Notas iniciais
Meu coração disparou feito louco no peito ainda mais por ele ter me chamado por meu apelido intimo, não esperava ouvir aquilo, ele sempre pareceu tão distante, ele me apertou ainda mais contra seu peito forte e aproximou os lábios dos meus, minhas pernas enfraqueceram quando senti seus dedos na parte interna das minhas coxas, e foi subindo mais antes de tocar minha intimidade ele parou aquilo me excitou de um jeito que nunca esperava em seguida ele levou os lábios até meu ouvido e disse algo tão sexy quanto ameaçador.
- Não brinque com um homem, menininha.

POVS EDWARD...

O jantar pra mim foi realmente muito prazeroso não só por estar na companhia de meu amigo mais também por sua filha Isabella, sei que não deveria me impressionar tanto assim afinal ela era minha hospede e filha de Charlie, mas não conseguia evitar, a moça era linda demais e falou com paixão sobre o sonho de ser advogada, com certeza é uma ótima filha, Charlie parecia ter muito orgulho dela, mas Esme tinha razão, eu tinha que me comportar, o que Charlie pensaria se soubesse que estou atraído por ela? Ele me mataria e com razão, pois tenho plena consciência que sou o homem que todo pai quer a no mínimo cem quilômetros de distância, mas sei que isso é... Um desejo passageiro e sem sentido, ela é tão nova, com certeza não saberia dar prazer a um homem experiente como eu, talvez ainda seja virgem, e além do mais nem deve estar interessada em mim, deve namorar garotinhos e achar que aquilo é bom... E... Se soubesse o quanto está enganada e se eu pudesse lhe mostrar... Mas o que estou dizendo? Ela é filha de meu amigo e poderia ser minha filha também preciso me comportar com decoro, pois sou um Duque e já tenho uma cama bem cheia, não preciso de mais diversão.

Mas como estava dizendo... A nossa conversa durante o jantar fez o tempo passar depressa e já era nove e meia da noite, então sugeri a meus hóspedes que fossem levados os seus aposentos para descansar, não recusaram como imaginei, afinal a viagem deve ter sido mesmo muito cansativa. E assim duas semanas se passaram, e resolvi tirar uns dias de folga pra mostrar a cidade e as maravilhas do meu castelo a Charlie e Isabella, ela aparecia encantada com tudo assim como seu pai, a tratava de maneira respeitosa e formal e ela fazia o mesmo, e apesar de querer estreitar nossa relação sabia que não devia, poderia ser realmente perigoso, pois minha atração por ela que pensei que fosse diminuir com a convivência só aumentava a cada dia e eu me perguntava, porque? Afinal ela era só uma “menininha insignificante”... Só isso... Mas era tão linda... Delicada... E aqueles olhos... Por deus Edward! Control-se!

Em uma determinada noite Isabella foi dormir mais cedo, então convidei Charlie pra ir até o escritório pra conversamos um pouco, lhe servi um uísque depois me servi também, em seguida nos sentamos no confortável sofá de couro que havia ali, depois falei num tom preocupado:

- Então Charlie? Aquilo que me falou por telefone antes de chegar aqui é mesmo verdade?

Ele deu um suspiro triste depois disse:

- Sim Alteza, eu... Nunca vou poder agradecer o que está fazendo por mim e por minha filha, foi o único amigo que não me virou as costas.

Dei um pequeno sorriso feliz por ouvir suas palavras, com certeza era seu único amigo verdadeiro, pois os outros o abandonaram na primeira oportunidade.

- Não estou fazendo nada de mais, sei que faria o mesmo por mim, mas como chegou nessa situação Charlie?

Ele deu um grande gole em sua bebida depois disse:

- Fiz um investimento de grande risco, eu achei que minha experiência no mundo dos negócios me bastava, mas... Me enganei, perdi tudo, tudo que levei uma vida pra construir.

- Mas... Não há uma maneira de reverter essa situação?

