O Vizinho da Minha Melhor Amiga

8 Capítulo 8 - Jantar à Dois e Prazer (apaixonada)


Notas iniciais
Olá meninas! Queria primeiramente pedir desculpas, foram dois longos dias de espera eu sei, mais não pude vir antes, meus capítulos prontos acabaram, eu sei cada passo que a fic vai seguir, mais são tantas idéias que aparecem que dificultam um pouco minha organização. Peço a compreensão de todas que chegaram até aqui comigo. Não me abandonem! Prometo fazer o possível para postar certinho. Minha queridíssima Issa Tonon muito obrigada por favoritar. Obrigada também a todas que comentaram. Vcs são demais! Nos vemos nas NF.

Depois do jantar foi servido drinques para todos, alguns se retiram para suas casas enquanto outros ainda permaneciam ali conversando.
Depois que todos foram embora, ficou somente a família Belikov e eu, conversamos um pouco ainda e vi que já estava tarde me levantei e comecei a me despedir de todos.

— Bom gente foi um prazer — falei e virei para a aniversariante — Olena obrigada pelo convite — disse a abraçando — Estava tudo muito incrível.

— De nada querida , obrigada! Você sabe que pode voltar quando quiser. — disse sorrindo.

Sorri para ela, Olena era uma mulher muito especial, seu jeito cativa qualquer um. Despedi de todos e Dimitri disse que me acompanharia, pois tinha que trabalhar amanhã.

Entramos em seu carro, e ele deu a partida, durante o caminho ele não disse uma só palavra.
Nunca fui insegura com nada mais naquela hora eu estava. Será que ele tinha achado que aquele momento no banheiro era outro erro e ia me mandar desaparecer ou pior fazer de conta que nada tinha acontecido? Senti uma dor estranha em meu peito.

Vi que ele tinha estacionado na porta de Lissa. Se ele não tocasse no assunto eu é que certamente não tocaria. Deus eu estava totalmente confusa, nunca me senti assim.

— Obrigada pela carona camarada. — falei com um sorriso e abri a porta do carro para sair.

— Roza — disse ele agarrando meu braço, impedindo minha saída.

Virei em sua direção e o olhei. Como sempre fiquei presa naquele olhar. Senti meu corpo ser puxado para perto do dele, uma de suas mãos foram para minha nuca, trouxe sua boca até a minha e me beijou.
Sua língua pediu passagem e eu prontamente cedi, ela passava em todas as partes de minha boca, conhecendo cada canto memorizando-os.

Depois o beijo ficou mais exigente, sua língua agora pedia por mais. Nem percebi mais já estava em seu colo, uma de suas mãos ainda continuava em minha nuca enquanto a outra descia pela minha cintura chegando em minha bunda apertando-a, e subia até a parte interna de minha coxa fazendo-me ficar molhada.

Comecei a me esfregar em seu colo, com minha mão direita agarrei seu cabelo e a outra passei por seu peito até chegar ao cós de sua calça, senti seu membro começar a enrijecer, ele então parou o beijo.

— Roza... — falou ofegante com a cabeça em meu pescoço — é melhor pararmos. — acariciou minhas costas.

— Tudo bem. — falei soltando um muxoxo.

— Hoje vou viajar, tenho coisas as resolver. — disse pegando uma mecha do meu cabelo — Mais te espero na minha casa sexta à noite. Vou cozinhar pra você.

— Tá bom camarada. — gargalhei — Agora virou chefe de cozinha?

— Eu não sou bom apenas com a boca e dedos Roza — sussurrou em meu ouvido, estremeci e ele riu.

— Veremos. — falei provocando-o e ele me beijou.

Nunca cansaria de beijá-lo. Me entreguei ao beijo que foi se intensificando e ele novamente se afastou.

— Está bem — falei saindo de seu colo — Já vou, te vejo sexta então.

Saí do carro, eu estava radiante, estava sentindo coisas que nunca senti antes. Entrei em casa e subi direto para meu quarto. Lissa deveria está dormindo já passava das duas da manhã.

