Notas iniciais
Oi amores!!!! Saudades de mim?? ahahahaah Quero dedicar essa capítulo para a Bolacha Chan que deixou uma recomendação fofíssima, e também para a Mirys 42, menina como eu não vi essa recomendação antes?? Acho que perdi ela no meio das atualizações, mas eu amei cada palavra, você sabe como mimar. E por último, mas não menos importante, quero agradecer a linda da Duchess G que recomendou todas as minhas ones, obrigada gata. Enfim, espero que gostem.

UMA SEMANA DEPOIS

“Bom dia Konoha!! Tão sentindo essa vibe de hoje? Tô sentindo um dia cheio de fogo... da juventude é claro! *Risos* Estou com um pressentimento que dessa sexta não passa! E nada melhor que aproveitar esse clima com ela: Anitta, No meu talento! Tá na boa ? Tá na Folha!”

Chega, fecha o closet na maldade que hoje eu vou pegar você
Hoje eu vou pegar você

Hoje eu vou pegar

Sakura preparava sua companheira inseparável de todas as manhãs... Sua caneca de café. Suspirou soprando a fumaça que saia dela e se sentou mordiscando um pedaço de torrada,

– Bom dia Sakura!- Ino estava muito animada durante toda a semana, pois iria a Suna para começar à acertar coisas do casamento. – Essa música não te dá altas ideias? – Piscou para Sakura e se serviu de uma xícara de café. A rosada deu de ombros.

Não sei. Não estou dando muita importância. – Sakura já se encontrava vestida para se exercitar, a regata branca larga e o top preto faziam par com a legging cinza que ela vestia e o tênis colorido completava o look.

Vai treinar com o boy hoje, né ? – Ino sorriu sem disfarçar as segundas intenções.

Não o chame assim. – Sakura soprou o café e tomou mais um pouco.

– Nossa, que mau humor. Nem parece que vai sair com o Capitão Delícia. – Ino bebericou de sua xícara.

Ino, não começa. – Sakura sorriu. – Na verdade, eu nem sei o que eu tô fazendo.

– Você me disse que após a bronca por dirigir depois de tomar vinho, vocês dois tinham se entendido. – A loira beliscava um pedaço de bolo.

– Eu te disse que aquilo foi desnecessário, eu pensei que ele ia me mandar pagar flexões. – Sakura olhou feio para a amiga. – Mas, sim eu perdoei a preocupação dele, que ele justificou apenas com: “Zelando pelo seu bem estar.” – Revirou os olhos.

Eu já te disse que ele é cuidadoso.

– Ele não admite isso. Só diz que uma pessoa alcoolizada é um perigo para todos e que ele não podia ter deixado eu nem entrar no carro, disse que foi imprudente também. Mas Ino eu já te disse que eu estava bem. A quantidade que eu tomei e o tempo até eu ir embora foram suficientes para eu dirigir. – Sakura falava em tom ameno, mas seu semblante era raivoso.

– Já discutimos sobre isso. O Uchiha parece ser do tipo que não dá o braço a torcer, suas jogadas são sutis. — Ino apontava o garfo para a rosada. – Mas eu também já sei que vocês se entenderam depois que Hinata te pediu o favor. A propósito.... é hoje?

– Sim é hoje. – Sakura concordou virando o resto de sua caneca de café.

O que é hoje? – Um Sai devidamente vestido com uma camiseta preta e calça jeans, porém descalço, apareceu na cozinha e depositou um selinho nos lábios da loira.

Sai?! Bom dia. Não sabia que estava aqui. – Sakura lançou um olhar rápido para a amiga.

Ino me ligou de madrugada me pedindo para trazer sorvete. – Ele puxou uma cadeira e se sentou do lado de Ino. Sakura recebeu um olhar inocente da loira. – Por fim acabei ficando. – Ele sorria. – Mas me contem o que é hoje?

– Dia da profissão na escola das crianças do Naruto. – Ino servia café ao Sai e cortava uma fatia de bolo. – Hinata ligou desesperada para Sakura pedindo que ela convencesse o Uchiha a ir, pois Boruto se recusava a levar outro adulto, ficava dizendo que queria ser igual ao tio Sasuke e que ele devia ir. – Ino sorriu e se sentou ao lodo do noivo que alisou discretamente a barriga dela por cima da blusa.

O Uchiha conquistou o Bolt? – Sai parecia surpreso. – Talvez ele domine algum tipo de técnica secreta do exército. – Falou mais para si mesmo que para as mulheres ali, mas elas ouviram e começaram a rir. Ino lhe beijou a bochecha.

Não se preocupe querido. Você passou no teste do mesmo jeito e eu tenho certeza que será um excelente pai. – Ino lhe beijou novamente. – Mas voltando ao assunto, Sakura conseguiu convencer o Uchiha a ir, mas em troca ela deveria treinar uma semana com ele, contando a partir de hoje.

– Pensei que ele fosse pedir coisas mais... Ousadas. – Sai disse em sua maneira nada usual de fazer comentários. Ino riu e Sakura corou.

– Acho que o Capitão quer deixá-la desfalecida. – Ino riu e Sai aumentou o sorriso. – Ele tá comendo pelas beiradas, quer ver se a Sakura aguenta a pressão do exército. – Ino desatou de rir e Sai a olhou divertido.

