Notas iniciais
Oi amores, Tia H aqui novamente.
Saudades?
Pois bem essa será minha primeira fic com mais de um capítulo, não sei quão longa ela será, mas foi uma ideia que tive esses dias e resolvi por no papel.
Espero que gostem.
LEIAM NOTAS FINAIS!!!!

Bom dia ouvintes da Rádio Konoha FM, sintam o fogo da juventude! Aqui quem fala é Rock Lee, seu amigo e locutor de todas as manhãs. Hoje o clima do amor está no ar. Bem-vinda primavera. Quem está afim de encontrar um amor nessa primavera? Só para constar eu estou solteiro meninas *risadas*. Mas vamos com a primeira de hoje uma balada romântica, tema de filme e até mesmo de casamentos: A Thousand Years Christina Perri.”

Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow

- Bom dia Lee. Amor no ar?- A rosada falava com o rádio que estava ligado.- Todos ficam românticos na primavera? — Sakura pegava o jornal na porta do apartamento que dividia com Ino no centro de Konoha. O cheiro de café aromatizava o lugar. Era cedo, 6h marcava o relógio na parede. A rosada pegou o jornal, dirigiu-se a cozinha deixando o mesmo sobre a mesa, terminou de passar o café e serviu uma generosa caneca. Sentou-se a mesa e abriu o jornal local.

One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

- Falando com a parede novamente testuda? -A companheira de quarto apareceu na cozinha e se serviu de uma pequena xicara de café.

- Não porquinha, eu falava com o Lee. – A rosada deixou o jornal e passou manteiga no pão dando uma mordida.

- Pior ainda. – A loira riu sentando se á mesa. – Você sabe que ele é super apaixonado por você, quem sabe essa música não é pra você hein?! – Riu novamente. – Mas ele tem razão sobre o clima de amor no ar.- A loira apoiou um braço na mesa e escorou a cabeça com a mão suspirando, um olhar apaixonado encontrou a parede ás costas de Sakura. – Sai fica tão mais romântico na primavera, e os desenhos dele de casais apaixonados são tão....- Suspirou mais uma vez sem completar a frase.

-Você têm boas lembranças da primavera Ino é por isso que sente o clima no ar, ainda mais sendo florista. – A rosada dizia olhando para o jornal.

Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this

-Ah testuda, você não consegue ver que a primavera conspira para a paixão?- A loira lançou um olhar indagador para a amiga a sua frente.

-Não tô dizendo isso porca. Só tô falando que, sei lá, acho que isso de romance não dá certo pra mim. Olha todos os nossos amigos. A maioria já se acertou ou está próximo disso, Naruto e Hinata já estão no segundo filho. –A rosada soltou um leve riso e tomou mais um pouco do café.- E eu aqui com a responsabilidade de montar uma ala infantil dentro do hospital. Não que eu esteja reclamando, nem sentindo falta, pois meus encontros casuais são ótimos, mas meus pais sempre me pressionam pra casar, até meu pai que deveria querer sempre proteger sua filhinha de um homem. – Ela e a amiga riram juntas.

- Eu sei disso, seus pais querem que a única filha deles seja feliz. – A loira terminou o último gole de café da xícara. – Mas quem sabe essa primavera te traga sorte testuda e o seu príncipe apareça? – A loira foi até a pia.

- Você sabe que pra eu me fixar com alguém esse cara precisa ser tipo... Perfeito ou quase isso. – A rosada terminava sua caneca de café.

I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more

A música no rádio tocava seus últimos acordes.

A Thousand Years pessoal. Quem está esperando pelo amor aí hein? Que tal um daqueles que parece que foi especialmente dado de presente ou até mesmo um daqueles arquitetados pelos amigos cupidos? Se você é um desse aproveite essa seleção romântica de inicio de primavera que eu separei para vocês.”

Outra música começou no rádio.

And I'd give up forever to touch you
'Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
And sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight

-Você tá querendo demais testuda. – A amiga riu escorando-se na pia. – Se nenhum médico bonitão te conquistou nesses congressos da vida onde aqui em Konoha você vai achar um desses? – A loira perguntou divertida.

