O Vizinho da Minha Melhor Amiga
9 Capítulo 9 - Prazer (apaixonado)
Notas iniciais
PDV Dimitri
Depois de muito pensar sobre tudo em minha vida, decidi não reprimir o desejo que tinha por Rose, só tinha que ter uma oportunidade de pedir desculpas para ela e tentar consertar as coisas.
Quando Vick pediu para eu levar Rose á casa de minha mãe para seu aniversário, vi ali uma chance, mais não deu certo pois fui interrompido por seu celular, ela atendeu e falou sobre querer aprender alguma coisa com o tal do Mason, ela falava com a voz cheia de sensualidade, fiquei com raiva, tratei de levá-la logo para festa.
No começo da noite não consegui falar com ela porque Tasha grudou em mim, com muito esforço consegui me livrar dela e fui procurar Rose e não a encontrei, decidi procurar dentro de casa, quando cheguei no andar de cima vi que ela iria sair do banheiro.
Fui tomado por um instinto que não consegui controlar. Nos tranquei no banheiro e dei prazer a ela, mais também me satisfiz pois nunca tinha provado uma mulher tão deliciosa, e nem me preocupei comigo. Vi ali que seu prazer era o meu.
Depois disso nos beijamos suavemente como se houvesse sentimentos envolvidos.
A convidei para jantar na minha casa na sexta e fiquei feliz por ela ter aceitado. Depois da festa levei para casa, nos beijamos e ela entrou.
Eu estava me apaixonando por Rose disso agora eu tinha certeza, mais será que ela sentia algo por mim a não ser desejo? Decidi que não pensaria nisso, eu já era um homem feito, e estava determinado a tê-la só para mim.
Na sexta cheguei de viajem e comecei a preparar o jantar e arrumar a casa, quando estava quase tudo pronto, tomei um banho e me vesti. Não demorou muito para que ela chegasse incrivelmente linda.
Enquanto comíamos contei um pouco sobre mim, era fácil conversar com ela, fiquei sabendo um pouco de sua vida, seus pais. E a cada minuto eu ficava mais encantado por ela. E assim seguiu-se o jantar, até a hora da sobremesa que ela começou a me provocar.
Convidei para irmos à sala e lá degustamos um bom vinho. Eu já não aguentava me segurar. Eu queria ir com calma, mais ela me provocou e eu não conseguir me controlar.
A levei para meu quarto, e fiz o que prometi. Aquela menina me enlouquecia, seus gemidos faziam-me querer marca-lá como minha e isso que fiz, a fodi forte para que ela nunca se esquecesse de mim.
Depois que transamos ela se esparramou na cama, e eu distribui beijos por seu corpo até chegar em sua boca onde dei um beijo carinhoso. Saí de dentro dela e fui ao banheiro, deixei a banheira encher.
Sentia uma vontade de cuidar dela, protegê-la, satisfazê-la. Já tinha admitido para mim mesmo que estava apaixonado por Rose.
Quando a banheira estava preparada voltei para o quarto, ela ainda estava na mesma posição de quando saí, agora adormecida me permitir olhar seu corpo nu em minha cama, era a visão mais bela de todas. Eu a queria novamente, acho que sempre.
Despertei ela através de beijos, a peguei no colo, ela se aninhou em meu peito e meu coração acelerou. Nunca me senti assim com mulher nenhuma, que com um simples gesto fizesse meu coração acelerar.
Entrei na banheira com ela em meus braços e sentei. Ela então se sentou em meu colo de frente para mim e suas pernas abertas ambas ao lado de meu corpo.
Esse momento foi suave, fizemos amor. Vi em seus olhos que ela estava um pouco confusa, provavelmente nunca tinha sido tratada assim. Eu estava tentando mostrar para ela que eu a queria mais do que uma simples transa — que eu queria muitos momentos de luxúria e desejo, mas também queria ela propriamente para mim.
Eu sabia que estava um pouco cedo para falar, eu não sabia o que ela queria de mim, mais eu tentaria conquistá-la.