Ino! Desnecessário isso. – A rosada começou a rir também. – Tudo bem, ele é bonitão e tals, mas não tem nada a ver com isso. Acho que ele gosta da minha companhia e só. Apesar de que a mãe dele me disse que ele anda meio desconfortável com o número de pessoas que começaram a correr parte do circuito dele. Fiquei interessada nisso. – Sakura pegou uma banana na fruteira.

Certeza que as menininhas acharam ele lá. As netinhas daquelas velhas devem ter espalhado a notícia da carne nova na parada. — Ino serviu um pedaço de bolo na boca do Sai. – E agora estão de marcação cerrada nele, você mesmo disse que a Yuno escutou os “planos” no hospital.

– Que exagero, porquinha. O Sarutobi sempre foi um bairro muito bom para se praticar exercícios, talvez o pessoal esteja entrando no projeto verão e decidiram praticar em um bairro tranquilo e arborizado. – Sakura se levantou e começou a arrumar sua bagunça do café. – Mas voltando ao assunto de hoje Sai, eu consegui convencer Sasuke a ir até a escola do Bolt para falar para as crianças sobre sua profissão, mas é claro que teve dedo da mãe dele, da minha mãe... Até Naruto veio conversar com ele, porém eu acho que a cartada final foi o Boruto pedindo para que ele fosse. E ele vai. Até onde eu sei é isso.

– Interessante. Naruto deve ter ficado chateado quando Boruto disse que queria que o Sasuke fosse e não ele. – Sai comentou tomando, pacientemente, seu café.

De fato o Naruto não gostou muito. – Sakura riu. – Hinata disse que ele ficou fazendo chantagem emocional com a criança, mas de nada adiantou, Bolt está encantado com o Sasuke e eles não tiveram escolha a não ser pedir a ele que fosse.

– Não é na escola das crianças que a Hina comentou que tinham diversas mães solteiras? — Ino agora esperava Sai descascar um pedaço de mamão. – Marca seu boy amiga, elas vão vir com tudo pra cima dele. – Riu se servindo da fruta e sendo acompanhada por Sai.

– Eu desisto de convencer vocês. – Sakura secou a mão no pano de prato. – Eu vou indo porque o Sasuke começa o treino cedo e olha que eu pedi pra gente começar às sete. – Ela piscou para a miga e saiu deixando o casal terminar o café da manhã sozinhos.

Vem que eu já tô cheia de vontade de fazer acontecer
Hoje eu vou te enlouquecer
Hoje eu vou te enlouquecer

Passou pelas ruas aproveitando a visão do bairro florido que era o Sarutobi. Alguns carros já tomavam o asfalto com pessoas indo para o trabalho, Sakura tinha o dia de hoje de folga, então não tinha pressa nenhuma. Estacionou na frente da casa dos pais e viu Kizashi conversando com Sasuke.

O Uchiha vestia um shorts azul escuro e curto como sempre, com uma regata branca que Sakura viu possuir o símbolo das forças armadas quando ele se virou de frente para ela. Por que mesmo que ele tinha que usar essas roupas mostrando todo o corpo? Era pra enlouquecê-la? Aquela dog tag pendurada...

Bom dia Sasuke, papai. – Sasuke cruzou os braços fortes e acenou de cabeça se afastando da cerca para que Sakura se aproximasse e desse um beijo no pai. Em seguida entregou a chave do carro para o mais velho para que ele guardasse.

Bom dia filha. – Kizashi sorriu. – Vai treinar com Sasuke hoje? Acho que você pode acompanhá-lo, coisa que eu não posso. – Riu. – Mas não a deixe para trás rapaz. – Kizashi olhou para Sasuke. – Sakura tem um bom preparo, mas não treina no exército.

– Pode deixar, mas acho que a Sakura consegue me acompanhar perfeitamente senhor Haruno. – Ele sorriu de lado para Sakura e olhou na direção de Kizashi em seguida.

Papai, eu posso acompanhar esse capitão aí. – Apontou para o Sasuke de cima a baixo. – Vai ver ele nem corre tanto assim, só faz pose. – Cruzou os braços e sorriu para o Uchiha. Kizashi começou a rir.

Duvida muito de mim, Sakura. – Sasuke cruzou os braços também e encarou a Haruno. – Vejo que é do tipo que precisa de muitas provas. – Ele sorriu de lado e ela corou um pouco se lembrando da noite no escritório.

Sou uma médica Sasuke, preciso examinar tudo para ter certeza do diagnóstico. – Sakura sorriu para ele que apenas arqueou uma sobrancelha e sorriu de lado.

Kizashi ficou olhado de um para o outro enquanto eles se encaravam silenciosamente.

Posso entender o que está acontecendo aqui? – Ele perguntou rindo e chamando a atenção dos dois.

Nada papai. – Sakura descruzou os braços e desviou a atenção dos olhos ônix. – Eu que pergunto o que os garotos discutiam antes de eu chegar.

Sasuke estava se alongando e te esperando, e eu estava dizendo a ele que ia cortar a grama. Ele se ofereceu para cortar depois de se exercitar e como hoje eu acordei com uma dor na coluna por ter mudado uns móveis de lugar para sua mãe ontem, aceitei escravizar o Sasuke um pouco. – Ele sorriu para o moreno. Sasuke apenas deu de ombros e Kizashi deu tapinhas no braço dele. – Vou voltar para dentro então e deixar vocês correrem. – Ele acenou e subiu as escadinhas e entrando na casa pela porta de frente.