- Primeiro não estou em busca. — A rosada retirava as coisas da mesa, limpava a sujeira e lavava a louça suja. – Segundo ele pode surgir como o Edward Cullen, um vampirão bonito de outra época me serviria, ou até mesmo um anjo todo sério e com jeito de certinho como o Nicolas Cage nesse filme. – Sakura se referia a música que tocava no rádio. – É impressão minha ou hoje o Lee assistiu muitos filmes românticos de ontem pra hoje? – Ela riu olhando pra loira que deu de ombros.

- Ah você não tem jeito mesmo Sakura. – A loira saia da cozinha e ia em direção aos quartos. –Vá trabalhar que você ganha mais. Eu vou correr com o Sai e depois tomar um lindo café da manhã com o meu homem real cheio de qualidades, mas também cheio de defeitos, e aproveitar o clima que, como o Lee disse, está cheio de amor e surpresas. Vejo você depois testuda.

A rosada ria e cantarolava com o rádio. – Vai lá se divirta.

Mais um conjunto de músicas românticas diversas tocara no rádio depois que Ino saiu. Sakura se aprontou e saiu de casa indo até a academia que ficava perto do prédio onde morava. Voltou para casa e 7h40 já estava de saída para o Hospital Senju Hashirama.

Sakura trabalhava no hospital de Konoha, era a vice-diretora do hospital e agora realizava o sonho de criar uma ala especial para crianças dentro do hospital, nunca teve problemas com as coisas que queria, sempre foi uma mulher determinada e hoje no auge dos seus 28 anos sentia-se muito realizada, timha mais planos como o de assumir a diretoria do hospital, ampliar o quadro médico de Konoha, terminar seu livro sobre ética médica e entre tantos outros planos que habitavam sua cabeça, entretanto a conversa com Ino pela manhã a lembrou que não tinha um marido e uma família nos planos. Não que fosse a chave para a felicidade e o sucesso de uma mulher, longe disso, mas normalmente os pais e os amigos sempre se metiam nisso os pais principalmente e esse havia sido um motivo por ter se mudado. Amava os pais sim e muito, os visitava praticamente todo dia, já que morava na mesma cidade, mas ela precisava ter seu próprio espaço, fugir um pouco da ânsia dos pais de a verem casada e sair do bairro de velhos.

Konoha não é uma cidade muito pequena, mas também não uma gigantesca metrópole, ela é suficiente. Suficiente, pois você tinha bons amigos, lugares públicos relativamente tranquilos, diferentes tipos de bairros e o melhor de tudo era suficientemente grande para diminuir o número de pessoas que se mentem na sua vida, exceto se você morasse no bairro de velhos, ops, no bairro Hiruzen Sarutobi, considerado o bairro onde só se tem gente velha.

Na verdade o bairro Sarutobi é o bairro mais antigo da cidade, e realmente lá moram a maior concentração de pessoas acima de sessenta anos da cidade, mas é também o bairro mais agradável de se morar. Sakura que o diga já que morou com os pais lá até o período de ir pra faculdade e depois mais um pouco antes de se mudar com Ino. O lugar é tranquilo, arborizado, as casas, na sua maioria de madeira nobre, são de arquitetura muito bela, quando criança Sakura dizia que quando casasse moraria naquele bairro om seu marido e filhos. Hoje Sakura ainda quer uma casa no bairro, mas principalmente para ter uma casa num lugar agradável. Voltando ao bairro digamos que é um bairro de casas mais caras com pessoas mais velhas, o s bairros “jovens” são mais para a ala norte, leste e centro da cidade, o lado oeste era mais industrial.

Agora voltemos a nossa doutora Haruno.

