O Irresistível Duque de Birmingham
15 Nós fomos os donos da noite
Notas iniciais
POVS EDWARD...
Lady Antebellum -- We Owned The Night – Nós fomos os donos da noite
Tell me have you ever wanted -- Me diga, você já quis
Someone so much it hurts? -- Tanto alguém que chega a doer?
Your lips keep trying to speak -- Seus lábios ficavam tentando falar
But you just can't find the words -- Mas você não conseguia encontrar as palavras
Well I had this dream once -- Bem, eu tive esse sonho uma vez
I held it in my hands -- Que a segurava nas minhas mãos
She was the purest beauty -- Ela tinha uma beleza pura
But not the common kind -- Mas não de um tipo comum
She had a way about her -- Ela tinha um jeito próprio
That made you feel alive -- Que te fazia sentir vivo
And for a moment -- E por um momento
You made the world stand still -- Você fez o mundo parar de girar
Yeah, we owned the night -- É, nós fomos os donos da noite...
Ainda segurava Bella entre meus braços sem saber o que fazer, e disse ao homem pelo telefone:
- Aspetta un attimo, per favore.
( — Espere um minuto, por favor.)
Mas pra minha sorte Esme apareceu e disse com preocupação:
- O que houve Edward?
- Chame alguém e leve Bella pro quarto, ela desmaiou.
- Mas porque?
- Depois eu explico.
Ela notou a tensão em minha voz e apenas assentiu com cabeça, ela saiu e logo voltou com um empregado que levou Bella pro quarto, coloquei o celular novamente na orelha e falei:
- Mi dispiace averla fatta aspettare, posso spiegare tutto dal principio sì.
(- Desculpe tê-lo feito esperar, pode me explicar tudo desde o começo sim.)
Ele falou tudo novamente e não parecia ser verdade, não poderia pensar no pior, não podia me desesperar, Bella estava desmaiada e precisaria dar uma explicação á ela, mesmo sem saber que explicação eu daria, o fato é que ainda não sabia direito o que fazer, assim que desliguei o telefone senti como se o chão tivesse saído dos meus pés, mas estava decidido a encontrar meu amigo de qualquer maneira, mas claro que gostaria de encontrá-lo com vida.
Fui em direção ao quarto de Bella rezando pra ela não ter entendido toda a conversa, aliás, não sabia quanto ela tinha ouvido, mas tentaria acalmá-la, não quero que ela sofra de nenhuma forma, assim que entrei no quarto a vi deitada na cama, vê-la assim apertou meu coração, e se Charlie realmente estivesse morto? Não posso pensar assim, não posso, Esme que estava lá também me encarou com o cenho franzido e perguntou:
- O que houve então?
- Meu avião não chegou a pousar na Itália, e estão achando que Charlie...
Esme Levou a mão a boca em choque, Bella começou a se mexer dando sinais que estava acordando, olhei pra ela depois pra Esme e disse sem emitir som:
- Bella não deve saber de nada.
Esme entendeu e apenas concordou com a cabeça, assim que Bella despertou e viu nossos olhares preocupados sob ela me encarou e disse:
- Foi verdade o que ouvi, o avião caiu? Meu pai está morto?
Sim, pro meu desespero ela havia entendido tudo, então dei um longo suspiro e disse da maneira mais calma que consegui:
- Acho que você... Não entendeu direito e...
Ela se irritou e disse num tom alto, e percebi que as coisas iam ser mais difíceis do que imaginava.
- Não me subestime, eu entendo um pouco de italiano, agora não minta pra mim!
Eu não queria mentir, só queria amenizar as coisas pro bem dela, então disse:
- Ainda não se sabe, parece que o avião não pousou no aeroporto correto, mas pode ter havido um engano, ele deve ter pousado em outro lugar, já estou verificando isso.
Eu achei que agora ela se acalmaria, mas isso só a irritou ainda mais e ela falou aos gritos:
- Mentiroso! Fez tudo de caso pensado, está doido pra se livrar da gente, aposto que mandou sabotar seu próprio avião, agora só falta se livrar de mim, o que vai fazer? Vai me matar também?