E então. Vamos começar esse treino do exército ou não? – Sakura perguntou sorrindo.

Do exército? — Ele arqueou uma sobrancelha.

– Sua regata tem o símbolo das forças armadas. – Ela tocou o dedo indicador no peito do moreno no local do desenho, sentindo o peito duro dele. Se segurou para não continuar descendo o dedo.

Isso é pra matar sua curiosidade sobre as vestes do exército. Você já se alongou? Vamos correr por quase duas horas. – Ele descruzou os braços.

Duas horas? Você acha que eu sou um dos seus soldados? – Ela olhou assustada para ele.

Se fosse eu mandaria pagar cem flexões pela insubordinação.

– Não acredito que você me tirou da minha academia para me fazer correr por quase duas horas e ainda por cima me ameaçando de pagar flexões. Aposto que você não consegue. – Ela pôs as mãos na cintura e lançou um olhar desafiador para ele.

– Aposta aceita. – Ele se inclinou para o chão e Sakura acompanhou de boca aberta ele se posicionando e colocando as palmas das mãos no chão, no nível dos ombros. Ele então separou as pernas um pouco e fez o movimento de subir e descer. Como se fosse fácil ele fazia os movimentos e quase encostava o peito no chão. Sakura olhava ele fazer os movimentos e contou umas dez, foi quando ele ergueu os olhos e sorriu de lado, separando as pernas um pouco mais e colocando o braço esquerdo nas costas e repetindo os movimentos agora com um só braço.

Ok, tudo bem, pode parar com essa demonstração de masculinidade. – Sakura cruzou os braços e fez bico para o Sasuke que se levantava e batia uma mão na outra, por mais que ele fizesse parecer algo fácil flexões exigiam esforço, ele não ofegava, mas seu rosto começava a tomar o tom vermelho e uma pequena gota de suor aparecia na testa dele. Depois de vinte flexões, sendo metade delas com um braço só, era difícil não estar. – E fique sabendo que eu não apostei nada, foi apenas modo de falar.

– Fiz a toa então? – Ele passava uma mão na outra e depois bagunçou o cabelo.

Não, claro que não, agora eu sei que você é forte o suficiente para fazer flexões e você aproveitou para aquecer, isso é ótimo. – Ela gesticulava com a cabeça freneticamente. — Mas nós vamos correr ou não? – Ela apertou o rabo de cavalo e começou a fazer movimentos para se alongar. Esticando-se de um lado e de outro preparando os músculos para a atividade física que viria em seguida. Dobrou o corpo para baixo tentando alcançar os dedos do pé e viu as pernas fortes de Sasuke se aproximar e parou o movimento quando ele lhe tocou a lombar.

Mantenha a coluna relaxada. – A voz dele era séria como sempre e Sakura obedeceu descendo até onde alcançava. Voltou lentamente o corpo para cima, mas Sasuke não se afastou. Ele pegou de leve as mãos dela e puxou para trás forçando elas se encontrarem nas costas, voltou lentamente ao lugar depois de alguns segundos. Ela então se adiantou para a cerca da casa dos pais e esticou primeiro a direita por sobre ela, estendendo toda a perna e sentindo os músculos tensionarem. Mais uma vez Sasuke se aproximou, dificultando ainda mais sua concentração no movimento, ainda mais estando naquela posição, nem aquela “toalhinha” que cobria o bumbum poderia lhe salvar naquela situação. – Estique ao máximo, sem forçar os músculos em demasiado. – Ele falava sério, mas com tranquilidade.

Desde quando você é personal? — Ela sentiu que sua voz saiu mais rouca e baixa do que ela esperava. Ele respondeu chegando mais perto.

Tenho treinado fisicamente a mais de dez anos, digamos que eu tenho um pouco de experiência. – A voz grave e séria dele também saiu baixa.

Sakura continuou se alongando com Sasuke volta e meia ajudando nos movimentos. Ele parecia alheio ao fato de que próximo daquele jeito ele mais atrapalhava que ajudava. Mas depois de torturantes, ou não, dez minutos, os músculos de Sakura já se encontravam mais preparados para uma jornada de esforço que viria em seguida.

Vamos então?- Sakura empurrou o ombro do moreno ao seu lado. Ele sorriu de lado e começou a correr deixando à rosada alguns poucos metros atrás, metros suficientes para o cérebro dela processar que aquele Capitão do exercito não pegaria leve com ela na corrida. Mas antes de começar a correr, os olhos de Sakura foram mais rápidos e percorreram aqueles ombros e costas largos, descendo pela regata branca e parando no bumbum. E que bumbum. Bendito sejam os treinamentos do exército que deixaram aquele homem com aquele bumbum divino. Já ia sair de seus devaneios quando uma moça alta e magra, vestindo um top e uma legging preta e tênis colorido, parou do seu lado esticou os braços e esquadrinhou o bumbum de Sasuke com a mão.

Eu sei que você tava olhando. E como não olhar para toda aquela perfeição? – A moça fechou um dos olhos e mirou melhor o local de sua atenção e Sasuke as afastava cada vez mais sem saber que era secado da maneira mais indiscreta possível. — Mas é melhor correr, se não você perde a visão. – A moça voltou a correr deixando uma Sakura de sobrancelhas arqueadas e olhar incrédulo, parada a observando seguir na direção de Sasuke.

