O Irresistível Duque de Birmingham
8 Na pequena sala...
Notas iniciais
- Isso foi só o começo minha menininha, agora temos que ir, antes que eu não possa mais parar...
COMENTEM!
POVS BELLA...
O banho quente foi renovador, afastando todo o frio do meu corpo, mais não foi capaz de afastar as sensações de tudo que vivi hoje, afinal não devia ter aceitado o convite do duque e muito menos ele devia ter me convidado, acho que ele também já saberia o que poderia acontecer como o beijo, será que ele sabia? Será que ele fica tão mexido quanto eu na sua presença? Não, não acredito! Tudo pra ele é um jogo, ele só quer me conquistar como já fez com tantas outras, ele é um “conquistador nato” como disse meu pai, ele já deve ter tido tantas mulheres muito mais interessantes do que eu, então porque faz tudo pra me conquistar? Tenho tão pouca experiência com os homens que me considero quase virgem, tive vontade de rir diante disso afinal não era mais virgem, mais diante de um homem tão experiente e sedutor como ele me sentia exatamente assim.
Por outro lado vi que tinha algo mais do que desejo da parte dele, o modo rápido como me socorreu dentro da água e como se preocupou em nos aquecer... Mas era o mínimo que ele podia fazer não? Ou ele me deixaria morrer ali? Afinal ele podia ter me culpado por tudo e me dado um sermão, no entanto ele não fez isso, só se preocupou em nos manter quentes, por deus! E que modo de fazer isso! Nunca vou esquecer a cena de estar quase nua no colo dele, aquilo era tão constrangedor e tão... Obsceno ao mesmo tempo, e se fosse diferente? E não estivéssemos congelando de frio será que nós... Não! Mas que loucura é essa? Isso nunca vai acontecer de repente me enchi de culpa ao lembrar que quebrei a promessa que fiz a meu pai quando lhe disse que me afastaria de Edward.
Mas talvez eu não tenha tanta culpa assim não fui atrás dele, mas aceitei seu convite, e não deveria, não podia, mas aceitei... Eu sei que não seria capaz de cumprir minha palavra e soube desde a primeira vez que vi o duque, ele me enlouquece só com um olhar, minha boca fica seca e meus dedos formigam de vontade de tocá-lo, deus... Eu tinha que ser imune é ele! Mas como? Qual mulher resistiria a tanto charme e virilidade juntos? É impossível! Se fechar os olhos ainda consigo senti seus dedos longos e quentes sobre meu seio e sua boca carnuda e sedosa sobre a minha e sem falar de sua masculinidade rígida próxima as minhas coxas... Hum... Saí do banho e me enrolei na toalha, tentando fugir daqueles pensamentos que com certeza me levariam a loucura, sem sombra e duvida Edward era o homem mais envolvente e surpreendente que conheci, em uma só tarde conheci três facetas dele, a de cavalheiro me convidando pra um passeio, a de sedutor quando me beijou e me agarrou, e a de herói quando me salvou e nos trouxe de volta, sempre imaginei que seu sucesso com as mulheres fosse apenas por sua aparência e fortuna, só isso com certeza bastaria, mas ele tinha tantas outras qualidades e falou com tanto orgulho de seus falecidos pais, principalmente sobre seu pai que ele parecia ser mais apegado.
Ele era tão perfeito que não fazia sentido o fato de nunca ter se casado e nunca ter tido se quer um filho, por um momento imaginei como seria um filho dele, talvez tivesse seus olhos verdes e aqueles lindos cabelos cor de bronze, ou então aquele sorriso capaz de derreter uma muralha de gelo... Talvez ele não tenha vocação pra ser um homem de família, ou talvez ainda não encontrado a mulher certa pra ser sua duquesa e com certeza não seria eu, e se fosse... Não! Não seria! Com certeza seria uma mulher bem mais velha e independente, e não uma menina boba que tem idade pra ser sua filha e ainda por cima ele é o melhor amigo do meu pai, é! Essa mulher nunca seria eu, que lastima!
Durante os dias que se seguiram evitei olhar Edward nos olhos, agora mais do que nunca seria difícil olhá-lo sem ficar vermelha de vergonha, com certeza no momento que o encarasse lembraria de tudo que ocorreu no dia em que passeamos de bote, já meu pai pelo visto já não desconfiava de nós o que era um alivio, ele parecia cada vez mais a vontade no castelo e era bom ver ele e Edward conversando de maneira descontraída, ele me falou que já tem vários planos, me sentia feliz por ele acho que meu pai queria dizer de maneira indireta que em breve voltaríamos pra casa, pode parecer estranho mais já não estou tão ansiosa como antes pra voltar e não entendo porque, afinal minha faculdade de advocacia era tudo pra mim, mas eu sabia que esse dia ia chegar, não é? Mas gostaria que demorasse um pouco mais... Pra que eu possa ficar mais tempo com... Com... O... Deus! O melhor a fazer é ir embora de vez, antes que esses pensamentos impróprios sobre Edward me matem de vez.
