O Vizinho da Minha Melhor Amiga
14 Capítulo 14 - Surpresa no Escritório II
Notas iniciais
A sexta-feira chegou e eu já tinha arquitetado todo meu plano. Fui ao centro da cidade e passei por um sexy shop comprei alguns itens e uma fantasia de colegial, eu faria meu russo perder o controle.
Estava um pouco receosa de fazer isso pois afinal eu estava indo fazer uma loucura no trabalho dele e se alguém nos visse? Expulsei esses pensamentos, até porquê Ivan me garantiu que ficaríamos ali só nós dois.
Fui para casa e durante o dia me preparei, hidratei meu corpo, fui à casa de Dimitri e preparei o ambiente com algumas velas, escolhi algumas músicas, pois continuaríamos nossa festa em casa. Tínhamos que aproveitar cada momento pois nosso tempo juntos estava acabando, sem cobranças, sem olhares maldosos, sem a supervisão dos meus pais... Meus pais... Minha mãe vai pirar, já meu pai é imprevisível sua reação. Deixei esses pensamentos para lá, afinal eu só veria Dimitri poucas vezes e poderia ir escondida, eles não precisavam saber de nada, me poupava muita dor de cabeça.
Saí de casa por volta dàs quatorze e quinze, levei quinze minutos para chegar lá. Vestia um vestido social azul e preto, justo com abertura frontal e um sapato de salto preto, uma make modesta e alguns acessórios, e levava um bolsa preta LV.
Na recepção pedi para falar com Ivan e logo fui acompanhada por um rapaz — que não tirava os olhos de mim — até a sala dele, agradeci e entrei.
— Rose! A que devo a honra de sua visita? — disse ele brincando se levantando e vindo em minha direção.
— Ivan! Como sempre engraçadinho né!? — falei abraçando-o, em poucos dias ele havia se tornado uma pessoa muito especial para mim — Tudo pronto? — perguntei e ele gargalhou.
— Calma — falou ainda sorrindo — Já está tudo pronto, acabei de falar com a secretária dele e ela só está esperando chegarmos lá. Ela pedirá para sair mais cedo, e como hoje o expediente é mais curto temos que esperar até às quinze, para que ele não precise chamar outra recepcionista para ficar no lugar dela.
Conversamos um pouco e quando deu a hora fomos para a recepção. O andar todo era muito bonito, tinha requinte em cada espaço. Fomos apresentadas e Ivan começou a conversar com ela, minha atenção foi diretamente para uma sala onde às paredes eram todas de vidro e tinha uma mesa com várias cadeiras, era a sala de reunião, imaginei o russo me fodendo em cima daquela mesa e também contra o vidro das paredes, comecei a ficar excitada.
Vi quando a secretária saiu da sala dele, pegou suas coisas e se despediu.
— Bom agora é com você — disse Ivan e me entregou um pedaço de papel, olhei perguntando o que era aquilo — Conheço muito bem meu irmão para saber que ele hesitará logo de primeira, com toda aquela merda de "é errado" então vou assegurar que ele não dê para trás, a princípio pelo menos, e o resto é você que faz. Boa sorte! — falou e saiu.
Guardei o papel no caderno que tinha e fui para o banheiro, troquei minha roupa, deixei minha bolsa na mesa e fui para sua sala.
Entrei e ele estava sentado em sua cadeira virado para a parte de vidro das paredes, mais virou-se quando eu fechei a porta. Ele estava com uma camisa branca social e uma gravata azul marinho.
Quando seu olhar caiu sobre mim, me analisando, me derreti toda com a intensidade de seu desejo. Ele estava estático e seu olhar não saíra de mim.
É parece que eu tinha acertado na escolha da roupa.
Andei até ele e deixei o caderno e a caneta em cima de sua mesa e me inclinei para frente lhe dando uma melhor visão de meus seios.
