O Melhor Amigo Do Meu Irmão

9 O Curinga mata sorrindo!


Notas iniciais
Oi amores, se eu disser que acodei quase agora você vão acreditar? É eu acodei e bom não começei bem porque um retardada no radio falou que um ser diferente apareceu para ela e disse que vai haver um tipo de diluviu que vai matar seis bilhoes de pessoas, ai eu liguei para a radio e meti a boca foi quase como esse capitulo, é eu sei eu sou retardada mais essa vaca dos inferno me tirou do serio!
Quem queria que o Peter falasse com a Duda depois do acontecido tá ai!

Acordei como sempre, com a merda do despertador tocando alto, eu tinha que trocar o toque era um tipo de musica romântica que me irritava, eu nunca fui romântica, não que eu saiba, eu nunca esperei um príncipe encantado montado em um cavalo branco, é todos me chamavam de estranha na escola porque eu não gostava de brincar de boneca nem de ler livros de princesa, eu era um tanto diferente das outras garotas.

Vesti-me e corri escada abaixo o que nunca dava certo por que eu tinha dois pés esquerdos e acabei caindo, duas mão foram para minha cintura me ajudando a levantar, eu pensei ser meu pai pelos braços fortes mais não era o individuo.

- Você está bem? – os olhos azuis me encaram arrancando um certo suspiro pesado que eu tentei segurar mais saiu pior ainda.

- O que você está fazendo aqui assombração? – eu tentei fazer a voz mais raivosa que eu tinha mais saiu normal, que merda tava acontecendo comigo? Peter está fazendo isso comigo? Puta que pariu.

- Eu durmi aqui, sua mãe insistiu ela achava que estava muito tarde pra mim voltar, como se eu não morasse do outro lado da rua – ele deu uma risada irônica que chamou a atenção dos meus olhos para boca dela. Para tudo! Que isso Eduarda? Para de ser safada, ele é bonito? Ele é bonito não tem como negar mais não fica tão paranóica assim.

- Por mim você dormia na casa do cachorro por causa da merda que você falou ontem – eu falei olhando nos olhos dele e pude perceber que ele começou a ficar nervoso e eu queria especular um poço mais – Então me diga Peter, porque você disse para a o aluno novo se afastar de mim?

Eu arquei um sobrancelha desafiando ele, e ele passou a mão atrás da nuca esfregando ela, ele pareceu mais nervoso, mordeu os lábios de baixo e começou a bater o pé devagar e ritmicamente.

- Eu não sei bem o porquê, mais eu acho que ele não é boa companhia para você

- Qual você virou meu irmão Peter?

- Cala a boca, eu tava tentado te proteger mais se agora você quer dar com a cara no poste a vida é sua. – ele berrou comigo? Esse idiota berrou comigo, eu estava disposta a aliviar o que estava pensando com ele mais agora, agora que se foda tudo. Eu sai de casa batendo a porta e andei mais rápido para a escola, era apenas quatro quarteirões dela.

Quando finalmente cheguei encontrei Amanda ela estava conversando com uma garota do sétimo ano que usava um shorts curto e um top, ela carregava uma daquela caixinha de musica eu se colocava o cartão de memória e escutava musica, a musica que tava tocando adivinha? Funk, aquele negocio que veio das profundezas do inferno, eu caminhei rápido e logo estava ao lado da garota.

- Garota vou te dar um conselho, vai lavar uma pia de louça que você ganha mais, se quiser a pia lá de casa tá cheia eu posso te ceder o lugar. – eu disse olhando a garota que quase me avançou, Amanda olhava tudo com aquela cara de “Eu mereço isso?” dei o sorriso mais meigo que eu tinha que eu cheguei a fechar os olhos, quando voltei a abri-los a menina ainda estava ali com um sorriso igual o meu, ela não tinha se tocado que era pra vazar daqui?

- Não se engane com os sorrisos dela – Amanda se intrometeu vendo o quanto eu estava impaciente com aquele pirralha sorrindo para mim – Lembre- se o Curinga mata sorrido!

A menina não parecia entender e continuou sorrindo para mim, eu acabei perdendo a paciência e comecei a falar com a mão na cara dela, afinal eu não estava nós meus dias bons.

- Vaza daqui, você ainda não entendeu? Tira essa porra de musica ou se não eu faço você engolir essa caixa de musica.

A menina desfez o sorriso e começo a caminhar até que a Amanda gritou:

- Ei se você não sabe o Curinga mata você quando esta de costas então não vire as costas para ela – Amanda apontou para mim e voltou a se sentar e eu junto. – O que sua mãe fez sobre ontem?

- Ela vai nós mandar para a casa de verão.

- É isso que eu digo, voe apronta e sua mãe te manda para um temporada na praia!

- Você esqueceu-se de duas coisas, eu odeio a casa de verão quanto eu odeio Peter e bom ele vai com a gente.

- Um você e Peter, quatro paredes, praia não sei não – ela deu um olhar malicioso – Dizem que as coisa sempre acontecem na praia, então baby leve camisinha.

- Cala a boca, você ainda acha que eu gosto do Peter? Hahaha você é uma piadista muito boca Amanda se tiver um apocalipse zumbi você vai ser a primeira ser comida.

- Ai que você se engana eu vou me vestir de cachorro quente porque os zumbis só gostam de carne humana.

WFT? Cachorro quente? Não essa garota é retardada primeiro Narnia depois essa do cachorro quente, o sinal bateu e para minha alegria era historia, eu me dava bem historia.

[...]

O sinal da ultima aula bateu e eu corri para for evitando Daniel mais o que foi em vão porque já estava lá for, eu dei meia volta rezando para que um vez só o cara lá de cima me ajudasse mais não foi ao contrario eu senti alguém pegar meu braço me fazendo virar rapidamente e dei de cara com olhos azuis e os cabelos loiros balançando com o vento.

- Oi – eu disse em um sussurro

- É impressão minha ou você está me evitando desde ontem? – ele perguntou e eu fiquei quieta. – Sobre ontem, bom, e-eu, e-eu...

Pronto ele ficou nervoso, lá vinha merda e como se não fosse o bastante eu fiquei nervosa também a única saída que eu tive foi sair correndo dali, ele me olhou assustado e tentou chamar meu nome algumas vezes mais eu continuei correndo só parei quando estava em casa e vi todas as malas no meio da sala, a velha não desistiu da casa de verão. Eu encontrei Peter e meu irmão na cozinha, toda sexta feira ele não tinham a ultima aula.

- Querida, se vista como uma moçinha afinal iremos à praia – minha mãe falou enquanto eu subia as escadas.

- É Eduarda se vista como uma garota não como um menino – meu irmão falou rindo da minha cara, tinha algum problema com a minha roupa? Não pela minha parte, eu subi e vi que todas as minhas malas já estavam prontas, que porra nem as minhas coisa eu não podia arrumar, vi em cima da cama um shorts vermelho e um blusa preta pela metade que pagava no umbigo e tinha uma caveira na frente, pelo menos isso eu peguei e me vesti.

Uma parada na frente do espelho e eu quase quis me sufocar ou beber água da privada, eu tava horrível, minhas coxas também não cooperavam ela eram cheias e chamavam atenção.

- Eu to parecendo um vadia.

Notas finais
E ai, recomendações? Cometarios? Flores ou pedras?