Notas iniciais
Yoooooooooo leitores *OO*
Como está o pessoal mais lindo do mundo?:3
Espero que bem *-* Nhaaac,triste o capítulo passado né?Enfim, sobre Naruto e Shion,as coisas vão ser explicadas mais pra frente,gomenasai por essa coisa trágica mais também né emo escrevendo uma fic dá nisso SKAOPSKO '-'
Acho que nesse capítulo vocês vão entender melhor os motivos de ela ter desistido dos dois e tal,e optar pelo trabalho. Nhaaay gente se vocês notarem tem mais ou menos umas 3,400 palavras e pouquinho,mais tá um caneco de grande ocupou 20 páginas no word certinho até o ultimo espaço o_o' medinho u_u' tomara que esteja bom de ler :B foi meu record fanfictal(WHATT???).
Obrigada por todos os comentários *w* desculpa pelos erros e boa leitura!

Capítulo 19 –
Tóquio.

E enquanto eu fazia um esforço desgraçado pra esquescer cada momento,olhei distraídamente para minha mão direita,onde por acidente havia esquecido da aliança em meu dedo.Suspirei,segurando um choro infantil.

Para então uma onda de lembranças invadirem minha mente...

Flashback’s_on.

– Espera.

– O que foi? – Perguntei me virando para fitá-lo.

– Você tem um sorriso lindo.

Senti um leve calor em minhas bochechas e sorri como agradecimento.

– Você também. – Falei meio enrrolado. – Boa noite. – Abri o portão até ouvir sua voz soar.

– A gente se vê.

Fitei o chão ainda sorrindo e o olhei parecendo uma adolescente apaixonada e boba.Fazia um bom tempo que não tinha uma cena dessas na minha vida. Acenei baixo e entrei em minha casa.

‘+’

– Para... – Eu gritava entre minhas gargalhadas. – Vou passar mal Naruto! Ai... – Mergulhei outra vez em nossos risos tentando sair debaixo dele.Lá estavamos nós,feito duas crianças.Brincando como bobos.E sendo feliz,longe de todos os problemas.

– Ninguém mandou me provocar. – Respondeu com aquele sorriso lindo.

‘+’

– Tem uma sujeira aqui ó... – Disse enquanto se aproximava de mim.Quase me hipinotizando com aqueles olhos tão perfeitos.

– Onde? – Tentei olhar para o meu rosto sem sucesso.

– Aqui olha.. – Chegou mais e mais perto,quando do nada passou o dedo cheio de sorvete na ponta de meu nariz.

– AH!Naruto,isso não vale!Seu baka... – Fiz um biquinho,limpando com o guardanapo a meleca que ele fez em mim enquanto ouvia seus risos altos e contagiantes.

‘+’

Não queria assistir filme de terror.Não quando pela primeira vez tinha uma tempestade no Hawaii.Suspirei sentada no sofá procurando não prestar atenção no filme,mas por burrice acabei me prendendo aos acontecimentos e do nada aquela porcaria de bicho aparece do nada.Gritei assustada,pulando sem querer no colo do loiro.

– G-g-gomenasai. – Disse ainda de coração acelerado.Ganhando por surpresa um beijo...um beijo doce,daqueles lábios tão macios e perfeitos.

‘+’

Me rebatia na cama feito maluca,provavelmente.Aquele pesadelo gastava minhas forças,até então acordar gritando feito uma criança e aos prantos. Sendo surpreendentemente acalmada por braços tão confortáveis quanto quaisquer outras coisas...

– Calma.Foi só um pesadelo. – Naruto falou enquanto acariciava meus cabelos.

‘+’

– Não gosto do jeito com que eles olham pra você. – Resmungou ao meu lado enquanto eu experimentava um bíquine qualquer numa loja do shopping.

Sorri.

– Ninguém está me olhando á não ser você. – Falei arrumando a alça.

– Você que pensa... – Ri baixo. – Qual é graça?

– Você com ciúmes é a graça Uzumaki.

Me virei o fitando,assistindo seus lábios formarem um leve bico e seu olhar ir parar no chão.

‘+’

– O seu sorriso é lindo. – Falei enquanto fitava o céu.