Deus! De onde ela tirou isso? Nunca seria capaz de algo tão sórdido, nunca, de certa forma eu sei que tenho culpa, pois o avião é meu, mas nunca seria capaz de fazer mal á ela e muito menos a Charlie, desde o começo sempre quis ajudá-los, a olhei em choque assim como Esme que disse em seguida:
- Meu deus! Ela não está bem, é melhor chamar um médico.
- É melhor... Faça isso.
Respondi com esforço, pois as palavras de Bella me magoaram, Esme saiu em seguida e tinha razão Bella não estava bem, só deve ter dito isso, pois está abalada e com medo do pai ter morrido, e mesmo com seu olhar cheio de raiva sob mim disse:
- Não sabe o que está dizendo, está nervosa, eu entendo, portando vou relevar.
- Vai revelar? Meu pai morreu e é tudo culpa sua, se ele estivesse num avião normal não teria morrido, porque não confessa que está feliz, heinnnn?
Agora ela tinha passado dos limites, estava sendo injusta demais, então disse num tom irritado:
- Já disse que não sabe ainda se ele morreu, porque não acredita? E como pode achar que estou feliz com o desaparecimento de meu melhor amigo? Vou fazer o possível pra encontrá-lo, confia em mim.
- Não confio em você, sai daqui! Eu te odeio! Você é um assassino! Um assassino!
Ela disse sem controle e afundou o rosto no travesseiro chorando, e aquilo partiu meu coração, e tudo que quis fazer foi ir até ela abraçá-la, consolá-la, dizer que tudo ficaria bem, mas a verdade é que nem eu sabia se ficaria mesmo, Deus... Eu queria protegê-la, não queria que sofresse, eu a queria tanto e nesse momento quis ainda mais, ainda vendo ela assim tão frágil, não... Não podia desejá-la assim, era insano, mais desejava, tinha que me manter firme e ficar afastado, mas agora as coisas mudaram, ela precisa de mim, não... Ela não precisa, está me odiando, ela tem razão, sou um assassino, se eu estivesse esperado um pouco mais, ou se Charlie tivesse ido num avião comercial como ela disse, droga! Nunca vou me perdoar se ele morrer, nunca!
Então saí do quarto me sentindo arrasado, tendo a certeza que ela gostaria de ficar sozinha, me encostei na parede do lado de fora e senti os olhos marejados, os fechei com força respirando fundo, mas uma mão no meu ombro me fez abri-los e encarar Esme que disse num tom afável.
- Vai ficar tudo bem Edward, Charlie ainda está vivo, temos que acreditar nisso.
Então disse com tristeza:
- Ela me chamou de assassino, Bella tem razão Esme a culpa disso tudo é minha, minha.
Mas ela me abraçou e disse:
- Claro que não tem culpa, Bella sabe disso, ela só está nervosa, só isso, foi um choque muito grande pra ela querido.
Retribui seu abraço e não me segurei mais chorei baixinho e ela continuou num tom carinhoso:
- Não fique assim, Bella precisa de você.
Afastei-me dela enxugando minhas lágrimas e disse de forma convicta:
- Tem razão não posso desabar, vou fazer o possível e o impossível pra encontrá-lo, não vou descansar até saber o que aconteceu com meu amigo, pode cuidar dela, por favor?
Esme deu um sorriso e disse:
- Claro que sim, fique tranqüilo, o médico vai chegar daqui a pouco e ela vai se acalmar, e tenho certeza que depois que se acalmar vai pedir desculpas pra você.
Dei um sorriso triste, e saí indo em direção ao escritório onde fiz varias ligações, e nos dias seguintes me empenhei ao máximo pra encontrá-lo, avisei a guarda costeira, a força aérea, e cada dia que terminava sem saber do paradeiro do meu amigo a esperança de vê-lo com vida enfraquecia também, mas de qualquer forma não desistiria devia isso a Bella e a Charlie com certeza, por falar nela não fui mais vê-la desde o dia que me expulsou de seu quarto, mas fazia questão de saber noticias suas por Esme, até mudei o perfume pra diminuir a saudade que eu tinha dela, já que ela usava o mesmo que eu, ainda sim queria estar ao seu lado, mas com certeza Bella estaria com raiva de mim, e ainda me sentia muito culpado pra encará-la sem ter notícias do seu pai.