Perguntei de maneira interessada, e ele sorvendo o resto de bebida em seu copo disse num tom desanimador:

- Não, perdi tudo, as ações, as propriedades, por isso tinha que sair dos estados unidos, não queria encher minha filha com a vergonha da decadência, por isso não contei nada á ela, inclusive que não vai mais poder fazer sua faculdade, e isso me deixou arrasado.

vi os olhos de Charlie marejarem e senti pena de meu amigo, lógico! Mas ainda mais pena de Isabella, ela não merecia isso, queria tanto fazer sua faculdade de advocacia, mas por pior que fosse a verdade ela tinha que saber, então disse:

- Charlie... Ainda sim acho que Isabella devia saber a verdade, em algum momento terá que contar que não voltará mais pra América e que agora eu vou ajudá-lo a se manter aqui, não é?

Ele ficou com o olhar perdido por alguns momentos depois disse:

- Sim, eu deveria, mas... Preciso de um tempo alteza, e queria lhe pedir também que não contasse nada, Bella já sofreu demais perdeu a mãe muito cedo e a criei sozinho então...

- Eu entendo Charlie, e fique sossegado, por mim ela não saberá de nada e pare de me chamar de alteza quando estivermos sozinhos.

Disse num tom ameno e ele riu, em seguida levantei coloquei mão no seu ombro e disse:

- Seu uísque acabou, vou lhe servir mais.

Assim que me afastei ele disse:

- Não obrigado alte... Quero dizer Edward, preciso dormir um pouco, obrigado pela conversa.

- Disponha meu amigo.

Ele colocou seu copo vazio sobre a mesa, me deu um abraço e saiu, olhei pro meu copo de uísque nas mãos que ficou intacto, acabei não bebendo nada absorvido na conversa, depois pensei:

“Charlie não devia ter me contato nada, afinal não será fácil olhar pra Isabella guardando esse segredo, não justo com ela, só espero que ele saiba mesmo o que esta fazendo, ele a chamou de Bella, deve ser um apelido carinhoso, gostaria de chamá-la assim também, mas é melhor não, essa conversa acabou me estressando, preciso relaxar um pouco”.

Dei um sorriso malicioso dirigindo-me ao meu quarto, tirei toda a roupa, tomei um bom banho e vesti apenas um robe azul de seda, sacudi os cabelos molhados tentando secá-los um pouco, e passei meu perfume favorito pra essas ocasiões o Eternity masculino da Calvin Klein, no peito, pescoço e pulsos, com certeza isso já seria o bastante pra enlouquecê-la. Era assim que costumava visitar minhas “conquistas” dentro do castelo e meu alvo hoje era minha nova empregada Jéssica, há dias que ela me comia com os olhos e até que era bem gostosinha, estava na hora de mostrar pra ela o que o duque aqui sabia fazer. Caminhei até o lado leste do castelo onde ficavam os quartos dos serviçais, e comecei a procurar seu aposento, eu já sabia em quarto ela dormia, pois quando uma linda criada como ela era contratada isso era a primeira coisa que fazia questão de saber.

Virei a maçaneta de sua porta devagar, entrando e a fechando em seguida, agora precisava ser cuidadoso, pois tinha hospedes, mesmo sabendo que eles não andariam por essas “bandas” ainda mais uma hora dessas, de qualquer forma não gostaria de ouvir Esme repetir novamente, “se comporte Edward”, bom... Eu tento e durante esse tempo que meus hóspedes estão aqui tenho me comportado muito bem, eu acho.

Jéssica estava deitada em sua cama e vestia uma camisola de algodão, o lençol da cama a cobria até a cintura, assim que me viu ali arfou parecendo surpresa e disse:

- Alteza!

