O lado escuro de Piltover

25 Meu jeito de te amar


Notas iniciais
Um capitulo especial somente das duas para vocês meus queridos leitores anônimos e a galera que comenta =3. Escrevi uma das cenas mais gays e melosas de toda minha vida, estava relendo e pensei "cara que gay". Você saberão qual é quando lerem, resolvi ser uma pessoa legal com vocês, como fazem seis capítulos que os deixo de abstinência resolvi fazer uma cena de sekiçu para meus queridos tarados que começaram a ler essa fiction por causa disso, safadenhos

Observava escondida entre as sombras a cena que acontecia no beco, seu rosto mantinha uma expressão vaga como se nada a atingi se. Agora era só deixar o tempo correr para o próximo passo, sua irmãzinha ainda teria de enfrentar muita coisa. Deu as costas e começou a caminhar no caminho oposto ao beco, ignorando a cena que corria la.

Apesar da pressa, Caitlyn dirigia devagar por mais que quisesse chegar em casa o logo. As duas voltavam para o antigo condomínio da xerife, a delinquente evitou encara la durante todo o trajeto, já tinha parado de chorar mas seu astral estava bem baixo. As duas chegaram no lugar e entraram em silencio, Caitlyn respirou fundo virou e encarou a punk.

–Vi...

–Obrigado Caitlyn, mas você já pode ir — A delinquente passou por ela, caminhando em passos pesados em direção a escada.

–E deixar você assim? Claro que não! — A xerife segurou no braço dela.

–Olha é serio, só me deixa sozinha — Vi fechou os olhos e respirou fundo, seus nervos estavam a flor da pele.

–Vamos conversa ok?

–Cara não, na boa me deixa.

–Eu sei que você esta nervosa mais... — A xerife foi interrompida novamente pela outra.

–Caitlyn, me solta — a delinquente mudou seu tom de voz para um mais autoritário e ameaçador.

–Não — A xerife mantinha se firme, colocou um pouco mais de pressão sobre o braço dela.

–Me solta — Vi rosnou as palavras.

–Não.

–EU MANDEI VOCÊ ME SOLTA! — Vi empurrou a xerife com força contra a parede. Caitlyn fez uma expressão de dor — EU QUERO FICAR SOZINHA! SERA QUE VOCÊ NÃO ENTENDE? — Vi desferiu uma sequencia de socos ferozes contra a parede onde a xerife estava encostada — PORRA CAITLYN TA FELIZ? EU SÓ QUERIA FICAR SOZINHA NESTA MERDA — A delinquente estava visivelmente transtornada.

–Vi... — Caitlyn não sabia descrever o turbilhão de sentimentos que percorriam seu corpo. Medo, pena, angustia, compaixão e principalmente amor; sentia uma extrema necessidade de cuidar dela naquele momento.

–VAI EMBORA! ANTES QUE EU TE MACHUQUE NOVAMENTE — As lagrimas escorriam no rosto da delinquente, os soluços de choro eram extremamente violentos. A delinquente sentou se no sofá cruzou entrelaçou os dedos, mexendo a perna freneticamente tentando conter sua fúria.

A xerife se aproximou devagar dela, estava exitante. Pois sua parceira não estava raciocinando direito. Caitlyn nunca imaginou vê la tão nervosa na sua vida, ela era uma bomba relógio no momento, exitou por um momento, então levou sua mão até o ombro da outra pousando a delicadamente.

–Por favor, vai embora. Antes que faça uma besteira... — A punk falou num tom mais baixo.

–Sei que não vai me machucar, mesmo se o fizer, não irei recuar — A xerife sentou se ao lado dela.

–Você não tem amor a própria vida — Vi riu sarcástica.

–Olha não sei o que aconteceu mas, não irei embora.

–Bancando a teimosa xerife?

–Vou preparar um banho para você, espere um pouco.

–Não precisa disso.

–O banho ira lhe ajudar a relaxar.

