O Vizinho da Minha Melhor Amiga
6 Capítulo 6 - Perdendo o Controle
Notas iniciais
PDV Dimitri
Na segunda-feira seguinte meu dia foi o mesmo, só com uma diferença, eu pensava demais em Rose, a maciez de seus lábios e principalmente em seu corpo curvilíneo, e sempre me recriminava por isso. Tinha decidido evitá-la ao máximo.
Ao chegar em casa, depois do trabalho, fui ao meu quarto, mais diferente do que eu sempre fazia, não liguei a luz do quarto. Tirei toda roupa e tomei um banho vesti uma calça. Pensei em ir à sacada, mais eu não poderia vê-la senão meu plano de ficar longe ia por água abaixo. Fui até a porta afastei um pouco a cortina e espiei, para ver se ela estava lá.
E ela não estava propriamente na sacada, mais dentro de seu quarto falando ao telefone só de lingerie branca de renda, andava de um lado para o outro sem nem se preocupar. Estava muito gostosa, queria eu poder tirar aquelas peças de seu corpo, pensei. Balancei a cabeça para me livrar de tais pensamentos e saí do quarto, indo ao de hóspedes tomei um banho bem gelado para me acalmar. Depois tentei dormir, mais minha vontade era de ir novamente ao outro quarto para vê-la. Fiquei deitado na cama pensando nela até que dormi.
No dia seguinte. Fui ao trabalho me ocupei ao máximo para não pensar nela e assim passou-se até a hora de ir embora.
Cheguei em casa não consegui conter o impulso e subi até meu quarto. E lá estava ela, com os cabelos molhados e uma toalha enrolada a seu corpo, uma de suas pernas estava apoiada sobre uma cadeia enquanto passava creme nela, primeiro começou a passar nos pés e foi subindo gradativamente até a coxa, fazendo com que uma ponta da toalha se abrisse um pouco.
A toalha ainda estava presa a seu corpo mais uma ponta da mesma estava entre suas pernas cobrindo sua feminilidade, enquanto a outra ficava do lado contrário. Depois que repetiu o processo na outra perna, passou em seus braços, depois indo do pescoço ao colo, olhei para seu rosto e vi uma expressão de prazer, senti meu membro ficar duro.
Quando voltei a olhar seu corpo salivei. Ela tinha abaixado a toalha e amarrado em sua cintura deixando seus seios livres e com as duas mãos cheias de creme massageava-os mais sem deixar os mamilos aparecerem.
Automaticamente minha mão tocou meu pau por cima da calça. Eu estava hipnotizado por aquele movimento que ela fazia. Deus! como estava me segurando para não ir lá massageá-los eu mesmo e chupá-los como um bebê faminto. Eu não aguentava mais ficar só olhando, reuni forças nem sei de onde e saí do quarto.
Aquilo era uma tortura! Decidi ir dormir no quarto de hóspedes novamente para não correr o risco de olhá-la. Eu a desejava tanto! Mais isso ia parar, tinha que parar.
Acordei no outro dia e ao chegar à empresa vi que tinha um almoço de negócios. Revisei alguns processos e no horário marcado fui ao restaurante.
Nós estávamos a ponto de comprar uma outra empresa de advocacia, estava sendo difícil pois não era somente a PL Ltda que estava de olho.
Resolvemos algumas coisas e ficaram de dar uma resposta depois. Nos despedimos e eu ainda fiquei no restaurante.
Estava tomando um último drink para voltar ao trabalho quando todas as imagens de Rose ontem se tocando vieram como furacão, dominando meus pensamentos. Eu só podia estar muito necessitado de sexo para desejar aquela menina tão intensamente.
Fui desperto desses pensamentos por um barulho de cadeira arrastando, e uma bela mulher de cabelos castanhos claros e olhos chocolates sentou-se ao meu lado. Ela estava em uma saia azul marinho, blusa branca e um terninho por cima da mesma cor da saia que tinha o nome da empresa a qual trabalhava, ela lembrava um pouco a menina que povoava meus pensamentos.