— Boa tarde Sr. Belikov — disse — Eu estou fazendo um trabalho sobre profissões e escolhi falar de direito, descobri que sua empresa é a melhor dessa área — conforme eu falava via em seu olhar tesão, luxúria mais hesitação também — Então o senhor sendo o presidente seria o melhor advogado... — continuei com movimentos insinuantes, seu olhar me fez ficar mais molhada e interromper meu diálogo por alguns segundos perdendo o rumo da conversa — Marquei hora com sua secretária semana passada, e preciso que o sr me dê algumas orientações. — falei e sentei na cadeira pegando o caderno e abrindo, cruzei as pernas e mordi a tampa da caneta.
Ele me olhou por alguns segundos, mais não estava prestando atenção, ele estava perdido em pensamentos, vi seu tesão se transformando... esfriando, Ivan estava certo. Peguei o pedaço de papel e sem falar nada o coloquei em cima da mesa. Ele pegou leu e olhou para mim com uma sobrancelha arqueada, dei um sorriso amarelo.
— Então Sr. Belikov, vamos começar?! — disse
— Roza... — sua voz era quase como uma súplica, não deixei que continuasse.
— Perdoe-me Sr. nem me apresentei — disse levantando e estendendo a mão para ele — Sou Rose, vai ser um prazer conhecê-lo melhor — ele me analisou e depois de um tempo, que para mim pareceu uma eternidade, e se manifestou.
— Em que posso ser-lhe útil — falou com diversão, bom ele tinha cedido um pouco e entrara no jogo.
— Bom, farei algumas perguntas e espero que responda com sinceridade. — disse.
— Claro! — disse ele — Mas antes, gostaria de uma bebida? Tenho vodka e água. Poderia oferecer café, mais minha secretária que tem a chave da cantina, infelizmente teve que sair mais cedo.
—Tudo bem, mas eu prefiro leite... — falei com a melhor voz sexy que tinha — De preferência quente... jorrando em minha boca. — passei a língua sensualmente entre os lábios e depois mordi o inferior.
Vi ele engolindo seco, seus olhos escureceram brilhando, ele então se levantou e foi em direção a uma mesinha que ficava bem perto, ao lado da mesa, em cima tinha uma bandeja de cristal, eu acho, com 3 copos e umas três garrafas de bebidas. Escolheu uma serviu-se e voltou para a cadeira. Olhei para sua calça e era já perceptível sua ereção, sorri e comecei a entrevista.
Fiz algumas perguntas pertinentes, cruzava e descruzava as pernas em alguns momentos, enquanto ele respondia coloquei a caneta na boca e comecei a deslizar a ponta para dentro e para fora quando parava de escrever, e depois de umas três perguntas parei e fitei-o, ele olhou-me e perguntou se estava tudo bem, não respondi.
Levantei da cadeira e fui até sua mesa na parte onde ele estava, afastei alguns papéis de lá e me encostei. Ele afastou um pouco sua cadeira para trás, criando uma distância entre nós.
— Não estou conseguindo me concentrar... Sabe desde que entrei aqui — disse me sentando em sua mesa, a sua frente, abrindo as pernas, seu olhar foi indiscretamente para lá — Fiquei molhada imaginando o sr me fodendo em sua mesa.
— Que isso senhorita — falou consternado — Comporte-se, tenho idade para ser seu pai.
— Mais não é! Talvez um tio, bem gostoso por sinal- falei e abri mais minhas pernas — Olha só como minha calcinha está empapada de tesão pelo sr. — subi um pouco a saia e me toquei.
— É melhor você descer daí — disse sem sair do lugar, sua voz estava rouca — Se não tem mais perguntas já encerramos e pode retirar-se.
Ele estava se fazendo de difícil mais eu sabia como desarmá-lo. Coloquei minhas mãos em minhas pernas, e comecei a subir pelo meu corpo até chegar aos meus seios apertando-os.
— Vai tio — disse dengosa — Eu sei que você também quer, pensa que não vi seu olhar para meu corpo?... Admita que você me quer apoiada nessa mesa... — alisei a mesa — ... me fazendo sua putinha, forte e rápido.
— Roza alguém pode descob... — lá estava ele de novo saindo da brincadeira.
Desci da mesa e coloquei meu dedo em sua boca para silenciá-lo, me aproximei mais dele e sentei em seu colo sentindo seu membro endurecido tocar minha boceta.