Meu esforço era tanto pra encontrar meu amigo que pedi licença do senado, afinal sei que não teria cabeça pra trabalhar enquanto Charlie estivesse desaparecido, e Esme que sempre me dava às notícias sobre Bella me disse que ela não andava comendo e estava cada vez mais triste, então resolvi tomar uma atitude, ela não ficaria doente, e sei que se ficasse a culpa também seria minha, então numa noite pedi à empregada que fizesse a sopa bem gostosa, e resolvi levar eu mesmo, enfrentando o medo de ser rechaçado.
Abri a porta do seu quarto devagar segurando a bandeja com a sopa quente, ela estava deitada de costas pra mim, me aproximei parando ao lado de sua cama, meu coração doeu ao vê-la naquele estado, ainda que estivesse com medo de encará-la resolvi ir em frente, então ela disse num tom fraco assim que notou que alguém havia entrado, com certeza porque não comia há dias e me confundiu com a empregada.
- Pode levar a comida Ângela, não tenho fome.
- Sou eu Bella, e você vai ter que comer.
Disse num tom calmo mais firme, Bella se virou imediamente e me encarou, ela me olhou e não vi mais raiva em seu olhar, então sorri pra ela e quando ela retribuiu me enchi de coragem, e disse com gentileza:
- Trouxe o seu jantar, eu já provei, está delicioso.
Sim, tinha provado antes de trazer, queria ter certeza que estaria realmente bom pra ela ter vontade de comer tudo, então me sentei ao seu lado e coloquei a bandeja sob meu colo, seu rosto estava tão abatido, mais continuava linda, tive uma vontade tão grande de beijá-la, mas não posso Bella está fraca, e só vim aqui por que ela não está se alimentando, pra quem estou mentindo? Estou aqui porque também estava louco de saudade isso sim, mas ela não precisa saber disso, e ao ver que ela não demonstrava que iria comer disse:
- Você tem que comer Bella, não quer que Charlie encontre você doente quando voltar quer? Vamos! Sente-se, trouxe uma sopa de legumes pra você.
Ela continuou deitada, sem se mexer, ignorando minhas palavras, olhou pro lado e começou a chorar, não! Ela não merecia sofrer assim, não podia mais vê-la daquele jeito, e por mais que estivesse triste ela sabe que tem que comer, sabe mais não come, Não queria ser duro com ela, mas ela não me dava outra escolha, afinal não deixaria que ela adoecesse de forma nenhuma, então falei num tom firme:
- Tudo bem, já que vai continuar agindo com uma criança teimosa, é assim que vou te tratar.
Em seguida coloquei a bandeja sob o criado mudo, puxei suas cobertas pro lado, e a levantei colocando no meu colo, faria o possível pra que ela comesse, e me parece que esse era o único jeito, e se ela ainda se negasse lhe daria umas boas palmadas, mas agora com seu corpo quente sob o meu e seu perfume envolvente a ultima coisa que lhe daria eram umas palmadas, a não ser que fossem de leve com carinho e... Não! Não posso ter esses pensamentos, se tiver uma ereção agora ela perceberá, e não seria louco, ela precisa comer, devo esquecer esses desejos, mas droga! Isso é impossível, ainda sim preciso me controlar, e lembrar porque vim, agradeci por ela estar de pijama e não expor nenhuma parte do seu corpo, se não... Então envolvi a mão em sua cintura aproximando nossos rostos, lhe fazendo entender que não deixaria que escapasse, mas ela não demonstrou desgosto com minha atitude, com certeza porque estava fraca demais, seria tão fácil beijá-la e... Não! E tentando manter o foco enxuguei suas lágrimas com o polegar que deixaram seu lindo rosto inchado, mas não menos bonito, porque ele tinha que continuar linda mesmo abatida como estava? Só pra me torturar ainda mais? Então disse num tom ameno:
- Agora a “senhorita” vai comer.