Comecei a tirar a roupa, o vestido e o sutiã já que estava sem calcinha. Tirei as sandálias meus pés estavam me matando. Me enrolei na toalha, amarrei meu cabelo e fui a banheiro, tomei um banho e quando saí de lá, meu olhar foi para o quarto de Dimitri que ainda estava escuro. Vesti uma blusa e um shortinho sem calcinha e apaguei.

»»»°«««

Acordei quase na hora do almoço. Quando desci Lissa estava conversando com Victória mais pararam de falar quando me viram.

— Que bom que você acordou Rose — falou Lissa — Estávamos falando de você.

— É Rose — disse Victória — Estava contando a ela como você estava feliz quando te encontrei dentro de minha casa depois de esbarrar com meu irmão que diga-se de passagem estava muito feliz também.

— Agora conte-nos tudo — exigiu Lissa.

Contei que fui ao banheiro e ao sair de lá encontrei com ele, e que rolou uns beijos — deixei fora a outra parte — e que ele também me convidou para jantar.

Victória pulou de alegria me abraçando e falando que estava louca pra que tudo desse certo porque ela queria ser minha cunhada. Lissa também sorriu mais me deu um olhar de preocupação. Balancei a cabeça dizendo pra ela não se preocupar, então disse que me ajudaria com a roupa.

Conversamos bastante e almoçamos juntas com a comida que Lissa trouxe do restaurante do Cris. Mais tarde Lissa teve que ir trabalhar e Vick voltar para sua casa.

À noite fomos ao cinema. Nos divertimos muito e voltamos para casa tarde, estávamos muito cansadas, Vick dormiu no meu quarto e eu com Lissa.


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Eu estava num sonho tão bom quando fui acordada por Lissa, novamente quase na hora do almoço.

— Rose! Levanta temos que começar a te arrumar — disse ela tirando o lençol de meu corpo e abrindo a cortina.

— Só mais um pouquinho. — pedi colocando o travesseiro na cabeça.

— Nem pensar! — ela falou — Temos que cuidar da sua pele, unhas, depilação, cabelo... — ela foi recitando uma lista de coisas que precisava fazer.

Levantei fui para o banho, me vesti, comi e fui arrastada para vários lugares que tinha na sua lista. Ela também se cuidou e disse que hoje dormia na casa de Cristhian, por que não queria ouvir meus gritos e gemidos. Bati em seu braço e briguei por seu atrevimento, mais sorrimos depois.

A casa do outro lado da de Dimitri estava à venda. Então eu não precisaria me preocupar e gemer baixo enquanto transássemos. E Deus como eu queria que ele me fizesse gritar e gemer de prazer.

Voltamos para casa já era noite, Lissa pegou algumas coisas e foi se encontrar com o namorado.

Ainda faltava duas horas para o jantar, e minhas roupas já estavam separadas, não me preocupei.

Fiz tudo calmamente, tomei um banho relaxante, hidratei meu corpo. Vesti um fio dental vinho, um vestido preto tomara-que-caia tubinho, sem sutiã já que eu não precisava. Coloquei alguns acessórios para completar o visual e a sandália de salto agulha também preta. Fiz uma make destacando meus lábios. Peguei minha bolsa e desci, olhei o relógio e vi que estava cinco minutos atrasada.

Fechei a casa e andei até a dele. Toquei a campainha e esperei. Ele estava simplesmente lindo. Calça jeans e uma camisa azul gola V que destacava seus músculos... super sexy. Seus cabelos estavam molhados e barba feita.
Ele sorriu se afastou da porta, entrei e assim que fechou a porta fui puxada pela cintura e beijada.

— Você está linda — ele disse depois beijou meu pescoço, arrepiei — Vem — pegou minha mão e puxou-me para cozinha

Ele me deixou observando e foi ver o forno. Sua cozinha era muito organizada também, no lado esquerdo ficava o fogão,a pia e a geladeira. No meio havia uma bancada com alguns bancos altos e no lado direito ficava uma mesa parecia com a bancada só que era mais baixa e tinha quatro cadeiras com encosto.

Sentei no banco perto dele, começamos a conversar enquanto ele tirava as comidas do forno e vi que era Ravioli com molho de tomate, quatro queijos e manjericão, uma de minhas preferidas.

