O Retorno De Um Estranho

12 Isso Está Se Tornando Perigoso!


Notas iniciais
Desejo-lhes uma boa leitura...

Capitulo anterior: Chegando em casa, sua tia o esperava na sala. Iria dirigir a palavra a ele, mas um movimento com a mão a impediu. Estevão queria ficar sozinho.

Dirigiu-se a sala de conversa e se trancou. Procurou um litro de conhaque e o virou na boca, enquanto chorava, maldizendo a própria sorte.

– O que está acontecendo com meu filho? — sussurrou Alba, enquanto se dirigia a cozinha para tomar um de seus remédios...

Dez horas da manhã, Maria atravessava seu gabinete e se irritou com o que viu: Várias embalagens de salgadinho pelo chão, latinhas de coca sobre a mesa e uma caixa de pizza pela metade na mesma.
Em sua cadeira, Demétrio dormia, relaxado, apoiando os pés na mesa.
– O que significa isso, Demétrio? — falou, aumentando a voz e despertando o dorminhoco.
– Ma...Maria que faz aqui? Pensei que ficaria no hospital... — assustado por ter sido pego.
– Mas como vê, já estou aqui. Que bagunça é essa? Tá achando que é sua casa?
– Não, senhora... É que...
– É que nada. — Cortando-o. — Você é pago para trabalhar, não pra dormir. Limpe minha sala toda, tire essa sujeira que você fez. Vou na lanchonete e quando eu voltar, pro seu bem, é melhor estar tudo do modo como deixei, antes de sair! — e vai em direção a lanchonete, sendo cumprimentada pelos colegas de trabalho.
– Ainda não foi dessa vez! — respondia, simpática.

– Maldita hora que o tiro desviou! — amassando uma das latinhas e colocando numa sacola plástica. — Era para ter morrido, assim acabaria de vez com esse arzinho convencido. — terminou de limpar a mesa e, com uma vassoura na mão, começava a limpar o chão.
Demetrio tinha inveja de Maria. Ao ser transferida para aquele distrito, em menos de seis meses conseguira o melhor cargo da polícia, coisa que ele, nos dez anos de corporação, não conseguiu.
Se fosse delegado, poderia ganhar muito dinheiro, soltando criminosos com alto poder financeiro e apagando arquivos criminais de políticos presos. Mas Maria o impedia de concretizar seus planos.
Sabia que não tinha sido grave o que ocorrera com ela, mas não imaginava que estaria na ativa tão cedo. Com certeza, passou por cima da palavra do médico.
– Sou espero que dá próxima vez não errem o alvo.
– Que disse, Demétrio? — perguntou Maria entrando em silêncio na sala e vendo o policial resmungando.
– Não, nada. — Disfarçando. — Só estava dizendo que terminei o serviço.
– Que ótimo! A propósito, faz dias que o senhor só fica aqui, na sombra. Daqui a pouco, uma viatura fará uma ronda, quero que vá também para complementar a equipe.
– Sim, senhora. — Demétrio pegou os utensílios de limpeza e saiu do gabinete.
Foi alvo de piadinhas por parte dos colegas.
"Pode deixar que falem mal de você, Demétrio..." pensou, enquanto colocava um boné e andava até o carro policial. "Em breve, você terá sua vingança!"

