O Melhor Amigo Do Meu Irmão
19 Isso não é nada bom!
Notas iniciais
Tá curtinho, mais prometo recompençar depois.
Mãos esfregavam minhas costas gentilmente, eu sorri involuntariamente lembrando da noite anterior quando Peter quase explodiu a casa com seus dotes culinários, eu avisei, ele queria fazer pizza mais eu acho que ele se esqueceu que antes de botar a pizza no microondas se tira o plástico, mais estamos falando de Peter ele às vezes é pior que uma criança do jardim de infância. Também lembro da briga que tivemos porque eu queria que ele dormisse comigo, mais não, ele preferiu dormir no quarto de sua mãe – eu chequei varias vezes minhas axilas para ver se o desodorante tinha vencido mais tava bom- então resumindo minha noite: Eu tinha finalmente me conciliado com Peter e ele quis dormir no quarto do outro lado do corredor, vai entender esses garoto.
- Nós temos que voltar, eles já devem estar acordados – ele sussurrou em meu ouvido e eu abri meus olhos para encará-lo.
- Eu estou precisando comer alguma coisa – eu disse percebendo os borbulhos de meu estomago, ele deu um leve beijo em meus lábios e fez um careta.
- E escovar os dentes também, você está com um bafo Eduarda.
- Nossa como você é romântico Peter – minha mãe foi ao encontro de seu braço e ali dei um doloroso tapa, ele se recolheu e gemeu de dor.
- Masoquista, quando você vai parar de me bater? Confesso que acho isso sexy mais é em outra ocasião. – eu arregalei os olhos e ficamos ali, um encarando o outro por alguns longos segundo e depois caímos na risada e uma dor ameaçou a começar n altura de meus rins. – Você está bem?
- Sim, é só uma dor de tanto rir – eu coloquei a mão em cima do local e as mãos deles pousaram em cima das minhas.
- No rim? Tem certeza? – ele parecia preocupado
- Se você não parar de agir assim, eu vou ter que usar meu super bafo pra te colocar pra correr Sr. Peter – ele riu e se afastou da cama, logo saiu do quarto e encostou à porta eu me levantei e fui à procura de minha mochila que estava do outro lado do quarto, peguei a escova de dente e fui para o banheiro.
[...]
- Estou pronta – eu disse descendo as escadas encontrando Peter lá em baixo brincando com o cereal como se fosse a coisa mais emocionante do mundo, ele me olhou e sorriu.
- Você demorou, eu estava quase subindo para ver se não se afogado na privada – ele disse apontando para a cadeira da frente e joguei minha mochila em cima do sofá e sentei do lado dele – Você trocou as fraudas Eduarda? Caso não... Eu ficaria feliz em trocar para você.
- Seu idiota, você não muda – eu coloquei o cereal na tigela com raiva e logo depois despejei o leite soltando fumaça pelo nariz, ele acariciou meus cabelos e sorriu.
- Desculpa, é que você fica linda quando está brava – ele corou, nossa eu nunca tinha visto um garoto corar e ver Peter, nossa que revelação.
- Nós não temos que voltar para a escola? – eu disse desviando de assunto, ele assentiu e eu dei quatro colheradas, peguei a mochila e sai correndo pela porta, ele a trancou e me acompanhou.
- Você parece aqueles angolanos na corrida de São Silvestre – eu ri, se eu continuasse nesse ritmo com certeza já poderia fazer minha inscrição. Meus passos foram se tornando lentos quando ouvi o bipe de mensagem, o de Peter fez o mesmo. – Isso não é nada bom!
- Quer apostar quantos que isso vai terminar em problema para mim e você Peter, além do mais, como essa vadia consegui o meu numero – Angelina e na tal mensagem estava escrito.
“Festa em minha casa na terça a noite, daremos boas vindas ao novo casal do colégio.
Surpresa, conto com todos vocês.
Beijos com batom vermelho,
“Angel.”
- Que casal? – ele perguntou – Que eu saiba a amiga da Angelina está namorando... O seu irmão.
Ai meus Deus, vou ter uma cunhada vadia?
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