— Prometo que não conto a ninguém... — disse beijando seu pescoço, suas mãos estavam na poltrona — ...Vai tio — minhas mãos espalmaram seu peito — Prometo ser uma boa garota e seguir suas orientações... Só me fode, forte, faz eu gemer seu nome, faz- falei baixo em seu ouvido arranhando sua nuca trazendo sua boca ao encontro da minha e beijando intensamente.
Ele me agarrou pela cintura me colando mais a seu corpo, e correspondeu ao beijo, suas mãos agora afoitas passam por todo meu corpo, percorriam aquecendo cada parte e fazendo meu desejo por ele triplicar. Suas mãos foram de minha bunda para meus seios onde apertou fortemente e então puxou ambos os lados arrebentando os botões de minha blusa tirando-a para fora de meu corpo.
Paramos o beijo e ele foi para meu pescoço e deu-me uma bela chupada, gemi, com certeza ficaria uma bela marca ali. Abri sua camisa de botões na frente pois seu terno estava na poltrona, ele mesmo se livrou da gravata, comecei a arranhar seu peito indo para o cós de sua calça, abri seu cinto, o botão e o zíper de sua calça e coloquei logo minha mão por dentro de sua cueca pegando em seu pau e tirando-o para fora massageando-o. Sua respiração ficou ofegante, massageei mais um pouco enquanto ele abria meu sutiã e se livrava dele. E quando ele ia começar a acariciá-lo o telefone nos interrompeu. Ele me olhou dizendo que tinha que atender, bufei e desci de seu colo sentando no chão a sua frente.
— Alô — sua voz estava muito rouca — Sim... Entendo... — disse ele — Pode passar... Obrigada Ana... ... привет... Как .. — depois de alguns instantes ele começou a falar em uma língua que eu não entendia nada, pareciam xingamentos, mais seus rosto estava normal, aí me lembrei de Vick xingando um cara no cinema com essa língua, era russo claro.
Fiquei olhando falar então vi que seu pau ainda estava lá exposto, pronto para mim. Me aproximei rapidamente dele segurando-o e movimentando para cima e para baixo, ele olhou para mim reprovando minha atitude, ignorei e coloquei de uma vez seu pau em minha boca, saboreando o sabor de seu pré-gozo, uma de suas mãos veio imediatamente para minha cabeça empurrando-a gentilmente para trás, mais como ele viu que eu não soltaria desistiu, sorri, dei uma piscadinha para ele e continuei chupando enquanto movimentava a parte que não cabia em minha boca, estava com tanta saudades de senti seu gosto em minha boca. Sua respiração estava pesada e via que a ligação era importante e ele se controlava para não gemer e tentava se concentrar na conversa.
Depois de alguns minutos entre lambidas e fortes chupadas senti seu membro inchar em minha boca, sua mão segurou meu cabelo fortemente e ele falou alguma coisa ao telefone, apertou o mudo deixando o telefone em cima da mesa e gozou forte segurando meus cabelos urrando de prazer. Engoli todo seu leitinho e continuei chupando até deixá-lo limpinho.
— Viu tio — disse com uma cara de safada — Amo beber leitinho quentinho, e o seu é o melhor que já provei.
Ele nada respondeu, respirou fundo e me deu um olhar indecifrável, pegou o telefone falou alguns instantes e encerrou a ligação.
Ele me puxou para seu colo e me beijou sentindo seu gosto, sua língua explorava minha boca com gana me levava a loucura, adorava seus beijos.
— Então você quer brincar? — falou quebrado o beijo — Tire sua calcinha, deite-se na mesa e apoie suas pernas em cima — ordenou, sua voz era autoritária, mandona e um pouco raivosa, mais não deixava de ser mais sexy, pois seu sotaque ficou mais carregado. Puta que pariu! Estava fudida, pensei.
Fiz o que ele mandou, e ele nada, só ficou me observando ainda sentado em sua poltrona, e eu totalmente exposta para seu vil prazer, eu queria ser tocada, minha excitação já estava ao tal ponto que escorria, e ele nada, acho que estava me punindo.
— Você é uma garota muito má — disse ele acariciando do joelho até o tornozelo — Vou ensiná-la que tem de ficar quietinha, quando a outra pessoa está ao telefone.
