O Vizinho da Minha Melhor Amiga
20 Capítulo 20 - A Conversa
Notas iniciais
PDV Dimitri
Eu estava super ansioso em ver Rose novamente, e senti tamanha felicidade ao vê-la saindo daquele elevador. Ela viera ao meu encontro, e estava incrivelmente linda, se isso fosse mesmo possível. Meu corpo logo esquentou desejando sentir novamente seu corpo colado ao meu, sua pele nua, seus beijos... tive que me controlar ao máximo para não agarrá-lá.
Durante o jantar, evitei de falarmos logo do assunto, pois eu a conhecia bem, ela fugiria a qualquer momento, e bem que ela tentou, mas dessa vez eu não deixaria.
Não entendia o porquê dela tanto relutar em me dizer o que aconteceu, e quando finalmente me disse, meu coração acelerou e fiquei tão irado com o que fizeram com ela e Emily e sobre as ameaças contra minha família. Eu estava louco para arrancar a cabeça da pessoa que estava à frente disso tudo. E quando ela falou que essa pessoa era Tasha, fiquei atordoado.
Como ela seria capaz de fazer uma coisa tão monstruosa como essa?, pensei, Não poderia ser verdade.... Mas era Rose quem estava contando isso e vi em seus olhos que ela dizia a verdade. Fiquei em choque um momento por pensar que conhecia Natasha, sendo ela uma ótima amiga, irmã até.
Quando voltei a mim, Rose não estava mais lá. Não entendi o que aconteceu, então saí a sua procura encontrando-a já dentro do elevador.
Ela disse que já ia para casa pois eu não acreditava nela e que a chamei de mentirosa. Ela entendeu tudo errado, mas tratei de desfazer o engano, e a tomei para mim ali mesmo, satisfazendo todo meu desejo, reafirmando que ela era somente minha e sempre seria.
Não fui delicado de forma alguma, deixei meus instintos mais primitivos me dominarem e a fodi fortemente, mas ao vê-la quase desmaiada no chão assim que terminamos, me senti culpado por machucá-la. Mas ela negou e disse que me amava e que nunca mais queria ficar longe de mim, fiquei muito feliz. Ela era a minha vida.
Já no quarto depois de transarmos novamente, ela adormeceu em meus braços, e fiquei ali velando seu sono. Fazia tanto tempo que não tinha seu corpo perto do meu que estava aproveitando cada minuto, nem que fosse apenas observando-a dormir.
Ela acordou ainda de madrugada e fizemos amor, calmo, mas não deixou de ser gostoso. Estávamos reafirmando nosso compromisso de amor.
No dia seguinte fizemos o que seria nosso primeiro programa de casal. No final da tarde fomos à sua casa pegar algumas roupas. Escutamos um barulho vindo do andar de baixo, e ao chegarmos lá, eram seus pais.
Descobri a pouco tempo quem eram os pais de Rose e vi que já os conhecia. Abe era um velho conhecido de minha família e Janine conhecia da primeira empresa que trabalhei. Ela era minha chefe.
— Boa noite Rosemaire — falou com Rose mas olhando para mim — Você poderia me dizer o que Dimitri faz aqui?
Vi que Rose ficou um pouco surpresa e me adiantei cumprimentando seus pais.
— Boa noite Janine. Abe — falei- Sou o namorado de Rose e estou aqui para pedir oficialmente.
Abe sorriu para mim. Janine abriu a boca em um "O", mas rapidamente se recuperou.
— Como assim namorado? Não vê que você é muito velho pra minha filha? — disse Janine — Explique-se Rosemaire.
— Se for por isso mamãe, você também era jovem para meu pai — disse Rose — e bem, isso não te impediu não é mesmo? — completou Rose sarcástiscamente ganhando um olhar mortal de sua mãe, que iria respondê-lá se Abe não tivesse a cortado.
— Jane querida, acalme-se — falou Abe — Vamos sentar e conversar.