Ele me serviu e começamos a comer. Durante o jantar nos conhecemos um pouco, ele falou que trabalhava naquele prédio que tinha o visto quando estava com Mason (essa última parte falou com um pouco de indignação), me contou mais algumas coisas e depois falei de mim, sobre meus pais, o que gostava de fazer, comer e assim seguiu-se o jantar que estava muito saboroso.

A sobremesa foi um doce russo feito com chocolate também russo, a melhor que já provei, o chocolate era muito gostoso. Aproveitei para provocá-lo, colocava a colher na boca chupava e gemia dizendo como aquilo era bom, e o vi engolir seco.

Foi muito bom esse momento que passamos juntos, não nos beijamos nem nada(só a parte da sobremesa que o provoquei) mais me senti muito bem ao seu lado.

Depois do jantar, fomos para sala. Sentei-me no sofá e ele me serviu um vinho, degustávamos nos olhando, não falamos nada, só sentia o ar que antes era de pura descontração virar para sedução. Seu olhar percorria todo meu corpo, e o meu fazia o mesmo.

Então ele levantou-se e veio atrás do sofá em que eu estava. Se abaixou, afastou meu cabelo para o lado esquerdo, inclinou minha cabeça e beijou o lado direito de meu pescoço.

— Agora Roza — sussurrou em meu ouvido, sua voz estava rouca de desejo fazendo seu sotaque acentuar-se — Vou te mostrar que eu não sou só um bom cozinheiro. — mordeu meu pescoço e depois lambeu, um arrepio passou pelo meu corpo chegando a minha boceta molhada — Vou saciar toda a vontade que eu tenho de você desde que te conheci. — suas mãos foram de meus ombros para meu colo acima do vestido no início de meus seios, arfei — Vou te foder por todas as vezes que você se exibiu para mim e tive que me satisfazer sozinho. — disse apertando com força meus seios por cima do vestido. Ofeguei. — E também vou te chupar tanto que você nem lembrará seu nome, porque nunca provei uma boceta tão deliciosa quanto a sua.

Virei ficando de joelho no sofá de frente para ele, colocando minhas mãos em seu peito.

— É isso que mais quero camarada. — falei com a voz sexy e um sorriso faceiro — Mais será que vai dar contra? — eu tinha que provocá-lo para que ele me mostrasse do que era capaz.

Ele segurou minha mão, e ficou de pé me levando junto consigo. Agora eu estava de pé e somente o encosto do sofá nos separava, nossas bocas estavam próximas.

— Não me provoque Roza — disse ele segurando minha cintura e nos aproximando mais, acariciei seu peito por cima da camisa — Você não sabe do que eu sou capaz.

— Então prove! — falei envolvendo seu pescoço em meus braços.

Ele não disse nada, só senti uma mão em meus cabelos e sua boca na minha devorando cada centímetro dela, sua língua pediu passagem e logo estávamos em uma batalha luxuriosa, onde os dois saíam ganhando.

Quando dei por mim já estava sentada no encosto do sofá de pernas abertas circulando seu quadril. Suas mãos foram para o zíper de meu vestido abrindo-o, mais não abaixou.

Agarrou minha bunda e começou a andar, subimos as escadas e ele parou de me beijar indo para meu pescoço chupando-o, provavelmente ficaria uma marca ali mais naquele momento não dava a mínima, estava muito concentrada gemendo e arranhando suas costas ainda vestidas.

Chegamos a seu quarto e ele fechou sua porta me imprensando nela, uma de suas mãos abaixou a parte da frente de meu vestido revelando meus seios fartos e já com bico rijo de excitação. Ele então agarrou o direito massageando-o. Gemi.

— São tão lindos, como eu imaginei — disse apertando o mamilo entre dois dedos, depois massageando o esquerdo com força fazendo-me gemer.

— Oh... — gemi

— Oh o que Roza? — falou colocando mais força no movimento — Quer que eu os chupe?

— Si...sim... — disse em gemido. Suas carícias estavam me deixando louca, aquele homem seria capaz de me fazer gozar apenas tocando meus seios. — Oh sim... Eu quero.

