo seu nome na parte lisa da frente do mesmo e colocando ao meio da mesa.Sorri torto,talvez teria de agora voltar á ser aquela garota de antes.De muito tempo atrás.Seca,fria e sem sentimentos.Afinal são estes os principais ingredientes para se tornar a assassina do homem que você ama não é?A,minto.Do homem que um dia você amou.
Verifiquei o dinheiro na minha bolsa.Tinha o suficiente e iria sobrar.Retirei aquele pano pesado e quente revelando minha calça jeans escura,minha sapatilha possuidora de um tom bege delicado e a blusa branca com o decote em V e três botões em cima.
Passei á andar até a porta calmamente,com um pequeno aperto no coração. Paguei minhas malas do modo como puder andando até aquela floresta que tinha atrás do chalé,até então chegar de seja lá qual for o lado da cidade,numa rua aparentemente principal.Peguei o primeiro taxi que vi e com a ajuda do senhor que dirigia guardei minha bagagem, no porta malas,entrando ali, pronunciando apenas Cinco palavras.
– Para o aeroporto,por favor.
Ao terminar a frase prendi o cinto no banco traseiro ao passageiro apoiando a cabeça na janela enquanto observava cada pequeno detalhe das ruas, comércios e por fim... do oceano.Daquele mar que estava brusco e inquieto. Parecia estar dominado por uma certa revolta. Fiquei assim.Até o carro começar á entrar por muros compostos por grades imensas,fazendo-me fitar o que tinha á nossa frente.O aeroporto. Respirei fundo,procurando algum sinal de que aquilo era errado e tudo o que dizia isso era pelo lado sentimental,pelo que meu coração dizia.A razão...esta não existia quando o assunto era voltar para aquele chalé e ficar ao lado dele.
Quando finalmente após o taxi ser estacionado,sai daquele carro ganhei ajuda do motorista para levar todas aquelas coisas para o local do qual se quer me lembro o nome,onde se coloca as bagagens.Olhei no grande relógio de lá constatando quase seis horas da manhã,virei observando uma das grandes telonas, vendo qual seria o próximo avião para Tóquio.Suspirei aliviada,mais dez minutos e o avião partiria.Fui até um caixa vazio comprar.
– Posso ajudar?
– Uma passagem para Tóquio. – Disse seguindo cada procedimento e o fim partindo direto para aquela parte do ambiente onde tinha uma placa enorme dizendo “Embarcação”.
E quando estava á um passo de entrar olhei para trás.Olhei com um sorriso, porque mesmo com aquelas coisas horríveis eu levarei inúmeras lembranças, levarei elas comigo por pouco tempo até conseguir esquecê-las.Mas valeu á pena,sem arrependimentos.Sem querer voltar atrás,dei meu passo decisivo depois de passar pelo cara do qual verificava o passaporte e a passagem.
– Adeus Hawaii. – Sussurrei.
Andei destraída até entrar antecipadamente no avião.Fui até meu acento que ficava na janela,por sorte eu havia ficado com apoltrona ao lado vazia.Era apenas eu como pedia á Kami enquanto pensava. Relaxei,ou pelo menos tentei. Quando o avião começou á decolar era por voltar das seis e dez da manhã. Provavelmente ainda vai demorar para alguém acordar.Observei a ilha de longe quando o avião já voava alto.Engoli o pouco de saliva que se formou dentro de minha boca, pousando a mão no coração.Podia estar errando conforme meus sentimentos apontavam,mas era o certo e sempre será para alguém como eu seguir a lógica,as regras e leis.No fim...se não fosse eu á fazer o tal trabalho.
Seria outro,poderia ser até pior.E eu não queria vê-lo sofrendo, mesmo que isso soe irônico.Daqui alguns bons dois dias ironia não existira entre esses pensamentos,pelo complexo fato de eu já provavelmente estar excluindo cada acontecimento,cada detalhe de dentro da minha mente.É ridículo,mas é preciso.Porque como dizem,nem sempre queremos fazer o que é certo e seguir as regras,pois muitas vezes machucamos não apenas á nos mesmos.
Mas também as pessoas das quais amamos.
Notas finais
SUAAAAAAAAAAAAAAA BITCH! ò_ó
Hinata: Eu só segui o rotei tia pakee u_u
Pakee-chan_Inner: Mais não era pra ter feito isso..ôh bosta de idéia sua Pakee òó
Pakee: MINHA? .----. EU NÃO FIZ NADA!Tá eu fiz..agora sai as duas * chuta elas pro Burger King(???)*
Anw gente o que acharam? Tá não precisa responder \'^^ SJIAJSIJSAJI,nhac no capítulo seguinte ela chega em Tóquio e coisas acontecem,algumas normais e talvez mais para o fim uma surpresa misteriosa *OO*\' que então trará no capítulo 20 uma coisa #MARAVILHOSA.Ah...vocês nem sabem!Vou alivia um pouco barra de vocês,fazendo no próximo capítulo uma conversa dela com o chefe,revelando assim quem ele é. *-*
Gomenasai os erros,não tive tempo de corrigir.Assim que possível vou tar arrumando tuditcho *-*
Obrigada por ler mesmo mesmo *O* Kissus no kokoro:* e ja né õ//
Inner: HEEEEEEEEEY,O PRÓXIMO CAPÍTULO SAI ATÉ QUINTA OU SEXTA WEEEEEEEEEEEEEEEEEEEP Õ/ *pula* *some*
Fale com o autor