Apoiei meu cotovelo na mesa para que pudesse ver tudo que aconteceria. Suas mãos foram subindo lentamente até a parte interna de minha coxa, passando pela virilha indo até minha barriga e refazendo o caminho várias vezes, eu já estava indo a loucura por ele não tocar onde eu mais precisava, meus seios estavam pesados e minha boceta formigando, e ele ainda continuava com a tortura, chegando cada vez mais perto.
— Por favor... — disse já não aguentando mais.
— Por favor o que Rose? — disse ele, seus olhos brilhavam, entendi, ele queria que eu implorasse.
— Me toque... — senti seus dedos roçarrem minha fenda, arfei — Me chupa... Por... — seu dedo começou a fazer movimentos circulares em meu clitóris, gemi — ... Favor... Me chupa... Me fode... Ahhh! — gemi alto quando ele sem cerimônia chupou meu clitóris do jeito que eu gosto. — Isso... Oh...
Ele agarrou minhas pernas abrindo-as mais e começou a passar a língua por toda extensão de meus lábios externo e internos, causando-me um frisson, deixando minha pele toda arrepiada.
Deixei-me deitar sobre a mesa e agarrei sua cabeça, forçando-o a ir mais rápido. Eu estava louca de tesão, meus gemidos que antes eram murmúrios agora eram aflitos e altos.
Depois de um tempo ele abocanhou meu clitóris com vontade e introduziu dois dedos de uma vez em minha fenda encharcada e arremetia com vigor, sua boca me beijava e chupava com vontade, é como se ele estivesse me dando um beijo de língua na boca, gemi ainda mais.
Sua mão desocupada subiu ao meu seio esquerdo massageando com força, depois prendeu o mamilo entre os dedos puxando levemente. Eu já não aguentava mais, sentia todo meu corpo quente, os bicos de meus seios formigavam e minhas paredes internas começaram a pulsar em espasmo de prazer, eu estava gozando, e ele sentindo isso também, estocou mais forte seus dedos e prendeu meu clitóris entre os lábios puxando-o e passando sua língua vigorosamente de baixo para cima, fazendo-me vir abundantemente em seus dedos.
— Ah!... Hum... Que delícia! — gemi e ele tirou seus dedos de dentro de mim, se levantou e pincelou seu pau em meu clitóris prolongando meu estado de êxtase — Oh... Isso — gemi quando senti seu pau deslizar para dentro de minha boceta, abrindo lentamente o caminho, alargando-a preenchendo-me toda.
Era sempre assim, mesmo que tivéssemos acabado de fazer sexo — que não era o caso — a sensação quando ele entrava era surreal, de alargamento, parecia que minha pequena boceta não aguentaria todo seu tamanho, e ser preenchida por ele era magnífico.
Fui despertada de meus devaneios quando senti seu pau entrar forte e fundo e ele gemer.
— Era isso que você queria, vadia? — gemi — Então toma! — suas estocadas eram selvagens e imponentes fazendo meus seios balançarem me matando de prazer, ele me segurava pelas pernas para que eu não escorregasse. Não demorou muito e meu corpo começou a tremer, e logo uma de suas mãos vieram para minha boceta onde tocou com o dedão meu clitóris, gemi e gozei, mais ele não.
— Levante-se e deite sobre a mesa de costa para mim — disse ele saindo de mim — Quero te comer com esse rabo virado para mim. — gemi e desci da mesa, virei para ele e fiz o que pedira, minhas pernas estavam um pouco bambas por conta dos orgasmos obtidos, então me segurei para não cair.
Ele passou as mãos em minha bunda e deu um leve tapa, como se para testar, gemi. Enquanto uma mão massageava, meu traseiro a outra ia de encontro a meu clitóris, massageando, e eu agora só falava palavras sem sentido. Ele então abaixou-se e passou a língua da minha fenda até meu buraquinho intocado, fazendo uma onda elétrica percorrer minha espinha, aquilo era muito bom, não sei se era porquê estava decidida a tentar o sexo anal com ele, mais foi excitante.
Ele percebeu e abriu minhas nádegas e deu um beijo grego mais demorado lá.