No caminho para o trabalho Sakura não percebeu muito o “clima de romance” tudo parecia normal, como qualquer outro dia. No trabalho recebeu as mesmas cantadas de sempre dos mesmos caras de sempre. No horário do almoço ao sair com Shizune recebeu cantadas dos pedreiros, nada anormal. Ela era bonita, linda na verdade, tinha um corpão em ordem, belas curvas, lindos olhos verdes, delicados cabelos rosados é claro que sempre chamava atenção dos homens. Fazia um tempo que não tinha nenhum homem na vida da rosada, o último namorado já fazia uns três anos. Ela tinha uns encontros casuais quando ia á congressos fora, mas nada sério. Era uma mulher independente, livre, leve, linda, solteira e... Exigente.

O restante do dia de trabalho foi tranquilo. No final da tarde Sakura pegou o carro e dirigiu até a casa dos pais. Já faziam dois dias que não ai a casa dos pais, num dia tivera plantão e no outro uma pequena reunião com Tsunade, sua chefe e madrinha.

A chegada ao bairro dos pais era smepre tranquilizadora. O lugar era muito calmo, as pessoas conversavam nos portões, remexiam os quintais, varriam a calçada....Nem se assemelhava ao caos do centro uma hora dessas.

Os Haruno moram quase no final da rua, em uma casa da cor creme, com um belo jardim na frente, um portão amarelo...

Parou o carro em frente ao portão mesmo. Percebeu que a casa vizinha dos pais havia recebido uma nova cor, azul claro, e a placa de Vende-se havia sumido da cerca branca.

Os pais estavam cuidando do jardim.

- Oi pai, oi mãe. – Entrou dando um beijo na bochecha de cada um. – Tudo bem om vocês? Não consegui vir ontem, fiquei até depois do horário em uma reunião com a Tsunade e no dia anterior estava de plantão. – Se sentou na no pequeno degrau da área.

- Oi querida. — Dona Mebuki retirou as luvas de jardinagem e abraçou a filha. – Estamos bem. Sentimos sua falta ontem. Espero que não esteja trabalhando demais porque isso faz mal. – Lançou um olhar de advertência.

- Sua mãe tem razão querida, não se esforce demais. – O patriarca lançou um olhar amoroso para filha seguido de um sorriso enquanto revolvia a terra.

-Pode deixar, eu não estou me matando, só aproveitei para adiantar algumas coisas. — A rosada sorriu para os pais. — Vocês arrumaram novos vizinhos?! Percebi a pintura nova na casa e não vi a placa de venda.

- Sim querida. – A mãe respondeu animada voltando a mexer nas flores do canteiro e apontando para o marido onde a terra devia ser revirada mais. – Terminaram a pintura hoje pela manhã. Já trouxeram a mudança, mas ainda não sabemos quem vem morar aí, o pessoal que trouxe as coisas não sabia dizer quem era só que tinham o sobrenome Uchiha e a mudança estava no nome de Mikoto Uchiha. Estamos curiosos também, faz muito tempo que essa casa tá vazia.

- Interessante. Será que é uma mulher sozinha que vem morar aí?- Sakura falava com a mão escorando a cabeça e olhando para a casa azul. – Normalmente casais moram em casas assim.

- Não sabemos filha. – O pai se levantou endireitando levando as mãos as costa e se esticando. – Chega de mexer nesse jardim por hoje mulher. Hora de tomar um banho e depois apreciar um bom vinho juntamente com um bom macarrão. Certo filha?!

-Claro papai, é sempre muito bom. – A rosada seguiu o pai para dentro da casa.

Notas finais
E aí curtiram esse primeiro capítulo?
Não tem hentai nesse primeiro e (para a tristeza das mentes pervertidas)vai demorar um pouquinho, não vou prometer tempo para os capítulos eles podem vir amanhã, daqui a 15 dias ou 30 vai depender da inspiração e coragem pra escrever...apesar que o estímulo dos leitores ajuda muuuiiiittooo #ficaadica

As musicas desse capítulo foram:
Christina Perri - A Thousand Years
Goo Goo Dolls - Iris

Dúvidas, criticas, sugestões, elogios?, tudo é bem-vindo.

VALEU QUEM LEU!! FUI