O lado escuro de Piltover
9 O sabor do Pecado
Notas iniciais

Caitlyn saiu do jacuzzi e olhou as marcas em seu corpo através do espelho, se sentia tão suja por dentro, fez algo tão imoral de tantas formas. Ainda traiu Jayce meses antes do seu casamento, seria difícil encara lo agora. Ela vestiu sua camisola e deitou se, por mais que tenta se não conseguia relaxar seu corpo estava em chamas, no fundo do seu coração desejava que algo acontece se agora. . .
Ela abriu os olhos lentamente com o som do despertador, mal tinha dormido e já tinha que levantar. Se espreguiçou e foi ao banheiro fazer sua higiene pessoal, ela saiu do quarto e foi até o outro onde a punk dormia. Por um momento relutou mas tomou coragem e bateu três vezes, não obteve resposta pra variar, então abriu a porta e surpreendeu se ao encontra lo vazio. Caitlyn foi para o andar de baixo e pode escutar o som de motor de moto vindo do lado de fora, ela deu uma espiada e viu a delinquente mexendo em sua moto. Voltou para cozinho e foi dedicar se ao seu café, um tempo depois a delinquente entrou e também foi pra cozinha pegou uma maçã e saiu sem da atenção a xerife.
Na delegacia Caitlyn e estava tendo dificuldade em se concentrar em seu trabalho, a delinquente não estava com ela hoje quando chegaram ela sumiu pra algum lugar da delegacia, melhor assim. Seus informantes falaram que, até agora não conseguiram interceptar nenhuma negociação relacionada aos cristais, o que era menos mal. Mas seu grande problema não era esse. Tinha que falar com alguém e sabia exatamente quem a escutaria. Jayce entrou na sala e notou que a xerife não tinha o percebido ali.
–Pega no flagra! — Ele a assustou.
–Não faça isso Jayce pelos deuses! — Caitlyn protestou.
–Difícil ver você distraída assim.
–Muitas coisas em mente.
–Ei vamos almoçar juntos hoje?
–Sim.
Os dois optaram por ir em um restaurante próximo a delegacia. Jayce estava bem animado, se não fosse aquele seu astral certamente aquele momento seria bem proveitoso com ele. Claro que o herói não deixou aquilo passar despercebido, pra tenta anima la ele deu seu sorriso mais carinho, o que a deixou se sentindo ainda mais mal.
–Poxa você esta tão quietinha hoje Cait.
–Muita coisa na cabeça, desculpe.
–Imagino que deve estar sendo bem desagradável ficar na convivência daquele animal de rua.
–Nem tanto, temos alguns problemas mas nada demais.
–Então vamos sair?
–A eu não sei.
–Por favor, faz tanto tempo que não dedicamos um tempo só pra nós.
–Ok sábado a noite então?
–A noite? Poxa queria passar o dia todo com você, então passo as oito pra te buscar vamos ao restaurante pode ser?
–Sim — Ela recebeu um beijinho dele.
Voltando a delegacia ela se sentia um pouco mais aliviada, certamente quando fica se com Jayce iria esquecer tudo aquilo. Quando entrou em sua sala travou por um momento ao ver a delinquente sentada na cadeira lendo um gibi, Caitlyn respirou fundo e continuou sua curta rota até a poltrona. A delinquente continuou quieta sem dar importância pra ela, Caitlyn tentou se concentrar nos papeis com a presença dela ali. Estava se sentindo desconfortável.
–O que foi xerife? Parece tensa — Vi quebrou o silencio enquanto a encarava. Caitlyn nada respondeu e continuou mexendo em seus papeis. A delinquente se levantou e saiu da sala.
O final do expediente chegou e nada da delinquente aparecer. Caitlyn foi a sua procura, saiu perguntando a vários oficiais se alguém a tinha visto até ser informada que ela estava na sala de treino corpo a corpo. A xerife foi até la e de longe já pode escutar sons de alguma coisa sendo espancada, quando chegou na entrada pode ver la dando poderosos socos contra o saco de boxe. A cada acerto era um sorriso arrogante que surgia em seu rosto, estava complemente suada e muito empolgada demorando um tempo para notar a xerife. Caitlyn a observava atentamente ver ela naquele estado feroz lhe causava um certo calor no corpo, Vi parou e observou, aquele olhar de interesse da xerife. . . que logo foi disfarçado ao ser notada.
–O que quer xerife? — Vi mantinha seu sorriso sarcástico no rosto.
–Ir embora — Caitlyn falava seria com ela.
–Ok — Vi pegou uma toalha e secou um pouco do suor que tinha em seu rosto, depois tomou um longo gole da sua garrafa de água enquanto seguia a xerife.