Caitlyn saiu da sala e foi a seu antigo quarto, onde ficava o jacuzzi. Estava tensa enquanto preparava a água com saís relaxante, sabia o risco que correu naquele momento. Quem era aquela pessoa? Seus instintos estavam em alerta de perigo, com apenas algumas palavras ela conseguiu derrubar o trator cor de rosa, mas o que ela poderia ter falado para Vi que a deixa se naquele estado?. Caitlyn tinha muitas perguntas em sua mente, mas as deixaria para depois. Voltou até o andar inferior, onde a delinquente se encontrava ainda na mesma posição.

–Pronto pode ir — Caitlyn sorriu serena, a delinquente apenas passou por ela com o olhar baixo. Aquilo fez a xerife soltar um longo suspiro.

Vi afundou seu corpo na água quente, fechou os olhos e tentou relaxar. Tinha machucado Caitlyn, por mais que tenha sido apenas um empurrão, mesmo assim foi forte. Devia se desculpar depois, por parte ela provocou já que, pediu diversas vezes para ficar sozinha mesmo assim ela insistiu até lhe tirar a pouca paciência que possuía no momento. Não acreditou que aquilo tinha acontecido, depois de tantos anos sozinha, só agora ela aparece ... e mesmo assim ainda sumiu sem lhe dar nenhum tipo de satisfação ou desculpa esfarrapada. E o pior, é que tinha feito a maior cena na frente dos seus amigos ... como iria encara los agora?. Vi afundou a cabeça na água, queria se esconder de tudo e todos.

–Zero, sua babaca ... — resmungou para si mesmo — Zero ... você nunca gostou que te chama se assim, e foi a primeira coisa que lhe disse após todos estes anos — Vi encarou o teto — Idiota.

Desceu as escadas ainda enxugando os cabelos rosados, tinha passado um bom tempo no banheiro. A luz da cozinha estava acesa e um doce aroma de camomila exalava de la, Vi caminhou até o recinto seguindo o cheiro agora bem mais calma. Caitlyn terminava de preparar o chá, servindo em uma xícara e entregando a mesma para delinquente.

–Esta melhor?

–Um pouco — Vi pegou a xícara.

–Isto vai ajudar, é melhor você se sentar e descansar um pouco. Tenho que fazer uma ligação — A xerife passou por ela.

A delinquente continuou imoveu segurando o recipiente quente, virou se e foi até a sala onde a xerife falava no celular. Pelo jeito, estava discutindo feio com alguém. Ela desligou o telefone irritada, a punk continuava a observando, então colocou a xícara encima da mesinha de centro que ficava na sala. Caminhou até a outra e a abraçou, Caitlyn não sabia como reagir aquela ação repentina.

–Me desculpe... não queria te machucar — A delinquente encostou a cabeça no ombro dela.

–Tudo bem... — Caitlyn sentiu suas bochechas esquentarem.

–Obrigado, já estou melhor. Se quiser pode ir para casa descansar- Vi a soltou, pegou a xícara de chá e sentou se no sofá. Começou a tomar o liquido mas suas mãos tremiam muito, deixando visível seu nervosismo — Merda.

–Não há como te deixar assim, vou ficar até você melhorar.

–Vai arrumar briga com seu marido atoa.

–Já avisei a ele sobre isso, desde quando você se preocupa se vou brigar com ele ou não?

–Não quero lhe trazer mais problemas do que já dei.

–Tudo bem, somo parceiras. Cuidar uma da outra faz parte do oficio.

–Oficio... — Vi deu seu sorrisinho sarcástico.

–O que foi?

–Nada.

–Vi...

–O que?

–Quem era aquela pessoa?

A delinquente permaneceu em silencio, olhando para a xícara ainda cheia. Não queria falar sobre aquilo mas, já tinha prejudicado demais a xerife por apenas uma noite. Respirou fundo, soltou o ar lentamente e então encarou a outra nos olhos.

–Minha irmã.

–Irmã? Entendo, então foi por isso. Achei que ela estivesse... — Caitlyn parou de falar.

–Morta?

–Sim.

–Eu também, a unica coisa que não entendo é o porque dela ter aparecido só agora — Vi serrou os dentes, queria chorar novamente. Tantos pensamentos voltaram a percorrer a sua mente, e conforme eles passavam maior era a pressão que colocava sobre a xícara. Fazendo a quebrar com tamanha a força que usou.

