O Vizinho da Minha Melhor Amiga
15 Capítulo 15 - Entrega: Novas experiências
Notas iniciais
Depois que Rose saiu de meu escritório, sentei em minha cadeira e nem percebi que tinha um grande sorriso no rosto, eu estava com meu corpo relaxado e meu coração feliz. O sexo com Rose era muito gostoso, o melhor que já provei e mesmo que na hora fosse pura luxúria, tinha muito amor.
Nunca pensei em realizar fantasias sexuais, e que Rose fosse me propor isso, e que eu entraria na brincadeira, não que eu não quisesse — longe de mim ter aquela mulher linda ali e não fazer nada — mas eu estava no meu trabalho e levo muito a sério, ralei muito para chegar até aqui.
Fui desperto de meus devaneios quando meu celular tocou, era minha avó Yeva, fiquei um pouco surpreso por sua ligação, ela quase nunca me ligava, na verdade ela odiava telefones.
— Alô Vovó, está tudo bem? — perguntei preocupado e ela nada respondeu por um tempo.
— " Decepções virão, não deixe se enganar por seus olhos, ou seus ouvidos. Lute mesmo achando estar errado. Se não perderá. — ela falou e desligou.
Fiquei meio atordoado, o que isso queria dizer?... Minha avó tinha essas coisas de premonição e sempre acontecia conforme ela falava, deixei isso para lá e comecei a escrever o e-mail.
Quando estava concluindo meu trabalho, recebi uma ligação de Alberta, a nossa proposta venceu a dos concorrentes e finalmente iríamos comprar a outra empresa e expandir os negócios a nível internacional. Só que teria que viajar pela manhã, para fechar o negócio e resolver alguns trâmites. Fiquei contente por termos conseguido, foram longos meses de propostas e negociações falhas.
Só que logo me entristeci, eu ia ficar longe de Rose um dia inteiro, sendo que só teria dois dias com ela aqui na cidade.
Peguei minhas coisas e fui ao estacionamento, meu desejo era ir direto para casa e poder ficar mais tempo com Rose, mas dirigi para a casa de minha mãe.
Cheguei lá e vi que eram quase vinte horas, cumprimentei minhas irmãs e logo minha mãe foi para o escritório e a segui.
Tratamos de alguns assuntos sérios da empresa, que precisavam ser resolvidos antes da viagem, pois ela já tinha sido comunicada da nossa nova aquisição e Alberta pediu que resolvessemos os pormenores.
Mandei uma mensagem para Rose avisando que demoraria um pouco e liguei para o restaurante pedindo para entregar a comida em casa.
— Dimka meu filho — falou minha mãe quando terminamos os assuntos relacionados a empresa — Você sabe que nunca fui de opinar sobre qualquer assunto da sua vida, principalmente amorosa, sem que você a expusesse para mim. Mais devo dizer como estou feliz por você e Rose, dá para ver logo de cara como você está mais feliz e isso me deixa muito feliz também. Gostei muito dela assim que conheci, e meu coração de mãe diz que ela é a pessoa certa para você.
— Obrigada mãe — disse abraçando-a — Rose é muito importante para mim. Eu a amo e sim, estou muito feliz em tê-la comigo.
— Que bom meu filho — falou se afastando e pegando em minhas mãos — Só espero a felicidade de vocês e que lutem por esse amor tão bonito, porque você sabe, a diferença de idades de vocês pode não ser problema para mim, mas para a maioria é.
— Te amo mãe — disse abraçando novamente.
— Também te amo meu filho. Muito. Espero que traga ela um dia para jantar, e recebermos como mais novo membro da família.
Nos despedimos e fui para casa.
Cheguei em casa e vi as luzes acesas, tinha falado para ela onde deixava a chave extra. Guardei o carro e vi que tinha se passado uma hora e meia desde que cheguei na casa de dona Olena, logo que entrei senti um perfume agradável no ar, e uma música bem suave tocava, passei pela cozinha e vi que a mesa estava arrumada num estilo romântico, mais nada de Rose por perto.
Subi até o quarto e lá estava ela, em um lindo vestido vermelho que acentuava ainda mais suas curvas perfeitas, seus cabelos estavam meio presos em uma trança que vinha de uma orelha até a nuca e soltando os belos fios em cachos nas costas e no ombro esquerdo.
Ela estava distraída, olhando fixamente para o nada, além de minha sacada, aproximei-me a abraçando por trás e vi seu rosto que estava sério e preocupado.