O silencio pesava dentro do carro, a delinquente parecia distraída enquanto escutava suas musicas no fone de ouvido. Pra ela era como se nada tivesse acontecido, continuava com aquele mesmo sorriso confiante no rosto. Caitlyn suspirou antes de começar a falar.
–Vi eu vou te deixar em casa e irei sair para visitar um amigo ok?
–Ok — A delinquente continuou com sua indiferença.
–Acho que você consegue se virar sozinha.
–De boas.
Ela deixou a delinquente em casa e tomou outra rota, dirigia de vagar pelo centro até chegar numa região mais afastada. Um bairro nobre calmo com muitas arvores , bem diferente do restante da caótica cidade. Ela parou em frente a uma casa branca com estilo bem moderno, desceu do carro e chamou pelo interfone.
–Quem gostaria- A voz masculina falou.
–Sou eu a Caitlyn.
–A xerife só um momento.
O grande portão se abriu e Caitlyn entrou, preferia deixar o carro do lado de fora mesmo, na porta um rapaz loiro baixinho e muito simpático já á aguardava com um imenso sorriso no rosto.
–Cait! — Ele saiu correndo e deu um forte abraço nela.
–Desculpa vir assim tão repentinamente Ez.
–Sem problemas você sabe que adoro sua presença, agora vamos entrar.
Os dois foram até a sala de estar, tinha muito objetos antigos já que Ezreal era arqueólogo. Mesmo assim a casa ainda tinha um designer moderno, se tinha algo que aquele loirinho não tolerava era ficar fora da moda. O mordomo trouxe uma bandeja de chá com alguns petisco, e os dois se serviram.
–Então Cait o que te traz a minha humilde residencia — Ezreal comeu um docinho.
–Estou com um problema, é algo que só posso contar a você — Caitlyn suspirou ao pensar naquilo.
–Pode dizer amiga, você parece tão aflita.
–Sabe que eu tenho uma parceira agora né?
–Sim sim eu vi vocês duas pela televisão esses dias, ela tem um jeitão bem rebelde pelo visto.
–Pois então. . . digamos que eu tenha tido problemas com ela.
–O que aconteceu?
–Eu meio que. . . — Caitlyn não sabia como continuar .
–Diz logo mulher.
–Eu meio que fiquei com ela.
–Para tudo! — Ezreal deu um dos seus surtos gays — Como assim ficou com ela? Logo você tão certinha, você não tem cara de lésbica sabia?
–Não foi porque eu quis ela me forço.
–Detalhes miga! Tipo foi só um beijo ou algo mais?
–Digamos que tende mais a ter sido um estrupo . . .
–Babadooooo, serio? Foi bom?
–Não fala assim Ez esta me deixando constrangida.
–Falando serio Cait foi estrupo mesmo?
–É claro que sim! Ela me imobilizou no chão e começou a investir.
–E você não fez nada?
–Tentei mas, ela é muito mais forte que eu Ez!
–Você é a maior autoridade dessa cidade, devia saber como lidar com isso tipo de coisa, e se foi estupro devia prende la e tals — Ezreal se deu conta de uma coisa — A não ser que tenha gostado.
–Claro que não! — Caitlyn corou com a indagação do amigo.
–Sua cara te entrega Cait nem adianta esconder, mas o que pretende fazer?
–Eu não sei, me sinto tão mal por ter feito isso com Jayce. Mas ao mesmo tempo sinto tanto desejo pra que isso se repta.
–Entendo amiga, agora me responda uma coisa. Como foi ficar com ela? E qual é o estilo dela?
–Bom foram sensações tão diferente. . .
–Você gostou?
–Sim, ela é uma ex criminosa.
–Uau minha nossa, continua que esta ficando quente.
–Ela tem uma personalidade bem difícil e imprevisível, é violenta, bruta, arrogante e muito insensível. Não parece se importa com que os outros pensem, além de ser uma grande encrenqueira e não ter nenhum medo das consequências. Fora que é bem inteligente quando quer ser.
–Só pelo jeito que você falou já deu pra perceber que esta gamadinha nela, aposto que essa sua brutamontes tem uma pegada de tirar o folego.
–O que eu faço Ez?
–Você esta dividida entre o amor e a luxuria minha querida, não jogue seu relacionamento fora só por causa de um desejo. Saia mais com seu amor, tenho certeza que vai esquece la mas, se cair na tentação repense se realmente ama o nosso galã Jayce.
–Eu pretendo sair mais com ele, não vou dar o braço a torce — Caitlyn se levantou — Muito obrigado amigo.
–Eu estarei sempre aqui para você.
