O Vizinho da Minha Melhor Amiga
5 Capítulo 5 - Provocando
Notas iniciais
Ao entrar em casa fui direto ao quarto de Lissa, bati na porta, Cristhian disse que teria que passar no restaurante, o liberei e fui tomar um banho. Vesti-me, esquentei a comida preparada por Cristhian e subi para fazê-la comer.
— Ah não Rose! – protestou Lissa quando me viu chegar com seu prato – Comida de novo?! Vocês querem me engordar isso sim. – disse fazendo bico.
— Recomendações médicas! – lembrei – E você nunca vai ficar gorda você é perfeita.
— Tá! Vou fingir que acredito em você. – disse e começou a comer – Mais agora que estamos sozinhas, me conta como foi lá.
Contei para ela tudo nos mínimos detalhes, sobre os dois quase beijos, sobre Vick me ajudar e tudo mais. Ela disse que eu era louca mesmo e perguntou o que eu faria agora, contei meus planos e a vi ficar atônita, alertou-me que era muito arriscado, mais ia fazer mesmo assim. Conversamos até a hora de dormir. Dormimos juntas pois Cris não poderia voltar mais tarde.
Durante a semana Vick veio até aqui e conversamos sobre várias coisas principalmente sobre seu irmão, ela me deu seus horários, o que gostava de fazer. Tudo mesmo, até a marca de seu pós-barba. Contei a ela meus planos — em partes — afinal ele era irmão dela, tirei os detalhes sórdidos. Só precisava de uma oportunidade.
Mais ele trabalhava muito durante a semana, então aproveitei esse tempo para sair e conhecer a cidade com Lissa. Passei na boutique de Lissa, passei no shopping e comprei lingeries novos.
Pelos horários que Vick me deu ele saía antes mesmo de eu acordar e voltava em torno das dezoito e meia. Às vezes, eu ficava só de lingerie dentro quarto perto da porta de vidro da sacada, ás vezes ficava só de toalha fingindo sair do banho e puxando uma cadeira e colocando uma de minhas pernas passando hidratante e às vezes tomava um banho de piscina. Toda noite antes de dormir ficava na sacada na esperança de vê-lo, mais ele só apareceu uma vez, não disse nada, ficou me observando por um longo tempo e quando eu ia me manifestar ele acenou e saiu, igual a primeira vez.
Droga! Eu estava perdendo terreno, tinha que fazer alguma coisa, mais a cada dia eu via que ele estava me evitando. E assim fez uma semana que eu estava ali.
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No sábado tinha combinado de sair com Lissa, então fizemos um programa de meninas, passamos o dia no SPA, cuidando da pele, cabelo, depilação, entre outras coisas. Foi muito divertido, estava precisando desse tempo e amanhã está pronta para agir, afinal eu ia à sua casa, ele não disse que gostaria de me ajudar? E eu estava precisando muito de sua ajuda.
Voltamos no final da tarde, preparamos um lanche, comemos e cada uma foi para seu quarto. Fechei as cortinas da porta que dava acesso à sacada. Eu sempre as deixava aberta para que ele me visse, mais hoje não. Tomei um banho de banheira, pensando em várias coisas que poderia fazer para tentá-lo e qual roupa ir amanhã. Saí do banho, separei a roupa, me joguei na cama adormecendo em seguida.
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Domingo chegou e acordei bem disposta. Tomei um banho demorado e hidratei todo meu corpo ficando bem cheirosa e com a pele macia. Coloquei um fio dental preto de renda e um strappy bra preto (NA: aquele sutiã de tiras que está na moda). Vesti uma blusa branca folgada de alças com decote na frente e um short jeans curto.
Fui até a cozinha, a casa estava silenciosa, olhei no relógio era nove e meia. Lissa já tinha saído com Cris para um programa de casal, então tomei meu café e depois subi escovei os dentes, fiz uma make bem leve, na boca apenas um brilho labial, passei um pouco de perfume, deixei meus cabelos soltos que estavam quase secos e saí.