– Nunca será mais que o teu. – Me disse por fim.

‘+’

– Eu gosto de você mais do que imagina Hinata...

Flashback’s_off.

É estranho lembrar de tudo isso.Estranho lembrar enquanto quero esquecer, estranho rever tudo isso em minha mente quando...agora tudo parece apenas um sonho que acabou.Já era hora de acordar,aliás essa hora já passou e eu não á vi passar,tendo de agora fazer esse absurdo com interrogações por minha mente toda.Acabei pegando no sono.O que de fato era a melhor coisa a se fazer.

– Moça... – Sentia um chacoalhão.Abri meus olhos me deparando com a aeromoça. – Já chegamos. – Sorriu.

Arregalei os olhos.

– Ah,obrigada. – Respondi.

Desci do avião adentrando o aeroporto.As pessoas que chegavam corriam para seus parentes,sua familía.Assim como também os casais se reencontravam, sorrisos,abraços e carinho por todos os lados.No fundo eu sentia falta de ter alguém parar ir correndo e abraçar.Mas óbviamente ninguém se quer imagina que estou aqui.Peguei minha bagagem repetindo o mesmo ato de quando fui para o aeroporto do Hawaii.Tinha passado um dia.E pegar bagagens,colocar no taxi e tirá-las do porta-malas começou á virar rotina.Chegando finalmente em casa depois de agradecer ao taxista por me ajudar com as malas me joguei no sofá.

– Velho,doce lar. – Sussurrei.

Tive um ataque de tédio,fazendo meu lado limpeza entrar em ação.Usei o resto do dia arrumando tudo naquele sobrado vazio.Até chegar o crepúsculo onde aquela Lua tão bela,tão encantadora começava á tomar o centro do céu para sí,cercada pelas estrelas que brilhavam fraco.Abri a gaveta da escrivaninha onde tinha um celular novo em folha,coloquei meu ship antigo e mal o liguei o bendito tocou.

Precisamos conversar. – Era o chefe.

– Diga.

– Não,vá até o parque central,estarei lá.

– Agora?

– De preferencia. – Disse ironico.

– Mas é quase dez da noite!

– Por isso mesmo.

Bufei desligando.Tomei um banho rápido mudando de roupa,afinal se eu saísse como tava era pedir para ser assediada no meio da rua.Aqui o calor não predominava tanto,não do modo como eu tinha me acostumado.Calcei um all star,combinando com uma calça jeans clara,uma blusa de manga média verde musgo com decote em V e um moletom preto que terminava no meio de minha coxa.Prendi o cabelo em um coque alto.Por fim verifiquei os arranhões em minha bochecha.Bufei ao vê-los ainda marcados de maneira indiscreta.

Desci,pegando a chave na mesa ao lado da porta.Suspirei pesado ao fechar a mesma e começar á andar.O tal ponto de “encontro” não era muito perto de onde eu morava,arriscaria algumas sete quadras.E enquanto andava,aproveitei para então observar melhor as ruas.Notar os detalhes dos quais eu sentia falta e respirar aquele ar de cidade grande.De agitação.

Comecei a passear pelo parque procurando por ele e depois de voltas e voltas o achei encostado em um pequeno muro em cima da ponte que atravessava o grande lago.Revirei os olhos indo até seu encontro.Tinha alguma coisa na boca, uma coisa que não era para a idade dele.

– Não deveria ficar mordendo esses doces pela vida toda.Vai acabar com seus dentes. – Brinquei me sentando ao lado dele.

Se virou para mim me fitando,ainda com o mesmo olho tom de mel misturado com um marrom caramelado.As sobrancelhas finas e o cabelo emo mais estranho que já vira.O sorriso de tarado psicopata ainda existia em seus lábios. Velho,não tão velho assim Genma.

– Olha só quem fala,se vestindo como uma adolescente e reclama de mim.

– Eu sou uma.Desculpe-me. – Brinquei.

– Você sabe que não deveria ter voltado sem ele morto. – Disse suspirando. – Mas vou te dar essa folga,ser sequestrata por Kiba,é realmente cansativo ainda mais quando era ele que te observava durante aqueles três dias. – Tornou a falar.