— Olá bonitão! — disse ela — Estive te observando o almoço inteiro, e fiquei com muita vontade de prová-lo — falou com a voz sexy perto do meu ouvido — Quer ser minha sobremesa?
Que diabos de cantada foi essa?, pensei.
Já ia mandá-la educadamente se retirar, mais pensei bem, eu precisava muito de sexo para aliviar meu corpo, talvez aquele desejo maluco que eu sentia por Rose seria por estar tanto tempo em abstinência. Eu já estava insano mesmo, porque não?
— Olá, ah sim... — falei dando um sorriso. Chamei o garçom paguei a conta. — Vamos!
Peguei em sua mão e levei até meu carro. Dirigi até um motel, durante o percurso ela falou um pouco de si, dizendo que só tinha mais uma hora de almoço. Chegamos ao quarto, limpei minha mente para não pensar em Rose, e ela me beijou e começou a tirar minha roupa. Ficamos aproximadamente quarenta minutos ali, ela gritava e berrava. Terminamos e eu estava aliviado, e conclui que era isso que eu estava precisando, porque pelo resto da tarde não pensei em Rose.
Depois do expediente fui pra casa, e diferente dos outos dias ao chegar a meu quarto liguei a luz, fiz tudo como fazia antes e depois me dirigir à sacada pois achava que 'meu mal' estava curado.
Mais quando vi aquele corpo maravilhoso e aqueles olhos chocolates, todo desejo voltou como um furacão e parecia que tinha aumentado. Tive que sair de lá. Não tinha passado, e nenhuma mulher a qual eu ficasse iria conseguir arrancar esse desejo que eu tinha do corpo de Rose. Eu estava fudido!
Eu tinha que continuar afastado, e foi o que fiz durante o resto da semana. Só voltava tarde para casa. No sábado passei o dia na casa de minha mãe, que ficou super feliz, já Victória ficava me olhando como se soubesse de algo. Ao sair de lá fui á casa de Ivan que me convenceu a ir em um bar com ele, fiquei um pouco lá mais depois vim para casa.
No domingo acordei tarde, estava na academia quando ouvi a campainha tocar. Deveria ser Ivan, ele disse que viria hoje.
Desci e nem me preocupei de estar só de bermuda. Sem olhar quem era abri a porta e lá estava ela simplesmente linda.
Seus cabelos estavam brilhosos, de seu corpo exalava uma doce fragrância. Estava com uma blusa branca transparente que mostrava seu sutiã preto e um short bem curto. Vi ela avaliar todo meu corpo e parar em meu peito.
— O.. Oi — ela disse — Vim pedir sua ajuda, você se ofereceu lembra? — ah como eu lembrava.
— Ah sim. Entre por favor — respondi deixando-a na sala e fui para o quarto trocar de roupa e tomar um banho.
Voltei e ela estava com uma foto em suas mãos que tinha toda minha família. Expliquei quem era a pessoa da foto que ela não conheceu, então sem me conter falei seu nome em russo e ela me deu um apelido, não gostei muito mais ela estava determinada a me chamar assim.
Comecei a explicar algumas coisas, e ela sentou-se no sofá e cruzou as pernas, não tive como não olhar, cada movimento que ela fazia me atraía. Até que ela sentou-se no chão prendeu seus cabelos dando-me uma bela visão de seus seios. Tive que sair um momento de perto e ofereci uma bebida, sentei ao seu lado, e vi que ela estava me provocando.
Fomos para meu escritório, sentei em minha poltrona e fiquei observando enquanto ela olhava minha estante de livros. Me perguntou sobre meu livro de faroeste, e eu lhe respondi que gostava muito, mais com uma conotação que servia para ela também. Eu estava por um fio de agarrá-la.
Depois ela se virou e foi para sessão de advocacia e se abaixou um pouco empinando a bunda em minha direçao. Não consegui me conter, levantei-me e posicionei atrás de seu corpo pegando o livro.
— Deixa eu te ajudar Roza. Esse livro é ótimo pra quem está começando. — falei em seu ouvido, agora sussurrando — É seu se quiser.