— Hum... Delícia de cuzinho — falou, e eu? gemi, oh meu!... Dimitri falando sacanagem era quente como o inferno — Logo terei ele para mim. — disse massageando meu ânus com o polegar forçando um pouco a entrada, mais sem penetrar.
Não sabe o quão logo terá, pensei.
Ele então me preencheu novamente, dando uma deliciosa estocada forte, fazendo seu pau entrar até o fundo, dando um toque em meu útero.
— Ai tio... Me fode assim... Fode sua puta — eu já estava totalmente louca de prazer — Sou toda sua... — gemia e ele enlouqueceu também e começou a meter mais vigorosamente, pegou meu rabo de cabelo e forçou minha cabeça, junto com meu corpo vir para trás.
Apoiei minhas mãos na ponta da mesa e fiquei empinada para ele, que parou os movimentos, ia começar a reclamar mais ele falou.
— Rebola pra mim, vadia, rebola no meu pau — disse ele e gemi pois o som do 'r' arrastado me fazia delirar, comecei a rebolar empinando mais a bunda para ele — Isso gostosa! — disse ele me dando um tapa em minha bunda, acariciando depois no local.
Depois ele segurou — com sua mão livre — minha cintura e começou a estocar forte e parar lá dentro, entrar forte e parar, estocava e parava. Tive que me segurar firme para não cair com suas arremetidas, ainda bem que a mesa era madeira pura e daquelas bem pesadas.
— Oh tio... Eu vou... — gemi sentindo mais um orgasmo à caminho — ... Gozar.
— Goza vadia — disse ele em um grunido — Vem comigo, que eu também vou gozar.
Senti seu pau alargar-se expandindo ainda mais o interior de minha boceta, e seus jatos se lançarem em meu interior.
— Oh Dimi... tri... Hum... Oh Dimi...tri — gemi com certa dificuldade, pois minha respiração estava falha e meu corpo tremia violentamente.
Ele me segurou e caiu em sua poltrona, me levando junto, estávamos suados e ofegantes, seu membro ainda estava dentro de mim, e parecia que não tinha amolecido por completo.
— Nossa tio — falei depois de poucos minutos — Foi o melhor sexo que tive em minha vida.
Ele sorriu e afastou meu cabelo para o outro lado e começou a beijar meu ombro, subindo para meu pescoço, indo até minha orelha e passando as mãos em minha barriga subindo até meus seios.
— E quem disse que acabou? — sussurrou em meu ouvido passando a língua em minha orelha, ofeguei — Só fiz o que você imaginou... — falou apertando meus seios um contra o outro — ... Que era eu te fodendo nessa mesa. Agora vem a parte que eu imaginei — gemi quando ele disse isso pinçando os bicos de meus mamilos em seus dedos, meu corpo esquentou e suas carícias enviaram ondas elétricas diretamente a minha fenda, lubrificando-a toda.
Percebi que seu pau já estava pronto, duro dentro de mim. Oh meu!... Que homem era esse? Inconscientemente comecei a rebolar em seu colo sentindo toda sua dureza.
— Isso vadia — ele falava-me ao ouvido — Agora pula no meu pau, pula — falou e me levantou um pouco e desceu sobre seu pau, me insitando a fazer o mesmo. — Cavalga bem gostoso em mim.
Gemi e comecei a cavalgá-lo, que delícia, suas mãos ainda acariciam meus seios, me levando as nuvens de prazer, fiquei um tempo assim, indo e vindo, rebolando, subindo e descendo naquele grande, grosso e gostoso pau, sentindo toda sua extensão, enquando ele me chamava de safada, vadia.. eu estava adorando aquele Dimitri.
Num piscar de olhos ele me virou para ele — de frente — e enterrou-se em mim com tudo. Oh!... Mil vezes Oh.,
Me beijou furiosamente e se levantou comigo e caminhou, senti minhas costas baterem em algo gelado, era a parte da parede de vidro, me imprensou lá e meteu vigorosamente, fazendo meu corpo deslizar para cima a cada estocada.
— Hum... Tio... Quer me exibir? — disse e ele parou, me desceu de seu colo me encostando por trás
Meus seios estavam encostados no vidro, expostos para quem quisesse ver — não que alguém realmente fosse ver, já que o prédio era o maior entre todos os outros e estávamos na cobertura, talvez um helicóptero?. Fui despertada de meus pensamentos novamente com ele me penetrando e rapidamente estocando.