Abri a boca levemente surpresa.

– Era ele?

– Sim.

– Então é esse idiota que tentou me matar e fica mandando essas porcaria toda hora?

– Não.Ainda não descobrimos,como sabe que eu sei disso? – Jogou verde.

– Não sou burra,você me ensinou muito bem á ler as entrelinhas do silencio.E os detalhes que pairam pelo ar.

– Você me deve uma. – Sorriu.

– Nani? – Gargalhei. – Você é que me deve várias.

Ele riu fraco.Era a primeira vez que o via assim.

– Acho que você precisa de alguém pra escutar os seus motivos de jogar tudo para o alto Hinata.

– É complicado demais. – Falei fitando meus pés que balançavam bem acima da agua.

– Nada,nunca é demais.

Suspirei.

– Ele teve os dele para mexer comigo,para aprofundar algo que não existia.Ele me fez acreditar em coisas impossíveis,escondeu quem ele era de verdade, fingiu ser alguém que não existe,não alguém com aquele nome.Disse que queria que desse tudo certo entre nós e... me confundiu dos pés à cabeça. Me fez sentir algo que eu não sentia por tanto tempo.Pra no fim,eu descobrir um belo par de chifres numa relação supostamente falsa,que ele tem uma fila de pessoas com facão para por sua cabeça numa bandeja e eu vir parar aqui. Numa ponte falando com o meu chefe,sobre sentimentos. – Ri ironicamente. – Vida hilária não é mesmo?

– Pensei que seria apenas mais um caso.Nunca foi nada demais.

– Notei existir exceções.

– Também notei uma coisa Hinata.

– O que?

– Que ainda existe uma chance para você ser feliz ao lado de quem ama.Basta apenas enfrentar uma guerra entre vocês dois.Basta apenas ter força o suficiente para convênce-lo de algo.

– De que?

– Descubra por sí mesma.Você é capaz. – Disse mordiscando o doce em sua mão.

– Sabe Genma... – Levantei meu olhar para fitá-lo.

– Hmm?

– Eu não te vejo como um chefe. – Ele passou a me olhar. – Te vejo como um irmão mais velho,como um melhor amigo ou um pai precoce. – Sorri por fim. – Afinal tudo o que você fez por mim e por todos nós...quem sabe um dia poderemos retribuir á altura?Mas eu acho difícil.Porque quando ninguém me queria por perto,você foi lá me ajudar.Assim como foi com Sakura...Sai... com tantos. – Suspirei. – Vou dar o meu melhor.Não lhe prometo que será em breve,mas tentarei acabar com essa pedra no caminho.

– Se não quiser,não precisa.

– É o meu trabalho,nunca volto atrás se lembra? – Desci de onde estava estendendo a mão.

– Me esqueço fácil de algumas coisas.

Senti o doce em minha mão e o mordi sorrindo.

– Só esquece do que acha chato e problemático.

– De fato você é isso. – Falou enquanto começava á andar.

– Bundão. – Resmunguei tomando também o meu rumo.

Ele poderia ser o maior pé no saco naquele maldito celular,afinal qual é a impressão que seus empregados tem de ter de você quando lhe vêm trabalhando? Que é um molenga como fora nossa conversa de agora á pouco? Não.Óbvio que não.Por isso era sempre assim quanto telefonava.Podia ser esse chato importunante mais no fundo,tinha um lado doce e amigável.Pode até não parecer mais ele tem sentimentos tanto quanto qualquer outra pessoa.

Enquanto andava destraída pelas ruas,acidentalmente acabei passando na frente de uma casa noturna que era parte de minha vida.Sorri parando na frente da entrada já sorrindo para o segurança que pareceu me reconhecer.

– Hot Twin’s...á quanto tempo. – Sussurrei passando pela porta.

Dois meses e alguns dias,para isso aqui se transformar completamente.Não falo do primeiro andar e sim de tudo.O ar,o som,as pessoas que desciam e subiam as escadas...andei logo para o segundo andar.Avistando um bar no canto,sofás envolta das mesas,pistas de danças e óbviamente Karin,Konan e as demais dançarinas.Sorri avistando elas,que pareceram nem me ver.Me dirigi até o bar onde tinham apenas homens.Mas eu se quer liguei para os mesmos.

