Notas iniciais
Boa noite (:
Minhas divas e minhas lindas fantasminhas (:
- Eu não lembro de todos os nomes. — Ele riu e em resposta eu lhe dei um tapa nos braços.- Aw! O que importa o passado. Não importa em nada. Porque nada nem ninguém no meu passado poderá mudar nada no meu presente e futuro que pertencem a você. — ele se aproximou e me disse: — Só você. — Ele me beijou, colou nossos lábios com uma velocidade indescritivel, suas mãos percorriam por debaixo da minha blusa, me fazendo ofegar. Suas mãos desceram a minha bunda, a apertando. Passei minhas mãos perto do pênis dele e passei a unha perto de seu umbigo e com a outra mão alisei a raiz do cabelo dele. Que se arrepiou todo. Ele passou as mãos pelas minhas costas e subiu chegando perto dos meus seios, eu ofeguei. Nos viramos e ele ficou por cima de mim. Ele parou de me beijar e me olhou, eu sorri e subi as mãos pelas suas costas indo até seus cabelos, fiz um cafuné, o puxei e voltei a beijá-lo. Ele me beijava com desejo, enquanto apertava minhas coxas e passava seu corpo em mim. Mordi o lábio inferior e passei minhas unhas em suas coxas e ele gemeu baixo e mordeu o lábio inferior, sorri de canto e subi minhas mãos ate seu bumbum. Coloquei as pontas dos dedos dentro de sua boxer e senti aquela bunda durinha, passei as unhas e suas mãos vieram pra minha cintura, me puxou pra mais perto, suas mãos entraram na minha blusa a subindo, deixando minha barriga a mostra. Passei as mãos em suas costas e desci ate chegar perto do seu membro, passando a mão em seguida, ainda sob a calça. Suas mãos subiram ate meu rosto, tirando o cabelo que cobria meu pescoço e um pedaço da minha testa, jogando o cabelo pra trás. Me puxou pela cintura, colando nossos corpos e o sentia excitado, desceu sua mão ate meu bumbum, o apertando em seguida e me fazendo ofegar alto. Seus lábios quentes tocaram meu pescoço e meu estomago se revirou, ele mordeu e deu um beijo, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo. Coloquei as mãos nos seus cabelos e puxei, olhou pra mim e me beijou. Uma de minhas pernas, foram pra sua cintura, o sentia ficar cada vez mais duro, suas mãos subiram da minha cintura, pros meus seios, os apertando, me fazendo gemer. Mordeu meu lábio inferior e o puxou, sorri e desci minhas mãos ate sua boxer, colocando a mão dentro da mesma e acariciando seu bumbum e seu membro extremamente duro. O apertei com força contra mim, ele surrou seu membro em minha intimidade, me fazendo gemer alto, finquei as unhas em suas costas, o fazendo gemer de dor, tirei minha perna de sua cintura e o puxei pela nuca, o beijando ferozmente.
Ele subiu as mãos e foi tentando tirar minha blusa, mas eu o interrompi:
- Não Justin. Para. — Eu não poderia ir em frente, e eu nem sabia porque eu tinha deixado as coisas chegarem até aquele ponto.
- Eu não entendo. — Ele saiu de cima de mim e se virou para o outro lado da cama.
- Eu sinto muito, mas eu... Não posso. — Eu falei virando seu rosto para o meu. — Me desculpa. — Eu me levantei, e fui até o banheiro, fechei a porta e fiquei olhando pro espelho, pensando na besteira que eu tinha acabado de fazer. O que eu queria com o Justin? Porque eu o deixava excitado se eu não iria seguir em frente. Não era certo. Mas também não seria certo transar com ele, não agora.
- Eii, abre a porta. Me desculpa, eu fui rude. — Ele bateu na porta. Eu abri, e ele veio me abraçar. — Não é sua culpa, seja lá quais forem seus motivos, eu vou entender. — Ele sorriu e me deu um selinho.
- Não Justin, isso não é certo com você, eu o excito e simplesmente te deixo na mão. — Eu abaixei a cabeça.
- Ei, quem disse que eu não gosto das suas carícias. Só me deixa frustado não saber o porque de não ir em frente, sabe. A gente namora. — Ele falou passando a mão no meu rosto.
