O Melhor Amigo Do Meu Irmão
18 Filmes românticos,
Notas iniciais
Beijos e aproveitem o capitulo.
Apresei-me em colocar todas as coisas dentro de minha mochila novamente, nós estávamos com presa, afinal, todos poderiam acordar a qualquer momento e eu ele estaríamos ferrados. Peter sugeriu que fossemos para casa dele, e jurou que não era nada do que eu esta pensando, mais eu queria que fosse. Eu acho que toda garota sonha em uma primeira vez perfeita, o quarto cheio de rosas, musica romântica no fundo, mais eu não, afinal eu não era como todas as garotas, para mim não importava o lugar, nem o momento muito menos como estaria o ambiente, importava se eu realmente queria isso, e se a pessoa que escolhi era a certa.
Mais não estávamos indo para casa dele para isso, mais para se livrar das atividades recreativas e idiotas do dia seguinte, creio que nenhum dos professores iria sentir minha falta em meio a tantos alunos.
- Você pegou tudo? – sussurrou Peter enquanto abria a porta da sala e me guiava para fora.
- Peter ao contrario do que você pensa, eu não sou débil mental, muito menos uma criança de cinco anos.
- Mais às vezes você age como uma- ele diz em um tom divertido.
- Eu não iria com você se não fosse a sua tentadora proposta de haver vários Pringles em sua casa – eu disse e ele bufou com o nariz enquanto ria.
- Você aceitou porque que ficar sozinha comigo.
- Cala a boca Peter, não vê que eu sou uma jovem, imatura e indefesa garota?
- Jovem sim, imatura, muito e indefesa? Não creio muito nisso Eduarda. – eu revirei os olhos, ele parou na frente do muro da escola e indicou para que eu pulasse o que não foi nenhum problema porque vamos dizer que quando era criança eu não era o tipo de garota que ficava em casa brincando de Barbie. Nós andamos em passos meios acelerados, a casa de Peter ficava perto da minha, e a minha ficava perto da escola então não haveria problema, a não ser a chuva que começou a cair no meio do caminho.
- Que droga Peter eu odeio ir atrás de você, você só me mete em furada.
- O que foi donzela você está com medo de estragar a chapinha demora que você fez no cabelo mais cedo? – ele brincou.
- Eu não faço chapinha seu animal – eu grito com ele.
- Se acalma você sempre está de TPM, eu queria uma dia conversar com você sem que você haja como uma animal.
- Eu animal Peter? Se eu sou uma animal não quero imaginar o que você é, que droga você me beija e logo me chama de animal? Que tipo de garoto é você? Apenas me diga! – eu grito com ele no meio da rua, os carros que passam são poucos mais eles andam devagar para ver a nossa “pequena briga”.
- Desculpe, eu estava vendo em um modo geral. Se eu beijei você foi porque eu queria fazer isso há muito tempo, na verdade a mais de dois anos – essa informação era animadora, quer dizer que ele gostava de mim há dois anos, mais eu ainda estava brava, muito brava.
- Mais mesmo assim, você continua sendo um grosso, um imbecil, um trouxa, um jumento e uma mul... – fui interrompida com um beijo, os lábios quentes dele roçaram os meus que estavam gelados por causa da chuva, as mão dele envolveram minha cintura e as minhas sua nuca que se arrepiou apenas com o toque. Ele partiu o beijo a procura de ar, e roçou gentilmente seu nariz em minha bochecha, eu tive que esconder o sorriso bobo que estava prestes a aparecer um meus lábios.
- Sono realizado – ele sussurra em meus ouvidos enquanto afasta nosso rostos e me encara.
- Sonho realizado? Me beijar?
- Esse sonho eu realizei no banheiro mais cedo, eu estou falando do beijo na chuva, os filmes românticos sempre mostram casais jovem se beijando no meio da chuva e da rua, isso foi legal, principalmente quando se é com quem ama. – espera, ele falou que me ama? Não Eduarda ele falou “é com quem ama” pode ser outra coisa, tipos os casais do filme. Ai meus Deus como eu faço meu coração ficar dentro do peito?
- Tudo bem, vamos indo se quisermos chegar à sua casa antes de amanhecer.
- Claro – ele disse segurando minha mão e caminhando pela rua, não demorou muito para que estivéssemos na frente de sua casa. Uma bela casa por sinal faz tempo que eu não vinha aqui, desde os sete anos, ele abriu a porta e esperou que eu entrasse.
- E sua mãe?
- Ela foi viajar está manhã – ele diz entrando e fechando a porta e jogando a mochila em cima do balcão que dividia a sala de jantar da cozinha.
- Você estava com isso tudo planejado? – eu olho para ele esperando uma resposta, ele abre a geladeira e de lá tinha uma garrafa de refrigerante.
- Não, eu também não esperava que você me beija-se no banheiro – ele disse colocando o refrigerante em dos copo e me dando um.
