Notas iniciais
Hey Iol, Hey Iol.... Que eu posso falar disso!? Seu que dei uma de politico em início de campanha, havia prometido postar o capítulo até dia 15 de Agosto, que alias e o mês do meu niver que foi no dia 12, fiquei de ressaca até agora. Sabem o que dizem.... Antes tarde do que nunca! Adorei a 7ª temp, de GOT JonSan e verdade valeu apena passar horas juntando teorias de uma mente como a de GRRM para escrever essa fic que digo, EU SHIPPEI JonSan Antes da HBO. Se preparem para muitas reviravoltas na fic, as emoções iram consumir vocês antes do fim desta emocionante saga que levará Sansa e Jon a cometerem os pecados mais hediondos em nome do amor e da lealdade.

Ele aguardava pacientemente a sua anfitriã, havia sido convidado para aquela conversar, mas devido as circunstâncias resolveu escolher um lugar que conhecia bem. Observa tudo de um fundo falso atrás da parede, o ambiente está totalmente destruído e estrelas de sete pontas pintadas com o que parecia ser sangue decoravam as paredes do antigo bordel.

Saiu de seu esconderijo quando percebeu o véu turquesa de Olenna Tyrell rodopiar ao vento que soprava da Baixada das Pulgas.

— Sinto muito pelo local — Petyr sorriu com o canto da boca no final da frase.

— Não, não sente — olhos meio baços de Olenna o fitaram com desconfiança. Ela voltou a olhar o quadro quebrado a sua frente.

— ... me parecia o lugar mais seguro em Westeros. — Começou a andar em direção a mulher tuda vestida de Turquesa e com rosas de veludo por todo o vestido.

— Não é o que a sua clientela diria Mindinho. — Olenna sempre tinha uma resposta afiada e pronta.

Petyr começou a andar para a direita do quarto, queria olhar na face de Lady Teryll.

— Era um estabelecimento sem igual. Uma enorme variedade de apetites atendidos — olhou para a mobília destruída pelos pardais da fé, em seguida finalmente cruzou olhares com a Dama das Rosas. — Desejos que nem existiam antes de nós os inventarmos. — Petyr se preocupou com a sua segurança ali por isso, deu ordens a Lothor para ficar à espreita na varanda. — Me parece que veio sozinha...

A mulher suspirou ruidosamente.

— Sempre se vangloriando, não é?

— Passado é passado — Baelish deu de ombros e se moveu um pouco mais para perto de Olenna, ele não queria que Sor Lothor ouvisse toda a conversa. — O futuro é o que vale apena discutir. O futuro da sua casa, o futuro do nome Teryll.

— Não precisa fingir que se importa com meus netos ou comigo. Tudo começou a dar errado quando furtivamente o senhor sumiu de Porto Real, curioso não?

— Prometo... — Mindinho foi interrompido abruptamente.

— Promessas Lorde Baelish. Prometo que nossos destinos estão vinculados, juntos matamos o Rei — apontou o dedo em riste para o rosto do homem. — Se os Teryll caírem não terei nada a esconder. Se acontecer algum acidente comigo aqui neste mercado de carne falido, nunca encontraram o que sobrar de ti. Então... — Fez uma pausa e um sorriso sádico brotou em seus lábios arrugados. — Nega seu envolvimento em tudo isso?

Ela só precisa saber o suficiente para acabar de atear fogo ao circo.

— Estava em audiência com Cersei Lannister...

— E o que ela queria?

— Informações, que ela sabia que eu possuía — Petyr acariciou as mãos. — Silêncio ou mentiras não estavam na oportunidade que me foi concedida.

Mindinho e Olenna ficaram se encarando durante alguns segundos em uma espécie de sondagem. Os Lannister estão com os dias contados, não tenho nada a perder aqui, pensou Baelish quando passou os dedos no cabo da adaga que trazia na cintura.

— Mas... tenho outras informações que Cersei desconhece —, ele percebeu um fio de interesse nos olhos castanhos da mulher. — E já que nossos interesses estão alinhados. — Caminhou mais para perto até ficarem bem próximos — Eu tenho um presente para a Lady.