Ele retirou suas mãos de meu seio, soltei um muxoxo, pegou em minha bunda e levou-me até a cama deitando me nela com as pernas abertas para ele. Molhei mais ainda ao ver seu olhar faminto sobre mim.

Ele se afastou e tirou sua roupa rapidamente e fiquei hipnotizada por seu corpo coberto apenas por uma boxer.

Ele então se ajoelhou retirou o resto de meu vestido e abriu mais minhas pernas pra ele. Seus olhos foram até meu sexo encharcado. Estendeu a mão e tocou-me onde precisava, por cima da calcinha.

— Assim que eu gosto, toda molhadinha. — disse e afastou minha calcinha para o lado, enfiando rapidamente um dedo em minha fenda sem nenhum aviso.

— Ah! — saiu como um gemido misturado com surpresa. Não doeu pois eu estava bem molhada. — Ah... Hum... Assim... — gemi quando ele começou a estocar forte e com a outra mão massageando meu botãozinho de prazer.

Ele então parou, e antes que eu pudesse protestar ele chupou minha boceta bem forte, gemi bem alto, agarrando seus cabelos. Senti suas mãos segurarem ambos os lados de minha calcinha para depois arrebentá-la jogando-a por cima de sua cabeça.

Sua boca novamente veio de encontro a minha boceta, sua língua acariciou meu clitóris e desceu até a fenda onde meteu forte fazendo ondinha dentro de mim. E eu gemia loucamente agarrando seus cabelos. Ele voltou a chupar meu clitóris mordendo de leve algumas vezes.

Meu corpo todo esquentou, senti meus seios formigarem numa sensação deliciosa, e meu corpo estremecer com os espasmos que começaram a surgir. Eu estava perto, mais aí ele parou, retirou seu dedo de meu interior. Eu estava com vontade de xingá-lo.

Ele começou a subir lambendo minha barriga até chegar a meios seios. Suas mãos foram para as laterais deles e os apertou um contra o outro fazendo ficarem juntos e começou a massageá-los causando uma fricção gostosa, arqueei minha coluna e minhas mãos foram para seus cabelos puxando-os e empurrando ao mesmo tempo para que ele continuasse, ele lambeu entre os dois seios e depois soltou o direito e sua boca foi para o mesmo, mordiscou o mamilo e começou lamber e chupar.

— Hum Dimitri... Aih... — eu gemi, sentindo todo o prazer que ele estava me dando.

— Isso minha Roza — ele falou enquanto largava o esquerdo e ia com sua boca para lá chupando bem forte, gemi alto — Geme meu nome minha vadia. — gemi mais ainda, Dimitri falando sujo era muito mais excitante. — Deliciosa! — falou subindo e beijando-me.

E como sempre eu me perdia em seus beijos, sua língua se juntou com a minha em uma mistura deliciosa. Ele se mexeu em cima de mim e senti seu pau nu se esfregar em minha boceta. Ele esfregava meu clitóris pra cima e pura baixo em movimentos leves e torturantes eu não estava aguentando mais, queria tê-lo dentro de mim.

— Dimitri... Ah — gemi quebrando o beijo e respirando com dificuldade — Me fode... Me fode Dimitri.

— Pra que a pressa minha vadia? — disse ele com um sorriso malicioso, chegou perto de minha orelha sussurrando — Eu disse... — falou impulsionando seu pau em minha fenda como se estivesse estocando dentro dela — Que ia te chupar tanto... — outra estocada — Que você nem lembraria seu nome — esfregou-se estocando três vezes em seguida. Eu estava perto, bem perto.

Num rápido movimento ele saiu de cima de mim e me virou de barriga para baixo, puxou meu quadril para cima e me deixou de joelho empinando minha bunda. Abriu minhas pernas e colocou sua cabeça em baixo e me puxou para sua boca chupando minha boceta com muita vontade, sua língua adentrava meus lábios lambendo toda sua extensão, me causando ondas de prazer impossíveis de resistir, meu corpo estremeceu.

— Dimitri... Ah... Eu vou... — gemi agarrando os lençóis da cama.

— Vai minha Roza, goza na minha boca — disse chupando meu clitóris e apertando minha bunda e dando um tapa nela — Me dá esse mel gostoso.

