OPERA Survivors

3 Sobreviventes em apuros - Capítulo 2


Notas iniciais
Agora todos os personagens estão aqui, os zumbis estão perto deles, será que eles vão conseguir a tempo? E este grupo vai se unir aqueles que correram para ajudá-los? E se isso acontecer, Larry vai aceitar desconhecidos? E a maior pergunta é, quem são esses?

Dia 05 de janeiro de 2013,15 dias após o Dia-Z, em algum lugar do Brasil, quatro jovens estão correndo, e uma quantia consideravelmente perigosa de mortos-vivos está atrás deles, boca aberta, olhos arregalados, braços esticados, pele desbotada, veias ao redor dos olhos, roupas rasgadas e sujas, emitindo sons como um murmúrio de dor e fome, uma fome descomunal por pessoas.

— Droga a gente tem que continuar correndo. — Disse o rapaz que seguia na frente do grupo.

— Não da pra gente continuar correndo, estamos fazendo isso há uns 20 minutos Matheus! — Exclamou a garota, cerca de 24 anos, linda, com cabelos negros e soltos iam até metade das costas, olhos castanho claros, usava uma blusa vermelha que ia até o umbigo, e estava um pouco rasgada, um short leg. Preto que ia até acima dos joelhos, alguns anéis na mão direita, e uma viseira azulada com a armação prata, parecia ser uma viseira para natação colocada em cima da cabeça, e em mãos um arco e nas costas uma aljava com flechas de madeira.

— A gente só precisa achar um lugar onde agente possa se esconder, ou um lugar que eles não nos alcancem Laís. — Respondeu Matheus, negro, por volta de 22 anos, cabelos negros e bem curtos, usava óculos, uma blusa de manga longa cinza com um desenho de “Everyday I’m Shufflin’”, um cinto marrom escuro que prendia a calça cinza escura quase em tom de preto, e tênis para esportes, em sua mão direita uma 9mm, nas costas um facão segurado no cinto e uma mochila, quase uma bolsa, azul de uma alça só que atravessava por seu peito, se parecia um pouco com as bolsas de levar objetos de bebês, porem para carregar coisas de maior valor e peso.

— É bom que encontremos esse lugar logo estou exausto, não estou acostumado a correr assim por tanto teêeêm... — O terceiro não terminou a frase porque tropeçou em algo que parecia ser uma peça de motor de carro. — DROGA! — O rapaz caiu e se virou, e antes que ele pegasse sua arma que estava um pouco mais frente dele um zumbi caiu em cima dele, ele empurrava os ombros do morto-vivo para que este não o mordesse. — UMA AJUDINHA AQUI?

Matheus freou seu pé direito na frente e virou-se já apontando a arma para a cabeça do morto, mas antes que ele puxasse o gatilho os miolos do morto já estavam por toda parte.

— Não acredito que fiz isso. — Sussurrou Larry da janela do quarto da casa abaixando o rifle de caça.

— Quem diabos atirou naquele zumbi? — Perguntou um quarto rapaz.

— Não sei não Dark, mas o tiro veio não veio de muito longe pelo barulho. — Disse Matheus olhando para trás.

Laís ajudou seu amigo a se levantar rapidamente e logo os quatro voltaram a correr.

— Ta tudo bem com você Matt?

— Ta sim, brigado. —Matt tinha um cabelo preto, cerca de 24 anos, tinha olhos azuis, usava uma camiseta preta, com um terno cinza, e um sapato preto, a parte de cima do terno aberta mostrava toda a gravata vermelha amarronzada com listras cinza na ponta, carregava uma mochila de viagem e em sua mão direita carregava o seu revólver.

— Pessoal olha lá. — Disse Dark apontando em direção a um lugar da rua por onde eles corriam, Dark tinha cabelos pretos na altura dos ombros, tinha olhos castanho escuros, usava uma blusa branca com uma jaqueta de couro preta por cima, a jaqueta com mangas até metade dos bíceps, usava uma calça cor pastel escura, e luvas de couro que só ia até metade dos dedos, em suas costa tinha um machado de lenhador, e levava em mãos uma AK-47.

Na direção em que Dark apontava haviam 3 pessoas acenando com os braços o mais alto possível e dali já era possível ouvir alguns gritos.