Mas ela disse num tom baixo e desanimado:
- Não consigo.
Mas respondi com incentivo:
- Consegue sim.
Coloquei a bandeja sob a cama e enchi a colher rezando pra minha mão não tremer, e ela não perceber o quanto mexe comigo e o quanto a desejo, levei a colher aos lábios pra esfriar, Bella olhava meu gesto com atenção, e eu só tinha uma frase em mente:
“Se controle, se controle.”
E como imaginei que fosse alimentá-la foi uma grande “tortura” parecida com o que aconteceu em nosso passeio de bote, a única diferença agora é que não estávamos congelando, e eu estava longe disso, sentia meu sangue ferver nas veias, ainda mais porque nos encarávamos o tempo todo, era inevitável, parecíamos conectados, ela abriu a boca apenas pra comer e não falamos nada enquanto eu a alimentava como se ela fosse um bebê, por mais que eu tentasse os pensamentos que estava tentando evitar voltaram, agradeci quando o prato ficou vazio, pois já não conseguia conter a excitação.
Então coloquei a bandeja de volta no criado mudo e disse sorrindo de forma satisfeita:
- Muito bem, agora precisa dormir um pouco, nos veremos amanhã.
A deitei delicadamente na cama, já pretendia levantar antes que a tocasse sem querer com o volume dentro de minhas calças, e pro meu desespero quando ia ergue-me ela agarrou na minha camisa e disse voltando a chorar:
- Não vá! Por favor, não me deixe sozinha, eu já perdi meu pai, não quero perder mais nada.
Não... Ela não estava sozinha, como poderia imaginar isso? Se eu a queria com loucura e desespero, então me aproximei novamente e lhe disse com um olhar fixo e profundo:
- Não, não perdeu seu pai, não pense assim, ele vai voltar, e mesmo que não volte nunca vou te deixar sozinha, você tem a mim, agora durma.
- Não vá, fique comigo.
Ela disse novamente sem me soltar, porque ela tinha que me pedir isso? Por quê? Eu queria ficar sim, ficar a noite toda, mas não podia, era errado, muito errado, me encontrava dividido, a cabeça dizia pra eu ir embora antes de fazer algo que quero fazer desde a primeira vez que a vi, mas havia outra parte de mim que não queria ouvir e dizia fique, fique e se permita um pouco de felicidade, mas não... Deus! Eu tinha que ir embora, tinha sim, ainda tentei me afastar e percebi que minha excitação encostou nela, o que me fez lançar um olhar desejoso pra ela, e disse num tom rouco:
- Bella... É melhor eu ir embora, só vim dar o seu jantar, me... Solte.
Não, não queria ir embora, e não queria que ela me soltasse, queria ela embaixo de mim, gemendo de prazer, então me vi fraco, não podia mais lutar contra o que sentia, eu tentei, juro que tentei, mas ela também me quer, então decidi deixar de lado o bom senso, a queria tanto e de modo tão intenso como se minha vida dependesse disso, então ao invés de tirar sua mão e me afastar eu a coloquei a cima de sua cabeça e me deitei sob ela, roçando nossas intimidades, deixando claro o quanto a queria, então ela disse após um gemido:
- Ah! Edward... Faça amor comigo... Preciso tanto de você... Tanto.
- Bella... Eu também.
Disse num sussurro tomando seus lábios, matando a saudade dela que parecia me matar, sugava sua língua com paixão e loucura, mas ela estava fraca e eu... Faminto, faminto... Se começasse não conseguiria parar, por isso lhe disse com tensão:
- Você está fraca, Não devíamos... Por favor... Me mande embora... Se não...
Mas ela colocou um dedo sob meus lábios e disse:
- Não quero que vá embora, fique e... Faça amor comigo, faça e... Diminua a minha dor.
- oh! Minha “menininha” te quero tanto... Tanto.