Caitlyn estava terminado de se arrumar, finalmente o tão esperado sábado chegou e agora tudo mudaria, estava decidida em esquecer esse sentimento tolo. Estava usando um vestido preto gala curto do tipo tomara que caia, mas que realçava bem suas curvas. Pra complementa um salto preto não muito extravagante, uma bolsinha da mesma cor do vestido e a maquiagem no ponto sem exageros. Ela saiu do quarto e foi para o andar debaixo, tinha ido até a cozinha pegar suas chaves queria ter certeza que não estava esquecendo nada. A delinquente que ria enquanto assistia um programa de tv de comédia, sentiu o aroma do perfume da outra e instantaneamente procurou de onde vinha. Ela viu Caitlyn sair da cozinha.
–O loco que abundancia — Vi assobiou pra ela, deixando a vermelha.
–Sem gracinhas pro favor — Caitlyn respondeu irritada.
–É apenas um elogio Cupcake, você realmente esta exuberante.
–Obrigada — Caitlyn deu de ombros pra outra e continuou sua rota de volta ao quarto.
–Me diz ai xerife pra quem você se arrumou toda assim? — Vi a seguiu e se encostou na entrada do quarto.
–Pro meu noivo é claro.
–Sera que esse mauricinho merece tudo isso mesmo?
–Sim — Caitlyn estava se sentindo encurralada novamente com o tom de voz da outra, ela tentou sair mais foi barrada pela delinquente.
–Não começa.
–Não começa o que? — Vi a prendeu na porta enquanto sorria.
–Olha eu não te dei essa liberdade, quero que me respeite.
–A é mesmo Cupcake? — A delinquente fez um biquinho — Por que não me prende então?
–Eu sou a maior autoridade dessa cidade, se tenta alguma gracinha eu juro que não vou relutar em tomar uma ação — Caitlyn falou seria e com raiva para ela.
–Serio? Eu sou o ser que você mais despreza na vida, sou a pior tipo de criminosa — Vi sussurrou no ouvido dela e depois deu uma mordidinha nela.
–Afaste se é o seu ultimo aviso.
–Você diz isso mas estava me comendo com os olhos nesses últimos dias, me diz xerife como é querer ser comida pelo tipo de ser tão desprezível e imoral como eu? — Ao escutar aquilo Caitlyn a empurrou e deu lhe um forte tapa na cara.
–Olha o que você fala.
–Hum... se você continuar agressiva assim vai me fazer ficar mais exitada — Vi a prendeu com violência contra a porta, deixando seus corpos colados — Fala pra mim Cupcake, me diz que você não quer que eu te pegue agora — Ela retirou o cabelo do pescoço da outra e começou a beija lo.
–Eu não quero — Aquilo saiu mais como um sussurro do que uma ordem. Sentir aqueles lábios quente passeando em seu pescoço, fazia ela sentir arrepios.
–Fala mais alto — Vi mordeu seu queixo e olhou para aquela boca, que ficava mais provocante com o batom vermelho que ela usava. A delinquente voltou a morde o queixo da outra, mas dessa vez bem devagar enquanto a olhava provocando a.
–Eu não posso — Sua voz soou fraca, por mais que tenta se era difícil forma algum pensamento que realmente lhe desse razão pra parar aquilo, sua virilha queimava e sua força de vontade se esvaia, enquanto sentia aquelas mãos passear pela lateral do seu corpo.
–Não é o que parece — Vi segurou suas coxas e a ergueu batendo ainda com mais força suas costas contra a porta. Então a beijou de forma selvagem.
–É serio...Vi não da — Caitlyn afastou se um pouco dos lábios dela, mantendo seus olhos fechados enquanto a outra continuava a beijar seu rosto — Não posso trai lo novamente.
–Xiii — A delinquente colocou o dedo na boca da outra, em sinal que fica se calada. Caitlyn o mordeu levemente — Ele não precisa saber — E voltou a beija la.
Caitlyn segurou o cabelo dela puxando o sem dó, enquanto a outra salpicava beijos pelo seu busto, ela estava sedendo novamente ao desejo. Sinceramente preferia assim, seria só um pouco até Jayce chega depois sairia com ele e colocaria um fim naquela história de vez. A delinquente pressionava cada vez mais seu quadril contra o dela, ela sentiu a xerife passar as garras em sua nunca a deixando ainda mais empolgada. Vi fazia um leve movimento no quadril que era retribuído por Caitlyn, que intensificava a cada mordida e chupão que a outra dava.
–Não faz assim Vi . . . — Aquilo soava mais como um gemido do que um apelo.