Não aguentei mais e gozei em sua boca gritando seu nome, e ele sorveu toda minha essência. Meu corpo todo fervia, minha mente desligou-se por um tempo e de olhos fechados aproveitei a sensação.

Quando voltei a mim mesmo, esperava que estivesse me acalmado, mais não, meu corpo a ainda estava em êxtase pois ele ainda me chupava. Gemi quando ele meteu dois dedos em minha fenda.

— Ainda não acabou Roza — disse ele estocando forte — Ainda não saciei minha sede do seu mel delicioso. Quero mais um pouco na minha boca e depois no meu pau. — falou estocando cada vez mais forte e abaixando para chupar meu botãozinho. Senti os já conhecidos espasmos e gozei e ele então abaixou e bebeu tudo.

Tirou sua boca de mim e me virou de barriga para cima, eu estava suada e ofegante. Ele ficou de pé e tirou sua boxer por completo e massageou seu pau, senti umidade em meu sexo, me sentei, fiquei com água na boca, eu queria chupá-lo. Ele me olhou lendo meus pensamentos, se aproximou.

— Quer chupar meu pau minha vadia? — perguntou-me segurando-o em minha frente, assenti, eu estava a sua mercê — Então chupa vai. — disse com um sorriso sacana. Assim ele me mata!

Abocanhei seu pau chupando bem forte, ele urrou. Com uma mão envolvi a parte dele que não cabia em minha boca e com a outra comecei a brincar com seus testículos. Seu gosto era único, era doce em minha boca.

— Isso minha Roza — ele falava e urrava — Caralho boquinha deliciosa! — seus xingamentos eram um estímulo para mim, eu já estava molhada.

Chupei mais forte passando a língua. Suas mãos foram para meus cabelos e quando pensei que ele iria ditar os movimentos, ele me parou.

— Depois dou meu leitinho pra você — disse com um sorriso sacana — Agora eu quero foder sua boceta apertada, quero sentir mastigando meu pau quando você gozar.

Ele então me deitou na cama de frente para ele, levantou minhas pernas, abrindo-as segurando-as com suas mãos, posicionou seu pau em minha entrada, que agora parecia mais grosso e maior e por um momento pensei que não caberia.

Senti deslizando em meu interior, seu pau fazia minhas paredes alargarem-se. Eu nunca tinha ficado com um homem tão bem dotado como Dimitri.

A sensação era totalmente diferente, nova, mais prazeirosa, eu sentia como se estivesse perdendo minha virgindade outra vez, mais sem o lance da dor. E quando ele começou a estocar lentamente mais entrando até o fim, fui ao céu e voltei. Aquilo era muito bom.

— Ah! Roza — disse ele parando seus movimentos — Sua boceta é mais apertada do que pensei — respirou fundo — Te machuquei?

— Não — falei sem fôlego — Mais eu vou te machucar se você não continuar logo e me foder de uma vez. — falei lançando-lhe um olhar ameaçador. — AH!

Ele fez o que pedi, meteu bem forte em meu interior.

— Assim minha vadia? — estocou forte indo bem fundo, gemi feito uma vadia — Isso Roza geme, grita, quero que todos saibam que você é só minha — aumentou o ritmo fazendo meus seios balançarem — Que eles saibam quem está fodendo você sou eu.

Deus! de onde saiu esse Dimitri me fodendo agora, me marcando como sua? Deveria está bem escondido, e tê-lo só para mim era um prêmio, pois ele disse que eu era somente sua. Deixei esses pensamentos para lá por enquanto.

Ele então saiu de mim e me colocou de quatro.

— Impina pra mim esse rabo gostoso minha vadia — disse ele apertando minha bunda. Fiz o que mandou.

— Dimitri. Ah! Deus! ... — gemi gritando quando ele meteu seu pau de uma vez sem aviso algum — Não pára! — disse quando ele parou, acho que pensou que tinha me machucado, mas logo continuou — Hum ... isso... Oh! Me fode forte... Vai... Oh... — eu gemia enlouquecidamente.