Carreguei ela no colo em direção ao chuveiro, e tomamos banho juntos, lavei seus cabelos e ela passou sabonete em meu corpo e depois no dela. Terminamos o banho peguei duas toalhas, dei uma a ela, nos enxugamos e a peguei no colo.
— Sabe camarada — disse ela gargalhando — Eu ainda posso andar.
— Eu sei disso Roza — respondi andando até o quarto — E não me importo em carregá-la. — falei sorrindo ela se encaixava tão bem em meus braços.
— Assim vou ficar mal acostumada e não vou voltar para casa hoje. — disse ela
— E quem disse que você vai voltar para casa hoje? — a coloquei no chão do quarto, agarrando sua cintura aproximei nossos corpos, abaixei minha cabeça falando perto de seu ouvido — Você vai dormir aqui... Na verdade não propriamente dormir. — falei, minha voz já estava rouca de desejo, cheirei seu pescoço vendo seus pêlos se arrepiaram — No mínimo vou levar o final de semana todo para saciar minha fome de você.
— E se eu não quiser? — perguntou divertindo-se — Vai me manter em cárcere privado? — disse com um sorriso — Você como um bom advogado sabe que isso é crime. — ela gostava de me provocar.
Em um movimento rápido a virei de costas para mim. Arranquei a toalha de seu corpo, deixei a minha cair também. Esfreguei minha recente ereção em sua bunda, ela arfou. Com minha mão direita comecei a massagear seu seio esquerdo enquanto minha mão esquerda ia para o meio de suas pernas.
— Tem certeza que não quer? — falei em seu ouvido apertando seu seio — Não é isso que sua boceta está dizendo — esfreguei seu clitóris e meti um dedo em sua fenda, ela reprimiu um gemido — Você ficará aqui comigo. — lambi seu pescoço e comecei um vai e vem lento com meu dedo dentro dela — Sabe porque?... — mudei minha mão de seio massageando o direito — Porque você é minha, minha Roza, minha vadia — falei chupando seu pescoço e introduzindo mais um dedo em seu canal apertado aumentando o ritmo indo mais fundo, fazendo-a gemer.
— Quer que eu pare Roza? — perguntei estocando forte e esfregando meu pau em sua bunda — Responda minha vadia ou eu paro.
— Oh Deus Dimitri não! — falou gemendo e eu coloquei mais um dedo — Não... Hum... Ah...Não pára... — ela gemia, desci a mão que estava em seu seio e toquei em seu clitóris em movimentos circulares — Oh... Eu... — ela então gozou em meus dedos gemendo meu nome.
Suas pernas tremiam e eu segurei seu corpo sustentando-a para não cair. Retirei meus dedos de seu interior e os levei até minha boca chupando-os.
— Como sempre deliciosa! — eu disse colocando seu corpo em cima de minha cama, deitei ao seu lado e trouxe seu corpo para cima do meu de frente para mim a beijei.
Nosso beijo foi ficando mais exigente, já sentia os bicos de seus seios durinhos em meu peito. Acariciei suas costas e desci até sua bunda, segurei suas nádegas e comecei a mover seu corpo para cima e para baixo fazendo sua boceta esfregar-se em meu pau.
Parei o beijo e a coloquei de volta na cama deitando-a de lado de costas para mim, virei de lado também e coloquei meu pau entre suas pernas movimentando-o para frente e para trás.
— Vou te dar mais um incentivo para que fiques aqui — falei em seu ouvido agarrando seu seio direito, ela gemeu.
Com a mão que estava em seu seio peguei sua perna direita levantando-a na vertical e sustentando-a ali. Com a outra mão posicionei meu pau em sua boceta entrando só com a cabecinha e parando ali. E coloquei minha essa mão por baixo de sua cintura abracando seu corpo chegando ao seio.
Entrei de uma vez, sentindo sua carne interna abrir-se me acolhendo dentro de si.