Disse num surrurro, sim, diminuiria a dor dela e a minha, e eu queria não só com o corpo, mas com a alma também, voltei beijá-la tirando sua roupa e a minha nos deixando apenas com a roupa de baixo, e lhe lancei um olhar luxurioso, pelo rosto, seios e olhando pra sua calcinha que era muita parecida com a que eu tinha lhe “roubado” num “certo labirinto” há algum tempo atrás e disse com um sorriso malicioso:
- Essa calcinha é ainda mais linda que a última, sabia?
Ela sorriu como se tivesse gostado do que ouviu, e quando toquei sua fenda úmida por cima do tecido gememos juntos e disse:
- Hum... Já está tão molhada... Assim não vou poder esperar.
- Não... Espere.
Não, não queria esperar ,alias, acho que já tínhamos esperado muito, mas havia muitas coisas que ainda queria fazer antes, então comecei pela orelha, mordendo, chupando, depois fiz o mesmo no pescoço e nos seios, ela estava adorando e gemia cada vez mais alto e adorava aquilo, como queria viver esse momento, era uma loucura em todos os sentidos, devia me arrepender por fazer isso, mas sei que não vou conseguir, então levei à mão a lateral de sua calcinha e a abaixei de forma delicada, nos “torturando” ainda mais, depois me abaixei até ficar com o rosto entre suas pernas, ela se contorceu de desejo, mas segurei de maneira firme em suas coxas e disse num tom sexy:
- Seja paciente... Me deixe sentir seu sabor.
E Quando minha língua tocou sua fenda úmida, ela estava quente como um vulcão, deus! Ela era deliciosa demais, como nenhuma outra, e ela se entregava sem reservas a mim, e adorava isso, apesar de querer me afundar dentro dela com loucura, seu prazer também era o meu, e queria que ela soubesse o quanto me enlouquece, então penetrei dois dedos juntos, sim... Estava disposto a matá-la de prazer.
- Edward... Por favor... Não posso mais...
E como ela acha que eu estava? A meses sem tocar numa mulher, e tudo porque? Porque era só ela que desejava, só ela que queria, e logo quem está falando isso? O “maior mulherengo da Inglaterra” sim... E nem acredito que agora ela será minha como sempre desejei. Me afastei um pouco pegando minha calça no chão e tirando do bolso algumas camisinhas, sempre fui muito prevenido, tinha que ser já que sempre fui um mulherengo mesmo, as coloquei no criado mudo pegando uma pra mim, e depois que envolvi meu membro, me deitei sob ela, Bella ficou quietinha enquanto fazia isso, me esperando, assim que afastei suas pernas com as minhas a penetrei fundo, ela soltou o ar apressadamente junto com um gemido, e isso me deixou ainda mais louco, e comecei a estocar forte e firme, mostrando como um homem cheio de desejo é capaz de possuir uma mulher.
Deus! Ela era tão apertada tão quente e que se não tivesse me falado que não era mais virgem não teria acreditado, e senti certo ciúme por saber que não sou seu primeiro homem, mas prefiro acreditar que ela nunca sentiu tanto prazer antes como agora, o que de certa forma me faz ser o primeiro, afinal ninguém esquece uma boa noite de amor, amor? Sim... Tenho certeza que era isso que estávamos fazendo, e garanto que nunca fiz isso antes, com certeza sexo e amor não eram a mesma coisa, Bella começou a mexer os quadris tentando acompanhar meu ritmo intenso, nos encaramos e lhe lancei um olhar profundo assim como ela fez comigo, meu coração estava disparado no peito, e ali constatei entre nossos gemidos que estava apaixonado por ela, acho que sempre estive desde a primeira vez que vi, mas não tinha coragem de admitir nem pra mim mesmo, o prazer foi ficando cada vez maior, então mordi seus lábios levemente e sussurrei em seu ouvido aquilo que precisava ouvir:
- Minha “menininha” é tão deliciosa... E agora é minha, diga que é minha... Diga.
- Sim... Sou sua... Sua.
