O Vizinho da Minha Melhor Amiga

4 Capítulo 4 - Conhecendo a Menina-mulher


Notas iniciais
Olá meninas! E hoje é o cap do nosso russo. Espero que gostem. Queria agradecer novamente a todas que comentaram, seu reviews afloram minha imaginação, portanto não me abandonem hein, conto com vocês. Meus agradecimentos também para as queridas RAHERONDALE e fransouza por favoritarem a fic. Sejam bem vindas. Nos vemos nas NF

PDV Dimitri

Era sexta-feira, cheguei em casa um pouco cansado do trabalho, subi ao meu quarto liguei a luz e comecei a me despir pois queria relaxar com um banho. Trabalho em uma das maiores empresas de advocacia do país, a Petrov Lawyer’s Ltda., sou o diretor.

Meus dias são basicamente rotineiros, pela manhã faço exercícios na minha academia particular que fica no final do corredor na parte de cima da casa. Tomo um banho relaxante após os exercícios, faço meu café, me arrumo e depois me encaminho para empresa. Fico lá até às dezoito horas.

Sou diretor e nesse tempo só o que faço é trabalhar, mal tenho tempo para minha família, na verdade nem me lembro a ultima vez que fui à casa da minha mãe. Só vejo minha irmã caçula porque ela vem todo sábado à minha casa vê como estou.

Não sou muito de sair, mais às vezes meu melhor amigo Ivan consegue me arrastar para um encontro duplo, alegando que eu ainda só jovem, e só fico enfurnado dentro de casa sozinho, que eu tenho é mais que me divertir. Não tenho um relacionamento sério faz algum tempo, o último foi totalmente fracassado, pois namorei Natasha. Ela é linda e uma pessoa muito legal, mais acabei confundindo os sentimentos, só a vejo como uma boa amiga, quase irmã. Ela não ficou feliz e até hoje se insinua para mim, mais não vou cometer o mesmo erro.

Terminei meu banho vesti uma calça moletom preta e uma regata de mesma cor. Resolvi respirar um pouco e olhar para o céu como sempre fazia. Mais ao sair na sacada de meu quarto vi uma mulher linda que estava na sacada da casa de Lissa, minha vizinha. Ela era morena, cabelos castanhos escuros que caiam em ondas, seu rosto tinha uma beleza exótica e inocente, fui descendo o olhar até seu corpo, ela estava com uma blusa de alças que estava colada em seu corpo evidenciando seus seios fartos, barriga plana e curvas perfeitas, usava também um short curto que mostravam suas pernas grossas e bem torneadas. Era uma menina com corpo de mulher.

Fitei seus olhos, vi passar um algo como desejo, luxúria. Controlei-me para não demonstrar nenhum sentimento enquanto analisava seu corpo, pensando em como seria provar todo seu corpo. Deus! eu estava desejando uma desconhecida que com certeza deveria ser menor de idade. E eu um homem feito estava me deixando levar por meus pensamentos luxuriosos.

Balancei a cabeça para espantar tais pensamentos e decidi entrar antes de fazer alguma besteira, aquela menina-mulher estava me descontrolando como nunca outra tinha feito. Acenei em sua direção cumprimentando-a e saí da sacada. Fechei as portas, apaguei a luz e me joguei na cama.

Tentei dormir mais a imagem daquela menina e seu corpo maravilhoso vinha a minha mente. Quem será ela? Provavelmente é amiga de Lissa e definitivamente não é daqui. Quanto tempo será que ela ficará aqui? Acho que estou muito tempo sem fazer sexo para desejar loucamente uma mulher que mal conheço. Depois de algum tempo fui levado á inconsciência.

Acordei na manhã seguinte um pouco tarde, fiz meus exercícios que duraram em torno de uma hora e meia a duas horas, tomei um banho demorado. Coloquei uma cueca boxer e uma bermuda, desci fiz meu café da manhã.

Subi para o meu quarto para ler um livro, era meu hobby favorito, principalmente ler os de faroeste, mais antes fui abri a cortina em busca de mais iluminação, parei imediatamente com a visão que tive.

Ela estava só de biquíni — se é que era um, de tão pequeno — á beira da piscina que ficava um pouco afastada — mais de minha sacada dava para ver perfeitamente — deitada de barriga para baixo na espreguiçadeira. Fiquei observando, a parte de cima de seu biquíni não tinha alças, desci o olhar por sua coluna constatando suas curvas realmente perfeitas e chegando à sua avantajada bunda coberta por apenas um fio dental azul.