Sentamos eu e Rose em um sofá e seus pais à nossa frente. Expliquei como nos conhecemos, nos apaixonamos e que gostaria muito que eles apoiassem o nosso relacionamento.
— Isso é um absurdo! — disse Janine assim que terminei de falar. Vi Rose impaciente do meu lado.
— Com todo respeito Janine, mas não é não — falei antes que Rose explodisse ao meu lado — Eu me apaixonei por sua filha. Na verdade eu a amo mais que minha própria vida e estou disposto a protegê-la de quem quer fazê-la mal. Sou um homem feito, não um moleque. Você conhece meu caráter e sabe que jamais brincaria com os sentimentos dela.
Ela parou um pouco para pensar, alguns minutos se passaram, pensei até que ela não responderia mais, então olhou para seu esposo, e depois suspirou.
— Tudo bem Dimitri — disse ela por fim — Vou dar-lhe um voto de confiança. Mas se você em alguma hipótese fazê-la sofrer, nós faremos você pagar. Não é mesmo meu bem? — perguntou ao seu esposo.
— Não se preocupe Jane — disse Abe — Ele já foi advertido previamente por mim mesmo. — completou dando um sorriso diabólico para mim.
Engoli a seco. Eu me lembrava muito bem de tudo que ele disse que faria comigo se sequer pensasse em magoar sua kiz, ele foi bem detalhista nesse ponto. Abe era um grande homem de negócios, mas era muito conhecido como a cobra.
— Obrigado Janine — disse enquanto afagava a mão de Rose, que estava super quieta — Tudo que eu mais quero é fazer Rose feliz.
— Tudo bem então tem nossa bênção — disse Abe — Agora se nos derem licença — falou levantando-se do sofá seguido por todos nós — Precisamos descansar. — retirou-se logo depois de dar um beijo em Rose.
Fiquei observando enquanto eles subiam. Rose já tinha sentado novamente no sofá, ela estava quieta, sentei-me ao seu lado, esperando que ela falasse alguma coisa.
— Quando você ia me contar que conhecia meus pais e estava de complô com meu pai? — perguntou ela um pouco irritada.
— Eu não sabia até antes de você vir embora — disse — Você não usa o nome Mazur e sua mãe conheci como Janine Mazur... E não estou de complô com seu pai — falei e ela levantou uma sobrancelha — tá bem, falei com ele antes de vir pra cá e pedi sua ajuda. Seu pai tem muitos contatos e contei tudo que aconteceu e quem eu era na sua vida. Ele deu sua palavra que me ajudaria.
— Você não deveria ter feito isso — falou ela levantando-se para longe de mim — Agora ele vai me encher de seguranças ou vai me manter presa logo Dimitri e eu não quero isso.
Levantei ficando atrás dela e acariciei levemente seus braços, depois virei seu corpo para que ficasse de frente para mim.
— Ele não vai mantê-la presa Roza — disse olhando em seus olhos — Eu fiz o que achava certo. Eu faria e farei qualquer coisa para que você fique segura e para que os que te fizeram mal paguem por isso. Você é minha prioridade e eu amo muito você — enlacei sua cintura com meus braços e a beijei.
Sentia toda maciez e gostosura de seus lábios, apertei seu corpo contra o meu ganhando um baixo gemido de satisfação. Ela envolveu seus braços ao redor de meu pescoço e aprofundou o beijo. Me perdi em seus lábios momentaneamente, esquecendo onde estavamos, até alguém pigarrear, nos afastamos assustados ao ver Abe.
— Acabei de receber a ligação de Erick — disse Abe — Ele conseguiu algumas informações importantes e nos encontraremos amanhã pela manhã. Esteja aqui amanhã às nove. — ele falou e olhou para Rose — Por hora acho melhor cada um ir para sua casa.
— Gostaria de levá-la para jantar — disse ganhando sua atenção — Se assim o senhor permitir, é claro. Prometo que a trago em segurança.
— Tudo bem — disse ele — Rose já é de maior e mesmo que eu disse não ela me desobedeceria — disse sorrindo para ela — Então cuidem-se.
