O lado escuro de Piltover
16 Inimiga de Guerra Oponente no amor
Notas iniciais

Vi foi a delegacia no dia seguinte por mais que seu corpo protesta se, apesar de se sentir fraca ainda não poderia ir ao médico caso eles pedissem para examina la, poderiam achar indícios de droga no seu sangue. E se falta se mais um dia, com certeza seria suspeito, ela cumprimentou alguns colegas enquanto caminhava em direção a enfermaria, la com certeza acharia alguma coisa que ajuda se. A enfermeira não precisou avalia la muito pra perceber que a delinquente não estava bem, mandou Vi ir para casa descansar mas a punk recusou se e insistiu para que a enfermeira desse algo para ela. Depois de conseguir o que queria foi a sala de treinos, já que, tinha um tempo livre antes de iniciar a ronda. Hoje só faria movimentos leves para não força demais o corpo, trocou de roupas e começou a praticar algumas sequencias de golpes no ar. Acabou que por se empolgar no combate com seu oponente imaginário e não percebeu a pessoa atrás de si a observando. Caitlyn olhava atentamente cada movimento gracioso da outra, a delinquente fazia movimentos de muay thai o que deixou a xerife surpresa, já que, sempre pensou que Vi só sabia luta de rua e boxe. Agora que parou pra pensar a delinquente nunca falou nada sobre si mesma ou sobre seu passado, tudo que Caitlyn sabia sobre ela era o que a mesma demonstrava nada mais. Saiu de seus pensamentos e voltou a presta atenção na punk, começando a percorrer seus olhos pelo cabelo rosado, sentiu uma imensa vontade de afundar seus dedos nele. Continuou seu passeio ocular chegando a nuca exposta, sentiu um imenso desejo de abraça la por traz e salpicar beijos pela quela nuca. Seu olhar foi para as costas e as lembranças das vezes em que arranhara sem piedade aquele lugar tomara conta de seus pensamentos. Sacudiu a cabeça e desceu o olhar até os quadris da outra, Vi tinha um bumbum muito redondinho e durinho o que fez Caitlyn se arrepender por nunca ter abusado daquele lugar. Sacudiu a cabeça estava casada agora não poderia ter esse tipo de pensamento.
–Muay thai é uma novidade — Caitlyn chamou a atenção dela. A punk virou se e ficou surpresa ao ver a xerife, ela desviou o olhar o que fez Caitlyn sentir um aperto no coração.
–Sou uma lutadora então conheceu um pouco de vários estilos de luta — Vi a encarou nos olhos — Quando voltou?
–Ontem — Caitlyn respondeu quase que em um sussurro.
–Legal, como foi a lua de mel? — Vi mantinha seu olhar firme.
–Foi bom.... Vi por que não veio ontem?
–Estava com dor de estomago.
–Dor de estomago?
–Sim muito forte, sabe como é né. Acabei que comendo um taco estragado....
–Isso é algo que só você faria — Caitlyn colocou as mãos na cintura, assumindo uma pose mandona — Tome mais cuidado!
–Ok ok.
–Mas me diz....eu passei la em casa esses dias..., você não estava la nem os cães ou a gata.
–Eu resolvi me muda, acho que já consigo me virar sozinha. E pra situação é o melhor.
–Você poderia ficar la sabe, eu estou morando em outra casa com o Jayce...
–Melhor a gente ficar assim é mais confortável para ambas.
–Você esta certa.
–Xerife desculpe interromper mas, tem algo incomum acontecendo atualmente — James entrou na sala de treinamento corporal.
–São coisas bem insignificantes mas curiosas — Tay surgiu logo em seguida.
–Podem falar — Caitlyn cruzou os braços e se colocou na sua inabalável pose de xerife.
–Atualmente tem aparecido varias pichações pela cidade — James começou a explicar.
–Até ai tudo bem, só que, algumas pessoas tem sido encontradas mortas e com pichações pelo corpo — Tay complementou.
–Todas elas tem um padrão são cor de rosa e geralmente é alguma frase ou desenho desconexo — James tomou a palavra.