— Quero sim... — disse ele ofegante — Se alguém ver, vai saber que você é só minha e que eles podem até te olhar, mais só eu posso te comer.... — falou e eu gemi gritando de prazer, pois suas estocadas estavam quase raivosas — ... E te fazer gozar assim — disse ele percebendo também que eu estava chegando ao clímax.
Meu corpo desabou depois do orgasmo e ele me segurou para não cair, me virou de frente para ele e me beijou e sentou-se comigo em um sofá que tinha na sala.
— Agora ajoelhe-se e chupe meu pau, quero gozar em sua boca gostosa — mandou depois que me recuperei um pouco, me ajoelhei e lambi toda sua extensão, sentindo nossos gostos misturados.
Circulei a glande com a língua para depois colocá-lo na boca, minhas mãos cuidavam da base movimentando-a para cima e para baixo, fazendo-o gemer e elogiar minha performace. Chupava seu pau até onde dava e raspava os dentes nele ao tirá-lo da boca. Ele então pegou meu cabelo — que já estava amarrado em um rabo de cavalo — e começou a movimentar minha cabeça, "fodendo" ele mesmo seu pau, e ele ia cada vez mais fundo então relaxei a garganta.
— Toma vadia, você não gosta de leitinho? — falou ele com seu pau inchando em minha boca — Então toma ele é todo seu — disse e jorrou em minha boca soltando meus cabelos, aproveitei o máximo seu leitinho, para não deixar nada cair no chão, engoli seu delicioso sabor, e depois limpei ele todinho e cai deitada no tapete que tinha ali no chão.
Ele se juntou a mim me puxando para seu peito, beijou minha cabeça e acariciou minhas costas, era tão bom sentir seu toque carinhoso após o sexo. Ficamos um tempo lá nos acalmando e ouvi seu peito balançar e o som de sua rizada.
— Que foi camarada? — perguntei me apoiando em seu peito olhando-o.
— Só estou feliz Roza — disse ele — Feliz por você estar comigo e me preparar essa surpresa. Amei, de verdade. Nunca pensei em fazer isso, principalmente no trabalho, e que me alegraria tanto. Eu amo você.
Meu coração deu milhões de pulos de alegria, mais deu vontade de chorar. Beijei ele apressada e amavelmente.
— Eu também te amo camarada — disse e ele sorriu — Mais quem disse que acabou — devolvi quase a mesma frase anterior dele, e ele me olhou com uma sobrancelha arqueada. — Tenho mais uma surpresa em casa. — falei dei um selinho e me levantei — Vamos?!
Ele levantou e olhou para o relógio, tínhamos ficado bastante tempo ali e provavelmente todos já teriam ido embora.
— Você quer que eu leve você? — perguntou-me — É que preciso passar na casa de minha mãe, ela me ligou e disse que precisava falar comigo urgente.
— Não tudo bem, vai lá eu pego um táxi — falei e o abracei sentindo que ele estava nú da cintura para baixo, nem percebi quando ele se despiu — É bom que na volta você passa no restaurante e traz comida pra gente.
Depois que nos limpamos e nos arrumamos, ele despediu-se de mim, pois teria que mandar um e-mail para Rússia e assim ficaria mais um pouco.
Cheguei em casa já estava escuro, Lissa estava em casa, conversei com ela um pouco e contei a ela o que tinha feito, ela disse que eu era louca, e que só eu mesmo para fazer isso. Brinquei que emprestaria a fantasia caso ela decidisse fazer uma surpresa para Cris, e ela me bateu e me mandou tomar banho, subi me despedindo dela pois iria ver o namorado.
Tomei um banho demorado de banheira, com sais e tudo que tinha direito.
Eu estava super feliz, repassei tudo que tinha acontecido e como eu amava aquele homem e queria ficar para sempre com ele. Mais de repente senti uma angústia, de doer o coração, algo ruim iria acontecer, meus sentidos nunca erravam, e eu estava torcendo que por uma única vez, eles errassem.
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