OPERA Survivors

2 Sobreviventes a salvo - Capítulo 1


Notas iniciais
Primeiro capítulo do grupo de sobreviventes Opera, faltaram alguns personagens, mas é que ficou meio grande então dividi em duas partes, veja como se desenrola o começo dessa história.

Dia 05 de janeiro de 2013, 15 dias após o chamado Dia-Z, em algum lugar do Brasil, em uma casa com as janelas do primeiro andar quebradas, fortificadas com tabuas de madeira pelo lado de dentro, sangue por toda parte, ao lado da porta da garagem marcas de tiros pelas paredes, e mais sangues, a grama crescia em volta, essa casa não devia ter ninguém a ocupando, muito pelo contrario.

— Truco Gohu! — Disse o jovem de cabelos grandes loiros e espetados, com a idade entre 20 e 23 anos, olhos grandes, verdes e fundos, usando uma camiseta regata azul um pouco rasgada e desgastada, claramente ele a usava há muito tempo, uma calça jeans azul escura com a parte dos joelhos rasgados, e botas de trilha, tinha uma testa um pouco mais avantajada, que não era necessário estar de perto para se notar.

— Você ta blefando Yan. Desce! — Retrucou prontamente Gohu, também jovem, por volta de 22 anos, possuía cabelos não muito curtos, castanho escuros, barba muito curta, e possuía um olhar penetrante com seus olhos castanho escuro que faria uma pessoa na rua ter medo dele a primeira vista, usava uma jaqueta branca e capuz, dizia não sentir calor, mas também não usava outra blusa por baixa da jaqueta, usava calça cinza e um cinto grande e marrom, e também usava botas.

— Certeza?

— Vai logo.

— Ta você que sabe. — Yan terminou a frase jogando a carta mais forte do jogo.

— Droga. — Disse Gohu jogando as cartas na mesa.

— É assim que se faz cara! — Exclamou o parceiro de Yan tocando na mão de sua dupla.

— Jogo nosso Larry. — Completou Yan.

Larry tinha uns 26 anos, cabelos negros que iam até seus ombros, olhos azuis, usava uma blusa de mangas, brancas, mas está também estava desgastada como a de Yan, calça preta e tênis também pretos, o rapaz sorria pela vitoria no jogo.

— Qual é Gohu? Eu ainda fiz sinal pra você não aceitar.

— Foi mal Roger, eu tinha certeza de que ele tava mentindo e eu tinha uma carta boa, não dava pra eu correr.

— É verdade, nessa situação eu também não correria. — Roger disse fazendo uma cara de aceitação, ele tinha um cabelo preto com a parte da frente cai e a parte de trás arrepiada para o alto, olhos pretos, usava uma blusa azul muito escura, quase negra em gola V que ia até o final do tórax, uma calça cinza bem escura e sandálias pretas, e só andava com uma jaqueta amarrada na cintura, era preta com o zíper roxo. — Certo então vamos mais uma pra desempatar.

— Beleza nos vamos ganhar mesmo. — Disse Yan confiante.

— GENTE VEM CÁ RÁPIDO! — Veio um grito feminino do segundo andar.

Os quatros se levantaram em um pulo, Yan tomou a frente, os outros correram atrás dele, subiram as escadas e chegaram ao quarto no fim do corredor, onde estava a garota que os gritou.

— O que foi Raquel? — Perguntou Yan sendo o primeiro a chegar ao quarto.

— Eu tava aqui lendo meu livro quando eu ouvi. — Raquel, era bonita, com uns 22 anos, com a estatura menor que o convencional para uma garota, cabelos pretos e curtos, com olhos azuis e um pouco puxados, usava uma blusa de mangas verde, e um short cinza escuro que ia até os joelhos, e tênis.

O quarto diferente dos outros cômodos do primeiro andar estava arrumado, com uma pintura azul clara nas paredes, um pôster de algum desenho de futebol, uma cama parcialmente arrumada com um livro jogado em cima, um guarda-roupa, e no cato perto da porta uma pista com alguns carrinhos espalhados do lado.

— Ouviu o que? — Perguntou Larry intrigado.

Raquel apontou para a janela que tinha vista direta da rua, os quatro chegaram perto da janela, apertaram um pouco os olhos e viram bem de longe uns pequenos pontos negros que iam crescendo aos poucos.

— São só alguns errantes, estão longe e estamos seguros aqui não se preocupe, o incrível é como você conseguiu escutar eles a está distância. — Disse Yan dando um pequeno sorriso.

— Não foi isso que eu escutei. — Disse Raquel com uma cara seria e durante uns 5 segundos ouve silencio antes que Roger exclamasse.

— Não pode ser! — Então ele saiu correndo do quarto, todos olharam estranhando a correria, foi então que eles ouviram, bem de longe, apenas um eco bem baixo, de disparos.

— Meu Deus. — Disse Gohu terminando de abrir a janela que antes só estava aberta pela metade, os outros presentes no quarto foram se espremendo na janela para tentar ver melhor aqueles pequenos pontos no fim da rua, os pontos que já tinham se tornado pequenas silhuetas de muitas pessoas.

— Saiam da frente. — Disse Roger entrando pela porta do quarto com um rifle de caça em mãos, todos abriram caminho para a janela, então ele chegou à janela e posicionou a arma. — É tem alguns correndo e errantes atrás deles, não sei dizer quantos são os vivos nem os mortos.

— Passa isso pra cá que eu sei como se usa isso direito. — Disse Larry pegando o rifle de caça das mãos de Roger, depois disse ele coloca o rifle em direção as silhuetas. — Quatro deles são humanos ainda, os outros são todos coisas e devem ter uns 30 deles.

— Eles não vão durar sem ajuda. — Disse Roger.

— Está sugerindo algo Roger? — Perguntou Yan olhando com rabo de olho para Roger virando pouco a cabeça para olhar o amigo.

— Temos que ajudá-los. — Disse Yan.

— Nós não TEMOS que ajudá-los. — Respondeu Larry abaixando o rifle.

— Como assim? Vocês me ajudaram se não fosse por vocês eu tinha virado almoço de zumbi. — Falou Roger perplexo por ver que seus amigos não queriam ajudar os desconhecidos.

— É diferente, você estava por um fio e desarmado, além disso, a Raquel falou que te conhecia e você era gente boa. Eles ainda estão correndo, estão armados e podem ser perigosos. — Disse Larry.

— Mas podem não ser. — Respondeu Roger que parecia não mudar de ideia de forma alguma.

— Eu estou com o Roger. — Falou Gohu se colocando ao lado do amigo demonstrando o apoio a ideia de ajudar estranhos.

— Qual o problema de vocês?! — Larry já estava nervoso com a situação.

— Já chega dessa discussão! — Yan disse em um tom firme para que todos vissem que a discussão não levaria a nada. — Eu também não boto muita fé nessa ideia de ajudar aqueles caras, vocês sabem que só fazemos as coisas quando todos concordam, mas acho que dessa vez, é melhor cada um fazer o que acha que deve fazer.

Com isso Roger e Gohu saíram do quarto correndo e desceram as escadas.

— Bem eu só vou assistir lá de baixo.

Enquanto Yan descia as escadas Roger e Gohu estavam acabando de empurrar a cômoda que ficava na frente da porta, depois disso eles saíram correndo para o lado de fora, Roger com uma 9mm em mãos e Gohu empunhando uma faca, esperando que os estranhos se aproximassem, Raquel apareceu também para ajudar aqueles desconhecidos.

Notas finais
Vocês também podem encontrar essa Fanfic no meu blog, lá postarei esta e outras fics que criar. E comentem galera, digam o que acharam.