–Vi! — Caitlyn levantou se imediatamente indo em direção ao segundo banheiro e pegando o kit de primeiros socorros — Como posso ir embora assim?

–Nem foi tão profundo assim — A punk olhava para sua mãe ensanguentada — Pô vai com calma que isso arde!

–Não acredito que esta resmungando por causa de um remédio — Caitlyn soltou uma risadinha.

–Bah!

A xerife continuo tratando da ferida com cuidado, não era a primeira vez que cuidava daquelas mãos machucadas. Quando terminou não resistiu em acariciar as ataduras com delicadeza, como em flash back tudo que já passou após ter conhecido essa pessoa correram em seus pensamentos. Respirou fundo e a encarou, aqueles olhos azuis transmitiam angustia. Então levou suas mãos até o rosto delicado da outra, acariciando, Vi mantinha seu olhar nos de Caitlyn.

–Não quero ver, este olhar triste nunca mais — A xerife puxou o rosto dela para próximo do seu, colando seus lábios.

Se separaram ainda ofegantes, os olhos castanhos da xerife percorriam gravando cada detalhe do rosto da punk. Caitlyn deitou se no sofá deixando a delinquente ficar por cima de si, voltaram a se beijar sem pressa. Ambas ansiavam por aquilo a muito tempo, a xerife passou as mãos pelas costas da outra acariciando. Continuou seu passeio por outros lugares, queria obter todas as provas possíveis que realmente estava com ela, não havia mais como negar, seu corpo, sua alma e mente desejavam ficar ao lado daquela pessoa. Voltou a se perde naquela azul profundo dos olhos dela, não conseguia desviar com tamanho o fascínio que estava.

–O que foi? — Vi perguntou, enquanto recebia afago em seus cabelos rosados.

–Fui tão estupida por todo este tempo — Caitlyn a beijou novamente — Não tem como viver sem minha outra metade.

–O que é isso tão de repente?

–Somos polos tão opostos Vi. Tudo que não tenho, encontro em você. Determinação, coragem, força, carinho.... — A xerife começou a chorar.

–Não chore!

–Desculpe, mas já te machuquei tanto no decorrer de todo esse tempo.

–Isso não importa.

–Você não sabe como a admiro, por ser uma pessoa tão forte. Diferente de mim, que fui uma covarde por todo esse tempo.

–Não estou te entendo Cupcake, o que eu fiz?!

–Como você é idiota Vi!. Você não fez nada de errado, não mesmo.

–Então por que esta chorando?

–Por ter me tocado tão tarde, depois de ter causado tanto mal a você.

–Isso já passou ok?

–Vi...

–O que?

–Quer namorar comigo? — Caitlyn ficou ansiosa pela resposta — Estou falando de namorar de verdade, assumir para todos. Dane se a sociedade.

–Mas que boca suja em xerife — Vi desviou o olhar virando o rosto, tentando não transparecer as lagrimas.

–É sério.

–Preciso responder mesmo?

–Não — As duas voltaram a se beijar

Caitlyn mergulhou os dedos nos cabelos rosa, descendo sua mão lentamente para a nuca dela, causando lhe arrepios. O passeio continuou pelas costas, ela tirou a blusa da punk assim tocando sua pele morna e macia, isso fez a xerife lembrar se de pêssego. Vi era tão mulher naquelas situações, apesar de sempre ter um comportamento infantil normalmente. Mas só ela era capaz de lhe provocar aquele misto de sensação e sabores, a macies de sua pele, o sabor do seu beijo, a delicadeza de suas mãos; tudo combinado com sua personalidade forte e unica. Como amava aquilo, como a amava...