– Um drink duplo por favor. – Disse o garçom.

Observei o mesmo fazendo o drink e me destraí,nem notando o homem que estava ao meu lado.Senti seu olhar sobre mim e o fitei.Arqueei uma sobrancelha e voltei meu olhar para o balcão onde o copo acabara de ser posto.

– Aqui está.

– Obrigada. – Disse ao moço que me serviu e engoli a bebida toda num gole só.

– Deve estar com problemas para entrar em uma boate,se sentar no bar onde está cheio de homens e beber em um só gole um drink desses. – O estranho sentado ao meu lado disse.

– Eu trabalho aqui. – Falei destacando o verbo trabalhar.

– Nunca te vi.

– Estava trabalhando. – Falei,fazendo uma careta confusa não me entendendo.

– É dançarina...

– Dama de Companhia. – Corrigi. – Mais um por favor. – Pedi e logo minha bebida chegou,peguei o copo na mão e me levantei,mas o tal pegou o meu braço livre,me parando.

– Como é o seu nome? – Perguntou calmo.

Olhei para o cara pálida e fiz uma careta falsa.

– Até parece que você não sabe quem eu sou Sai.

– Ainda lembra de mim? – Perguntou.

– Como eu esqueceria de uma lombriga que trabalhou comigo em uma missão de extrema atenção,enquanto falava sobre as reações das pessoas e apelidos carinhosos do tipo bunda linda. – Ele soltou meu braço sorrindo.

– Bom lhe rever senhorita salada de frutas.

– O mesmo. – Levantei o copo e dei as costas para ele,fazendo uma pergunta que estava entalada em minha garganta. – O que faz por aqui?

– Procurando diversão. – Disse ao passar por mim.

– Pois é...as pessoas andam mudando. – Virei o segundo copo,colocando na primeira bandeja vazia que vi dando sopa.

Sim eu estava bebendo,mais eram por dois bons motivos:queria provar e precisava me destrair.Isso me ajudaria tanto quanto qualquer pessoa imagina. Andei pela pista de dança,atravessando a mesma,indo até o camarin.Mal entrei e avistei Shizune,ela abriu a boca e correu para cima de mim.

– Hinata,minha pequena. –Me abraçou com força e eu retribui.Afinal,desde algum tempo pra cá á considero uma segunda mãe. – Você voltou antes,deu tudo certo?

– Ahm...mais ou me-

– HINATAAAAAAAAAAAA! – Ouvi uma voz estridente soar junto com outras duas.Olhei para trás confusa,uma tinha de estar lá embaixo e as outras em algum palco.

Eram,Hanabi,Karin e Konan.Correram,pulando em cima de mim,fazendo com que caísse no sofá aos risos com elas.

– Eu também senti a falta de vocês.

– Deixem ela respirar garotas.

– Ah,Shizu dá um tempo! – Karin falou enquanto se levantava.Assim como Hana e Konan também.

– E ai,me conta como foi tudo por lá?

– Calma,primeiro tem que perguntar se deu tudo certo Konan! – Hanabi interferiu.Eu apenas ria,da pequena discussão de quem perguntava primeiro entre as três.

– Amanhã eu conto tudo,agora vocês tem de voltar ao trabalho e eu pra minha casa.

– Ah...não fica por favor!

– Não posso já ficar em uma balada na primeira noite em que chego na cidade. – Fiz uma pose séria. Fechando os olhos e curvando a boca para baixo.

– Vai te catar Hina. – Ouvi a ruiva falando e senti uma almofada na minha cabeça.

– Heey!Isso foi injusto. – Cruzei meus braços. – É sério amanhã bem cedo eu venho, — Tentei sorrir o mais animada possível. – Boa noite,bom trabalho e cuidado para não assustarem ninguém com essas caras feias. – Soltei um riso agitado enquanto as três mostraram a língua. – Tchau Shizu-san.

E dito isso saí dali,não por querer.Mas porque precisava.Afinal,não vai ser fácil para elas contar tudo o que aconteceu,contar coisas que não aconteceram juntamente de algumas que sim.Numa confusão horrorenda.E quando notei,lá estava eu.Em casa,fitando as malas jogadas em um canto e os bilhetes ao lado de meu travesseiro.Suspirei os jogando na gaveta vazia da mesinha de canto.