Vem chega mais perto
Vai fica a vontade
É que eu tô querendo a noite toda

Correr com Sasuke não foi tão difícil quanto pensou que seria. Na verdade ele mantinha um ritmo compassado e quando ela reclamou de estar começando a se cansar, ele simplesmente disse a ela que agradecesse por não estar carregando um fuzil. Mas pouco tempo depois ele fez à volta e começaram a correr na direção de onde vieram. O que realmente foi torturante, não pra ela é claro, foram às quatro garotas que passaram por eles durante esse período de corrida, sem contar com a louca de preto do episódio inicial. Ela recebia olhares que iam de duvidosos até a raivosos, mas ele... ele recebia secadas na cara dura, sorrisinhos, acenos e até mesmo : “Bom dia, Sasuke-kun!”

“Oh! Temos aqui um centro das atenções!”

Ele corria focado e silencioso, com a aquela cara de mal que faria qualquer um, com juízo suficiente, se afastar por temer que um homem daquele tamanho perdesse o resto de humor que lhe sobrava. Mas não para aquelas mulheres, e só agora Sakura entendia a história de bad boy contada por Yuno. Não que a rosada não tivesse o olhado de esguelha por diversas vezes aproveitando para ver aqueles braços fortes, aquelas linhas duras e charmosas do rosto dele, aquele deltoide bem desenhado, aquelas pernas.... Tudo bem, ela havia olhado, mas era discreta, as outras mulheres não.

Quando finalmente chegaram ao ponto de partida os dois estavam suados e ofegantes. Sakura olhou o relógio do pulso.

Uma hora e meia. – Ela apoiou as mãos no joelho para recuperar o fôlego. Ele pôs as mãos na cintura e olhou para o céu. Sakura viu a figura dele refletir na luz devido ao suor. – Entendi o que sua mãe disse sobre fãs. – Sakura se recompôs e levou a mão a cintura, Sasuke baixou o olhar para ela e suspirou fechando os olhos e os abrindo segundos depois.

Ignoro. – Ele andava na direção da garagem de sua casa. Sakura riu.

O que vai fazer agora? – Ela o seguia.

Barras. – Ele mexeu na porta pequena da garagem e a abriu, entrando e deixando a porta aberta como um convite mudo para que a rosada fizesse o mesmo.

– Vai fazer barras agora? – Sakura o seguiu, passando por entre a camionete e a moto muito bem estacionados que dividiam espaço com os equipamentos para musculação. Ele apenas concordou e apertou um botão em uma caixinha instalada na parede do fundo, o portão da garagem rangeu por um instante e começou se abrir, Sasuke voltou a caminhar na direção do portão e esperou até que ele se abrisse. Sakura acompanhou o olhar dele no alto e percebeu que uma barra longa de ferro cruzava o portão da garagem de um lado ao outro, era suficientemente alto para que ela tivesse de pular para agarrá-lo, mas Sasuke só precisaria se esforçar um pouco.

Você mandou instalar isso? – Sakura pôs as mãos na cintura e viu Sasuke se esticar e segurar a barra, com as mãos um pouco afastadas do ombro, ele então se ergueu até o peito ficar na altura da barra.

Uni a sustentação que eu precisava para o portão elétrico e um espaço para fazer barra. – Ele subia e descia majestosamente. Sakura estava atrás dele e podia ver todos os músculos das costas trabalhando, viu-o cruzar as pernas para trás e lançou uma olhada rápida para o bumbum durinho dele.

Estou cansada só de ver. – Sakura saiu da garagem, cruzou os braços e ficou olhando e contando as barras do Uchiha. Ele franzia a testa e apertava a mandíbula, os músculos dos braços faziam uma força enorme, e suor dele começava a pingar. Depois de um tempo ele soltou a barra e voltou para o chão.

Contei trinta e sete. – Ela sorriu enquanto ele passava a mão pelos cabelos tentando tirar um pouco da umidade.

Quarenta. – Ele sorriu enviesado e ergueu o pano que chamava de camiseta para secar o rosto nele, deixando a mostra os quadradinhos perfeitos do abdômen juntamente com o caminho da perdição que sumia na barra do short que ele usava.

Está se superestimando Uchiha. – Sakura cutucou o peito dele com o dedo quando ele se aproximou.

Hm. – Ele passou por ela mantendo o sorriso de canto. Sakura o seguiu e viu quando Mikoto abriu a porta da frente e sorriu um sorriso enorme para ela.

Bom dia, Sakura. – Ela segurava uma xícara que fumegava. – Estou terminando o café para vocês dois.

– Bom dia, dona Mikoto. – Sakura correspondeu o sorriso e viu Sasuke sentar-se na escada da varanda. – Não precisa se preocupar com café daqui a pouco eu estou indo para minha casa...

– Nem pensar. Venha tomar café com o Sasuke. Eu preparo todos os dias enquanto ele corre para depois ele poder comer sossegado e hoje eu preparei pra você também. – Mikoto sorria convincente. Como negar algo para aquela bondade em pessoa? Sasuke agora tinha o rosto sério e deu de ombros quando ela o olhou.

Primeiro eu preciso tomar um banho. Não vou conseguir comer nada assim. E acho que Sasuke também vai querer tomar um banho. Ainda mais que ele ficou se mostrando por aí. – Sakura riu e Mikoto a acompanhou, Sasuke lançou um olhar irritado para as duas.