Seus corpos se encaixavam perfeitamente, dançando em perfeita harmonia. Os beijos eram árduos e convidativos, ambas queriam se explorar ao máximo. Caitlyn afastou sua parceira e começou a se despir, por alguma razão sentia seu rosto ficar corado o que era estranho pois a delinquente já á viu despida tantas vezes, aquilo fez a punk rir pela primeira vez naquela noite. Vi foi até ela e roubou um beijo, deitando a novamente e espalhando suas caricias pelo corpo, enquanto salpicava beijos pelo pescoço de sua amante. Caitlyn fechou os olhos para aproveitar cada segunda daquelas sensações, que sentira tantas vezes mas sempre eram novidades. Sentiu um arrepio percorrer seu corpo quando a outra abocanhou seu seio, e mais uma vez aquela linha mágica entre seus seios e virilha foi ativada. Era impossível negar aquele prazer, não fazia questão de conter seus gemidinhos queria deixar bem claro para sua mulher a satisfação que sentia com seus toques.

Vi passeava com as mãos pelo dorso da xerife, descendo seus beijos para a barriga próximo a virilha, mas não fez o que ela tanto ansiava. A delinquente deu uma mordida forte na coxa da xerife, fazendo a mesma se contorcer e soltar um gemidinho prolongado. Aquilo fez a punk dar seu sorriso safado, em protesto Caitlyn a empurrou invertendo a situação.

–Odeio quando você me provoca — Caitlyn passou as unhas afiadas na barriga dela, foi até seus lábios permanecendo a poucos centímetros um do outro. Então mordeu sem piedade, fazendo um pequeno corte.

–Sei muito bem como adora ser provocada — Vi apertou suas coxas grossas. Levantou seu dorso e roubou outro beijo da xerife.

–Você deve ser mais obediente a sua mestra — Caitlyn a derrubou novamente, voltou a acariciar seu dorso passando as mãos pelo seu seio arranhando mais uma vez sua barriga, só que dessa vez deixando um filete de sangue por onde suas unhas passavam. Sabia como a outra adorava aquilo — Gosto de você bem cordeirinha.

–Cordeirinha?Há, eu sou o lobo mal. E você é minha presa — Vi a puxou agarrou seu quadril e apertou com força, enquanto seus lábios devoravam se com desejo.

A delinquente então rolou derrubando a outra no tapete macio da sala, encaixou seu quadril ao dela. Caitlyn começou com um rebolado lento e sensual, instigando ainda mais seu lobo sussurrando todos os tipos de malicias em seu ouvido. A punk desceu suas garras para o sexo úmido da outra, tirando um sorriso maldoso da xerife, mordeu seu queixo enquanto admirava a expressão de prazer dela. Caitlyn a apertou mais passando as unhas em sua cintura subindo pelas costas indo para a nuca até chegar aos cabelos, onde puxou com vontade, mordeu a orelha da punk fazendo a soltar um gemidinho. Vi aumentou seus movimentos, junto com o rebolado sincronizado da xerife, não conseguia tirar aquele sorriso de satisfação do rosto adorava quando Caitlyn entrava no mesmo clima selvagem que estava.

Caitlyn puxou a delinquente pelos cabelos fazendo ela encara la, beijando e mordendo conforme sua virilha ardia ainda mais sentia todo aquele calor pulsar por seu corpo. Seus gemidos eram abafados pelos lábios da punk, sentia um leve sabor de sangue causado pelas inúmeras mordidas feitas por ela mesma, não se importou com aquilo, pois dava ainda mais um toque selvagem ao momento. Vi fugiu dos beijos da xerife e foi até seus seios, devorando os sem dó, suas investidas agora mais brutas tiravam gemidos cada vez mais altos de Caitlyn, a delinquente passou suas caricias para o pescoço da xerife deixando marcas bem visíveis. Foi quando a mesma contraiu se embaixo de si e cravando as unhas em suas costas, Caitlyn praticamente gritou quando sentiu seu orgasmo finalmente chegar. Quando terminou aliviou a pressão que tinha feito contra o corpo da punk, respirando ofegante.

–Deuses Caitlyn, você arrancou a pele das minhas costas! — Vi protestou.

–Provocou, agora aguenta meu amor — Caitlyn deu um selinho nela.

Notas finais
Quase que não tem sekiçu neste capitulo, minha gente tava tão gay e meloso que tava sem animo pra escrever algo do gênero. Tive que mudar de musica para ver se saia algo! Agradeçam ao Nightwish!