Fiz minha higiene pessoal,coloquei o primeiro pijama que vi e me entreguei ao sono,porque fraqueza á bebida é meu décimo quarto nome.

Acordei com o relógio tocando feito doido.Pelo jeito tocava todo santo dia. Levantei indo direto para o banheiro,com passos pesados,pequenos e lentos. A mão esfregando meus olhos e o rosto todo,junto com um bico e resmungos meus por uma certa dor de cabeça fraca,mas irritante.Parei na frente do grande espelho que tinha em cima da pia e vi meu cabelo mais bagunçado do que qualquer coisa.Com o rabicó que prendia meus cabelos no meio de um nó ao fim dos meus fios morenos.Suspirei arregalando os olhos,lavei o rosto,fiz o resto do que tinha que fazer e me meti em um banho maravilhoso.

Trajei um vestido preto que batia um palmo acima de meu joelho,de alças que se uniam atrás de meu pescoço e com decote pequeno,discreto. Calcei um salto médio e confortante preto de veludo e com os cabelos soltos ao milagroso Sol saí para o trabalho,usando meu carro depois de tempos e tempos.Estacionei na minha rotineira vaga e desci entrando na boate,com um sorriso.

– Bom dia! – Gritei.

– Olha o ânimo da Hinata gente. – Hanabi veio me receber.Eu tinha vontade de dizer quem eu era,quem ela era,quem éramos.Que tinhamos o mesmo sangue mas era melhor ficar calada. Nos abraçamos e quando ela me soltou,Karin veio assim como Konan e Shizune.Mais uma vez distribuí abraços matadores de saudade. – Agora,me diga,para onde foi? – Ela estava realmente curiosa.

Sorri,puxando-as para o sofá que tinha na recepção.

– Capital do Hawaii.

– Ulálá,lugar quente. – Karin comentou.

– Tarada. – Disse em coro com Shizune e Hanabi.

– Você não ia ficar,digamos que...três meses?Ou até fevereiro? – Shizune parecia preocupada comigo e eu realmente me aliviava por ela estar assim, afinal eu precisava de alguém que se importasse comigo,mesmo que seja estranho precisar de algo assim.

– Ia.Bem dito,mas acabou que não consegui.

– Por que?

– Hana,as vezes a gente começa á amar mesmo não querendo. – Passei á fitar o teto,colocando minha costa colada ao encosto. – E quebra a cara feio mesmo não querendo.

– Nani?Você tá gostando dele?Quero dizer...Amando? – Konan devia estar com os olhos brilhando,apostaria uma nota que ela estava.

– Pois é.Mas não posso,não devo e não vou mais. – Sorri de canto.

– O que ele fez? – Minha chefa é esperta.Ri com o pensamento tonto.

– Nada demais,só não quero mais vê-lo sabe?Nem falar dele nem nada disso entende?Eu conheci pessoas maravilhosas revi a Sakura,o Ne... – Me lembrei de Hana e tratei logo de mudar o assunto. – Os pais dele são maravilhosos, até o Kiba eu revi,maravilha.Conheci uma idiota,que odeio com todas as minhas forças e se pudesse dava umas nela. – Arranquei risadas das quatro. – Mas fazer o que,nem todo mundo vai me amar.

Levantei e olhei para minha bolsa jogada no balcão dando sopa.Ops!,pensei. Corri pegá-la e coloquei no braço,sorrindo animada.

– O que foi senhorita Hinata? – Konan perguntou com uma voz zuada.

– Quem vai comigo compra sorvete?Afinal,mortas de fome não vivem sem um sorvetinho depois de um belo e bom ensaio não é mesmo?

– EU! – Hana gritou e levantou correndo.

– Ótimo,até depois. – Acenei desajeitada e saí com a pequena não tão pequena assim ao meu lado.

– Hina... eu preciso te contar uma coisa. – Olhei para ela enquanto andavamos até meu carro. – Você..você... – Respirou fundo e fechou os olhos parando no meio da calçada. – Você é minha irmã Hinata-nee-chan.