–Primeiro pensamos ser apenas um autor mas com o acontecimento dessa madrugada, estamos levantando a hipótese de ser um gangue — Tay terminou o relatório.
–O que aconteceu para chegarem a essa conclusão? — Caitlyn mantinha sua postura inabalável de xerife, mesmo sentindo a presença da delinquente atrás de si.
–O zoológico foi ataco nesta madrugada, aparentemente os autores explodiram algumas jaulas e soltaram os animais. Nenhum bicho foi ferido mas todos foram pichados de rosa, assim como o restante do lugar — Tay ajeito os óculos enquanto concluía a explicação.
–Mas que tipo de bastardo imbecil faria uma coisa tão idiota? — Vi indignou se com aquilo.
–O mesmo que quer chamar nossa atenção — Todos olharam para Caitlyn.
Flash Back On
Madrugada.
Ela caminhava entre os bichos soltos e assustados do zoológico, tinha acabado de descer do grande rinoceronte negro que estava cavalgando anteriormente. Ela sentou se num banco de forma bem a vontade e começou a girar uma de suas longas tranças azuis, estava ficando entediada novamente. Tudo naquela cidade era chato, as pessoas eram certinhas demais vivendo uma vidinha chata e pacata. A unica coisa na qual lhe interessava naquele lugar, não lhe dava atenção.
–Ei fishbones demos uma bela festa não é? — A garota falou com seu lança misseis em forma de tubarão.
"Sim agora temos que limpar toda essa bagunça!"
–Nem sonhando, foi muito divertido brincar com bichos do zoo mas... nossa convidada de honra não apareceu — Jinx fez biquinho ao pensar naquilo.
"Acho que ela não sabe que estamos aqui"
–Olha o tanto de coisa que a gente destruiu, como ela não pode ter nos notado — Jinx levantou se e encarou o lança misseis que estava no banco.
"Como ela vai adivinhar que é você?"
–Tem razão fishbones, esta na hora de ir até ela...- Ela abriu um imenso sorriso e começou a gargalha sozinha como uma louca.
Flash Back Off
Vi estava indo em direção ao estacionamento pegar sua moto para iniciar a ronda, se sentia mais satisfeita e revigorada depois de ter comido três repetido três vezes a refeição fornecida pela policia, as tia do refeitório realmente capricharam hoje. Ela parou e a cena seguinte a encheu de fúria e ciumes, respirou e passou pelo casal que se agarrava. Os pombinhos só perceberam a presença dela quando a mesma deu partida em sua moto, Caitlyn olhou para a outra e corou se afastando de Jayce que a puxou pela cintura de maneira possessiva. Vi sentia ódio dentro de si, descontaria toda aquela raiva no primeiro babaca que lhe aparece se hoje. Estava estressada por não ter aparecido nada que pode se dar uma boa surra, no fim do expediente não se despediu da xerife, na verdade mal tinha olhado na cara dela hoje. Foi direto para casa e é claro quando chegou foi calorosamente recebida pelos seus dois monstrengos, fez um carinho nos seus bebês recebendo algumas lambidas como respostas. Mal tinha entrado em casa e sua gata começou a se esfregar em suas pernas, ela pegou o felino e sentou se no sofá acariciando os pelos negros macios do seu bichano. A gata pulou do seu colo e então ela levantou se e foi até a geladeira, sentia a imensa necessidade de beber alguma coisa para esquecer aquela cena grotesca daquele mauricinho nojento se agarrando com a xerife. Procurou mas nada, olhou as garrafas encima da mesa mas todas estavam vazias, não tinha nem uma misera lata de cerveja para saciar sua sede. Vi saiu irritada e foi compra mais bebidas.
Vi caminhava devagar na voltando, dessa vez tinha caprichado no seu arsenal de álcool queria ter certeza que não iria faltar quando ela precisa se. Só que, conforme ela caminhava na rua deserta podia escutar algumas risadinhas e por acaso estava com a sensação de quem estava sendo seguida. Ela olhou pra trás mas não tinha ninguém pra variar, aquele joguinho a estava deixando ainda mais irritada então ela parou e uma gargalhada psicodélica soou atrás de si. Quando a delinquente virou se mais uma vez pode se deparar com a figura pálida e fortemente armada, uma mistura de ódio com uma pontada de medo do passado dominou seu corpo. Vi pegou uma das garrafas da sacola e lançou contra a outra, que desviou facilmente.