— Boa noite Roza! — falei — Tudo bem? Algum problema? — perguntei beijando seu pescoço carinhosamente.
— Tudo bem — disse ela com pequeno sorriso — Só estava pensando que agora só temos mais dois dias juntos.
Virei ela em minha direção, fazendo-a ficar de frente para mim, segurei pela sua cintura e ela envolveu seus braços ao redor de meu pescoço. Analisei suas feições e percebi que ela omitia algo, mais resolvi não questionar, quando ela se sentisse confortável ela me diria.
— Não fica assim minha menina — falei afagando seu rosto — Daremos um jeito de ficarmos juntos, eu amo você.
Ela me beijou, de maneira intensa... e parecia sôfrega?! Me dediquei ao beijo, mostrando através dele todo meu amor, carinho, paixão, admiração que sentia por ela. Nos afastamos quando o ar se fez necessário, dando selinhos em sua boca.
Ela então me abraçou com força como se quisesse conforto, sentia que ela estava um pouco vulnerável, e ficamos assim por um tempo.
— Está tudo bem mesmo Roza? — perguntei, ela fez que sim com a cabeça. Falei que não pressionaria mais eu estava preocupado. Ainda mais depois que se recebe uma ligação daquelas.
Será que o que minha avó falou tinha algo a ver com Rose?
Não, não podia ser. Nós nos amávamos e ficaríamos juntos. A partir de hoje ela seria de fato minha, minha namorada, e no futuro seria minha esposa. Sim porque eu não imaginava minha vida sem ela. Ela era como o sol que iluminava meus dias antes escuros.
— Você sabe que pode confiar e contar comigo sempre não sabe? — perguntei ainda abraçado a ela cheirando o topo de sua cabeça — Qualquer coisa!
— Sei sim camarada — falou — Mas não é nada demais.
Olhei em seus olhos e vi que ela estava mentindo, e ela sabia que eu sabia, mais decidi deixar quieto por um tempo. Nos beijamos novamente e depois fui tomar meu banho.
»»»
Durante o jantar Rose voltou ao normal e vi que ela estava mais feliz, foi muito bom nosso jantar com direito a vela e tudo mais, minha Roza tinha caprichado no romantismo, não conhecia esse seu lado, conversamos sobre várias coisas e expliquei que teria que viajar amanhã e ela me apoiou, dizendo que entendia, que era meu trabalho e que daqui a alguns anos seria ela que viajaria a trabalho. Terminamos o jantar e ela foi para sala e eu dei um jeito na cozinha.
Aproveitei que ela estava na sala e subi para pegar as jóias e coloquei no bolso de minha calça as alianças e o colar nas mãos atrás de meu corpo. Cheguei na sala e ajoelhei-me em sua frente — ela estava sentada no sofá — coloquei o colar no chão atrás para que ela não o notasse e peguei em suas mãos.
— Roza... — comecei ganhando totalmente sua atenção — Eu te amo e você foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida, às vezes fico me perguntando o que seria de minha vida se você não tivesse surgido nela. A resposta seria nada, por que a vida antes para mim era monótona e repetitiva, não que eu achasse ruim, mais faltava algo, e esse algo era uma linda menina no corpo de uma mulher, que no começo tirou meu sono e fez-me perder o controle, com seu jeito sexy e suas provações. — ela sorriu sapeka — Queria muito me afastar de você mais não conseguia, pois a cada dia que passava me sentia mais atraído por você e toda essa atração virou uma paixão que virou amor, e cresce a cada dia. Quero poder dividir toda minha vida com você e quero também que dividas também a sua, seus temores e alegrias. Eu poderia agora te pedir para ser minha para sempre como esposa, pois sei que não há ninguém que eu queira mais do que você e que você foi feita para mim, mas acho que não seria o certo agora — tirei do bolso a pequena caixa de alianças, e seus olhos já estavam cheios de lágrimas — Por isso, você quer ser minha namorada?
Abracei acalentando-a em meus braços e esperei até ela se recuperar. Olhei em seus olhos pedindo uma resposta, demorou um pouco até que ela respondesse.
— Claro que quero Dimitri — disse me dando selinhos por toda minha boca — Eu quero tudo de você. Nunca pensei amar alguém como eu te amo, sua felicidade é que me importa, mesmo que não seja ao meu lado.
— Ei ei ei, pode parar por aí — disse afagando seu rosto — Minha felicidade é você, entendeu, somente você.