********

Enquanto o dia começava para uns, a noite ainda não havia terminado para outros, tomando por exemplo Estevão, que não dormia há um dia inteiro
Ouviu o balançar de chaves. Era Alba, que com as cópias das chaves de todos os cômodos da casa, invadia o ambiente para saber como estava seu filho.
Olhou com espanto três litros de conhaque vazios em um centro, e encontrou o filho sentado no sofá, de costas para a porta.
– Estevão, você está bem? — correndo ao seu encontro.
– Quero ficar sozinho, tia. — com olhos fechados.
– Meu querido, por favor, olha pra mim. — pediu Alba, levantando o rosto dele.
Lentamente, Estevão abriu os olhos, que estavam inchados de tanto chorar. Sua cabeça rodava, mal podia destinguir o que via, se não fosse o som da voz familiar , não reconheceria quem estava ali.
– Por que você estava chorando? — Em todos os anos em que vivia com Estevão, jamais o viu derramar uma lágrima sequer.
– É por causa dela, tia.
– É a noiva de Geraldo, não é mesmo? — Estevão a olhou. Para que mentir quando ela o conhecia tão bem?
– Sim, tia. Ela mesma.
Pronto. As dúvidas passaram a ser afirmações. Por isso ele tinha dito que estava cometendo uma traição, por isso o desespero para ver a noiva de Geraldo, que havia conhecido na própria festa de noivado dela...
– Ela não mais te quer, é isso?
– Antes fosse. O problema sou eu. Eu me intrometi na história dos dois e agora ela está dividida.
– E o que você pretende fazer?
– Eu vou deixar ela em paz. Não antes de Maria ter certeza de que gosto dela.
– Como assim, Estevão? Olha, não vá cometer nenhuma imprudência! — advertindo-o.
– Não vou fazer nada demais.
– Meu querido, porque não vai tomar um banho e dormir um pouco? Aposto que não pregou o olho a noite toda.
– Tem razão tia, não dormi.
– Então tome um banho, descanse e mais tarde procure Maria para conversarem.
Depois de muita insistência, Estevão se banha e em seguida, vai para a cama. Seus sonhos se resumiram na lembrança da noite em que Maria quase se entregara a ele...

*******

– Mandou me chamar, Geraldo? — era Daniela, entrando na sala do chefe. Chamava-o pelo nome devido aos anos em que trabalhava a ele.
– Sim, por favor, sente-se. — indicando uma cadeira.
– O que deseja?
– Queria falar de Maria.
"Ah não!" Daniela ficou aflita. Como falar da mulher que roubara o amor de sua vida?
– Tenho muitos papéis pendentes e...
– Não se preocupe, depois você faz seu trabalho. Não te chamei aqui como secretária, se não como amiga. Preciso que me aconselhe, já que é mulher, poderá me ajudar.
– Somos iguais no gênero feminino, não nos pensamentos. Não sei se posso...
– Pode sim. — interrompendo-a de novo. — Me fale do que você gosta, dos lugares que ama frequentar...
– Para que quer saber? — perguntando já ciente da resposta.
– Por que queria ver se Maria também gosta. Quero agradá-la.
Daniela irrompe em lágrimas. Não conseguiu segurar o choro. Toda essa preocupação à Maria, essa atenção desnecessária, a quem aparentemente não dava a mínima a incomodava e principalmente, fazia seu coração doer.
– Por que chora? — preocupado. — Falei algo errado?
– Eu não aguento mais! — brada ela. — Será que nunca vai olhar pra mim como olha pra ela? — levantando-se.
– O que quer dizer, Daniela? — confuso.
– Eu quero dizer que estou cansada de te demonstrar o quanto gosto de você e o senhor nada o faz, cansada de olhar pra você com ternura e em troca, receber um olhar de gratidão do patrão ou do amigo. Uma coisa é não ser correspondida, outra é ser humilhada, resumindo-se a uma conselheira amorosa da pessoa que mais me cativa.
– Está querendo dizer que... — incrédulo.
– Sim, sim, eu te amo. Pra que esconder, pra que negar, se nesse tempo todo em que trabalhamos juntos era tão evidente?
– Mas eu não sabia. — Ainda perplexo. — Por Deus, me perdoe!
– Perdoar? Perdoar o que? A culpa é minha, só minha. — andando de um lado a outro. — Você não tem culpa de não me amar. — disse, sentindo o gosto amargo das palavras que saíam de sua boca.
– Daniela... — aproximando-se dela. — Não se sinta mal, por favor. Prometo que não falo mais de Maria. Juro!
– E de que adiantaria se você já sabe de meus sentimentos por você?
Ele ficou quieto. Daniela estava certa.
– Procure outra secretária, Geraldo, porque a partir de hoje, eu não faço mais parte desta empresa.
– Daniela, não faça isso. Você sabe o quanto gosto de você.
– Mas não é da forma como eu queria. — Lágrimas irromperam mais fortes. — Além de que... — tentando se recompor. — Por mais que tentássemos esquecer o que foi dito aqui, haveria um clima estranho entre nós, e não conseguiríamos conviver como antes.
– Olha... — segurando o rosto dela. — Eu preciso de você. — falou, sincero.
– Eu também, Geraldo, mas... mas de outra forma. Eu... eu te amo.
Aquelas palavras tocaram o coração de Geraldo. Claro que havia notado como Daniela o tratava, diferente das demais empregadas de sua empreiteira, mas jamais pensou que todo o cuidado dedicado a ele fosse amor!
Olhou-a nos olhos e viu toda a tristeza que ela sentia. Talvez fosse por pena, mas motivado pelo momento, uniu sua boca com a dela.
Foi um rápido beijo. Ela ainda continuou de olhos fechados quando se separaram, querendo imortalizar o tão sonhado momento, infelizmente, dado em circunstâncias desagradáveis.
– Não quero que vá embora. — disse ele. — Mas se essa for sua decisão final, pelo menos fique comigo até o meu...
– casamento! — concluiu o que ele ia dizer, abrindo os olhos e despertando do transe.
– Por favor! — implorou Geraldo.
– Tudo bem. — disse, a voz fraca.
Geraldo a abraçou e enfim, ela pôde se acalmar...