— POR AQUI! POR AQUI! — Dizia uma voz masculina.

— RÁPIDO! RÁPIDO! — Dizia outra voz masculina.

— ELES ESTÃO PERTOS CORRAM! ELES ESTÃO PERTO ANDEM LOGO! Dizia uma voz feminina.

Enquanto ainda corriam em direção aqueles estranhos os quatro começaram a conversar:

— Será que a gente pode ir com eles? — Laís estava ansiosa e com medo em sua pergunta.

— Pode muito bem ser uma armadilha. — Disse Dark.

— Como pode não ser. — Disse Matheus.

— Eu acho que é um milagre, temos que aproveitar uma oportunidade de nos livrar deles eles quase me pegaram agora, uma hora agente vai cansar... — Dizia Matt antes de Laís atropelar sua frase.

— É eu também to bem cansada, será que eles são confiáveis?

— Eles me salvaram né? — Disse Matt respondendo prontamente a pergunta com outra.

— Bem então chega de discussão se vamos ou não vamos, eles estão lá querendo nos ajudar. — Disse Dark correndo ainda mais rápido com o que ainda tinha de energias, Dark não tinha plena confiança naquelas pessoas, não mesmo, mas estava cansado, e se fosse preciso usaria seu machado contra todos eles se fosse uma armadilha.

— O Dark tá certo, vamos nessa! — Matheus falou quase que como um grito de guerra, e todos correram o máximo que podiam para chegar até os estranhos.

Roger, Raquel e Gohu aguardaram a chegada dos outros ansiosos, mas não descuidados, claro que a pistola de Roger e a faca de Gohu eram para os mortos, mas se aqueles estranhos tentassem qualquer coisa estranha, poderiam eles ser as vitimas dessas armas.

— Rápido ali dentro. — Disse Raquel correndo, passando pelo portão e muro apenas de cercas altas, mais pareciam celas de prisão pintadas de branco, e então chegando a casa antes mesmo que os estranhos chegassem perto da cerca, e assim que chegaram a seguiram para dentro da casa, Gohu foi em seguida e Roger ia vigiando os mortos-vivos com sua arma, assim que Dark entrou na casa, sendo o primeiro dos estranhos, Roger saiu da rua correndo para a casa, já que não possuíam a chave do portão nunca se importavam em fecha-lo.

Todos entraram na casa, assim que Roger entrou Gohu fechou a porta e junto com Yan empurraram a cômoda para frente da porta para bloqueá-la, Raquel estudava aqueles estranhos com os olhos.

— Valeu. — Foi à única coisa que Dark disse olhando para aquele grupo com o canto do olho.

— Olha muito obrigado a vocês por nos ajudarem. — Disse Matheus continuando sabendo que Dark não diria mais nada.

— É muito obrigada de verdade. — Falou Laís segurando a mão de Raquel com sua mão direita e guardando o arco com a esquerda.

— É e tipo valeu mesmo a um de vocês que me ajudou lá. — Agradeceu Matt olhando para todos aqueles que estavam presentes na sala.

O que ele não sabia é que aquele que o ajudou não estava ali, e de repente Larry apareceu na metade da escada, apontando o rifle de caça na direção do grupo que estava rodeado pelo grupo que acaba de ajudá-los.

“Porra era mesmo uma armadilha, desgraçados, acho que vou ter que matar todos esses caras.” pensou Dark franzindo a testa. Laís soltou a mão de Raquel como se ela tivesse levado um choque, Matheus ficou sem reação e Matt começou a franzir a testa também com o pensamento de que só o salvaram por que ele tinha uma mochila com suprimentos.

— De nada estranho, agora deixem as armas no chão, tirem essas mochilas das costas e fiquem com as mãos pra cima. AGORA! — Disse Larry mostrando que um movimento em falso, e ele puxaria o gatilho.

Notas finais
E agora? O que vai acontecer, Larry está mais do que disposto a matar por ele e pelo grupo, e o mesmo pode se dizer das pessoas do outro grupo, continuem ligados para ver o que vai acontecer. Vocês também podem encontrar essa Fanfic no meu blog, lá postarei esta e outras fics que criar. E comentem galera, digam o que acharam.