- Isso é serio? – eu pergunto ainda confusa e tentando assimilar tudo, há algumas horas trás nós estamos brigando, xingando um ao outro e agora estávamos ao beijos.
- Isso? – ele pergunta.
- Eu e você.
- Eu e você não somo “isso”, e sim é serio, a menos que você não sinta nada por mim – ele diz se levantando e vindo em minha direção.
- Claro que eu sinto, eu acho que sempre senti e achava que era ódio. – eu disse enquanto nossas distancia se encurtava e minhas pernas ficavam bambas só em pensar no toque dele.
- No final, como dizem os escritores poéticos: O ódio era amor. – ele diz tocando os dedos em minha bochechas.
- Amor não é uma palavra muito forte? Principalmente para os homens?
- Isso não se aplica a mim, eu tive que esperar tanto tempo para beija você, eu sentia algo mais não sabia o que realmente era então o tempo foi passando e foi se tornando mais intenso, não conseguia fugir, não podia contar ao seu irmão porque naquela poça você tinha só onze anos, ainda era uma criança.
- Uau Peter, altas revelações – eu digo tentando mudar de assunto.
- Poisé, você precisa de uma banho, se não vai se resfriar. – eu acenou com a cabeça e ele me leva até se quarto mostrando o banheiro – cuidado para não se afogar no chuveiro senhorita, eu vou tomar banho no quarto de minha mãe, qualquer coisa grite.
- Tudo bem – eu sussurrei, peguei minhas roupas e fui para o banheiro, sabe eu nunca imaginei que ele tivesse um sentimento por mim, afinal eu não era nada perto das garotas que ele ficava, bom, todas elas eram bonitas, lideres de torcida, capitãs do time de futebol feminino e presidente de classe e eu? Eu era só a garota estranha, comum, eu não tinha olhos claros, peitos grane, cabelos extremamente lisos e loiro muito menos coordenação motora. Será que ele queria aquilo comigo? Eu tinha apenas treze anos, não me parecia certo, muito menos à hora, eu gostava dele, chutaria até que o que eu sentia era amor, mais não a ponto de me entregar no primeiro dia que nós nos beijamos, não teria como evitar um contado essa noite, isso era óbvio, mais se ele tentasse algo? E eu negasse, ele explodiria comigo? Me forçaria? Me expulsaria de sua casa? Sai do chuveiro, me seguei e vesti minhas roupas limpas, quando sai do banheiro encontrei ele com o rosto vidrado na televisão, vestindo uma bermuda preta e uma camisa branca gola V, fiquei por alguns minutos admirando a vista e ele percebeu.
- Você já terminou – ele sorri timidamente – eu trouxe seu Pringles.
- Obrigado – eu digo pegando o tubo das mãos dele.
- Pode sentar, eu não mordo – ele disse me dando mais espaço na cama de casal, eu me sentei meio envergonhada.
- O que foi? Você está quiete, e esse não é o se comportamento normal, não comigo se eu me lembre é sempre “Peter s anta, Peter se trouxa ou Peter você é um idiota” – eu rio, e ele me acompanha ele fica me olhando por alguns minutos, e algo me diz que ele sabe o que eu estou pensando, ou suspeita.
- Eu estou nervosa – eu sussurro envergonhada.
- Não, você pensa que eu te trouxe aqui para... – ele não continua, eu aceno com a cabeça e ele me olha com incredulidade – Você acha mesmo que eu faria isso? Ta brincando comigo né? Você tem apenas treze anos.
- Minha idade é um problema? – eu pergunto, especulando um pouco mais.
- Não sei, vai de cada garota, mais é que eu sei você não está pronta, e eu também não.
- Você nunca...? – eu não consegui terminar a frase, mais era tipo, meio que impossível pensar que Peter ainda era.
- Claro que já, varias vezes – isso não era muito animador – Eu não disse nesse sentido, eu disse que ainda é muito cedo, nós nos revelamos um para o outro agora e bem eu não estou pronto para ouvir você se contorcendo de dor, mais pra frente talvez você esta pronta e madura para lidar com isso.
- Peter sentimental, nossa eu estou me sentido meia perdida.
- Sua mãe, minha mãe – ele só falou isso.
- Minha mãe será a mais difícil.
- Nossa diferencia de idade, mesmo ela me conhecendo bem desde quando eu era um pingo de gente ela vai ser contra.
- Mais você não vai desistir não é mesmo? – eu perguntei, porque não era aquilo que eu queria, nós nos gostamos e não tem como parar isso.
- Eu não vou desistir da garota que eu amo.
Notas finais
- Ter recomendações.
Só isso, vou deixar bem claro, daqui pra frente as coisas serão dificies para os dois, haverá drama, eu acho que toda Fanfic tem isso né? Mais a segunda temporada vai ter muitas surpresas assim como o ultimo capítulo da primeira temporada que vai demorar para chegar.
Beijos, até o próximo ^^
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