******

Era fim de expediente.
Maria saía da delegacia, quando se deparou com um homem encostado em um carro, usando um sueter vermelho e calça jeans. Estevão estava tão lindo...
– O que faz aqui? — perguntou ela, surpresa.
– Temos um assunto pendente a tratar. Por favlr, entre no carro.
– Eu não vou entrar, ao menos que me diga onde me levará.
– Por favor, entre no carro. — disse pausadamente.
"Porque está tão sério? " pensou Maria.
Não insistiu para saber onde iriam. Até estava curiosa para saber o que Estevão queria com ela.
– E quanto ao meu carro?
– Não se preocupe. Quando estiver em sua casa, ele estará na garagem.
Maria acendeu um cigarro, sinal de que estava tensa. Estevão não trocava uma única palavra, e ela já estava ficando inquieta.

Percebeu, depois de alguns minutos na estrada, que o carro tomava curso em direção à uma pista interditada, em direção a uma mata.
– Estevão para onde está me levando? — virando para olhar para ele.
– Daaui a vinte minutos agente chega.
– Perguntei o lugar, não o tempo que vai demorar.
Mas ele a ignorou e continuou a dirigir. A atitude dele a deixava temerosa, mas o pior de tudo: ela confiava nele. Irremediavelmente, ela confiava nele.
Tomaram uma trilha dentro da mata fechada e , depois de alguns minutos, Estevão estacionou.
O lugar era lindo! A estrada era coberta de pedras de cimento, na frente do carro, uma cachoeira caía, sonorizando o ambiente com o bater das águas nas pedras. Havia uma proteção de ferro cercando um perímetro longo da cachoeira à estrada. Era uma reserva ambiental!
A luz brilhava, plácida e divina, iluminando os dois.
Maria estava fascinada. Não conhecia aquele lugar. Por um momento, esquecera-se de Estevão.
Ele, por sua vez, a admirava. Sorriu, descontraído ao vê-la observando o lugar.
Já estavam fora do carro. Estevão queria ficar mais tempo a olhando, mas dentro de si o desespero lhe abatia, fazendo-o lembrar de que Maria não era dele.
Mas ela seria, nem que fosse por um curto momento.
Sem avisar, ele se aproximou dela e a encostou no capô do carro.
Ela se assustou com o movimento abrupto, mas não o contestou.
Seu ferimento começou a latejar, mas não era hora de dar atenção a isso tendo Estevão tão perto.
Ele olhava a sua boca com desejo, e Maria imaginou que ele o beijaria.
– O que sente por mim, Maria?
– Como? — a resposta a pegou desprevinida.
– Perguntei pra você o que sente em relação a mim.
Ela ficou quieta.
– Eu sei que sente algo. Diga-me, o que é? — escostando-a mais ao corpo dele.
– Eu... eh... — como raciocinar, sentindo o cheiro dele?
– Sabe qual foi a resposta para seu teste? — referindo-se à noite em que quase se entregaram.
– hum-hum...
– Você não passou. — disse ele, friamente.
– E isso é ruim? — perguntou, ingênua.
– Isso é péssimo. — retrucou ele.
– Estêvão, melhor irmos para casa. — olhando debilmente para a boca dele.
– Iremos, mas depois de você me dizer se realmente é isso que você quer...