Aquela menina era toda gostosa, sua bunda era grande e sua pele parecia bem macia. Senti meu membro ficar rígido. Estava com muito tesão, tentei ser racional, eu tinha que ser racional, era apenas uma menina, repetia para mim mesmo. Passei uma mão em minha recente ereção, não aguentando sua rigidez, eu estava parecendo um maldito adolescente vendo pela primeira vez uma mulher nua à sua frente.

Ela despertava desejos insanos em mim, os quais não podia evitar. Abri minha bermuda libertando meu pau da boxer e comecei a massageá-lo movimentando para cima e para baixo num ritmo constante, olhando aquele corpo maravilhoso. Como a queria gemendo e gritando meu nome enquanto a fodia com força e fazia gozar várias vezes. Ou aquela boca deliciosa me chupando bem forte até me derramar, e ela engolisse tudo. Imaginando tudo isso gozei em minha mão urrando de prazer.

Então ela se virou assustada, me afastei um pouco pensando se tinha falado muito alto, mais era só minha irmã, que nem tinha ouvido chegar, que foi falar com ela. Fui ao banheiro me limpar e trocar a roupa que tinha sujado.

Depois daquela hora não a vi mais, pensei até que veria á noite na sacada, mais quando saí, ela não estava lá. Deveria ter ido embora. Era melhor assim!Tentei me convencer sobre isso.

No domingo acordei cedo e fiz minha rotina matinal diária, depois do café fui ao escritório revisar alguns documentos para deixá-los prontos para o dia seguinte. Quando saí de lá vi que havia se passado muito tempo e estava na hora do almoço.

Tomei um banho, vesti um jeans e uma polo, peguei a chave do carro e fui a casa da minha mãe pois Victória disse que era para passar lá hoje, minha mãe estava com muitas saudades.

Estacionei o carro e entrei, vi que não tinha ninguém na sala, já estariam almoçando, pensei em dar meia-volta mais alguma coisa me dizia para entrar. Fui a cozinha olhei minha família reunida e logo meus olhos se detiveram nela, que estava ainda mais bonita em um vestido azul. A encarei mais tive que desviar a atenção para minha família que se levantava e vinha me cumprimentar. Sorri estava com tantas saudades.

Victória me puxou e apresentou Rose, apertei sua mão e senti um choque percorrer meu corpo, retirei a mão e vi que ela tinha sentido o mesmo.

O restante do almoço foi muito agradável, mais sentia o olhar de Rose sobre mim.

Estávamos na sala, e fiquei sabendo um pouco sobre Rose. Fiquei admirado por ela seguir essa carreira, e durante a conversa mostrou-se determinada, e aproveitei que minha mãe e Vick estavam distraídas com ela e fiquei admirando sua beleza.

Vick pediu licença e a arrastou para conhecer a casa, eu fui ao escritório e conversei com minha mãe sobre alguns assuntos da empresa já que ela é sócia, eu só a represento. Minha mãe já é aposentada mais gosta de ficar a par de tudo. Acertamos os detalhes e fui ao banheiro.

Saí do banheiro com intuito de ir ao quarto do meu sobrinho Paul, só que ao dobrar o corredor senti um pequeno corpo se chocar contra mim. Era Rose, como tenho reflexos rápidos a segurei em seus braços e trouxe seu corpo perto do meu. Seus olhos abriram e fitaram o meus, não sabia o que estava acontecendo, mais comecei a puxar seu corpo junto do meu sem desviar o olhar. Quando estávamos colados, abaixei minha cabeça e nossos lábios ficaram a centímetros de distância. Eu queria beijá-la e tomá-la ali mesmo naquele corredor, mais era errado.

Dentro de mim estabeleceu-se uma guerra entre razão e emoção que logo foi dissipada quando senti seus lábios, extremamente macios, tocarem os meus em um beijo casto que fez todo meu corpo ficar rígido. Então ela abriu sua boca e chupou meu lábio inferior e ao soltá-lo raspou os dentes. Eu não conseguia reagir, a única coisa que fiz foi diminuir o aperto em seus braços, e quando eu pensei que ela aprofundaria o beijo, não o fez, saiu me deixando sozinho.