— Que tipo de presente?

— Do mesmo tipo que dei a Rainha Regente — foi a vez de Petyr ter uma resposta afiada na ponta da língua. — ... um lindo e jovem rapaz. — O habitual sorriso sínico e torto brotou por debaixo do bigode devidamente aparado.

A Teryll o fitou com perspicácia, me parece que entendeu sobre o que estamos tratando aqui. Pensou Mindinho, quando devolveu o olhar no mesmo tom. Petyr aproximou os lábios da orelha de Olenna e confidenciou a informação.

— Faça com que essa carta chegue ao Alto Pardal através de um desses lunáticos que o seguem. Isso colocara Cersei no mesmo lugar onde seus netos estão agora — deixou discretamente a carta na mão de Olenna e se afastou. — Faça depressa, ela está no Grande Septo agora, Lancel deve confessar para que o jogo tenha uma virada.

Mindinho não se demorou mais ali, seu antigo bordel era agora uma ruina e os fanáticos da fé pareciam estar em todos os lados. Voltou pela passagem secreta por onde tinha vindo, Lothor já o esperava com cavalos e mais quatro homens para escoltá-lo.

— Vamos ter que subir rumo a Fortaleza Vermelha, a um bando de uns trinta pardais entre nós e o porto.

— Vamos arriscar pela Travessa Fedorenta.

— Isso vai dá merda — passou um pequeno rolo de papel para Mindinho. Ele olhou com desconfiança, desenrolou e leu a mensagem.

— Temos que se apressar, temos um estranho no ninho.

Tocou os calcanhares na sua égua marrom e os homens o seguiram, não acredito que o Cão de Caça chegou até o Vale de Arryn vivo, melhor que isso. Ele me trouxe outra Stark. Pensou Baelish enquanto sua montaria mantinha uma boa velocidade descendo rumo ao porto onde seu navio o esperava.

Próximo do cais onde o Donzela estava ancorado um grupo de pardais apareceu com forcados clavas e porretes, os homens que estavam com Mindinho tomaram a dianteira e fizeram uma carga unindo joelho com joelho para não haver chance de algum daqueles lunáticos passarem por eles. Sincronizaram os cavalos e sacaram as espadas passando de trote para uma corrida violenta, os atacantes estavam todos a pé e correram de forma desordenada contra o muro de aço, couro e músculos dos cavalos e seus cavaleiros, Petyr fez um L para a direita e passou de largo pelo lugar onde os cavalos passaram por cima dos pobres pardais, um deles saiu de detrás de um barril de cevada e com um porrete brandido nas mãos gritou: Herege! Herege! Baelish puxou as rédeas de sua montaria e se esquivou do golpe direcionado ao seu tórax por apenas alguns centímetros, em seguida sacou da bainha que estava presa a sela da égua uma lâmina fina e comprida e perfurou com um golpe único a jugular do seu oponente. Fez um movimento de V com o florete braavosi para limpar o sangue e subiu pela rampa e embarcou no Donzela, os outros homens vieram logo em seguida.

— Lorde Petyr — Lothor vinha em sua direção tirando as luvas de couro. — Temos que circunda a baía e passar por Ponta Afiada, A muitos navios da coroa próximos de Pouso de Gralha.

— Isso vai nos atrasar — Petyr pegou das mãos de um marujo um tubo de visão de Myr e levou ao seu olho direito fechando o esquerdo para focar no que queria ver. — Realmente a muita agitação perto de Pouso da Gralha e eu prefiro o mar de marolas ao invés de tempestades.

Ele fez o tudo de visão de Myr encolher em suas mãos e disse:

— De o comando, irei para a cabine descansar um pouco — se retirou do convés. — Vamos para o Ninho, vamos de volta para Sansa.

Lothor Brune assentiu com um simples meneio de cabeça e em seguida começou a gritar ordens para os homens.

Notas finais
É isso senhoras e senhores, ele voltou Petyr Baelish is the tereminator....putz! show errado. O que acharam? Comentem pois eu respondo pacientemente todos os comentários.