A beijei selando nosso compromisso, adentrei sua boca com minha língua reconhecendo cada pedaço, nosso beijo era calmo cheio de palavras que ficavam melhor sendo demonstradas e não faladas.
Depois de um tempo interrompi o beijo e coloquei o anel em seu dedo que claro coube perfeitamente, e ela colocou o meu. Me lembrei do colar, abri a caixa e mostrei para ela.
— Eu te amo meu amor, espero que use sempre para que eu possa estar perto do seu coração — falei tirando da caixa e colocando em seu pescoço vendo o pingente ficar no começo do vale de seus seios.
— Você sempre estará em meu coração camarada — falou com a voz um pouco embargada por conta da emoção e então me beijou.
Era calmo, suave, parecia que tínhamos todo o tempo do mundo, mais logo o beijo ganhou intensidade, e agora explorávamos a boca um do outro com gana, tinha amor ali mais junto muita luxúria, desejo.
Num instante eu já de pé segurava sua bunda sustentando suas pernas em meu quadril enquanto ela segurava meu pescoço com os braços, paramos o beijo e lançei mordidas e chupadas em seu pescoço, enquanto ela arranhava minhas costas.
Comecei a andar para o quarto, chegando lá a coloquei cuidadosamente na cama deitando por cima de seu corpo, beijando-a em seguida. Minhas mãos passaram por todo seu corpo e encontraram o zíper de seu vestido que logo foi tirado revelando apenas uma minúscula calcinha vermelha — cujo o tecido era um pouco estranho — e sem sutiã. Meu pau logo se apertou em minhas calças e eu me ajoelhei no chão entre suas pernas para ver aquela boceta bem de perto. Cheguei mais perto cheirando-a por cima da calcinha, e senti um forte cheiro de morango. Ela então gargalhou.
— É comestível camarada — disse ela. E eu mordi as laterais arrancando-a de seu corpo jogando-a no chão.
— A única coisa que quero comer é você Roza — disse lambendo toda extensão de sua fenda e adentrando-a com a língua, fazendo movimentos de vai e vem, sentindo o gosto doce de seu sexo — Hum... Já molhadinha Roza? — falei escutando seus gemidos um pouco contidos — É esse o sabor que quero sentir em minha boca agora, o sabor delicioso de sua boceta — terminei de falar e me dediquei a provar de sua fonte de prazer.
A medida que chupava, ela arqueava a coluna e gemia baixinho e agarrava meus cabelos mostrando-me onde ela me queria, e dei total atenção a essas áreas.
— Geme pra mim minha vadia — falei introduzindo três dedos lentamente em seu interior — Geme alto enquanto eu te dou prazer com minha boca e meus dedos.
Comecei a estocar meus dedos num ritmo rápido e forte, e chupar seu clitóris, as vezes mordiscando, as vezes lambendo, sentindo meus dedos entrarem com mais facilidade devido a sua excitação.
Depois levei minha mão desocupada a seu seio esquerdo apertando firmemente e massageando com a mesma força que minha outra mão fazia dentro dela, e logo senti suas paredes apertando meus dedos revelando que iria gozar, levantei minha cabeça para vê-la, ela gemia agora alto e se contorcia, suas bochechas estavam coradas e seu cabelo um pouco bagunçado.
— Dimitri eu vou... Ahhhhh — gritou ela quando chegou ao ápice. Tirei meus dedos de seu interior levando-os a boca limpando-os e depois sorvendo o resto de seu gozo direto de sua boceta.
Levantei e tirei toda minha roupa, e deitei em cima de seu corpo, tendo o cuidado de apoiar meu peso em meus braços. Fiquei um tempo só olhando seu rosto esperando-a se acalmar. Era maravilhoso poder contemplar todas suas reações pós-orgasmo, e saber que eu dei isso a ela era muito bom. Vi que ela estava calma e dei um beijo demorado em sua boca.
— Agora vem sua outra surpresa — disse ela quando nos afastamos um pouco — Eu estou pronta e quero ser sua completamente.
Demorei um pouco para entender o que ela queria dizer. Mas quando finalmente entendi, paralizei e ela sorriu divertida.
— Roza... — falei me recuperando da surpresa — Você tem certeza?, já disse que não forçaria a nada. Hoje mais cedo só me deixei envolver pelo momento, não foi com a intenção de te obrig...
— Eu quero Dimitri, eu confio em você — disse ela me interrompendo — Quero que você esteja dentro de mim como nenhum outro esteve e nenhum outro vai estar. — falou e me beijou e eu correspondi da mesma maneira.