- Você está certo, a gente namora, e... Bom, acho que eu tenho que te falar. — Eu o encarei. Ele apenas me olhou esperando o que eu tinha a dizer. — É que, na verdade eu não sei o que você viu em mim, eu não sou e nunca vou ser igual as outras garotas que você tinha algo. — Eu não sabia como dizer a ele que eu era uma virgem, não ia nunca chegar aos pés das outras relações que ele teve com as outras meninas. Eu saí andando até a minha cama e ele me puxou pelo braço:
- Ah linda, não vem com essa. Tamara, você é a única garota por quem eu me apaixonei. Isso não te diz nada? Sabe nenhuma garota me fez sentir assim antes, então não, você não é igual as outras, porque elas nunca vão chegar perto do quão, especial, linda e importante você é para mim. — Ele pegou a minha cintura e me puxou pra perto dele.
Eu sorri feito uma boba e falei: — Bom, é que... Eu sou virgem, e é por isso que eu nunca vou em frente, eu tenho medo. — Eu abaixei a cabeça.
Ele alevantou meu rosto e me encarou nos olhos: — Ei, é isso? — Ele sorriu e eu assenti que sim. — Você é mesmo única e incrível. — Ele me abraçou e beijou minha testa. — Porque você não queria me falar isso? Sabe, eu tô tão feliz de saber isso. — Ele me olhou.
- Feliz? Mas, isso te atrapalha na verdade. — Eu falei confusa.
- Me atrapalha? Isso não me atrapalha, na verdade me deixa feliz. Nenhum menino nunca te tocou e isso torna você mais especial pra mim. — Ele me deu um selinho. Me olhou nos olhos e a única coisa que eu queria dizer era o quanto eu o amava, por tudo. Mas ainda era muito cedo, ele ia me achar uma louca. E pra não ficarmos no silêncio, eu abaixei a cabeça e disse:
- Vamos dormir. — A única coisa que eu podia pensar agora é que eu era a pessoa mais sortuda do mundo, e agora ficaria mais tranquila, porque eu sabia que ele ia me entender.
- Sua boba — Ele beijou minha testa e eu dei um sorriso.
Ele começou a brincar com os fios do meu cabelo e eu logo começei a dormir.
Pela manhã ouvi o barulho do celular, era o alarme. Só podia ser brincadeira, sério. Fazia menos de 5 minutos que eu tinha recomeçado a dormir, eu não queria me levantar, peguei o cleular e desativei o alarme e pensei: " Vou dormir até as 6 e 20, tenho certeza que me arrumo em 40 minutos". Fechei os olhos e quando acordeid e novo, faltava apenas 10 minutos pra 7 eu dei um pulo da cama, fui no banheiro lavei o rosto e voltei pra acordar o Justin.
Ele parecia um anjo dormindo, deu um leve suspiro e virou pra agarrar o lugar que antes eu estava deitada, eu ri baixinho porque ele agarrou simplesmente o nada e resmungou. Eu me aproximei dele e beijei a sua bochecha, depois seu pescoço e sussurrei:
- Ei dorminhoco... — Beijei seu pescoço. — Acorda.
Ele abriu levemente os olhos e falou:
- Não... Eu quero dormir, amor. — Ele falou ainda estava sonolento.
Naquele momento meu mundo parou. Parecia que eu estava entorpecida com os sons daquelas palavras. Ele não tinha a ideia de como aquilo simplesmente valia o mundo pra mim. Eu fiquei com um sorriso bobo no rosto, e na minha cabeça se repetia o jeito carinhoso como ele tinha dito "amor". Não era um eu te amo, mas já era meio caminho andado.
Eu respireii fundo, me deitei ao seu lado e falei:
- Ei bobinho, já é quase 7 e temos um trabalho pra entregar. — Ele nem se mexeu, aquilo não era preocupação pra ele, ele não ligava para aquele trabalho mesmo. Eu tinha que acordá-lo com algo que ele realmente temesse e me veio uma idéia na cabeça.
- Calma Freddie, já vou descer, me espera. — Eu falei tentando fingir que o Freddie estava me esperando. Aquilo funcionou melhor do que eu esperava, o Justin se virou e sua cara tinha fúria e ele falou:
- Você tá de brincadeira né? — Ele parecia sério.
Notas finais
Desculpem se tiver erros ortográficos! :/
Hoje eu tinha um pequeno pedido, na verdade acho que é bem simples (:
Vocês poderiam dar uma recomendaçãozinha? Eu gostaria da ajuda de vocês :)
E o de sempre, deixem reviews, eu amo ler e fico super feliz com cada uma delas.
JBeijos divas e leitoras fantasmas :*
Fale com o autor