Parei.Petrifiquei,gelei,virei estátua literalmente.Como ela sabia? “Hinata-nee-chan”,tais palavras ecoavam por minha mente,tirando um sorriso e uma lágrima de mim.Me virei para fitá-la.E a mesma tinha uma expressão confusa.

– O que foi? – Perguntei.

– Não está surpresa?Nem vai achar que é mentira nem nada? – Disse afobada.

– Não. – Andei até ela. – Eu sei que você é minha irmã Hanabi.

– Desde quando?

– Desde que você nasceu. – Falei enquanto revirava os olhos. – Óbvio né.

– E então por que não me contou quando eu..quando eu cheguei aqui?

– Conhece medo e preservação? – Ela fez que sim com a cabeça. – Eu procurava te preservar do pesadelo que é ser minha irmã.E tinha medo, de talvez você se quer acreditar.

Quando fiquei quieta,minha pequena irmã saltou em meu pescoço me abraçando enquanto chorava.

– Eu te odeio sua burra.Sempre soube de você mais também tinha medo. Obrigada nee-chan.

Retribui,rindo de sua voz parecida com a de um bebe.Quando por fim nos separamos seguimos para a sorveteria,enquanto eu ouvia cada lamento e história que ela me contava.Enfim,algo verdadeiramente agradável e maravilhoso acontecendo em minha vida.Além de perfeito.Minha irmã, sem farças,sem mentiras.


Três dias depois...

– Hina..ele vem aqui todos os dias! – Karin quase gritava ao meu lado.

– Não sou surda,estou bem aqui. – Ela me olhou,bufando. – Olha,são só três dias não quer dizer nada.E eu já falei,não quero saber dele.

– Por que Hina?Você não disse que o ama?

– O que eu disse depois disso?

– Mas tem de ter um motivo.

– Eu só não o quero ver mais Karin...e aliás hoje você fica na boate com a Shizune para fechar. – Disse me levantando do chão. – Boa noite amiga,se cuide e sobre Suigetsu...ele me parece um bom namorado pra você.Assim como aquele tal de Yahiko daria um bom marido pra Konan.Né? – Fitei as duas.

– N-NANI? – Gritaram em unissono,enquanto coravam.

– É isso ai...

Sorri.Olhei no relógio,que marcava onze da noite.Suspirei pesado,o meu cliente de hoje fora Udon,um adolescente que precisava de conselhos amorosos,tudo o que eu fiz foi escutar seus lamentos e consolar seu coração quebrado.Dei uma luz para coisas que ele se quer imaginava,pelo menos no fim,acabei ajudando o garoto.O que fora satisfatório,afinal tem coisa melhor do que ajudar os outros? Creio eu que com exceção de dar umas na cara daquela vassoura de palha não há,com certeza não.

Estacionei o carro na garagem e sai entrando em casa,suspirei aliviada tirando o salto alto.Mesmo ficando parada aquilo me encomodava,fui direto para o banho sem pensar duas vezes,relaxei enquanto a agua morna envolvia meu corpo tenso,não entendia,mas para mim algo ainda estava pra acontecer,ao sair me enrrolei na toalha e procurei meu baby doll preto e quando o achei, vesti junto com minhas roupas intimas.Joguei a toalha no puff,escovei os dentes e fui direto para a cama,procurando pelo sono,já que a fome não vinha.

A campanhia começou á tocar feito doida,uma..duas..três vezes.Bufei abrindo os olhos e olhando no relégio.

– Mas que merda,é uma da manhã.Argh.. só pode ser as meninas. – Bufei levantando com uma cara de poucos amigos,desci as escadas com passos barulhentos como se estivesse marchando. – JÁ VAI CARAMBA! – Gritei.

Seja quem for,não está com nem um pouco de pressa que eu abra essa porta,imagine só se tivesse.Coloquei a mão na maçaneta,abrindo a porta. Bufei já preparada pra soltar minha bomba.

– Você não tem relógio não? – Falei grossa,enquanto esfregava meus olhos pra poder ver quem era.

– Pelo jeito não. – E eu não precisei de óculos algum,bastou ouvir aquela voz pra minhas pernas amolecerem,minhas mãos começarem a tremer e minha boca entreabrir.