>>— Geraldo chega na delegacia com um exagerado ramo de flores, após deixar Daniela em casa, dormindo. Foi difícil, para ele como homem,resistir ao amor de uma mulher tão bonita, ainda mais na abstinência ao qual estava submetido. Mas lembrou-se de sua noiva e pôs-se a repetir, enquanto saía do apartamento dela: " Já, já Maria será sua, espere!"
Sentiu-se patético ao ser avisado que Maria já havia ido embora.
– Sabe me informar se ela foi para a casa dela?
– Eu a vi saindo com um homem, e há pouco uma mulher veio aqui e pegou o carro dela.
– Um homem? — perguntou, irritado.
– Sim, sim. Um homem. -reforçou Demétrio, que estava a par da conversa de Maria e Estêvão, horas atrás na frente da delegacia.
– Será que era um ladrão e a mulher que pegou o carro, sua cúmplice? — preocupando-se.
Demétrio fingiu uma gargalhada.
– Do modo como saiu sorrindo de braços dados com ele, duvido!
– Aquela resposta enfureceu Geraldo de tal modo, que jogou o buquê de rosas no chão e o fez entrar no carro, batendo a porta com toda a força possível.
– Uma coisa é não dormir comigo Maria, outra bem diferente é me trair! — dizia indignado. — Se esse tal homem for seu amante, os dois me pagarão! — e rachando o pneu na pista, avança para a casa de Maria...