Então vá querida. Nós esperamos você. – Mikoto deu um tapinha no ombro de Sasuke e ele levantou entrando na casa. Sakura se dirigiu a casa dos pais para pegar a chave do carro e pegar suas coisas para um tomar um banho rápido.

Não, não para agora
Vai se movimenta
Vem que eu não tô aqui a toa

Tomar café com os Uchiha era tranquilo, Mikoto conversava com ela sobre tudo e Sasuke respondia uma palavra ou outra quando era perguntado. A mesa era repleta de diferentes tipos de pães, geleias, frutas e outras guloseimas afins. Mas ela e Sasuke tomavam uma boa xícara de café, e comiam pouco, Mikoto queria alimentá-los e Sakura teve a certeza que se Sasuke não praticasse atividades físicas pesadas àquela barriga de tanquinho desapareceria. Os santos nos livrem disso.

É hoje o encontro no colégio das crianças, não é querida ? – Mikoto mexia a colher em seu chá.

Sim. Hoje à tarde. Aliás, Hinata me ligou ontem e disse que Boruto não para de dizer pra todo mundo que o tio mais legal dele vai à escola hoje. – Sakura olhou para ele por cima da borda da caneca. Ele sorriu de lado e ele mexeu a cabeça como se negasse algo.

– As crianças deles são uma gracinha, mas o pai deve estar chateado por não ter sido escolhido. – Mikoto riu e Sakura acompanhou.

– Hinata me disse que ele ficou sim. Tentou chantagear o Bolt, mas nada adiantou, ele quer ser igual ao Sasuke. – Sakura olhou nos olhos negros do moreno em sua frente e ficaram se encarando por um tempo. Sasuke quebrou o contato se levantando.

Vou cortar a grama. – Anunciou entrando na casa e logo depois ele estava colocando gasolina em um cortador de grama que ia preso ao ombro. Ele vestia uma calça jeans surrada com um rasgo no joelho direito, vestia uma camiseta cinza.

Vou sentar aqui e fiscalizar seu trabalho. – Sakura sorriu e se sentou na escada da varanda escorando-se na pilastra ao seu lado.

Ele apenas sorriu e voltou a atenção para o cortador de grama, mexeu durante um tempo nele e depois se levantou, levou as mãos a barra da camiseta e a tirou, revelando o tronco maravilhoso com a corrente de identificação marcando presença ali, e sem camisa ela tinha uma melhor visão de seu traseiro naquela calça jeans.

Sakura segurou a respiração por um tempo enquanto ele se aproximava sério e depositava a camiseta ao lado dela, voltando depois ao cortador o pendurando no ombro, ligando e começando a cortar a grama logo em seguida.

Sakura se sentia hipnotizada pelos movimentos que ele fazia enquanto manuseava o cortador. Ficou observando silenciosamente. O bom é que era relativamente cedo o sol não estava tão quente e as árvores do bairro mantinham o local fresco e sombreado.

Mas tudo que é bom dura pouco e o importante trabalho de fiscalização de Sakura foi interrompido por um novo trio de mulheres que se aproximava andando, cochichando e dando risinhos, pelo bem do corpo de Sasuke ela teve vontade de levantar dali e forçá-lo a colocar a maldita camiseta. Mas ele estava concentrado em cortar um pedaço de grama muito próximo ao canteiro de flores de Mikoto.

E no instante em que ele parou e passou a mão pela testa para limpar o início de suor que grudava alguns fios de cabelo ali, as oferecidas, que Sakura identificou sendo uma delas uma das enfermeiras do hospital, se aproximaram perigosamente da cerca de madeira e diminuíram o passo, os olhares predadores caíram sobre o bumbum do Sasuke quando ele se virou para continuar a cortar a grama de onde havia parado.

– Ô lá em casa, hein?- A de cabelo loiro disse passando e piscando para as costas de Sasuke.

Que tal cortar a grama lá em casa, Capitão? – Uma mais baixinha de cabelo curto empurrou a loira para que esta continuasse andando.

Eu adoraria ter um treinamento militar lá em casa! – A última era a enfermeira do hospital e Sakura viu quando o rosto dela enrubesceu assim que seus olhos se encontraram e a rosada tinha certeza que estava com sua melhor cara de descrença e reprovação.

As mulheres continuaram andando e Sasuke continuava impassível com sua cara de sério cortando a grama.

Pode vir que vai começar
Não tem mais jeito
E não adianta tentar
Já foi tá feito

Assistiu Sasuke cortar toda a grama, tanto de sua casa quanto da casa de seus pais, vez ou outra levava água para ele e trocava uma palavra ou outra, muitas vezes para irritá-lo dizendo que faltava algum lugar para cortar. Riu-se sozinha enquanto ligava o notebook.

A convivência com Sasuke ficava cada vez mais fácil, ele era reservado e sutil, mas era extremamente agradável ficar em sua companhia, mesmo nos momentos em que ele permanecia em silêncio profundo ou fazia com que ela tivesse um monólogo no lugar de um diálogo. Suspirou enquanto esperava a tela carregar.

Já era final de tarde, Sasuke já devia ter feito seu papel de tio legal e aparecido todo fardado na escola infantil onde Boruto estudava. Ela queria ter visto isso. Mas precisava adiantar algumas coisas em casa e agora, finalmente, depois de quase um mês ela ia conseguir dar uma olhada no livro que escrevia.