Cheguei à sua casa respirei fundo e toquei a campainha. Tive que me segurar no batente da porta quando a mesma se abriu. Lá estava ele apenas de bermuda, sim minha gente, mostrando todo seu tórax super definido que estava um pouco suado. Tive vontade de contar todos seus gominhos com a língua, fiquei olhando seu peito nu por um instante e me obriguei a dizer alguma coisa.
— O..oi – me bati mentalmente por gaguejar, suspirei – Vim pedir sua ajuda, você se ofereceu lembra? – perguntei.
— Ah sim – disse – Entre por favor – falou abrindo a porta para mim, entrei e observei sua sala, era muito bonita tinha uma decoração meio rústica – Sente-se e fique a vontade eu já volto – falou e me deixou sozinha.
Fique olhando sua sala bem organizada, nada fora do lugar, nem parecia a casa de uma homem que morava sozinho. Em cima da estante tinha alguns porta-retratos, levantei-me do sofá e cheguei mais perto, pois uma me chamou atenção, nessa foto tinha quatro pessoas uma era Dimitri ele parecia mais novo e estava abraçado a uma garota loira de grandes olhos verdes, eles sorriam. E ao seu lado um homem loiro de olhos azuis abraçado a uma morena. Fiquei intrigada com quem seria aquela garota ao seu lado. Ouvi um barulho nas escadas e me afastei da foto pegando outra que estava sua família, lá tinha uma senhora que não vi no almoço.
— Pronto, agora podemos conversar – ele falou e eu virei em sua direção com a foto nas mãos. Ele tinha tomado banho, seu cabelo estava molhado e para minha decepção estava todo vestido. Ele olhou pra mim depois para foto como se fizesse uma pergunta.
— Ah! Desculpe-me – falei colocando a foto no lugar – É que estava olhando suas fotos e achei essa foto de sua família reunida muito bonita. – menti – Mais essa senhora ali não conheci – completei e ele me observou durante um tempo me avaliando, como se soubesse que eu estava mentindo.
— É a minha avó Yeva – respondeu – Ela veio morar conosco mais não gostou muito daqui e voltou para Rússia.
— Então ela deve gostar mesmo é do frio. – falei e ele me olhou – Qual é camarada! Aqui é muito quente e lá deve ser o paraíso do gelo. – completei e ele sorriu, mais não foi um simples sorriso, na verdade foi uma gargalhada, achei a coisa mais linda de ver e ouvir.
— Você não sabe nada sobre a Rússia, Roza – falou ainda sorrindo – Mais não me chame assim.
— Ah tá bom, quer dizer que você pode me chamar desse nome aí e eu não posso te apelidar? – disse
— Eu só falei seu nome em russo, Roza – falou e me olhou intensamente, meu nome em russo juntamente com sotaque que saía de sua boca me arrepiava toda.
— Está bem camarada. – falei e ele mandou um olhar de repreensão, devolvi seu olhar dizendo que não pararia de chamà-lo assim – Vamos começar.
Ele me entregou um caderno e uma caneta para fazer algumas anotações, e começou a explicar como seriam basicamente as matérias da faculdade. Ele estava muito sexy de professor. Sentei-me no sofá e cruzei as pernas e seu olhar foi diretamente até ela por um momento. Decidi sentar no chão perto da mesa de centro para ter um apoio melhor ao escrever, ele ainda continuava em pé, prendi meus cabelos em um coque dando a ele uma melhor visão de meios seios através do decote da blusa, e ele estando em pé dava para vê-los perfeitamente.
Ele parou com as explicações e me ofereceu uma bebida e aceitei um suco, e logo ele trouxe e sentou-se no chão perto de mim. Durante a ‘aula’ eu dava um jeito de tocá-lo rapidamente, abri a boca e colocava a caneta e depois tirava prendendo em meus dentes, fiz isso várias vezes, e sentia seus olhares furtivos para meus lábios principalmente quando mordia o inferior e passava a língua para molhá-los.
Depois de um tempo ele me convidou para ir ao seu escritório, era muito bonito também, a parede esquerda era toda coberta por uma estante cheia de livros, divididos em sessões, no lado direito tinha um sofá de três lugares e na parede do fundo ficava uma poltrona e uma mesa com duas cadeiras.