–É bom te ver também numero VI(seis) — A lunática mantinha um imenso sorriso no rosto.
–Não me chame assim verme, meu nome é Vi de violência — A delinquente cerrou os dentes.
–Vi?? Ah, Vi de Vidiota — Jinx começou a rir freneticamente de seu próprio argumento.
–Dane se — A punk deu as costas para a lunática e continuou seu caminho.
–O que?! Vai me ignorar?
–Vou.
–Sem perguntas? Tipo, geralmente quando alguém reencontra alguém do seu passado ela faz varias perguntas.
–Nada que vem de você me interessa.
–A qual é VI(seis) como você esta chata! Eu estou tentando ser uma boa vilã aqui e tentando persuadir o mocinho com coisas do passado. Já que você não quer brincar eu irei te força então — Jinx sacou sua metralhadora.
–Pode atirar, acredite estará me fazendo um favor — A voz da delinquente soava de uma forma desanimada e triste.
–Ok então — Jinx disparou diversos tiros contra a punk, mas todos passaram de raspão. A lunática parou e fez um biquinho de decepção — A qual é reage! — Agora havia fúria na voz dela — Eu estou tentando criar uma batalha épica aqui.
–Foi mal por mão atender suas expectativas.
O silencio caiu entre elas, Vi continuou sua rota em passos vagarosos. Enquanto Jinx a seguia cantarolando um pouco mais atrás, a delinquente estava mais irritada com a presença da outra. Quando chegou em casa abriu o portão, entrou e deixou a lunática do lado de fora.
–A qual é, não vai me convida pra entrar? — Jinx começou a rodar uma de suas tranças.
–Volta pro inferno de onde você veio — Vi praticamente cuspiu as palavras.
–Ok então, acho que aquela xerife certamente vai me dar alguma diversão — Jinx se virou e quando ia andar sentiu alguém segura suas tranças, um sorriso surgiu em seu rosto.
–O que você disse? — Vi mantinha seu olhar feroz enquanto a encarava.
–Dããã faz um bom tempo que estou te seguindo sábia? Eu sei que você estava se esfregando com aquela peituda da lei, e que ela te chutou. Por isso que você ta toda irritadinha agora, e já que você não me da atenção eu vou atrás dela.
–Entre — A delinquente falou aquilo a contra gosto.
–Uaaaaaa cachorros! — Jinx se lançou contra os dois monstro que rosnavam pra ela, começou a brincar com eles.
Vi soltou um longo suspiro e entrou em casa, limpou a mesa tirando as garrafas e latinhas vazias colocou tudo em um saco e levou pra fora. Depois ajeitou seu novo arsenal na mesa, pegou um das garrafas de whisky e se jogou no sofá ligando a televisão. Jinx entrou com sua gata no colo e observou o ambiente ao seu redor.
–Bela casa — A lunática fez a delinquente sentou se no sofá — Me diz usar drogas ilegais não é contra a lei?
–Anda armada também é — Vi tomou um longo gole da garrafa — Como saiu daquele lugar?
–Do mesmo modo que você, fugindo.
–Você não tem capacidade pra algo do tipo, mas vou fingir que acredito.
–Puff, é eu mudei muito desde aquela época — Jinx arrancou a garrafa da punk e tomou um gole da bebida amarga , fazendo uma careta.
–Isso não é coisa pra criança — Vi pegou a garrafa de volta.
–Você é apenas dois anos mais velha que eu — Jinx engatinhou até ficar por cima dela — Agora eu só brinco de coisas de adulto — Ela pegou a garrafa novamente, deixou um pouco do liquido em sua boca e depois beijou a delinquente.
–Não provoca o que você não vai aguentar depois — Vi passou a mão nas costas de Jinx.
–Eu gosto de brincar com coisas perigosas — Ela a beijou novamente — E pra mim você exala perigo.