– Sakura testuda!- Ino entrou em seu quarto carregando vários tipos de revista. – Quero que veja comigo essas revistas de noivas. Sai e eu vamos adiantar as datas e por isso preciso decidir diversas coisas.

– Ino eu tinha intenção de fazer outras coisas. – Sakura apontou para o computador.

O que seria? Ver pornô? – Ino riu e Sakura levou a mão ao rosto. – Testuda, quanto tempo faz que você não faz nada de divertido na sexta a noite? Não me venha com mimimi, eu sei que você passou a tarde inteira aqui em casa cuidando de seus problemas, mas você precisa se distrair, aliviar essa tensão acumulada. – Ino depositou as revistas na cama e massageou os ombros da amiga. – Vamos fazer a noite das meninas que tal? Eu e você, como nos velhos tempos, vamos comer pizza, assistir algum filme romântico com um bonitão, vou te contar as últimas fofocas sobre o Sai, as últimas das meninas já que eu sei que você está perdida. – Ino riu e se aproximou do rosto da amiga depositando um beijo na bochecha.

Não sei Ino, faz semanas que não mexo no meu livro e depois eu pretendia ler alguns artigos. – Sakura levou a mão ao ombro e tocou a mão da amiga.

Deixa disso, Sakura.Vamos fazer isso sim. Faça o que você tiver de fazer enquanto eu tomo meu maravilhoso banho, depois disso escolhemos o filme, fazemos a pipoca, fofocamos e olhamos essas lindas revistas de casamento. – Ino estava toda animada. Deu tapinhas com as mãos nos ombros de Sakura e saiu saltitante do quarto. Sakura suspirou. Talvez merecesse diversão na sexta à noite.

Esse som é pra dominar
Teu pensamento
Vem que eu vou te hipnotizar
No meu talento

Ino demorou uma meia hora no banho. Depois disso recebeu uma ligação de Sai e com isso se foram mais meia hora, pelo menos Sakura havia conseguido revisar o um pedaço do livro que faltava. Já eram sete horas da noite quando Ino voltou ao seu quarto e a arrastou para fora dele.

Vamos lá testuda, o que quer ver?- Ino passava as páginas do Netflix com velocidade e Sakura se perguntou se ela conseguia ver alguma coisa de interessante ali. – Aí, achei. Perfeito. Querido John. Eu estava louca pra ver esse filme, mas fiquei enrolando. Já decidi o primeiro testa, você pode escolher o próximo. – Ino piscou para a rosada, era sempre assim, Ino pedia que ela escolhesse, mas no fim sempre escolhia. – Sakura, pega as revistas no meu quarto, e trás pra cá também, eu vou preparar a pipoca.

Sakura foi fazer o que Ino havia pedido, abriu a porta do quarto bem arrumado da loira e começou a procurar por sobre a penteadeira, criado mudo, cama, olhava por todos os cantos possíveis quando lembrou que haviam deixado às revistas em seu quarto.

Ao sair do quarto da loira em direção ao seu próprio ouviu o interfone tocar e logo ser atendido por Ino. Continuou sua missão e encontrou as revistas espalhadas por sua cama. Recolheu uma por uma, observando as capas atentamente, eram revistas de vestidos, decorações, doces, bolos e tudo mais que tivesse direito num casamento. Riu daquilo. A porquinha merecia tudo de melhor no mundo. Juntou tudo e quando ia saindo do quarto deu de cara com uma Ino risonha.

Mudança de planos testa. Sai me ligou dizendo que está muito carente e que precisa muito me ver hoje. Vamos ter de cancelar nossa noite. – Ino pegou as revistas da mão dela. – Mas oportunidades não vão faltar. – Ino levou as coisas para dentro do quarto dela e saiu de lá como um foguete vestindo uma sapatilha qualquer e pegando a bolsa e um casaquinho de malha fina. Sakura olhava sem entender nada.

Vai tirar o pai da forca? — Sakura riu da amiga que saiu na direção da sala, mas antes de seguí-la pegou uma revista que a loira havia deixado cair e levou ao quarto dela. Ouviu a campainha soar e viu Ino abrir a porta, mas não conseguia ver quem era do lado de fora devido ao ângulo em que estava.

Santo Steve Rogers! – Ino praticamente gritou. – Me conta: usaram todo o soro de super soldado em você ou sobrou um pouco lá para a caridade. – Riu com vontade. — Desculpa, desculpa, mas é que, uau, eu não podia deixar passar. Vamos entre. – A loira abriu espaço na porta e o convidado entrou.

Pode vir que vai começar
Não tem mais jeito
E não adianta tentar
Já foi tá feito

Sakura quase coçou os olhos ao ver a figura que entrava em sua sala. Sasuke vestido com um verde camuflado. Ele usava a parte de cima da farda dobrada até o meio do bíceps, por cima estava jogado a dog tag, dois bolsos sobrepunham no peito e no lado direito Sakura podia ler, Capitão Uchiha AB- . A calça igualmente camuflada se estendia até parte da canela, onde sumia dentro do coturno preto muito bem engraxado. Ele preenchia todo o uniforme com exímia perfeição, um tipo de poder arrebatador podia ser sentido fluir dele. O corpo trabalhado só deixava a farda ainda mais bonita nele. E, oh pelos céus, talvez ela tivesse algum fetiche sobre isso.

