O Melhor Amigo Do Meu Irmão

10 Me desculpe Peter, foi mal!


Notas iniciais
Ei meus 36 leitores dá pra comentar? O dedinho não cai não e ser cair eu colo com Superbondeer não faz mal!

Sai do meu quarto carregando as malas, que por acaso estavam lotadas minha mãe achava que íamos passar um ano fora? Porque aquilo ali dava para vestir a áfrica inteira, eu estava na metade do corredor e estava quase desistindo de carregar aqueles dois chumbos estava quase me rendendo e chamando Peter para me ajudar mais depois ia ser difícil distinguir qual era a minha mala a de cima ou a de baixo, finalmente cheguei no topo na escada eu tive uma idéia magnífica, claro isso me poupa trabalho e a coluna.

- Eduarda você é filha de Zeus só pode – eu disse para mim mesma – Não, não daria certo Zeus como meu pai nem Apolo eu cometeria um pecado.

Eu chutei a primeira mala escada a baixo e quando fui chutar a segunda Peter se mete na frente, ele estava distraído porque a mala pegou bem na coxa dele e o otário ainda caiu e depois olhou para o topo da escada aonde eu me encontrava.

- Você é cega garota? – ele se levantou e olhou para mim de novo mais na hora de falar ele gaguejou – E-eu devia espancar agora... E-eu vou ali na cozinha pegar algo gelado.

Eu fiquei olhando para ele com cara de poker face, porque aquele retardado tava gaguejando? De idiota, quando ele deu o primeiro parra para ir a cozinha quase tropeçou em cima da minha mala e eu ri igual a uma foca. Eu o ouviele sussurrar algo do tipo “algo muito gelado” e desci devagar até a cozinha aonde encontrei o segue apoiado no balcão da cozinha falando sozinho, eu cheguei a olhar para os dois lados tentado achara a alma com quem ele estava conversando mais não encontrei ninguém.

- Ei Peter relaxa isso é só seus hormônios falando mais alto – ele falava pra si mesmo – Não tem nada haver com ela, afinal ela é uma criança.

Confesso que fiquei meio confusa porque eu não sabia se ele se referia a mim ou outra pessoa, ele abriu a torneira e continuou falando com ele mesmo o que já estava me dando medo e depois enfiou a cabeça toda e resmungou:

- Eu ainda acho que essa é a cabeça errada para ser refrescada.

- Peter, tá tudo bem com você — eu disse e ele numa tentativa retardada de olhar para mim acabou batendo a cabeça na torneira e depois fechou olhando para mim com certo desespero.

- Você está há muito tempo ai? – ele perguntou secando os cabelos com a toalha de louça.

- Não muito tempo, mais tempo o suficiente para dar o diagnostico que você sofre de esquizofrenia, você viu ratos na piscina? Ou seus parentes jegues quem sabe?

- Cala a boca garota, às vezes eu me pergunto da onde você saiu garota?

- Eu sai do buraco... – minha mãe apareceu interrompendo minha resposta que ia ser um tanto criativa dizendo para entrarmos no carro, e como eu sou azarenta eu tive que sentar do lado de Peter que não disfarçava as olhadas para baixo, não para onde mais não devia ser boa coisa.

[...]

Minha mãe implorava para que eu saísse do carro e meu irmão, bom meu irmão ficou me puxando pelos pés, eu não queria sair e o motivo? O motivo era um tanto infantil já que fazia seis anos que eu não via eles, os garotos que me deram aquele apelido horrível que eu não gostava nem de pronunciar, eles estavam no meio da rua jogando taco. E agora meu deus será que eles iam me reconhecer? Tomara que não. Olhei pela janela e pude ver Peter conversando com ele e apontando para o carro, essa garoto tinha que tirar o pau fora e enfiar na goela conseguia ser pior que garota, um fofoqueiro dos infernos.

Meu pai me puxou para fora e como se não fosse mico o suficiente eu ainda cai, minha mãe me ajudou a levantar e eu só pude ver cinco garotos na minha frente, que dizer cinco projeto de semi-humanos porque desenharam eles errado e ainda a borracha não queria cooperar e borrou todo o desenho.

- Uau, essa é ximbica? Você cresceu nem parece àquela gordinha que não queria usar biquíni na praia por causa das banhas que saltaram fora – Guilherme falou um tanto brincalhão, mais tudo que bate tem volta.