— Hum... Roza... Cada vez mais apertada — falei, sua boceta me dava vontade de gozar assim que entrava, gemi e ela gemeu comigo.
Comecei a me mover lentamente e fui acelerando conforme ela pedia por mais.
— Dimitri... Isso... Hum... Forte... — ela gemia — AHHH! — ela gritou quando eu estoquei bem forte e fundo — Oh Deus... Oh Deus!
— Não Roza, sou eu mesmo — falei — dei uma estocada longa e forte — Então grita... — outra estocada — Meu nome minha vadia — agora dava estocadas em sequência fazendo-a gritar meu nome. Ah como eu andava aquele som de seus gemidos.
Eu massageava seus seios, apertava sua perna e lambia e chupava seu pescoço enquanto continuava a estocar cada vez mais rápido. Senti suas paredes começaram a apertar meu pau, ela iria gozar, eu já estava perto também.
— Isso goza para mim... — disse continuando o ritmo das estocadas — Boceta gostosa... Tá apertando meu pau. — falei urrando — Goza Roza, goza comigo.
Senti seu interior se esquentar, e seu gozo ir de encontro com meu pau, estoquei mais algumas vezes e derramei meu leite nela.
Soltei sua perna e saí de dentro dela, me virei de barriga para cima deixando meu corpo relaxar, ela então se virou para mim e me olhou. Puxei seu corpo para cima do meu e acariciei seus cabelos e costas. Ela ainda estava se acalmando também.
— Tudo bem camarada, já que você insiste tanto — ela disse sorrindo levantando a cabeça do meu peito me olhando — Eu fico. — sorri.
— Ah Roza tenho certeza que você não vai se arrepender — disse eu, e a puxei para um beijo.
Depois de um tempo senti seu corpo relaxar e ela começar a ressonar. Dentro de poucas horas o sol nasceria, eu estava cansado mais minha vontade era de acordá-la e tê-la mais uma vez, mas precisava deixá-la descansar, principalmente porque nessa última vez a possuí com muita força, e algo me dizia que ela não tinha muita experiência com homens como eu, modéstia parte eu era muito bem dotado.
Eu teria que ir com mais calma com ela, eu sempre pensava isso, mas quando ouvia seus gemidos eu não conseguia me controlar, dar prazer a ela ultrapassava qualquer limite da razão, e com isso eu me satisfazia, vê-la sentindo todo o prazer que eu estava lhe proporcionando era o meu prazer também.
Eu tinha que tê-la só para mim, mais algumas coisas complicavam a situação, senão me engano ela tinha apenas mais duas semanas aqui, depois ela iria embora, e em mais alguns meses iria para alguma faculdade e se ela fosse para fora do país? Deixei esses pensamentos de lado, por enquanto eu precisava conquistá-la.
Rose era uma menina, mais não era igual as outras que se iludiam fácil com presentes e palavras bonitas. Eu teria que conhecê-la melhor para assim ganhar seu coração. Com esses pensamentos não percebi quando adormeci.
»»»°«««
Fui despertando com uma sensação gostosa que vinha do meu pau e espalhava por todo meu corpo, abri meus olhos e meu pau ficou mais duro ainda. Rose estava com a boca em meu membro rijo rodeando-o com a língua e chupando me dando um prazer indescritível.
Ela estava de quatro um pouco de lado na cama, dava para ver seu corpo completamente nu e sua bunda impinada um pouco em minha direção, gemi de prazer mais uma vez e ela olhou para mim e sorriu.
Alcancei sua bunda e a puxei e levantei seu corpo para que ela pudesse abrir as pernas e se encaixar ao lado de minha cabeça no conhecido 69. Quando olhei para sua boceta estava levemente molhada, não resistir por muito tempo e lambi sua fenda e a circulei com precisão. Seu gosto era como manjar dos deuses que eu poderia ficar apreciando o tempo todo.