Aos poucos me recompus tentando entender o que diabos tinha acontecido ali. Ela com certeza queria me deixar louco. Meu lado emocional se perguntava por que ela não tinha me ‘beijado’, mais o lado racional sempre me dizia que tinha sido melhor assim. Tirei esses pensamentos da cabeça e fui ao quarto do meu sobrinho.

Cheguei lá ele ainda estava dormindo, sentei na poltrona do lado de sua cama e fiquei velando seus sonhos. Eu o amava. Sou louco por ele, na verdade sou louco por crianças. Meu sonho sempre foi ser pai, mais não vou ter um filho com qualquer uma. Ela tem que ser especial, minha amada.

Depois de alguns minutos ele acordou e começamos a brincar. Distraí-me bastante com Paul, mais vi que estava ficando tarde, procurei minha mãe e minhas irmãs para despedir-me delas.

Quando ia sair Vick apareceu e disse que Rose já ia também, que eu poderia dar-lhe uma carona. Concordei, abri a porta para ela, entrei e dirigi rumo a sua casa. Durante o limitado tempo do percurso ficamos em silêncio. Eu não sabia como e o que falar para ela. Estacionei em frente à casa de Lissa e fiquei esperando ela sair do carro. Ela hesitou um pouco e virou-se pra mim.

— Hum... Obrigada pela carona. – disse olhando-me intensamente – Er... Acho que já vou. – abriu a porta e antes que saísse segurei seu braço.

— Ãn, sei que você está de férias mais se quiser ajuda com os assuntos da universidade é só me procurar. – disse ainda com minha mão em seu braço. O que há com você Dimitri? pensei, convidando a menina pra ir à sua casa com essa desculpa, está perdendo todo o senso.

Ela deu um belo sorriso que a deixou se possível mais linda e começou a aproxima-se de mim. Já sabia no que aquilo iria dar, mais meu corpo não obedecia aos comandos do meu cérebro, cada vez ela aproximava mais seus lábios dos meus, e quando pensei que eles se tocariam ela desviou tocando o canto de minha boca, depois se afastou e saiu do carro rebolando até em casa.

Não sabia o que estava acontecendo comigo, meu corpo estava totalmente a sua mercê. Liguei o carro e fui a casa de Ivan para vê se colocava a cabeça em ordem.

Cheguei lá, e toquei a campainha e quando ele atendeu entrei sem pedir licença e fui diretamente me servir com uma bebida bem forte.

— Wow! – disse Ivan – Oi pra você também Belikov – me observou durante um tempo – Tá bom que foi que aconteceu?

— Aquela garota está me deixando louco. – disse, ele sabia tudo sobre mim, era o irmão que nunca tive – Simplesmente é muito difícil me controlar perto dela.

— Tá bem – disse ele – Vamos por partes. Primeiro: quem é ela? E como assim te deixando louco? – perguntou.

Suspirei e contei tudo para ele. Quando terminei ele ficou me olhando em silêncio e depois caiu na gargalhada. Não entendi. Acho que ele viu minha cara de confusão.

— Ah, Belikov. Se essa menina é tudo o que falou, você tá fudido. – disse sorrindo – Mais ainda não entendi qual o problema. — mais ele sabia.

— Qual o problema? Ela é só uma menina Ivan, uma menina. – disse furioso – Ela é muito nova e temos uma grande diferença de idade.

— Pare de ser careta Dimitri, essa história de idade está muito ultrapassada, o que vale são os sentimentos envolvidos, sejam eles quais forem. – disse – Olha não é como se fosse acontecer de novo. São apenas alguns momentos de extremo prazer, não é como se você não tivesse feito isso antes.

— Mais eram mulheres feitas. – respondi.

— Não importa! Talvez essa menina traga alguma alegria a sua vida monótona e te livre dos fantasmas do passado. – disse ele – Não custa nada tentar.

Ficamos conversando por um tempo ainda , ele tentando me fazer ceder. Mais eu não ia deixar isso acontecer, essa ideia era inconcebível para mim. Despedi-me dele e fui para casa. Tomei um banho e ao ficar sozinho ela me vinha à mente, a maciez de seus lábios, seu perfume, seu corpo que só de imaginar me deixava duro. Eu tinha que me afastar. Aquela menina seria minha ruína.

Notas finais
Então meninas o que acharam? Reviews? E no prox cap teremos Romitri. Xero