- E você não aquele menino que tinha o nariz maior que um abridor de lata? E que quando ia brincar de Guerra nas Estrela você não precisava usar uma espada apenas o nariz? – ele me olhou com certo desprezo e eu de volta.

- Crianças vamos entrar e se arruma porque iremos ao mar. – minha mãe falou interrompendo o momento de desprezo entra mim e Guilherme.

- Claro eu não vejo à hora de ver as banhas da Eduarda saltando para fora – meu irmão disse arrancando risadas sem nexo dos outros, eu entrei na casa, comecei a analisar todas as malas que estavam ali e vi a de Peter, comecei a fuxicar algumas coisas e achei o bendito protetor do branquelo, qual é ele usava fator 60? Tinha que usar 80!

Fui até a cozinha e peguei um pote de margarina e um copo, despejei todo o conteúdo do protetor solar no copo e depois peguei duas colher de margarina e misturei junto com o protetor solar, é hoje que aquele imbecil paga todos os pecados dele de um vez, e ainda fica com a pior dor possível, depois coloquei no vidro novamente e escondi as evidencias, porque eu era um criminosa muito foda.

Corri para meu quarto provisório e fuxiquei minha mala até achar uma roupa descente, eu não conseguir para de rir até que minha mãe soltou um berro lá de baixo:

- Venha Eduarda, já estamos saindo – eu corri rápido e dei de cara com minha mãe passando protetor nas costas de Peter e tive que segurar um riso. – Pronto querido.

- Ei tia, isso não esta com um cheiro esquisito? – ele perguntou cheirando as mãos

- Está, será que não passou da validade – ele olhou a embalagem e cheirou novamente, eu rezava mentalmente para que ele não descobrisse.

- Não, deve ser porque é marca nova.

- Ufa – eu falei e ele olhou para mim desconfiado – Eu to com uma berruga em baixo do pé.

Berruga debaixo do pé? Da onde eu tirei isso? Eles não ligaram e saíram de casa eu os acompanhei de longe observando já as costas de Peter conter um vergão eu ri novamente.

Já haviam se passado mais de quarenta minutos e eu parecia à única que via o estado das costas dele, estavam pior que um camarão, e as garotas que passavam suspiravam toda ver que olhavam para ele, e cada uma que fazia isso eu queria grudar pelo cabelo e fazer beber toda a água do mar, ciúmes? Não era ciúmes era porque suspiros me incomodavam tanto quanto as vadias popozudas o ódio só crescia quando ele correspondia soltando sorrisinhos ciúmes de novo? Não era ciúmes é porque eu odeio cenas de assanhamento fui interrompida de meus pensamentos pelo grito da minha mãe.

- Peter suas costas.

[...]

Eu entrei devagar no quarto de Peter e encontrei ei resmungando baixo, eu tinha me arrependido da brincadeira infantil depois que eu ganhei uma bronca da minha mãe e meu pai. Eu cheguei perto da cama dele que estava de barriga para baixo por causa das costas que estavam em um estado deplorável.

- Peter me desculpa, foi mal. – eu disse numa voz lamentosa

- Não foi mal Eduarda foi péssimo, eu acho que você não entende que eu poderia estar no hospital uma horas dessa – ele disse virando o rosto para me encarar.

- Eu já pedi desculpa Peter.

- Isso não é o bastante, eu só queria saber de onde você saiu Eduarda porque da sua mãe não foi – eu estava me sentindo tão culpada que estava prestes a chorar – Eu acho que você saiu dos quintos do inferno, ou você tem o capeta dentro de você.

- O que você quer que eu faça para você me perdoar?

- Eu quero que você volte para o inferno da onde não deveria ter saindo – ele gritou comigo, era a primeira vez que eu via ele nervoso e uma lagrima ousou escapara de meus olhos caindo em câmera lenta no chão.

- Desculpe – foi a ultima coisa que eu disse antes de sair do quarto dele.

Notas finais
Então pepecudas e pepecudos gostaram?
Uma das minhas leitoras disse que a historia estava chata e bom eu queria pedir a opinião de você e das leitoras fantasmas, oque acham dela?
Quem le e não tem conta me segue no Twitter? @beaprestes.