Levantei a cabeça olhando para frente,dando de cara com a última pessoa que eu imaginava batendo essa hora em minha porta.Seus olhos tinham doçura, tinham um certo carinho sobre mim.Pisquei algumas vezes respirando fundo tentando não fazer nada de errado.Lá estávamos nós dois,um de frente ao outro,cedo demais,na hora errada,momento e situações nada certas.Não tinha de ser agora,não nesse dia.Não quando eu...ah!Mas que coisa.Balancei a cabeça para os lados afugentando as lembranças e os pensamentos que vieram em minha mente,procurando força para dizer alguma coisa de modo sério.

– O que você quer? – Ele me fitou confuso.

– Você ainda não sabe,Hinata?

Me arrepiei com sua voz,mesmo não querendo.

– Não.Eu não sei o que você quer.

– Precisamos conversar.E agora. – Disse segurando a porta que eu iria fechar. Bufei,sendo vencida por sua força. – Por favor são alguns minutinhos.Prometo.

Notas finais
Anw que kawaii as lembranças não é mesmo? :B
NaruHina cuutcuut.NHAAAAAAAAAAAAAC,finalmente ele apareceu GOSHHHH,não conseguia mais esconder isso de vocês u_u foi tipo uma pessoa que eu pensei desde o começo,acho até que vocês nem imaginavam,procurei fazer mesmo alguém bem fora dos padrões *O*
Acho que deu certo g_g SOUMÁ#.
Enfim,e os erros ortográficos se tiveram muitos POR FAVOR GOMENASAI! To burra ultimamente u-u' nhac e a conversa com o chefe? Esclareceu algumas dúvidas sobre porque ela fez aquilo de deixar o Narutito?Se ele é realmente mal ou não nesse assunto as coisas vão complicar,digamos que confuso é o termo certo quando o tema é definir Naruto nessa fic.Cada vez mais vou deixar vocês pensando "ele ama ela ou não?", "o que ele faz de tão errado além do contrabando?" e essas coisas.
Quem será que era no fim do capítulo? *O*
Inner: EU SEEEEEEEEEEEI *cara de megusta*
Não vou contar muhahahaha,porque vai ser surpresa junto com o capítulo que vem.Aliás,se preparem que dessa vez a Pakee-chan pensou pela primeira vez em um assunto sem ser eu dizendo pra ela escrever u-u KKKKKKKK,acho que já sabem né HOHO.
Ah,vou contar uma coisa que a Pakee não contou u-u'
Pakee-chan: *interrompe* Vai ter enrrolação tipo...capítulos extras quando chegar em alguns momentos de muita tensão,mistério e essas coisas muhahahaha. Um deles é SasuSaku que já tenho em mente,hoho.
Nhach espero que tenham gostado do capítulo.Fiz com carinho *o* ou não né tá eu fiz HUIHSUUSIA,gomen por postar só essa hora,até o capítulo 20 Õ/ que eu não sei quando sai DD: tipo assim amanhã não sai,nem sábado.Então provavelmente só domingo ou segunda! Explicações: amanhã ensaio urgente pro festival de dança e sábado...é festival de dança *ffu*
Estou escrevendo nos tempos vagos algumas fics e queria saber se pelo o que eu vou adiantar um pouquinho pra vocês se alguém vai se interessar em ler,se vai dar uma boa história e tal.Uma short-fic de uns três capítulos + prólogo.Que é centrada em SasuSaku&NaruHina. É tipo quando elas esbarram com eles,sem querer por um acaso e os garotos acabam roubando o coração das jovens,que imaginam nunca mais vê-los na nova cidade e quando menos esperam descobrem que o tal é o vizinho e acaba rolando aquele clima aquela coisa...
A outra fic é uma NaruHina 2° Temporada de 'Até Eu Te Conhecer',que vai contar sobre a vida dos dois depois de casados,mais do nada aparece uma certa garota e ela pode arruinar tudo.
E ainda tem mais duas que vou dizer em um outro capítulo porque aqui já gralhei demais ^^
kissus no kokoro:** obrigada por ler.
Ja né :3