Tinha muitos livros ali, passei a mão nos livros vendo as sessões e parando em uma de livros de faroeste, peguei um e virei para ele que estava sentado na sua poltrona me observando intensamente.
— Sério camarada?! – falei mostrando o livro.
— O quê? Eu gosto Roza, muito! – falou e senti meu corpo arrepiar-se, foi impressão minha ou sua frase tinha duplo sentido?! Acho que imaginei só.
— Se você diz – falei e coloquei o livro no lugar e fui pra sessão de Direito. Vi um livro que ficava na ultima prateleira e me abaixei inclinando um pouco a bunda para pegá-lo. De repente senti seu corpo atrás de mim.
— Deixa eu te ajudar Roza. – falou com a voz rouca, se debruçando por cima de mim, fazendo nossos corpos se tocarem, pegou o livro e falou ao meu ouvido – Esse é um ótimo livro para quem está começando. – ofeguei e ele sussurrou – É seu se quiser.
Ainda estávamos na mesma posição, sentia sua respiração em meu ouvido. Peguei o livro de suas mãos, empurrei um pouco meu corpo para voltar a posição normal e ele foi juntamente comigo. Virei-me ficando de frente para ele colando nossos corpos, sua cabeça estava abaixada em minha direção e seu olhar estava escuro de desejo. Eu não poderia mais esperar.
Ataquei seus lábios, num beijo voraz ao qual ele correspondeu, seus lábios como eu me lembrava eram macios e gostosos, deixei o livro cair de minhas mãos e coloquei-as ao redor de seu pescoço. Ele me agarrou pela cintura me apertando a seu corpo, suas mãos desceram até minha bunda e impulsionou-as para cima. Entendi o recado e enlacei minhas pernas em sua cintura. Gemi quando senti seu pau em contato com minha boceta que já estava encharcada de tesão. Precisamos respirar e ele largou meus lábios e foi distribuindo chupadas e lambidas por meu maxilar e por todo meu pescoço.
Caminhou comigo até chegarmos á sua poltrona, onde se sentou. Ajeitei-me em seu colo e nos beijamos novamente. Seu beijo era cheio de desejo, luxúria e um pouco de raiva talvez, não me importei, sua língua estava fazendo loucuras em minha boca me fazendo entrar em combustão instantânea. Deus! que beijo era aquele.
Comecei a me mover sobre seu colo causando um atrito delicioso em nossos sexos, ele me ajudou apertando minha bunda e me trazendo para mais perto, senti toda sua extensão. Eu já estava fora de mim, mexendo freneticamente ficando mais molhada. Paramos novamente o beijo e ele retirou suas mãos de minha bunda subiu até minha barriga por dentro da blusa, subiu até meus seios e os apertou com intensidade por cima do sutiã. Gemi alto, e ele continuou os movimentos em meus seios enquanto sua língua fazia loucuras em meu pescoço e eu só sabia gemer.
Retirei minhas mãos de seu pescoço e desci pelo seu tórax — sentindo seus músculos por cima da camisa — até chegar à barra da mesma, e impulsionei para cima tentando retirá-la. Ele se afastou um pouco e me ajudou a retirar por seu pescoço, e jogou em algum lugar do escritório. Olhei em seus olhos e retirei a minha também.
Ele olhou para meus seios e colocou ambas as mãos neles massageando-os por cima do sutiã, joguei minha cabeça para trás entregando-me as sensações que aquela carícia me causava. Sua mão esquerda largou meu seio e deslizou por minha coluna, subindo até minha nuca onde soltou meus cabelos e me puxou para perto de si beijando-me. Entreguei-me a seu beijo e arranhei seu tórax descendo a barra de sua bermuda.
Abri o botão e coloquei a mão por dentro da boxer, passei o dedão na abertura de sua glande, ele gemeu em minha boca. Com a outra mão puxei boxer para baixo libertando seu membro. E toquei em toda sua extensão. Meu! Como ele era grande e grosso, nem acredito que isso realmente estava acontecendo. Envolvi em minha mão e comecei a masturbá -lo fazendo movimento de vai e vem constante.