Levei a mão até o meu robe e o tirei, fazendo-o escorregar pelo meu corpo lentamente antes de chegar ao chão, a olhei intensamente e mordi os lábios, ela olhou-me de volta completamente extasiada, passando suas orbes primeiro pelo meu rosto, peito, até chegar lá embaixo e encarar meu membro que já se encontrava rijo e modéstia a parte era bem avantajado, a respiração dela acelerou ainda mais, e ela passou língua por seus lábios denunciando seu desejo e disse com a voz afetada pela excitação:

- Por deus! Agora eu sei... Porque todas sonham em ir pra cama... com vossa alteza.

Dei um sorriso presunçoso e disse num tom rouco:

- Já que é assim, o que está esperando... Minha linda?

Ela sorriu de canto antes de se jogar em cima de mim.

POVS BELLA...

Confesso que ficar na companhia do Duque durante o jantar foi realmente prazeroso, ele é um homem culto e inteligente além de ser incrivelmente lindo, chegava a me perguntar como um homem daqueles nunca se casou, com todo aquele charme conquistaria qualquer mulher, sem precisar de dinheiro ou do titulo que possuía, vai ver ele é mesmo um homem muito mulherengo e que nunca pensou em compromisso, ou talvez nunca tenha se apaixonado, mas pela sua experiência de vida eu achava difícil isso nunca ter acontecido. Em alguns momentos durante o jantar até me empolguei e falei sobre minha faculdade de advocacia, ele parecia interessado no que eu dizia, e aquilo me deixou ainda mais encantada.

Mas pra minha tristeza o tempo passou rápido demais, o cansaço bateu e ele nos ofereceu os quartos de hospedes para nos recolhermos, eu e meu pai aceitamos de bom grado, afinal a viagem foi muito cansativa. Tive um sono tranqüilo, o quarto que fiquei era tão espaçoso e aconchegante que foi impossível não relaxar, meu pai ficou em um quarto ao lado do meu, podia até dizer que não estava tão triste quanto antes, só olhar pra Edward já faria os dias que vou perder longe de casa valer a pena, o que estou dizendo? Mas seria tão mais fácil se ele fosse como eu imaginei antes, gordo, velho e feio, mas não, ele tinha que ser o homem mais perfeito do mundo, assim é covardia. Durante as primeiras semanas ele tirou uma pequena folga para nos mostrar seu reino, ele me tratava de maneira respeitosa e formal, mas pude notar que com os outros não era assim, ele parecia mais solto e relaxado, mas o que eu queria? Ele mal me conhecia, com certeza mal havia reparado que eu era uma moça, deve estar acostumado a ter as mulheres mais lindas aos seus pés, então que graça ele veria numa garota de dezoito anos, tenho consciência eu jamais conseguiria atrair um homem como aquele, ele deve me ver como uma criança ainda mais que sou filha de seu grande amigo, de qualquer forma não poderia ter nada com ele nem se quisesse e isso era uma pena mesmo, mas só de imaginar isso meu coração só faltava explodir no peito.

Durante nossos passeios pelo castelo e pela cidade havia uma coisa que não passou despercebida por mim, era o modo como as mulheres ficavam cada vez que o viam, acho que a única exceção era Esme, pois viu o duque crescer sendo praticamente uma segunda mãe pra ele, pois todas as outras suspiravam, ou cochichavam baixinho pelos cantos, notava que o duque adorava aquilo, adorava ser cobiçado, e isso chegou a me incomodar algumas vezes, se pudesse furava os olhos de todas elas, como eram oferecidas! Mas também fiquei com inveja, pois ele retribuía os olhares, sorrindo ou modendo os lábios de maneira sensual, oh deus! Só ele sabe como gostaria que o duque me olhasse assim também, mas será eu não aprendo? O que meu Pai diria se me ouvisse dizendo esses absurdos? Eu logo vou voltar pra America e me livrar dessa tentação e tenho certeza que essa atração que sinto por ele vai passar, tem que passar.