Gememos alto, e senti o ápice chegando pra nós, minha vista ficou nublada, sentia meu corpo vibrar como nunca antes, nossos movimentos agora eram frenéticos, ela se agarrou a mim afundando suas unhas em minhas costas de forma sensual, com certeza ela me deixaria marcado, e pela primeira vez a idéia de ter as costas marcadas pelas unhas de uma mulher me agradava e muito, e o prazer total veio com nossos gritos, deus... Foi bom demais, isso realmente era bom, mas quando se está apaixonado é mil vezes melhor sem duvida, me joguei sob ela, afundando a cabeça entre o vão de seu pescoço, tentando controlar a respiração como ela, e tentando entender esse sentimento novo que agora consumia meu peito como uma chama forte e intensa, então ela disse:
- Edward... Isso foi...
A encarei e disse passando os dedos sob seu lindo rosto ruborizado:
- Eu sei foi maravilhoso... Nunca senti nada assim... Você é muito especial Bella.
Sim, ela era! Mais queria dizer muito mais do que isso, mas sei que não podia, não tinha nenhum direito pra dizer, e pra minha surpresa ela começou a chorar será que ela se arrependeu do que fizemos? Não pode ser, ou pode? Não, com certeza não ela só deve estar triste pelo pai sem duvida, então deitei de costas a puxando pro meu peito e disse com carinho:
- Não fique assim, seu pai está vivo Bella, acredite, vou encontrá-lo.
Ela deu um suspiro acariciando meu peito, e tive uma sensação tão boa, como se ali fosse meu lugar, perto dela, sentindo seu calor, seu toque, e ela disse num tom desanimado:
- Eu sei... Mas eu tenho medo que...
Lhe dei um beijo suave interrompendo sua fala e disse:
- Não tenha medo... Ele estar bem tenho certeza, só estar perdido, mas vamos encontrá-lo.
Eu já não acreditava muito nisso, mas precisava lhe passar força, não agüentava vê-la tão triste, não agüentava, ela então prosseguiu:
- Eu também queria te pedir desculpas pelas barbaridades que falei... Sei que não teve culpa, me perdoe, por favor, sei que está zangado.
Zangado? De jeito nenhum, fiquei um pouco magoado claro, mas com certeza mereci ouvir seus insultos, afinal eu podia ter esperado um pouco, mais estava tão empenhado em afastá-la de mim que agi por impulso e agora isso pode custar caro, só espero que meu amigo ainda esteja vivo, pois se estiver vou encontrá-lo, juro que vou, ou nunca mais vou conseguir olhar nos olhos de Bella novamente sem sentir culpa, e tentando afastar os pensamentos ruins, a abracei fortemente, lhe dando um sorriso torto e disse com gracejo:
- Depois de tudo que fizemos acha mesmo que estou zangado Bella?
Ela ficou vermelha, absolutamente linda, acariciei uma mecha dos seus cabelos sedosos e disse:
- Fica tão linda depois que faz amor, sabia?
- Agora sei... Porque enlouquece as mulheres Edward... E quero mais... Muito mais.
E suas palavras a seguir num tom provocante me surpreenderam, e ao mesmo tempo acederam meu corpo novamente, se ela tivesse a mínima noção do meu desejo por ela não me provocava assim, ela aranhou meu peito e decidi ir até o banheiro, pois já começava a ficar excitado de novo, Bella estava fraca, e eu se pudesse... A amaria a noite toda, mas ela não estava em condições pra isso, então tirei a camisinha do meu membro, joguei na lata de lixo e voltei pro quarto, rezando pra ela se comportar ou não poderia me conter, deitei na cama a puxando pro meus braços e disse:
- Durma meu anjo, ficarei aqui com você.
Sim, não pretendia me afastar dela, nunca dormi lado de mulher alguma, mas com ela tinha essa vontade, mas minha “menininha” voltou a me provocar, e quando ela encostou a perna no meu membro que já estava mais do que pronto não me segurei e gemi, no entanto tentei lhe avisar e meu tom saiu rouco pelo desejo:
- Não brinque comigo, ou posso esquecer que está fraca e te possuir a noite toda.
- Mas é isso que quero.