Mais eu queria prová-lo. Então quebrei o beijo e me afastei saindo de seu colo. Ele me olhou confuso. Abaixei ficando de joelho, vi em seus olhos compreensão.
— Roza — ele advertiu-me com a voz rouca de desejo.
Não o deixei falar. Abri a boca e chupei a cabeça de seu pau com força, ouvindo-o gemer, e seu gemido foi como combustível para mim. Comecei a lamber da cabeça aos testículos parando nesse e chupando-os, quando me senti satisfeita subi com pequenas mordidas até chegar à glande, onde chupei e comecei a fazer movimentos de vai e vem até onde dava, e com outra mão estimulando o resto de seu pau. Ele soltou as mãos da poltrona, que até então estavam apertando fortemente, agarrando meus cabelos e fazendo um rabo de cavalo, e começou a ditar seu ritmo. Relaxei a garganta para que ele fosse mais fundo, não durou muito tempo e senti seu pau inchar na minha boca, segurei bem forte seus testículos e comecei a chupar seu pau novamente fazendo com que ele parasse os seus movimentos , levantei o olhar e o fitei, e chupei colocando quase todo na boca e tirando deixando meus dentes rasparem. E então ele se derramou em minha boca, e eu como uma boa menina engoli até a ultima gota. Seu gosto era delicioso, o melhor que já provei.
Depois que terminei de limpá-lo, levantei e sentei em seu colo. Ele estava com a respiração acelerada, e sua cabeça jogada para trás, peguei em seus cabelos e os puxei em minha direção beijando-o, distribuindo seu gosto entre o beijo. Ele correspondeu o beijo me trazendo para mais perto e suas mãos foram para o cós do meu short e o abriu colocando suas mãos lentamente até chegar a minha boceta toda encharcada. Gemi muito alto em sua boca, ele então começou a fazer movimentos circulares em meu clitóris e foi descendo outro dedo até minha fenda, aí a campainha tocou.
A maldita campainha tocou e como se sentisse um choque ele parou, e estremeceu. Tirou-me do seu colo e me soltou. Tive que me segurar na mesa para não cair.
Ele passou as mãos nos cabelos e abaixou a cabeça balançando-a.
Depois de alguns segundos que mais pareceram horas, ele levantou a cabeça e me olhou, seu olhar era inexpressivo, toda aquela onda de luxúria de seu olhar havia passado.
Droga! Eu já sabia o que viria a seguir.
— Roza, Rose me desculpe – disse com sua voz fria – Isso é errado e nunca mais vai se repetir. – disse levantando-se da cadeira e saindo do escritório, sem me deixar falar nada. Eu queria gritar!
— Droga, Caralho, Caralho! – resmunguei.
Como um momento de puro fogo havia se esfriado assim? Ajeitei meus cabelos e meu short e vesti minha blusa, respirei fundo tentando me acalmar pra não cair de porrada no russo do pau gostoso, pensei. Arg!
Ao sair do escritório. Vi quem tinha tocado a campainha, ele era loiro, alto de olhos azuis. Era o homem da foto. Filho de uma puta, estragou meu momento!, pensei. Eles estavam conversando mais assim que me viram pararam, e o loiro veio em minha direção sorrindo.
— Olá! – disse sorrindo – Sou Ivan, amigo do Belikov. Você é muito linda sabia! – disse me olhando de cima a baixo e vi Dimitri serrar os punhos. Respirei fundo para não dar uma resposta mal criada.
— Obrigada Ivan me chamo Rose é um prazer – falei sorrindo falsamente – Mais agora tenho que ir. – Me dirigi até a porta, abri e me virei para o russo.
— Dimitri. – o cumprimentei e ele apenas acenou com a cabeça, me virei para o outro – Ivan. – disse e saí.
— Tchau, o prazer foi todo meu. – disse antes que eu fechasse a porta. Não olhei.
Cheguei em casa e fui preparar um banho, precisava aplacar o fogo que um tal russo despertou e não apagou. Deitei na banheira.
Mais se ele pensava que eu iria desistir ele estava totalmente enganado, afinal o que é mais difícil é mais gostoso. Ele conheceria Rose Hathaway.
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