– Diga Sasuke, dá pra mandar o Sai em uma espécie de curso de férias lá no exército? Eu ia adorar se ele voltasse assim de lá. – Ino vez um sinal com a mão de cima a baixo em Sasuke e quando seus olhos se encontraram com os verdes, sorriu marota e lançou uma piscada. – Olha só, estou atrasada. Sakura querida não volto hoje, ou seja, você estará sozinha. Vejo vocês outra hora. Beijinhos... Fui. — Ino bateu a porta e Sakura escutou a chave girando na tranca pelo lado de fora. Estava ali sozinha com Sasuke naquele apartamento gigante, com ele vestido daquela maneira.

Sa-Sasuke. – Percebeu que boca estava seca. – O que faz aqui? – Sakura se aproximou cautelosa, ele ainda continuava parado e sério no mesmo lugar em que parou quando entrou.

Trouxe um presente do Boruto para você. – Ele abriu o bolso que tinha o nome dele bordado e tirou de lá um papel e quase como se marchasse se aproximou da rosada estendendo o objeto. Sakura pegou da mão dele e abriu o papel, nele tinha um desenho torto de uma mulher palito de cabelo rosa, um homem palito alto de cabelo preto e roupa verde, um palitinho menor de cabelo amarelo segurando um coração e, o mais interessante no desenho, os dois palitos maiores pareciam estar de mãos dadas.

Own! Que lindo. Muito fofo da parte dele nos desenhar. Ele realmente gosta de você. – Sakura dobrou o desenho e o colocou sobre a mesinha ao lado do sofá em que se encostara. – Fez sucesso com as crianças? – Ele concordou com um mínimo aceno de cabeça. – A farda fica muito bem em você. Ressalta sua presença, te deixa com mais cara de mal. – Sakura sentiu que sua voz já não estava mais no tom normal, no momento em que os olhos se encontraram ela já se proximava do Uchiha. Ele cruzou os braços ficando ainda mais ameaçador. – Talvez, só talvez, você devesse andar mais assim por aí. – Ela sentiu sua voz rouca se transformar em um sussurro e Sasuke aguardou paciente, mas no momento em que ela tocou os braços cruzados e subiu a mão lentamente por toda a extensão e tocou os lábios dele com o polegar o Uchiha agiu mais rápido e a puxou para um beijo arrasador.

As bocas se chocaram cheias de urgência e desejo, enquanto os braços dele prendiam a cintura dela e forçava a nuca dela para mais perto, as mãos dela foram direto para o cabelo dele, entrelaçando os dedos nos fios rebeldes. As línguas exploravam e disputavam domínio durante aquele beijo. Sakura desceu as mãos vagarosamente pelo pescoço dele chegando no peito onde as plaquinhas de metal da dog tag de chocavam vez ou outra fazendo barulho.

Quando o ar faltou Sasuke mordeu o lábio inferior de Sakura e ela gemeu de leve quando ele o chupou de maneira demorada. Ele desceu beijos pelo queixo dela e foi subindo até alcançar o lóbulo da orelha mordiscando o local de leve e depositando um beijo logo abaixo.

As mãos de Sakura desceram ainda mais e agarraram a barra da parte de cima da farda e elas subiram de volta acompanhando o caminho dos botões, ela atacou o pescoço dele e sentiu ele segurar um gemido e descer as mãos por suas costas até chegar ao seu bumbum onde ele apertou e puxou com força, como se fosse possível chegar mais perto. As bocas voltaram a se encontrar e o duelo persistia, ambos tocavam o que podiam por cima da roupa e, quando pela segunda vez, se separaram Sakura o puxou pela mão não direção do quarto.

Ele fechou a porta com o pé e puxou Sakura para mais uma sessão de beijos, as mãos rápidas do moreno desceram até a barra da regata fina que ela vestia e em menos de um segundo ela já estava fora do corpo, revelando o sutiã rendado preto.

As mãos dele não pararam por aí, desceram até os shorts jeans que ela usava desabotoando com velocidade, quando ela caiu do corpo Sakura o chutou para o lado. Uma calcinha rendada era conjunto com o sutiã. Agora as mãos dele tocavam a pele exposta causando as mais variadas sensações, transformando cada fibra em um rio de lava.

Você está maravilhoso com essa roupa. – Ela tentava dizer entre os beijos dele e os carinhos que ele fazia com as mãos. – Mas vamos tirar um pouco disso.

As hábeis mãos da médica desabotoaram os botões tão rápido que foi como se eles nem existissem, mas logo a parte de cima da farda foi jogada ao chão junto com as peças dela. Ele vestia uma camiseta cinza por baixo, uma camiseta colada no corpo que ressaltava os músculos daquele peito e mostrava quão acelerada estava a respiração dele, sem que tivessem muito tempo para pensar Sasuke agarrou a camiseta e arrancou jogando-a em qualquer lugar do quarto. Sakura desceu as unhas por aquele peitoral masculino descendo por toda extensão até chegar aos gominhos do abdômen. As mãos masculinas apertavam a cintura fina e subiram para o fecho do sutiã que no segundo seguinte já não era mais problema.

Ela gemeu quando sentiu a língua dele descer por seu pescoço até chegar ao vale dos seios, onde, vagarosamente, abocanhou um mamilo intumescido. Ela jogou a cabeça para trás o puxando com vigor e teria caído se não fosse o corpo forte dando sustentação.