Meu pai me perguntou o que eu achei dele, eu disse que o achei simpático, mas procurei esconder meu fascínio pelo duque, porque Charlie Swan de “bobo” não tinha nada, tinha medo dele desconfiar de algo, ou achar que a culpa era de Edward, o que não seria difícil com sua fama de conquistador, mas sei muito bem que não era assim, eu mais parecia invisível aos olhos dele, ainda sim minhas noite de sono tranqüilas ficaram só no começo, pois agora era cada vez mais difícil dormir, lembrando da sua voz, dos seus olhos, e do som do seu sorriso, e foi numa determinada noite de insônia que fui tomada por uma sede terrível, já passavam das onze horas e não queria incomodar os empregados ainda mais sendo hospede, isso seria abuso de minha parte, então resolvi levantar e procurar a cozinha, mas não conhecia direito o castelo, acho que me perdi então pensei:

“Droga! porque esse castelo tinha que ser tão grande? acho que não achar essa cozinha nunca.”

Tudo que eu via eram corredores imensos e ninguém que pudesse me ajudar, mas também era muito tarde, quem poderia estar de pé a uma hora dessa? Foi então que me lembrei da ala leste do castelo, onde ficavam os quartos dos serviçais, fui lá uma vez com Esme, talvez algum deles tivesse acordado e pudessem me dizer onde ficava a cozinha, não queria incomodar, mas também não podia ficar perdida a noite toda vagando pelo castelo como um “fastasma”, Então me aproximei dos quartos e achei ter ouvido sussuros e gemidos baixos e pensei:

“Mas... que barulho é esse?”

Quanto mais eu me aproximava, mais o barulho aumentava, então identifiquei de qual quarto vinham os ruídos, a num ato de pura curiosidade, colei meu ouvido na lá, podendo em fim ouvir tudo claramente.

- Oh.... Hum... Alteza... Assim... Vou morrer...

- Isso... Minha delicia... Mexe os quadris... Mexe.

Meu coração disparou e levei a mão na boca com o susto e pensei:

“Não pode ser... o duque está fazendo... oh deus! com a empregada!?”

Nesse momento fui tomada por tantos sentimentos, raiva, ciúme, inveja, me afastei imediatamente da porta, eu queria sair correndo mais minhas pernas não se mexiam, não sei quanto tempo eu fiquei ali parada feito uma “idiota”, mas assim que os barulhos cessaram a porta se abriu lentamente e ele saiu me olhou surpreso, correndo os olhos sobre meu corpo, eu vestia uma camisola de seda rosa na altura das coxas, não era transparente mais valorizava meu colo, ele com certeza não esperava me ver ali, mas logo sua expressão se suavizou, ele ajeitou seu robe e caminhou lentamente indo embora, como se não estivesse fazendo nada de mais, aquilo me enfureceu, eu sei eu não devia lhe faltar com o respeito por inúmeros motivos, mas não pude me segurar.

- Não tem vergonha de fazer isso? Homens como você me dão nojo!

Minha voz saiu baixa, afinal não queria acordar ninguém e muito menos fazer um escândalo, mas meu tom foi áspero, ele estancou na mesma hora, virou lentamente e perguntou num tom calmo:

- O que foi que disse senhorita Swan?

Era assim que ele sempre se referia a mim, mas formal impossível, aquilo me irritou ainda mais, eu tremi inteira quando senti seus olhos verdes me encarando, como se quisesse arrancar uma resposta plausível a todo custo pro que acabei de dizer, então tomei um longo fôlego e pensei:

“Meu deus! o homem é um duque e dono desse castelo, e sou apenas uma hospede, não posso falar assim com ele, mas também isso que acabei de ouvir é um absurdo, uma total falta de respeito a mim e ao meu pai, não posso presenciar isso e ficar calada, não posso.”

Ele continuava me olhando, então ainda munida de coragem continuei:

- Foi isso mesmo que ouviu! Não tem vergonha? Tem hospedes agora, deveria se dar ao respeito, afinal é um duque, e estava com... Com uma empregada!

O que ele fez a seguir foi totalmente inesperado pra mim, Edward gargalhou depois disse num tom baixo mais afiado.

- E o que tem haver com isso? O que faço ou não, não é de sua conta, isso aqui tudo é meu.