********

>— Já na reserva...
– Não entendi.
– Me entendeu sim, e muito bem! Maria... se você quiser ir embora agora, eu juro que nunca mais me verá, vou sair da sua vida e deixar você em paz de uma vez por todas.
– Eu não quero que você vá embora, Estêvão.
– E você, Maria? Quer ir embora? — olhando-a fixamente com aqueles olhos verdes sufocantes.
– N.. Não... — sussurrou.
– E o que quer que eu faça agora? — perguntou com voz rouca.
– Quero que você me beije.
Não demorou para que ele a atendesse.
Rapidamente, tomou seus lábios ferozmente, invadindo e procurando espaço para sua língua na boca dela. Maria não pode conter-se e avidamente, recebia os toques de Estêvão em seu corpo, queimando-a enquanto seus longos dedos passavam pelas costas.
Suas línguas disputavam acirradamente uma posição, e o hálito de ambos se misturavam.
Estêvão faz com que Maria se sente no capô e recomeça o beijo.
Os lábios dela ficavam inchados, tamanho a pressão exercida pela boca dele.
Sorrateiramente, Estêvão desliza suas mãos para a barra da camisa de Maria e, ajudado por ela, a retira.
Observou, orgulhoso como o peito dela subia e descia pela falta de ar ocasionada por seus beijos. Estêvão a olhou fascinado, desejoso, fazendo uma parte de seu corpo se endurecer ainda mais.
A puxou para que sentisse seu membro duro e ela gemeu, excitada, sentindo-o perto de sua entrada.
Uma agonia tomou conta dela, fazendo-a puxar para outro beijo.
Estêvão desce as mãos para a calça e a desabotoa. Maria coloca a mão encima da dele para detê-lo, mais ele a retira, aproveitando para baixar a calça pela metade.
Sem prévio aviso, ele desliza um de seus dedos pela intimidade dele. Oh céus, como estava molhada!
Ela gemeu alto enquanto o beijava. Estevâo a estava torturando, deixando-a louca!
Ele continuou a invasão, massageando o clitóris dela. Involuntariamente, ela se aproxima, querendo-o sentir mais e mais.
Uma agonia latente se formou em seu ventre. Estevão retirou a mão e ela reclamou, sentindo falta.
Mas foram apenas questão de segundos para que ele tornasse novamente a torturá-la, acariciando sua entrada e introduzindo um dedo na mesma.
Foi a perdição de Maria que, não aguentando mais, desaba no ombro de Estevâo, exauta, mas completamente saciada. Teve seu primeiro orgasmo.
Depois de recobrar a consciência (por assim dizer), ainda com a cabeça recostada sobre o forte ombro de Estevão, ela lhe pergunta:
– Porque me sinto assim tão...? — ela não sabia a palavra que usar.
– Tão bem?
– Sim.
– Nunca havia se sentido assim antes?
– Não... nunca.
Então era certo o que Geraldo havia dito uma vez. Maria era virgem!
– Você alcançou o orgasmo, querida.
– O que é isso?
Estevão sorriu. Ela não sabia?
– Orgasmo é o momento em que uma mulher atinge o pico de prazer. Quando chega ao limite, se é que me entende.
Ela se afastou dele.
– Ai! — colocando a mão no ferimento.
Estêvão gargalhou.
– Engraçado... como estava se entregando você não reclamou de dor.
– Ha! Ha! Engracadinho! — procurando a camisa polo para se vestir.
Mas a alegria de Estêvão foi passageira, tanto quanto o momento que se passou.
– O que foi? — encarando-o, enquanto terminava de ajeitar-se.
– E o que vai depois de hoje? — fitando-a, sério.
– Eu não posso largar Geraldo de uma hora para outra.
– Sim, eu sei. Quer dizer então que...
– Não, Estevão. Não foi porque tive esse tal orgasmo com você que cairei em seus braços, tão fácil.
– Em um dado momento, eu saberei o que fazer. Agora estou confusa. Muito confusa.
Agora podemos ir para casa? — pedindo, tímida.
– O que você quiser, Maria.
Abre a porta do carona para ela. Já acomodados no automóvel,
Estêvão dá partida no carro e segue para o apartamento de Maria.
A volta foi igual a ida, silenciosa, exceto pelo som do carro, que tocava uma canção de amor.
Maria foi pegando no sono.
Foi despertada por Estêvão, que a cutucava de leve, sussurrando que já haviam chegado.
– Ainda vai à minha festa? — a interrogou quando viu que já estava acordada.
– Claro... Com Geraldo.
Estevão suspirou, mas não tinha porque reclamar. Não possuía o direito.
– Boa noite, Estevão. — disse ela, depositando um beijo casto na bochecha dele.
– Boa noite, Maria.
Maria já ia saindo do carro, quando Estevão a puxou, de súbito.
Ela protestou de dor e ele pediu desculpas. Pensava que ele iria beijá-la, mas percebeu, pela expressão dele, que algo estava errado.
Seguindo seu olhar, Maria vê um homem impaciente, batendo a sola dos sapatos num dos degraus da escadaria de acesso à portaria, verificando o relógio.
– Minha nossa! — espantou-se. — Geraldo está aqui!

Continua...

Notas finais
Desculpem se tiver algum erro de digitação. Comentem, favoritem, recomendem. Até o próximo!