As marcas que a outra fazia certamente seria um problema depois, mas não tinha como para la agora e também não queria. Vi a levou até a cama, a derrubando e deitando se por cima continuando o beijo. A delinquente ficou de joelhos e tirou a propiá blusa, ela permaneceu naquela posição por um tempo enquanto a xerife observava com desejo seu corpo; ela não conseguia tirar os olhos daquelas tatuagens. Caitlyn levantou o dorso e encostou sua boca na barriga da outra lambendo cada traço que aquelas tatuagens tinham, Vi mantinha seu sorriso travesso no rosto enquanto observava a xerife se entregar de vez a suas garras. Caitlyn queria provar mais daquela fera, ela era tão sensual era sua vez de marca la. Ela mordeu com força a barriga da outra enquanto arranhava sem piedade a lateral da sua cintura, Vi a derrubou e tomou o comandado novamente.
–Calma Cupcake, estamos só começando — A delinquente voltou a beija la.
Vi segurou com as duas mãos no decote do vestido dela e o rasgou, sem perde tempo agarrou os seios macios e quente da outra apalpando os com força. Caitlyn soltava leves gemidos com o toque da outra, que beijava seu pescoço também. Vi desceu seu rosto até o quadril dela mordendo o interior de sua coxas, ela puxou sua calcinha com a boca mantendo seu sorriso maldoso no rosto. Caitlyn apenas observava ansiosa pelo próximo passo da punk, que segurou suas coxas deu mais uma olhadinha pra ela antes de abocanhar seu sexo encharcado. O toque e a ferocidade com que a delinquente mexia sua língua, faziam ela querer subir pelas paredes, seu corpo ardia e se contorcia enquanto sua boca soltava gemidos apelativos. Aquela sensação era maravilhosa.
A xerife passava suas mãos no cabelo da outra, que lhe deflorava sugando o que lhe restava de dignidade como autoridade e futura esposa. Quanto mais ela gemia mais feroz Vi se sentia, desejava o corpo daquela mulher só para si, Caitlyn era gostosa demais pra ficar na mão daquele mauricinho careta. Foi quando a campainha tocou, tirando o frenesi das duas. Caitlyn voltou a realidade e se tocou que estava transando com alguém sendo que tinha um encontro no mesmo momento com seu namorado, ela sentou se na cama fazendo a delinquente suspirar de insatisfação.
–Droga, o que eu estou fazendo? — Caitlyn fez menção em se levantar mas foi dominada novamente pela punk.
–Pra que sair se tudo que você precisa agora esta aqui? — Vi sussurrou no seu ouvido, depois a derrubou novamente e voltou a beija la.
Caitlyn não ofereceu nenhuma resistência contra a nova investida da outra, estava embriagada demais com aquele prazer para pensar em algo agora. A campainha continuou tocando e os ataques da punk ficaram mais intensos, a xerife começou a puxar o short dela. Vi a ajudou a tirar depois arrancou a própria calcinha, agora as duas estavam sem nenhum tecido que pude se atrapalhar seu contato físico. Caitlyn mudou de posição e deixou Vi por baixo de si beijando sua boca e depois sentando do se encima do quadril da outra, ela começou a rebolar encima dela pressionando seu sexo contra o dela. A delinquente continuava sorrindo de prazer, ela levantou se sentando na cama e começando a apalpar os seios da xerife. Vi estreitou mais seus corpos e começou a movimentar seu quadril no ritmo do dela, pressionando ainda mais enquanto sugava lhe os seios de forma faminta, Caitlyn apenas segurava o cabelo dela puxando com força cada chupão que sentia. Novamente aquela linha imaginaria que conectava o seios a virilha tinha sido ativada, quanto mais forte Vi fazia mais ela encrava suas unhas nas costas dela. Nesse meio tempo o seu celular tocou diversas vezes, mas a xerife não se importou com isso estava ocupada demais em seu próprio bel prazer.
No domingo Jayce ligou diversas vezes para a casa dela mas nada, tinha sido muito estranho Caitlyn lhe dar um bolo desses sem nem mesmo ligar explicando o porque, mesmo que as luzes estivessem acesas e ele ter chamado ligado diversas vezes, nada dela aparecer. Estava muito preocupado e irritado pelo que aconteceu, não era acostumado a levar das garotas aquele tipo furo com nele. Jayce esperava que na segunda a xerife tivesse uma boa desculpa para explicar o que houve.
–Vi. . . mais . . . — Caitlyn sussurrou o pedido para a outra.
Foram poucos os intervalos que as duas tiraram para descansar, parecia que aqueles curto tempo que ficava sem se tocarem acendia mais ainda a chama entre elas. Mesmo sem descansar direito e com seus corpos completamente suados elas não queriam parar. Caitlyn já tinha se entregado completamente para aquela luxuria, Vi estava se tornando o seu vicio e eu o dela . . .
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