Fiquei muito feliz com suas palavras, mais ainda muito mais excitado. O sexo anal era muito gostoso por o canal ser mais apertado, é verdade que na maioria das vezes era mais prazeroso para o homem, mais eu iria me empenhar para que fosse para ela também.
— Eu te amo minha Roza — disse dando selinhos em sua boca — Mas há toda uma preparação antes e eu não tenho...
— Eu me preparei Dimitri — disse ela me interrompendo de novo — Dentro de sua gaveta tem gel lubrificante e camisinhas.
Me levantei e peguei os itens, e coloquei na cama, e deitei em cima dela beijando sua boca novamente.
— Eu quero que você relaxe... É impresindível que estejas relaxada, não se preocupe com a dor eu vou fazer ficar gostoso. — falei e ela assentiu.
Tomei seus lábios nos meus e comecei a acariciar todo seu corpo com minhas mãos. Quando separamos nossas bocas olhei em seus olhos enquanto posicionava meu pau para a entrada de sua boceta, eu queria senti-la e dar prazer a ela antes do sexo anal, para que ela ficasse relaxada.
Entrei lentamente sentindo suas paredes se expandido, me recebendo centímetro por centímetro até chegar ao fundo.
— Boceta gostosa que você tem Roza — disse começando a movimentar-me dentro dela primeiramente devagar saboreando as sensações que todo aquele aperto me proporcionava. — Isso minha vadia geme bem gostoso — falei vendo-a gemer e comecei a estocar com mais força e rapidez quando ela começou a gemer meu nome.
Passados alguns minutos naquela posição, parei e saí de cima dela virando-a de costas para mim, deitando-a de barriga no colchão e empinando sua bunda para mim.
Me abaixei e abri suas nádegas mostrando seu ânus e beijei ali, lambendo-o por alguns instantes, vendo que como no escritório ela gostou dessa carícia. Peguei o gel lubrificante e passei em seu buraquinho, e ela ficou um pouco tensa, tratei de acalmá-la dizendo que não seria agora, pois tinha que preparar o local e para que ela tentasse relaxar.
Posicionei meu pau em sua boceta e meti de uma vez, fazendo um urro sair de minha garganta e um gemido alto de sua boca também, e comecei a estocar lentamente em seu interior, passando mais gel em seu ânus fazendo círculos e pressionando meu polegar para entrar um pouco, quando consegui que ele entrasse fiquei movimentando-o no mesmo ritmo de minhas estocadas em sua boceta.
Tirei o polegar e coloquei mais gel e coloquei o indicador que já entrou facilmente, ela estava um pouco mais relaxada e gemia baixo agarrando o lençol da cama e as vezes rebolava em meu pau, fazendo com que o dedo adentrasse mais em seu cuzinho. Aproveitei a oportunidade lubrificando mais o local e introduzindo um segundo dedo que entrou com mais um pouco de facilidade.
Comecei a estocar forte em sua boceta e coloquei minha mão desocupada em seu clitóris, para fazê-la sentir mais prazer e atingir o ápice mais rápido.
— Oh Dimitri... Isso... Hum... Me fode... Fode assim... Forte gostoso.. Hum — gemia ela bem alto.
Me empenhei mais, fazendo o que ela pedia, não demorou muito e suas paredes já me apertavam deixando-me louco e me aproximando de meu ápice também. Seu corpo todo tremeu e logo ela se desfez em meu pau.
— Que boceta gostosa minha vadia — falei deixando o gozo vim forte em seu interior enquanto tirava meus dedos lentamente de seu ânus.
Virei seu corpo de frente para mim e beijei sua boca, acariciando cada parte com minha língua, depois desci para o pescoço em direção a seus grandes e suculentos seios, me intertendo um pouco ali, mordiscando o mamilo direito enquanto minha mão massageava o esquerdo, para logo chupá-lo ganhando um gemido dela em troca — amava como ela reagia às minhas carícias. Quando o seio direito já estava um pouco vermelho de minhas chupadas rumei para o esquerdo fazendo tudo com a mesma intensidade, ouvindo seus gemidos que logo me deixaram duro de novo.
— Seus seios são deliciosos Roza... — disse agarrando-os e apertando um contra o outro massageando-os — ... Como todo seu corpo — passei a língua entre eles — Mas a parte mais gostosa de seu corpo é a sua boceta doce e apertada — falei descendo dando mordidas e chupadas em sua barriga até chegar em sua boceta lisa.
