O Meu Vizinho, Justin.
35 Capítulo 35
Notas iniciais
Oii, minhas divas e minhas leitoras fantasmas favoritas (:
Ele ficou ali deitado ao meu lado, e eu me aproximei e passei as pernas sobre ele, e fiquei ali deitada perto dele. Ele ficou passando as mãos no meu cabelo. Eu percebi ele tirar os sapatos.
- Está com sono? — Eu o perguntei.- Na verdade sim. — Ele boçejou.- Dorme, quando minha mãe sair te aviso. Ela não vai demorar. — Eu falei alisando sua barriga.- Finalmente, vou poder dormir com você ao meu lado, linda. — Ele deu um beijo na minha testa e me abraçou. Ficamos ali agarradinhos, eu não dormir por um tempo, sentia sua respiração e era como um sonho, o seu corpo estava ali perto de mim, e era todo meu. Seu cheiro me alucinava e aos poucos eu fui caindo no sono.Eu acordei no meio da noite, estava com muito calor. Me levantei fui ao banheiro e tomei um banho. Coloquei o pijama e deixei o ar-condicionado no máximo. Pulei na cama e o Justin gemeu. Ele estava resmungando sobre algo, talvez um sonho. Parecia muito nervoso e irritado. Eu passei a mão no seu cabelo e olhei o seu rosto, parecia um sonho. Mas eu não queria acordar. Me deitei e me aconcheguei mais perto dele, olhei no relógio e era apenas 2 da manhã. Então veio na minha cabeça: "Será que o J, tinha trancado o quarto dele? E se não, e se a mãe dele chegasse e fosse lá?". Isso ia ser o fim, tentei não me preocupar ele jamais deixaria de trancar o quarto. Eu tentei dormir mas aquilo ficava vindo na minha cabeça. Eu não aguentava mais e tentei acordar o Justin.- Justin, Justin! Acorda. — Eu mechia nele, tentando ver alguma reação.- Você não vai conseguir Freddie, me larga. — Ele falou irritado.- Owww, garoto, acorda. — Eu o sacudi.- Nossa... eu tô acordado. Calma, calma... — Ele passou a mão nos olhos. — O que foi?- Justin, você trancou a porta do seu quarto? É que já são quase 3 da manhça e se sua mãe chegasse e entrasse no seu quarto e não te visse... — Ele me interrompeu.- Ei, isso não vai acontecer, eu nunca saio sem trancar meu quarto. — Ele se levantou.- Onde você vai? — Eu perguntei bocejando.- Quero água, você pode me dar? — Ele abriu a porta do quarto. — Vem... — Ele me chamou.Eu deitei na cama, o Justin voltou e veio em cima de mim. — Vai dar uma de preguiçosa agora? — Me deu um selinho e me puxou pelo braço me fazendo levantar.- Seu chato. — E ele continuou me puxando até a cozinha. — Pega aí na geladeria. Os copos estão ali. — Eu falei enquantopegava as pipocas que sobraram e jogava no lixo. O Justin me olhou lavar as louças e disse: — Porque você ta fazendo isso a essa hora? — Ele tinha um sorriso de lado, muito fofo.- Porque é melhor agora, enquanto num tenho mais nada pra fazer. — Eu o olhei.- Poxa, isso ofendeu. — Ele fez biquinho.- O que eu disse? — Eu não entendi.- Me chamou de nada. — Ele falou largando o copo na mesa.- Ué, e o que eu vou fazer com você? — Eu já sabia a resposta, mais seria mais delicioso ouvir as palavras sairem da sua boca.- Poderia fazer o que quisesse e mais um pouco. — Ele falou bem no meu ouvido, mas sem encostar a mão em mim. — Eu ia te acariciar, te beijar. Mas, já que eu não sou nada, acho que nem rola. — Ele se afastou.- Sério? — Eu me afastei da pia e sequei as mãos e fui em sua direção. — Uma pena,- Eu cheguei bem perto e quase encostei nossas bocas, eu o olhei nos olhos e disse: — eu ia te fazer carinho, te arranhar todinho, e depois beijar todo o seu corpo. Mas lembrei você não quer! — Eu disse sorrindo e me afastando. Ele começou a se aproximar falando.- Ah qual é, isso é jogo sujo. — Ele começou a correr e eu corri até a varanda.- Se afaste Justin, eu estou te avisando. — Eu falei enquanto acenava com o dedo que não se aproximasse.- Ué, você não vai me negar carinho vai? — Ele disse me agarrando e beijando meu pescoço.Eu olhei pra cima e vi as poucas estrelas que as luzes da cidade me deixavam ver. — Olha que lindas elas são Justin! — Eu falei olhando pra cima e ele olhou também.- Elas jamais se compararão com a sua beleza. — Ele sorriu sem graça.- O que foi? — Eu perguntei estranhando.