A partir daí tudo aconteceu muito rápido para mim. Num instante estávamos naquela posição na outra eu já correspondia a seu beijo, e que beijo. Segurei sua bunda trazendo seu corpo mais perto e a levantei, senti suas pernas em volta de meu quadris e nossos sexos se tocando, enquanto eu devorava sua boca e língua em um beijo feroz.
Caminhei até minha poltrona sentei, e ela ajeitou-se em meu colo começando a rebolar no meu pau causando uma onda de prazer.
Quando precisávamos respirar eu descia dando beijo em seu pescoço e colo. Ela retirou minha camisa e depois a sua ficando apenas de sutiã na parte de cima. Aquela menina estava me enlouquecendo, eu já não pensava mais em nada, somente no aqui e agora. Tirei minhas mãos de sua bunda e apertei seus seios por cima do sutiã vendo-a jogar a cabeça para trás gemendo se entregando a minha carícia. Depois ela abriu minha bermuda pôs a mão dentro da boxer e começou a tocar meu membro, que já estava duro feito pedra, fazendo movimentos de vai e vem fazendo-me delirar.
Com sua outra mão ela abaixou minha boxer libertando todo meu pau, continuamos nos beijando e ela interrompeu o beijo levantou-se do meu colo. Olhei para ela confuso. Só bastou esse pequeno instante para começar a voltar a sã consciência. Mais então ela se ajoelhou. Eu não acreditava que ela faria isso.
— Roza... — tentei adverti-la, mais minha voz saiu cheia de desejo para ver e sentir aquela boca devorando meu pau. E foi isso que ela fez.
Abriu a boca e deu uma chupada forte na cabeça do meu pau, urrei de prazer apertando os braços da poltrona. Ela desceu até meus testículos e os chupou, depois parou e foi para abertura da glande passando a língua para depois chupá-la, abrindo mais a boca colocou meu pau na boca até onde dava e fazia movimentos com as mãos na parte que não cabia.
Deus! eu não iria aguentar muito tempo, peguei seus cabelos fazendo um rabo de cavalo fazendo-a engolir mais fundo no meu ritmo, senti que estava muito perto e ela também porque segurou a base do meu pau obrigando-me a parar e começou a chupá-lo muito mais forte me fazendo jorrar em sua boca engolindo tudo em seguida. Que boquinha deliciosa ela tinha.
Quando dei por mim ela já estava em meu colo e nos beijávamos. Agora seria minha vez de retribuir, abri o botão da bermuda pondo a mão por dentro de sua calcinha chegando a sua fenda encharcada e quente, e aquilo tudo era pra mim. Iniciei movimentos circulares em seu clitóris ouvindo-a gemer e comecei a descer outro dedo a sua fenda, como eu queria sentir o calor de sua boceta primeiramente em meus dedos.
Mais antes que eu fizesse isso a campainha tocou. Estremeci. E a minha consciência acusou.
Deus! Como eu me deixei levar, como eu deixei isso chegar até aqui? pensei.
Retirei a mão de seu short e a afastei tirando do meu colo.
Isso não deveria ter acontecido, pensei abaixando a cabeça e passando as mãos no cabelo. Levantei o olhar para ela. Ela estava tão linda, ofegante, com seus cabelos bagunçados, rosto corado e boca vermelha. Me obriguei a falar.
— Roza, Rose. Isso foi um grande erro e nunca mais vai se repetir. — soei um pouco mais ríspido e frio do que queria. Me levantei e segui para porta antes que pudesse voltar atrás.
Respirei fundo e abri a porta era Ivan, que ia soltar algumas de suas piadinhas mais olhou minha cara nada feliz.
— Tá o que ela fez dessa vez? — perguntou-me — Peraí! — me olhou avaliativamente.
— Ela está aqui, não está. — disse — E pela sua cara eu atrapa... — ele não terminou pois a vimos sair do escritório.
Eu não me cansava da sua beleza, seus lábios estavam um pouco vermelhos e lembrei da sensação de tê-los chupando meu pau, delicia! Me repreendi por tais pensamentos.
Então Ivan antecipou-se e lhe cumprimentou.