Abri mais suas pernas e passei a língua contornando seus lábios e depois passando para cima e para baixo em seu clitóris rapidamente, enquanto ela se contorcia e gemia me incentivando a continuar. Peguei o gel e coloquei novamente em seu buraquinho — pois eu sabia que tinha que deixá-la bem lubrificada para que eu pudesse entrar sem problemas — introduzi o dedo indicador em seu ânus e desci com a língua para a entrada de sua fenda encharcada.
Coloquei um segundo dedo com mais gel movimentando-os, entrando e saindo, e chupando seu clitóris bem devagar olhando-a segurar seus seios e apertá-los juntos como eu gostava de fazer, fazendo com que um som gutural saísse de minha boca por aquela visão, seu rosto estava tomado pelo prazer, então com mais gel introduzi o terceiro dedo com um pouco de dificuldade.
Como era apertado seu buraquinho.
Chupei mais avidamente seu clitóris, forçando um pouco mais seu buraquinho. Não demorou e ela gozou em minha boca. Levantei e coloquei a camisinha e um pouco de gel em meu pau, coloquei deitada de lado e deitei atrás dela.
Direcionei meu pau para seu ânus, e comecei a forçar a entrada, que pouco a pouco foi recebendo a cabeça com um pouco de resistência mais não muito pois já estava aberto um pouco por contra da preparação. Coloquei meu braço esquerdo por debaixo de seu corpo agarrando seu seio massageando-o. Olhei em seu rosto para ver se estava doendo muito, mais ela gemia bem baixinho.
Logo que consegui com que a cabeça entrasse, quase gozo, como eu imaginei era muito mais que apertado, minha vontade era de me enterrar de uma vez e seguir meus instintos, mas não poderia fazer isso principalmente porque era minha Roza, a mulher que eu amava e que decidiu se entregar sem reservas para mim.
Forcei mais um pouco e ela começou a ficar tensa, levei minha mão direita para seu clitóris estimulando-o vendo-a relaxar e entrei lentamente ela gemeu um pouco de dor e parei um pouco esperando que a segunda barreira se folgasse.
— Tudo bem Roza? — perguntei preocupado com sua feição de dor — Estou te machucando muito? Porque eu posso sair se você não...
— Tudo bem Dimitri — disse ela — Dói um pouco, só me dá um minuto.
— Todo tempo que você precisar meu amor — beijei sua cabeça e recomecei as carícias em seu clitóris e depois de alguns minutos ela rebolou.
Entendi o recado e comecei a estocar devagar, ouvindo seus gemidos de dor e prazer que logo foram substituídos por de prazer.
— Hum Roza que cuzinho delicioso — eu já esteva louco e meu pau já deslizava com facilidade — Hum minha vadia... Só minha... Toda minha.
Introduzi dois dedos em sua boceta e com o polegar massagiei seu clitóris, e logo seus gemidos foram ficando mais altos, seu corpo a se contorcer em meu braço, apertei com força seus seios, e estoquei bem forte e rápido em seu cuzinho que já me apertava, assim como sua boceta apertava meus dedos, eu já não aguentava mais, mas tinha que esperá-la vir primeiro, então estoquei mais forte — se é que isso fosse possível.
— DIMITRI... — ela gritou meu nome assim que atingiu o clímax, e eu então deixei-me derramar preenchendo a camisinha naquele cuzinho delicioso.
Aproveitei seu momento de topor e retirei meu pau lentamente, e a abracei, me acalmando com ela.
Deixei ela na cama e fui ao banheiro, retirei a camisinha e deixei a banheira encher e tomei uma ducha rápida, voltei para o quarto e ela já dormia agarrada a um travesseiro. Sorri, ela era tão linda, e eu era muito sortudo em tê-la só para mim.
Peguei em meu colo dando beijos em seu rosto, despertando-a, sorriu meio sonolenta, coloquei ela dentro da banheira apoiando sua cabeça na borda em cima de uma toalha.
— Fica um pouquinho aí — disse afagando seu rosto — Eu vou fazer um lanche para nós, já volto. Roza... eu machuquei você?, digo, muito, porque depois que senti seu interior apertado todo ao meu redor não consegui me controlar... Me desculpa eu...
— Xiii — ela colocou os dedos em meus lábios — Foi incrível Dimitri, não se desculpe por me dar uma nova maneira de prazer... Não vou dizer que não doeu, porque sim, doeu, mais mesmo assim não deixou de ser incrível, por ter sido com você, o homem que eu amo.