Minhas mãos estavam em ambos os lados de sua bunda apertando-as, com certeza ficaria uma marca ali. Fui com a língua para seu clitóris lambendo para depois morder bem de levinho, ela tirou a boca de meu pau e gemeu.
— Oh Dimitri... Chupa... Assim... — eu amava quando ela gemia meu nome.
Continuei mordendo e lambendo seu clitóris que começava a inchar-se. Depois coloquei toda minha língua para fora e lambi toda a extensão de sua fenda até chegar em seu ânus onde dei um beijo grego, seu corpo resetou.
— Calma Roza — disse voltando a chupar seu clitóris — Vou dar a você todos os tipos de prazeres possíveis, você vai gostar. — não via a hora de me enfiar naquele rabinho que deveria ser delicioso e mostrá-la como era bom também.
Em resposta ela chupou meu pau com mais força começado um vai e vem me colocando em sua boca até a garganta, me levando a um outro nível de prazer.
— Isso Roza chupa meu pau que é todo seu — disse colocando dois dedos em sua fenda e estocando forte, seus gemidos eram abafados pelo meu membro em sua boca. Voltei a estimular seu clitóris com minha língua e chupá-lo avidamente sentindo cada vez mais inchado, enquanto eu estocava dentro dela levei um dedo até seu ânus e o introduzi, suas paredes começaram a se contraí e ela a rebolar em minha boca.
Eu também estava perto.
— Goza minha vadia, me dá teu mel todinho — disse e no mesmo instante que seu corpo tremeu gozei em sua boca prendendo seu clitóris em meus dentes passando a língua. Ela gemeu e engoliu toda minha porra e desabou em cima de mim.
Quando me acalmei rolei delicadamente seu corpo para cama, fiquei de joelho abri suas pernas e lambi sua boceta saboreando o resto de seu mel.
Depois levantei o olhar e ela estava simplesmente linda, ofegante e suada, meu membro apresentou-se ereto novamente... eu nunca cansaria de dar prazer a ela. Me sentei na beirada da cama, puxei seu corpo colocando-a sentada de pernas abertas em meu colo, suas mãos foram para meu pescoço e segurei sua cintura levantei um pouco seu corpo encaixando sua boceta em meu pau, em seguida deslizando lentamente em seu interior.
Gememos, e a beijei intensamente e ela começou cavalgar. Ajudei com os movimentos, parei o beijo indo para seu pescoço lambendo até chegar a seu seio onde chupei fortemente.
— Dimitri... — ela gemeu
Me levantei levando-a junto e a coloquei contra a parede perto da porta do banheiro estocando forte em seu interior, ela gemia e se contorcia em meus braços, aumentei os movimentos pois estava prestes a gozar.
— Goza mais uma vez pra mim vai, que eu vou encher você com minha porra — pedi e uma mão coloquei em sua bunda e dois dedos circulando seus buraquinho enquanto estocava cada vez mais forte, e a outra em seu seu seio esquerdo e a boca chupando o direito. Ela gozou, seu corpo tremeu, sua respiração ficou acelerada e eu a acompanhei.
Depois de ambos acalmados a desci e ajudei a ir até o banheiro.
— Agora você toma um banho relaxante, enquanto eu preparo nosso café — disse e ela sorriu
— Já pedindo arrego camarada? — perguntou ela com um sorriso divertido
Ela amava me provocar. Me posicionei a suas costas esfregando meu pau já duro em sua bunda.
— Pelo contrário Roza — disse e agarrei seus seios apertando e massageando-os um contra o outro — Preciso te alimentar para que você aguente o que tenho preparado pra você mais tarde — falei me esfregando mais ainda entre sua bunda.
Ela gemeu e eu sorri, virei seu rosto para mim e beijei seus lábios calmamente e depois saí de lá antes que esquecesse da importância de alimentá-la.
Fui a meu guarda-roupa peguei uma boxer e fui para o outro quarto. Tomei um banho rápido e fui para a cozinha preparar um café bem reforçado. Tinha muitos planos para mais tarde que exigiram esforço físico.
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