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— Você toma um banho enquanto peço a comida — disse assim que chegamos no hotel.
Decidimos no caminho comermos no hotel mesmo. Liguei pedindo a comida, depois decidi ligar para Ivan contar as novidades. Relatei tudo que soube e ele disse que conseguiu as gravações das câmeras de segurança da empresa. Jesse, seu primo tinha levado Rose na sala dele e tinha se escondido na cozinha sem que minha secretária o visse. Depois ele saíra de lá e tirou as fotos, trancando-se novamente na cantina, saindo depois que Rose foi embora. Ele estava de boné e evitava olhar para as câmeras, mas cometeu um deslize, pois dentro da cantina tinha uma câmera noturna e lá ele estava à vontade. Ivan também conseguiu descobrir de quem era o celular que mandou as mensagens para Rose. Natasha. Ela não tinha sido cuidadosa afinal, então com certeza teria cometido outros deslizes, e aí a pegaríamos. Desligamos e eu fui tomar um banho, visto que Rose já tinha terminado.
Tomei minha ducha rapidamente e me vesti em seguida. Cheguei a sala de jantar e Rose já tinha recebido o jantar. Jantamos tranquilamente e depois ficamos no sofá, apenas abraçados, curtindo a presença um do outro.
— Sabe eu pensei muito sobre nossa relação quando você for para a faculdade. — quebrei o silêncio, ela me olhou — Naquela viagem que fiz, recebi uma proposta de chefiar a equipe em Londres, estava pensando em aceitá-la, quando você for chamada para Oxford. — disse acariciando seu rosto — Assim ficaria mais perto de você e nos veríamos nos finais de semana. — ela não respondeu nada, apenas ficou me olhando — É claro se você quiser. — completei por sua falta de resposta.
Ela me olhou por mais alguns instantes e sentou-se em meu colo me beijando em seguida.
— É claro que quero camarada! — disse ela depois do beijo — Ficar perto de você é o que mais quero na vida — disse e beijou-me novamente.
Eu nunca cansaria de seus beijos. Pedi passagem com a língua e ela prontamente permitiu, toquei cada canto de sua boca antes de subjugar sua língua a minha, ela então se esfregou em meu colo causando um delicioso atrito em minha recente ereção, desci minhas mãos para a barra de sua blusa tirando-a em seguida apenas para ter uma bela surpresa.
— Sem sutiã, Roza? — perguntei agarrando um de seus seios fortemente, ganhando um pequeno gemido em troca — Assim que eu gosto. Agora quero você nua, toda pra mim.
Peguei seu pequeno e delicioso corpo e deitei em cima do sofá, só pra constar que ela estava sem calcinha também.
— Minha vadia safada — rosnei para ela que me deu um sorriso safado — Você me deixa louco. — disse tirando sua saia.
— Sabe quando você me deixa louca? — perguntou ela descendo a mão e tocando seu clitóris — Basta me tocar... Quando você me chupa. Hummm... Ou quando me fode. Agora vem e me deixa louca.
Disse ela por fim e eu substitui sua mão por minha boca. Lambi toda extensão de sua boceta até chegar em seu ânus, depois chupei seu clitóris bem forte, e ganhei um gemido alto em troca. Levei minha mão direita para sua mão e a coloquei em seus seios massageando eles por cima de sua mão, ensinando-a como gostaria que ela se tocasse ali.
Parei de chupá-la ouvindo um pequeno muxoxo de seus lábios e coloquei suas pernas — uma de cada vez — em cima do sofá afim de tê-la o mais exposta para mim. Fiquei observando sua boceta, que estava bem molhadinha, por um tempo antes de me levantar e retirar toda minha roupa.