Ela disse beijando meu peito e bastou pra eu perder o controle de vez, puxei seu rosto lhe dando um beijo ardente que nos tirou o ar, então desci a mão até a intimidade dela que já estava encharcada e Bella gemeu alto:
- Hum...
Então decidi fazer amor com ela de forma diferente, da forma de nunca fiz antes com ninguém, e lhe disse num tom sexy:
- Vire-se minha “menininha”.
Ela obedeceu e peguei uma camisinha no criado mudo a colocando rapidamente, depois a abracei envolvendo seus seios macios e excitados com minhas mãos, mordi seu ombro ela gemeu novamente, aumentando ainda mais o meu tesão, não poderia esperar mais, então levantei sua perna colocando sob a minha e a penetrei de forma mais lenta, queria saborear nosso prazer aos pouquinhos agora, e senti que seu corpo estremeceu ao ouvir meu gemido contra seu ouvido:
- Oh... Hum...
Ela mexia os quadris no meu ritmo e colei meu corpo todo ao dela, parecíamos um só agora, e louco de desejo a penetrei ainda mais fundo mordendo seu pescoço, ela disse então num tom alucinado de prazer:
- Oh deus! Vou... Morrer.
Sim... Acho que ia também, ela não pediu? Pois teria, a levaria pro céu sim... Junto comigo, a virei de frente voltando a penetrá-la agora mais rápido, e a beijei na mesma intensidade, não deixando espaço nem pras nossas respirações, ela enlouqueceu de vez e quando conseguiu falar disse:
- Edward... Edward... Não pare... Não pare...
Não, não parei indo cada vez mais rápido, segurei fortemente na cintura dela e disse com a respiração acelerada:
- Bella... Assim sou eu que vou morrer... Vai me matar... Vai sim...
E foi assim que veio o ápice, parecendo melhor que o primeiro, ficamos de olhos fechados e com as testas coladas, nada mais era ouvido além das nossas respirações aceleradas, Bella passou as mãos pelo meu rosto e senti uma alegria tão grande por dentro, algo inexplicável, quis dizer tanto, mas o silencio e as batidas ruidosas de nossos corações pareciam dizer muito mais, tinha certeza que a amava, isso era um sentimento novo e comprovar isso hoje foi de certa forma “assustador”, afinal nessa altura da minha vida, não esperava mais por isso, e porque tinha que ser por ela? Por ela que nunca poderia ser minha.
Abrimos os olhos quase ao mesmo, como se compartilhássemos o mesmo segredo de nossos corações, eu poderia passar a vida assim, olhando ela, eu poderia me perder em seus braços pra sempre, seria fácil, pois estava apaixonado pela primeira vez, e me sentia um menino agora como ela, como se nesse momento começasse a viver, como se só nesse momento viver começasse a valer a pena, eu não sabia de nada agora, não via futuro pra nós, só tinha certeza de uma coisa, eu a amava, e não suportaria a idéia de viver sem ela, mesmo que isso fosse inevitável.
CONTINUA...
Notas finais
E QUERO DIZER TAMBÉM PRA QUEM ACOMPANHAVA MINHA FIC JAR OF HEARTS QUE EU A EXCLUÍ, PORQUE NÃO TEVE MUITA ACEITAÇÃO,
MAS NO SEU LUGAR COLOQUEI OUTRA, ESPERO QUE ENTREM LÁ, OK!
http://www.fanfiction.com.br/historia/163838/O_Principe_Oculto
TENHO ALGUNS SEGREDINHOS PRA CONTAR DO PRÓXIMO CAP, NÃO ESPALHEM! RSSSS!
FINALMENTE VCS VÃO SABER O QUE HOUVE COM CHARLIE, E O NOSSO DELICIOSO DUQUE VAI TER UM ATAQUE DE CIÚMES, COM UM NOVO HÓSPEDE EM SEU CASTELO.
ESTÃO CURIOSAS? ENTÃO NÃO PERCAM O PRÓXIMO CAP! OK!
ROBEIJOS!
BOA LEITURA!
COMENTEM!
THAU!
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