Ele contornava a auréola de um seio com a língua e alternava entre mordiscadas e chupadas no mamilo, com a outra mão dava atenção ao outro seio. Sakura percebeu o corpo sendo arrastado e sentiu quando foi deitada com certa brutalidade na cama king size.

Sasuke trocou de seio e desceu a mão lentamente pela barriga dela a acariciando por cima da calcinha. Ela enroscou as pernas na cintura dele o puxando mais para perto e pode sentir o volume aumentado da calça. Ele puxou os braços dela acima da cabeça e segurou com força enquanto descia beijos molhados por onde conseguia alcançar.

O corpo quente dele contra o seu, o tecido áspero da calça que ainda vestia, onde as plaquinhas metálicas das dog tags tocavam seu corpo faziam a se sentir ainda mais quente.

Ele foi descendo e trazendo os braços dela para baixo, mas sem soltar o aperto, ele mordiscou cada centímetro da descida em tortura deliciosa. A boca dele alcançou o cós da calcinha e ele a prendeu entre os dentes, soltando os braços de Sakura e levando uma mão a beirada da calcinha e a rasgando com um puxão. Sakura segurou um grito de surpresa e se agarrou aos lençóis quando sentiu as mãos dele separarem as suas pernas.

Oh céus! Quanto tempo faz que não recebia sexo oral?

Ele beijou a virilha e Sakura gemeu quando a língua quente dele percorreu toda a linha dos grandes lábios de cima a baixo. E ela levou a mão aos cabelos dele quando sentiu quando ele começou a fazer movimentos circulares com a língua em volta de seu clitóris, ele alternava com movimentos de língua para cima e para baixo. Sakura o puxava para mais contato e aqueles movimentos a estavam enlouquecendo, sentiu o dedo dele deslizar por sua entrada molhada e ser acolhido inteiramente por ela sem que ele parasse com a língua.

Seu corpo inteiro respondia com fúria. E quando ele chupou delicadamente o clitóris e a penetrou com dois dedos, Sakura sentiu o corpo ser preenchido por uma sensação gostosa. Sentiu Sasuke subir quando ela afrouxou o aperto no cabelo dele e sentiu o gosto agridoce quando a boca dele voltou a tocar na sua.

A aspereza da calça que ele vestia a fazia lembrar que ele ainda estava vestido, desceu a mão pelo abdômen e desabotoou o cinto e calça chegando no elástico da cueca dele e entrando sem cerimônia e agarrando o membro dele. Ele arfou com o contato.

Sakura fez suaves movimentos de vai e vem e sentiu Sasuke mais de uma vez abafar um gemido em seu pescoço, ela sorria satisfeita com isso. Os beijos e as carícias dele não cessaram e no momento em que ele impediu que ela continua-se com os movimentos ele a puxou para a beirada da cama, Sakura pode então encarar, semi-sentada, a poderosa ereção da cueca preta, Sasuke tirou a carteira do bolso da calça e o abriu retirando um pacotinho e colocou a camisinha.

Ele voltou a se aproximar e Sakura teve uma das visões mais eróticas de sua vida: Sasuke ainda calçava o coturno preto, vestia a calça camuflada, mas o dorso forte estava nu e as dog tags balançavam ali. Sakura fechou os olhos para eternizar esse momento e sentiu quando ele se aproximou de sua entrada úmida.

Ela arfou de ansiedade e ouviu Sasuke arfar quando ela ajeitou melhor o quadril nele e sem aviso ele a penetrou. O grito de Sakura preencheu o quarto. As estocadas vieram rápidas e intensas, o barulho do metalzinho se chocando complementava o barulho dos gemidos e dos corpos se friccionando. Sakura se lançou a ele e arranhou as costas dele onde pode alcançar.

Mais rápido...- Era tudo o que ela conseguia dizer. E Sasuke aumentando a velocidade e a profundidade.

E quando o corpo dela começou a tremer ela enfiou a mão por dentro da cueca e da calça dele e cravou as unhas no bumbum durinho, a última estocada atingiu o ponto G em cheio e Sakura se entregou mais uma vez ao orgasmo.

Ele gemeu rouco e forte e a rosada teve certeza que ele também tinha chegado lá. Sasuke se retirou de dentro dela, tirou a camisinha e caminhou um tanto trôpego até o banheiro da suíte. Sakura se arrastou bêbada de sono para o centro da cama e fechou os olhos.

Ouviu o barulho de sapatos sendo soltos no chão e apenas aceitou quando o corpo forte masculino tocou o seu e o puxou para mais perto, Sakura aspirou o perfume dele misturado a sexo e foi levada para o mundo de sonhos logo em seguida.

Esse som é pra dominar
Teu pensamento
Vem que eu vou te hipnotizar
No meu talento

Notas finais
E então?? Curtiram? Espero que sim. Quero agradecer a Pan por ter betado esse capítulo, pois o meu Word não sabe brincar mais de corrigir. Quero agradecer cada comentário lindo de vocês e dizer que estou atrasada, mas vou responder todos e com muito carinho. Deixo aqui também o link da minha nova fic em parceria com a Pan Alban https://fanfiction.com.br/historia/643753/Provar_Comer_e_Casar/ Leiam e me digam se gostaram. A música desse capítulo foi Anitta- No meu talento Se pá é isso, vejo vocês no próximo! Vlw Flw