O beijou foi prolongado, quando se separaram Jinx começou a provoca la com beijos no pescoço, enquanto Vi tomava sua garrafa de whisky. A delinquente sentiu a outra passear com suas mãos por baixo de usa blusa, tinha que admitir que a danada sabia provocar. Jinx arrancou a blusa dela e entrelaçou seus braços na nuca, arranhando fazendo a delinquente sentir arrepios. A beijou novamente e quando a encarou percebeu que o olhar da punk estava em outro lugar.
–Fala serio que você esta se remoendo por alguém que te chutou — Jinx a encarou seria.
–Não é tão simples assim — Vi respondeu com uma certa indiferença.
–Dane se você não vai parar agora que me deixou com tesão — Jinx pegou a garrafa dela e começou a se despir ficando apenas de calcinha, deitou se no sofá e derramou um pouco do liquido sobre si — Agora venha.
Vi foi pra cima dela e começou a lamber o liquido que tinha escorrido para barriga, subindo até os seios sorriu antes de abocanha los. Jinx sorria entre gemidinhos baixos, tomou um longo gole da bebida amarga enquanto afundava suas unhas no cabelo da outra. Ela puxou a cabeça da delinquente pra cima a encarando, tomou mais um pouco da bebida e a beijou com vontade.
–Você é um lobo então mostre me sua ferocidade — A lunática passou a unha pela bochecha da delinquente — Não precisa se conter tá? Eu quero sentir toda essa raiva que esta guardando dentro de si — Ela empurrou a cabeça da outra até sua virilha.
–Vai ficar me dando ordens? Eu sei muito bem o que tenho que fazer — Vi a derrubou no chão colocando a de quatro, pressionou com o polegar seu sexo por cima da calcinha.
–Confio em você valentona — Jinx mantinha aquele sorrisinho maldoso no rosto, abriu um pouco mais as pernas e empinou o quadril.
Vi tirou a calcinha dela sorriu ao ver quão molhada a outra já estava, então mordeu com vontade suas nádegas fazendo a soltar um gritinho. Acariciou um pouco se sexo provocando a e então penetrou três dedos, bem devagar. Jinx gemeu prolongado, a delinquente pegou suas duas tranças e começou a puxar enquanto movia com vontade seus dedos dentro dela. A lunática gemia sem se conter enquanto fazia movimentos de vai e vem, Vi levantou se puxando a pelo cabelo e a jogando contra a parede. Segurou seu quadril puxando para trás fazendo a empinar, voltou a penetra la enquanto mordia forte seu pescoço. A delinquente usou a mão livre pra brincar com os seios dela apertando e apalpando com força, pressionando ainda mais seu corpo contra o dela. Jinx virou se prendendo as pernas no quadril da punk enquanto tinha suas costas pressionadas contra a parede. Assim podia beija la de maneira selvagem, puxando os cabelos rosados com mais força conforme sentia a delinquente intensifica seus movimentos.
–Vi é de viciante... — Jinx praticamente gemeu as palavras no ouvido da outra, e como resposta recebeu uma mordida no busto.
Enquanto isso numa vã do lado de fora.....
–huehuehue isso esta ficando cada vez mais interessante — Ela usava um aparelho de escuta para escutar o que se acontecia dentro da casa.
–Você devia ter vergonha na cara Zero, isso é invasão de privacidade! E muita privacidade nesse momento! — A garota lolita reclamou.
–Relaxa Harumi, você quer escutar também? — Zero tirou os fones e ofereceu para a garota.
–Não! Eu não sou uma pervertida depravada como você, eu sei respeita a privacidade das pessoas — Harumi deu de ombros.
–VI aprendeu bem me faz ter orgulho dela, e a X(Jinx) não perde tempo.
–Me diz por quanto tempo pretende se manter em oculto?
–Só mais um pouco, por hora quero observava o que essas duas irão fazer.
–Essa espera já esta me entediando!
–Aguenta só mais um pouco ta minha garotinha — Zero segurou Harumi pelo queixo e a beijou — Logo logo a hora vai chegar...
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