Ele agora arremetia enlouquecido também, seus testículos batiam em mim. Ele estocava forte, fundo e rápido, segurava meus quadris e os impulsionava contra ele tornando o atrito ainda maior.

— Ah minha vadia, minha Roza — disse ele — Delícia de boceta. — ele urrava de prazer. Esse som me deixava mais acesa.

Ele se inclinou e agarrou meus seios prendendo os bicos em seus dedos. Senti as paredes minha boceta começar apertar seu pau. Eu estava quase gozando, percebendo isso ele desceu uma de suas mãos e começou a estimular meu clitóris e sua outra mão apertava meu seios. No quarto ouvia-se apenas o barulho de nossos gemidos e de nossos corpos se chocando.

— Comigo Roza — disse ele ofegante — Goza no meu pau vai — sussurrou em meu ouvido e lambeu meu pescoço.

Foi o que bastou para que eu chegasse ao clímax explodindo em um maravilhoso orgasmo nunca antes sentido.

Aquele homem ia acabar comigo se continuasse assim, mais nem ligava. Não consegui mais sustentar meu corpo e joguei-me na cama. Ele beijou meu pescoço e foi subindo para minha boca onde me deu um beijo carinhoso, só com os lábios, saiu de mim e foi ao banheiro e demorou um pouco, me permiti descançar.

Não sei quanto tempo se passou, mais cochilei, e fui despertada por seus beijos que vinham de minha coluna subindo até meu pescoço.

— Vamos, vou te dar um banho gostoso — falou em meu ouvido.

Sorri e ele me pegou no colo, me aninhei em seu peito sentindo seu coração acelerado. Me levou para o banheiro e entrou na banheira me levando junto, a água estava na temperatura ideal.

Saí de seus braços e sentei de frente para ele com minhas pernas de cada lado de seu corpo e o olhei. Seu olhar passava tantas emoções misturadas que era difícil entender.

Suas mãos subiram pela minha coluna suavemente, causando-me arrepios diferentes, chegando a meus seios ele massageou-os calmamente, fechei meus olhos gemendo baixinho e jogando minha cabeça para trás.

Voltei a olhá-lo. Parecia que nesse momento só nos comunicaríamos pelo olhar. Não sei o que estava acontecendo ali, mais era uma sensação tão boa que não queria interromper.

Desci minhas mãos por seu peito, decorando cada músculo seu até chegar em seu mebro rijo, o envolvi em minha mão e movimentei para cima e para baixo, levantei o corpo um pouco, posicionei em minha entrada e deslizei lentamente nele. Gememos juntos. Comecei a cavalgá-lo lentamente, mais com intensidade. Eu estava indo a loucura.

Uma de suas mãos foi para minha cintura e a outra para minha nuca, que foi puxada para um beijo, aquele meu beijo favorito. Nossas línguas se tocavam como se quisessem se unir.

Ficamos assim curtindo e observando todas as sensações um do corpo do outro, sentindo um prazer intensamente calmo.

Senti meu corpo e mente começar a se perder nas já conhecidas sensações. Senti também seu membro inchar dentro de mim e aumentei mais um pouco o ritmo e ele me ajudou.

Assim chegamos ao ápice juntos dizendo nossos nomes. Coloquei minha cabeça em seu ombro, esperando me acalmar, minha mente estava nublada de satisfação, nossos corpos ofegantes.

Depois que nos acalmamos, ele pegou-me novamente no colo do jeito que estava, e me levou para o chuveiro. Ligou, viu a temperatura e me pôs no chão, pegou o shampoo passou em meus cabelos e me deu o sabonete. Passei o sabonete nele e depois em mim conforme ele lavava meu cabelo.

Nunca ninguém me tratou assim, até Adrian que era todo romântico. Eu me sentia sei lá valorizada, amada? de certa forma. Minha mente estava confusa em partes, eu só sabia de uma coisa:

Eu estava irrevogavelmente apaixonada por Dimitri Belikov.

Notas finais
E aí gente! Como fui no meu primeiro hentai completo? E agora será que o Dimitri está perdoado? Comentem! Favoritem! Recomendem! Farão essa pessoa aki muito feliz ;) Xero! Até o próximo.