Me ajoelhei em sua frente, me inclinei e fiquei entre suas pernas e beijei sua boca enquanto roçava meu pau em sua boceta. Depois do beijo, desci dando pequenas chupadas em seu pescoço até chegar à seus seios, retirei sua mão deles e lambi o mamilo do direito, fechando minha mão em cima do esquerdo. Repeti o processo no esquerdo para logo chupar com fome, ouvindo seus gemidos de satisfação, me dediquei chupando-os, revezando uma hora ou outra. Satisfeito já, desci com suaves lambidelas por sua barriga até chegar onde eu mais queria, sem me demorar mais chupei fortemente seu clitóris, deixando um pouco de saliva escorrer e melando dois dedos lá para logo introduzir rapidamente em seu interior, vendo-a se contorcer e gemer.
Estabeleci um ritmo intenso de vai e vem com meus dedos em sua boceta ao passo que chupava avidamente seu clitóris. E quando prendi seu clitóris em meus dentes passando a língua rapidamente para cima e para baixo, seu corpo todo tremeu e ela se entregou ao clímax, tirei meus dedos de seu interior e sorvi cada partícula de seu doce mel.
Mas eu ainda estava duro, precisava sentir meu pau naquela boceta apertada. Não dei tempo para que se recuperasse e peguei seu corpo e virei deixando-a ajoelhada em cima do sofá com as mãos segurando o encosto do mesmo. Introduzi meu pau lentamente apreciando sua boceta apertada se abrir para me receber, mas logo o desejo tomou conta de mim e a fodi forte enquanto ela gritava meu nome.
— Então minha vadia — disse me enterrando dentro dela parando momentaneamente para sussurrar em seu ouvido — Estou te deixando louca? — sai e meti rapidamente.- Responde Roza — falei parando de movimentar-me.
— Hummm... — gemeu ela — Sim, você me deixa louca... Ohhh — disse quando estoquei firmemente começando um ritmo de estocadas em seu interior.
Fiquei um pouco naquele ritmo, estocando forte agarrando em sua cintura para ajudar a dar mais força às minhas arremetidas até sentir as paredes de sua boceta esmagarem meu pau, avisando que ela estava prestes a gozar.
— Isso minha vadia, goza no meu pau — disse e ela gritou meu nome e eu me também não aguentei mais e jorrei dentro de sua deliciosa boceta. Sentei no sofá e ela caiu ao meu lado.
Mas eu ainda não estava saciado, meu pau ainda estava duro. Percebendo isso ela sorriu, levantou-se e ficou a minha frente.
— Meu deus do sexo está insaciável hoje — disse ela maliciosamente enquanto sentava no meu pau, fazendo-o entrar de uma vez em sua boceta apertada. Gruni em satisfação.
— Gostosa — disse ajudando-a cavalgar — Quer dizer que sou um deus do sexo? — perguntei, fiquei envaidecido por sua confissão.
— Um deus... do sexo... não — falou entre gemidos pulando no meu pau — MEU deus do sexo — parou os movimentos me beijando em seguida.
Levantei com ela e fui para o quarto, deitando-a em cima da cama com meu corpo em cima do dela, tendo cuidado para não machucá-la com meu peso, e logo comecei a movimentar-me em seu interior. Aumentei o ritmo e intensidade das estocadas, deixando palavras sujas saírem sussurradas em seu ouvido. Ela agarrou minha cintura com as pernas fazendo a penetração mais funda e me perdi em seu interior, mas não sem antes senti-la ter seu terceiro orgasmo da noite.
Sai de dentro dela e deitei puxando-a para cima de mim.
— Eu amo você — disse ela levantando seu olhar para o meu. Ela estava sorrindo.
— Eu também te amo minha Roza — disse afagando seus cabelos — Agora descanse um pouco, prometi ao seu pai que levaria você para casa em segurança.
— Não precisa meu amor — falou ela, sorri e apertei seu corpo ao meu, pelo modo que ela me chamou — Liguei avisando que não dormiria em casa hoje, vou dormir aqui com você. — disse e me beijou.
— Boa noite Roza — disse após o beijo
— Boa noite meu amor — disse ela bocejando e dormindo em seguida.
Sorri pensando como eu estava feliz por tê-lá em minha vida novamente. Agora restava saber o que Erick tinha para nós e fazer de tudo para que Natasha pagasse.
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