Ele ficava ainda mais sexy bravo daquele jeito, mas será que fiquei louca?

- Tem haver sim já agora você tem hospedes, não pensa no que meu pai diria se ouvisse o que eu ouvi?

Ele deu um sorriso cínico e disse num tom rouco:

- Então você... Ouviu? Tudo?

Foi tomada por uma vergonha absurda, e podia sentir que meu rosto estava vermelho com certeza, ele sorriu novamente, com certeza estava gostando de me envergonhar.

- Sim... Eu... Eu ouvi.

Minha voz saiu tremida, ele aproveitou o meu abalo e continuou, podia jurar que ele estava tentando me seduzir, ou foi só impressão?

- E... Gostou?

Aquilo já era demais! O que ele queria me matar de vergonha? Ou que eu me jogasse em seus braços? Lutando contra a vontade absurda de me render ao seu charme, recuperei a postura agressiva de antes e disse:

- Não! Achei nojento! E fique sabendo que vou contar tudo pro meu pai, sua conduta duque é realmente uma lástima.

Ele cruzou os braços sobre o peito e disse de uma maneira debochada.

- E o que o seu pai diria se soubesse que anda pelo castelo à noite nesses trajes e ainda ouvindo o que não deve atrás das portas, heinn?

Ele me olhou novamente da cabeça aos pés, e eu estremeci, precisava sair daqui e logo, mas porque não me mexia.

- Mas não pretendia ouvir nada, só queria achar a cozinha e beber um pouco d’água, mas não a encontrei então resolvi vir aqui e procurar um dos serviçais pra me ajudar a achar, seu... Seu... Pervertido!

Foi tudo que consegui dizer antes dele avançar sobre mim e me puxar meu corpo de encontro ao seu, senti o ar escapar quando me vi na prisão dos seus braços, o lugar que sempre quis estar, eu tinha que fugir dali, mas não conseguia.

Ele me encarou e disse num tom baixo e sexy.

- Então tem nojo de mim Bella? E eu não passo de um pervertido? Já que vai ser sincera com seu pai e dizer tudo que se passou aqui, então vou aproveitar e ser sincero com você também, se não fosse uma “menininha intrometida” e não fosse filha do meu melhor amigo era você agora que estaria gemendo de prazer, mas na minha cama.

Meu coração disparou feito louco no peito ainda mais por ele ter me chamado por meu apelido intimo, não esperava ouvir aquilo, ele sempre pareceu tão distante, ele me apertou ainda mais contra seu peito forte e aproximou os lábios dos meus, minhas pernas enfraqueceram quando senti seus dedos na parte interna das minhas coxas, e foi subindo mais antes de tocar minha intimidade ele parou aquilo me excitou de um jeito que nunca esperava em seguida ele levou os lábios até meu ouvido e disse algo tão sexy quanto ameaçador.

- Não brinque com um homem, “menininha”.

Eu tive que morder os lábios com força pra não gemer, já estava totalmente entregue, mas a raiva de antes acabou voltando, ele só queria me seduzir e me fazer gemer vulgarmente como fez com sua empregada apenas pra saciar seus desejos, mas não cairia na sua armadinha, jamais seria mais uma em sua cama, então reunindo uma força que não eu sabia que tinha pra lutar contra aquele poço de perdição o empurrei, lhe dei um tapa e disse num tom firme:

- Não brinque comigo também Edward! E fique longe de mim.

Sai correndo e só pararia quando encontrasse meu quarto.

CONTINUA...

Notas finais
OLÁ! ESPERO QUE GOSTEM! ESSE CAPÍTULO VAI ESPECIALMENTE PRA COLORADA QUE INDICOU MINHA FIC, VALEU GAROTA! BRIGADA PELO CARINHO!

O PRÓXIMO POST VEM NO FIM DE SEMANA!

ESPERO QUE GOSTEM DESSE CAP!

ROBEIJOS!

E ATÉ LÁ!