— Olá! Sou Ivan, amigo do Belikov — disse com um sorriso galanteador e um pouco malicioso pro meu gosto — Você é muito linda sabia? — disse e aquilo fez meu sangue ferver, eu queria socá-lo, cerrei os punhos tentando me controlar.
— Olá Ivan, sou a Rose prazer em conhecê-lo. — disse ela sorrindo — Mais agora tenho que ir. — falou indo até a porta abrindo-a. Virou-se para mim comprimentando dizendo meu nome. Vi em seus olhos raiva, frustração, determinação, e algo mais que não conseguiu identificar. Acenei com a cabeça e ela virou pra Ivan e fez a mesma coisa, mais ele respondeu.
— Tchau! O prazer foi todo meu. — disse ao mesmo tempo que ela fechava a porta.
Fui á cozinha e me servir de vodka russa e voltei para sala sentando no sofá. Ivan fez o mesmo.
— Deus Belikov ela realmente é tudo que você falou — disse ele — Caralho muito gostosa!
Olhei pra ele perigosamente e ele entendeu o recado. Ficou me olhando como se tivesse esperando que eu lhe contasse o ocorrido.
Comecei a contar sobre ela ter vindo pedir ajuda, depois me provocado, e que lhe convidei para irmos no escritório e que ao chegar lá não aguentei e nos beijamos e que as coisas ficaram mais quentes e ela me fez sentir prazer mais eu não retribuí.
— Dimitri Belikov, você é um idiota! — falou levantando do sofá, ele estava nervoso — Primeiro você passa a semana toda evitando garota e quando finalmente resolve ficar com ela, ela se entrega para você e você simplesmente se satisfaz e a manda embora?
— Não foi bem isso que acontec... — ele não me deixou terminar.
— Nem vem com essa que não foi isso que aconteceu. Você fez pior, você a tratou como uma prostituta — tentei me defender mais ele continuou — Ela pagou um boquete para você e depois de satisfeito você a largou lá sozinha. E não venha me dizer que você tinha que atender a campainha. Que se fodesse a porra da campainha. Você tinha que cumprir com sua parte de homem, é um pecado deixar uma mulher daquela, que como você mesmo disse, não é apenas um rosto bonito, sair daquele jeito só por que você está com medo que aconteça a mesma coisa que anos atrás, só porque você guarda o peso da culpa que nem é seu. Eu te digo que ninguém é igual, e Rose não me parece imatura, ela pode até ter pouca idade mais é mais madura de que muita mulher. — ele pegou fôlego e continuou — Sabe o que eu acho Belikov? Você sente mais do que atração por essa garota, especificamente, está apaixonado, e está se escondendo atrás do passado. Pensa que eu não vi seus punhos cerrados e sua vontade de me socar por eu está cantando a sua mulher? Seja homem e admita. A tempos você estava precisando ouvir a verdade. Você não é o Dimitri que eu conheço a muito tempo, se martirizando por uma coisa que você não teve culpa e nunca, ouviu bem, nunca terá. Espero sinceramente que você pense em tudo o que eu falei, e faça algo em relação a isso, pois você pode estar perdendo uma grande mulher por pura covardia — disse e foi embora me deixando atônito.
Nunca tinha visto Ivan daquele jeito. Subi ao meu quarto tomei um banho, me vesti, peguei a chave do carro e fui pra casa da minha mãe, eu precisava conversar com alguém sobre aquilo, mais vi que Ivan já tinha falado tudo que queria falar então não adiantava conversar com ele novamente.
Será que Ivan tinha razão e eu estava apaixonado por Rose? Isso explicaria porque eu não consegui me satisfazer completamente com outra mulher e ainda estava desejando-a.
Não, não podia ser.
E se eu tivesse mesmo apaixonado por ela, teria ela como retribuir? Ou eu seria apenas o coroa sarado que ela ficou por um tempo?
Não sabia o que pensar, jovens nessa idade se apaixonam assim como trocam de roupa.
Deixei essas questões de lado. Saí determinado a resolver esse inferno que é a minha vida, não por causa de ninguém, mais por mim.
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