- Como você conseguiu? — Ele falou de cabeça baixa. — Me deixar assim um bobo apaixonado, com esse coração que me faz suspirar no meio da noite por não ter você ao meu lado.- Ele me olhava nos olhos e agora super sério.Eu não sabia o que dizer, era tudo muito lindo, as palavras eram doces. E eu não queria ouví-las de mais ninguém.Ele colou nossos rostos e disse: — Me promete uma coisa? — Ele mordeu os lábios. — Promete nunca me deixar? — Ele falou decendo suas mãos de encontro as minhas e as apertando.- Eu prometo. — Era a única coisa que eu poderia dizer que não estragasse aquele momento.Eu olhei para o relógio da sala e vi que eram 3 da manhã.- Justin, nós temos que ir dormir, ou não vamos pra escola, de novo. — Eu falei o puxando até o meu quarto.Aquilo era bem estranho, eu jamais tinha dormido com ninguém antes, e o J aparece do nada e simplesmente faz isso. Eu não me sentia culpada porque nunca fazíamos nada demais, mas mesmo assim, eu ainda achava aquilo demais. Nós entramos no quarto ele se jogou na cama e respirou fundo:
- Essa é a melhor cama em que eu já me deitei. — Ele gargalhou.- É... — Eu me deitei ao seu lado, e apoiei minha cabeça no seu peito.- Não estou com nenhum pouco de sono! — Ele falou me dando um beijo na testa. — E você?- Na verdade não. Sempre que acordo no meio da noite fica meio difícil dormir de novo. — Eu falei o abraçando. Dei um longo suspiro e ele perguntou:- O que você está pensando agora? — Ele disse.- No meu pai. Onde ele pode estar agora. — Eu falei e o olhei. — E você?- Agora que você falou, eu também pensei no meu pai. — Ele parecia triste.- J, onde seu pai mora? — Eu nunca tinha visto o Justin falar sobre seu pai. Na verdade eu nunca tinha visto o seu pai. Eu também não falava no meu.- Ele vive no Canadá com sua outra família. — Ele respirou fundo e disse: — Eu não o vejo há um tempo, e isso é ruim.- Talvez não seja a mesma coisa, mas eu também não vejo o meu pai há alguns meses, ele não vai demorar, mas eu sinto saudades. — Eu falei me debruçando sobre a cama e olhando pro seu rosto.- É... Onde está seu pai? — Ele ergueu uma das sobrançelhas.- Bom, ele tem uma empresa em outro estado, ela trata de uma produção de navios, mas ele volta de 2 em 2 meses. — Eu falei.- Isso é bom, pelo menos você vê o seu pai. — Ele falou meio desapontado.- Não imagino como seja ficar tão distante do próprio pai. Desde quando você não o vê? — Eu o perguntei.Ele pensou bastante antes de responder e quando ia responder, sentia a dor que vinham nas suas palavras. Então resolvi não forçá-lo naquele assunto.- Tudo bem J, esquece não precisa falar disso. — Eu acariciei seu cabelo. — Espera aí, você nasceu no Brasil? Como você veio parar aqui ein? — Eu falei sorrindo de leve.- Na verdade não, eu sou canadense. Eu vim pra cá, porque minha mãe achou melhor, e teve essa oportunidade de expandir seus negócios com filiais no Brasil. Ela tem uns parentes bem distantes aqui. Então foi isso. — Ele sorriu.- E porque vocês se mudaram pra cá? — Eu ainda não tinha entendido.- Nós estávamos morando no interior de São Paulo, mas com todo esse lance de novo restaurante, blablabla, ela resolveu que seria melhor nos mudarmos pra capital. E ela comprou esse apartamento aqui, eu não gostei nada, deixei alguns amigos e... Bom... — Eu o interrompi.- E? O que mais você deixou lá? — Eu sabia que tinha algo haver com garotas.- Só o passado linda. Sério. — Ele falou me olhando nos olhos.- O passado tem nome? — Eu insisti.
Notas finais
Divas muito obrigado mesmo por me apoiarem nessa história (:
Algumas reviews me surpreenderam no capítulo de ontem, estavam pensando que era o último capítulo da FIC.
NÃO MESMO. Acreditem vocês ainda vão me aturar por muito tempo :D
Porque o que eu tenho de ideias, #NEBRINQUEDONÃO
Boa noite
JBeijos :*
Algumas reviews me surpreenderam no capítulo de ontem, estavam pensando que era o último capítulo da FIC.
NÃO MESMO. Acreditem vocês ainda vão me aturar por muito tempo :D
Porque o que eu tenho de ideias, #NEBRINQUEDONÃO
Boa noite
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