Beijei seus lábios docemente.
— Eu amo você demais minha Roza, minha menina. — disse e beijei mais uma vez.
»»»
Depois que fiz o lanche, subi dei um banho nela, passando a esponja lentamente por todo seu corpo memorizando-o. Comemos e arrumei minha pequena mala, depois fomos dormir.
Na madrugada fui desperto com uma pequena mão acariciando meu pau, era ela, perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim e que só me queria dentro dela novamente, fizemos sexo até o amanhecer.
Já no aeroporto, me despedi dela com um beijo e quando nos afastamos, uma lágrima solitária escapou de seus lindos olhos.
— Oh minha menina, não chore — falei enxugando seu rosto — É apenas um dia, logo estarei de volta para você. Queria muito que fosses comigo, mais meu dia vai ser corrido e você ficará sozinha. Então não se preocupe tá?
Ela assentiu e me deu um beijo amoroso e intenso, e me abraçou forte. Olhei para seu rosto e ela sorria mais não chegava aos olhos. Meu vôo foi anunciado e logo embarquei.
»»»
Durante aquele dia, como tinha dito, foi muito corrido, resolvendo alguns problemas que surgiram em cima da hora, mas finalmente ao final do dia consegui fechar o negócio. A noite fui a um jantar com Alberta, que depois de um tempo notou minha aliança, perguntando quem finalmente tinha conseguido ter meu coração e que queria conhecê-la, contei um pouco sobre Rose, Alberta apesar de ser mais velha era como uma amiga, não falávamos muito sobre esse assuntos, mais ela sempre me dava conselhos preciosos. O jantar seguiu e claro tudo o que falamos foi de trabalho.
Quando cheguei no hotel estava muito cansado, tudo o que eu mais queria era correr para casa e ficar com minha Roza, mas não poderia pois teria que comparecer no café da manhã para novamente falar de trabalho.
Me lembrei que com a correria do dia nem falei com ela, liguei e ninguém atendeu, depois de mais algumas tentativas desisti e mandei uma mensagem. Tomei um banho e fiquei esperando sua resposta, que não veio.
»»» * «««
Era aproximadamente quatorze horas assim que cheguei em casa, eu estava louco para saber de Rose, já que ela não atendeu nenhuma ligação ou respondeu minhas mensagens.
Cheguei em casa e a parte de baixo estava como havia deixado, subi a procurando por todos os cômodos e nada, até que encontrei em cima de minha cama um envelope vermelho com meu nome escrito com a letra dela.
Sentei e abri e puxei uma folha de dentro e o anel dela caiu na cama peguei e comecei a ler. Eu não podia acreditar o que estava escrito ali, enquanto minha visão embaçava, só realmente consegui distinguir algumas frases como: "foi um grande engano" " Eu não amo você".
Senti meu coração afundar e uma raiva que não sei da onde e por quê me consumir. Levantei e fui direto para casa ao lado, ela teria que me explicar essa história direito, bati bem forte e abriu uma senhora, deveria ser a diarista da casa, perguntei onde estava Lissa e ela falou que tinha ido deixar a amiga no aeroporto, agradeci e saí pegando meu carro, se ela pensava que iria fugir assim, estava enganada.
Quando cheguei lá, levei um tempo procurando até que encontrei Lissa, ela olhava através do vidro para a pista.
— Onde ela está? — perguntei, ela apenas se virou e olhou para pista onde a última passageira embarcava no avião antes de acenar para ela, que quando me viu estacou no lugar chorando ainda mais e falando alguma coisa como "me desculpa" e entrar no avião, que logo fechou a porta desaparecendo no ar.
Deixei-me cair na primeira cadeira que encontrei, e só me perguntava "por que?"
— Dimitri — Lissa se manifestou perto de mim — Não somos amigos nem nada, mais tenho que dizer que foi melhor assim, não pergunte os porquês, só aceite que esse foi o melhor caminho. Conheço a Rose a muito tempo e sei que, por mais difícil que tenha sido, foi a melhor decisão que ela tomou para te fazer feliz. E por favor se você gosta dela, deixe-a em paz, não a procure, vai ser melhor.
Com isso ela saiu me deixando lá, pensando em tudo o que ela falou e não concordando com uma só palavra. Como que se afastar de mim seria o melhor? Como minha vida sem Rose seria melhor?
Mas não iria ficar assim, primeiramente eu esfriaria minha cabeça, e depois a procuraria, e ela teria que cara a cara me explicar essa história direito.
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