Fui avisada que esta noite teríamos convidados pro jantar, era a primeira vez desde que estamos aqui que Edward recebe visitas além de nós, fiquei muito curiosa, Esme me disse que os convidados eram amigos muito próximos de Edward, ela me disse também que se tratava de um casal com seu pequeno filho e mais uma convidada, uma mulher chamada Victória De Lare, senti um “bolo” no estômago e pensei que talvez essa mulher fosse bem mais que uma amiga dele, não perguntei mais nada a Esme tinha medo dela confirmar minhas suspeitas, mas porque eu estava tão preocupada? Ele não é nada meu, não passa de um “mulherengo” mesmo, agora estou falando que nem meu pai, ninguém merece! Em seguida resolvi escolher a roupa pra ocasião, tinha que ser algo formal, pensei em pedir uns toques pra Esme mais desistir, mas e se eles tivessem algum titulo como o Edward? Tinha que pelo menos estar vestida á altura, não é? Optei por um vestido preto de alças que ia até o joelho, e um sapato de salto não muito alto, uma maquiagem leve e acho que está perfeito, saí do meu quarto e me dirigi ao salão principal, ao chegar fui apresentada a um homem chamado Jacob Black e sua mulher Renesmee, eles faziam um belo par ambos muito bonitos, soube que ele trabalhava no parlamento junto com Edward, sua mulher era a doçura em pessoa, com certeza se a visse mais até poderíamos ser amigas, conversamos de maneira animada por vários minutos eu meu pai e eles, mas estava faltando alguém.
Me afastei um pouco, a conversa estava tão boa que eles não notaram que saí, e corri os olhos pelo salão, e procurei por dele, foi então que o vi, Edward brincava com um bebê não muito longe de nós, fiquei encantada, ele jogava o bebê que parecia ter pouco mais de um ano pra cima e o amparava em seus braços, a criança ria como se fosse acostumada com aquelas brincadeiras, ele não notou que eu os olhava, aquilo parecia tão natural, aquele pequeno poderia ser seu filho, com certeza o papel de pai cairia muito bem pra ele, mas Edward preferia outro papel o de conquistador, não é? Senti uma mão em meu ombro e virei minha cabeça pro lado era Esme, ela sorriu e disse apontando na direção dos dois:
- Você esta linda minha querida! Não gostaria de conhecer o pequeno Bob?
Eu sorri de volta e disse um pouco tensa.
- Obrigada! É... Claro!
Eu não podia dizer que não queria encarar Edward, mas se não fizesse isso Esme estranharia, e não queria que ela me olhasse assustada de novo como no dia em me viu chegar molhada ao lado de dele, espero que ela não tenha pensado mal de mim, então me afastei dela, respirei fundo e caminhei até ele, Por deus! Como estava lindo! Num terno marrom impecável, ele me encarou com o bebê em seu colo com seus orbes verdes e meu coração disparou como nunca, achei que me sentiria estranha em sua presença depois de tudo que houve na ultima vez que nos vimos, mas não, me senti bem, bem demais, com uma enorme vontade de repetir tudo que aconteceu no passeio, tirando a parte de cair na água fria, mas confesso que até essa parte teve suas vantagens, como senti falta de olhá-lo assim, de ao menos ficar perto o suficiente pra poder ouvir sua respiração, oh deus! Preciso ser coerente, ele deu um lindo sorriso passando o olhar sobre meu corpo o que me deixou ruborizada e disse:
- Olha como a Bella está linda Bob, cuidado pra não se apaixonar heinnn!
Ele disse pro bebê com se ele pudesse entendê-lo num tom divertido mais uma faceta que passei a gostar, se bem que não era o pequeno que eu queria que se apaixonasse e... Em seguida bob sorriu pra mim, não pude resistir e brinquei também:
- Talvez tenha razão alteza.
Estiquei as mãos e peguei o pequeno nos braços, ficamos ali distraídos com o menino, Edward estava comigo como o cavalheiro de sempre, mas notei um brilho diferente em seu olhar, será que aquele passeio de barco a afetou tanto quanto a mim? Não posso querer isso, é errado, muito errado, ainda estávamos distraídos até que Edward olhou por cima dos meus ombros e sorriu, fiquei tensa, então me lembrei da tal amiga que também viria, será que era ela? vi ele fazer um sinal com mão como se tivesse chamando alguém e engoli em seco, em alguns minutos uma mulher alta, magra, usando um vestido longo branco e decotado e com os cabelos cor de fogo se aproximou de Edward e lhe deu um abraço que me pareceu demorado demais, ele se soltou dela rapidamente se virou na minha direção e disse num tom galante:
- Vic Essa é minha hóspede Isabella Swan, ela veio junto com seu pai Charlie passar uma temporada aqui comigo, e esse menino lindo em seus braços é o filho de meu amigo Jacob Black e de sua esposa Renesmee, o pequeno Robert, mas pode chamá-lo de Bob.
Não gostei do tom formal de Edward em relação mim e da maneira intima com que falou com ela, Vic? Mas era o melhor, não é? A mulher me olhou com certo desprezo e disse num tom falso e sorrindo enquanto se aproximava pra me dar um beijo no rosto.
- Victória De Lare, sou uma velha amiga de Edward, é um prazer conhecê-la Isabella, e é um prazer conhecer você também Bob.
Fiquei com vontade de limpar meu rosto depois que ela beijou, mas não fiz, Victória passou o braço em volta da cintura de Edward e tive uma vontade imensa de arrancá-lo dali, assim como queria arrancar também os dentes daquele sorriso nojento dela, ela tentou pegar Bob no colo, mas ele chorou, com certeza não fui a única a odiar essa “oferecida”, Bem feito pra ela! Mas controlei minha raiva e disse:
- O prazer é meu, agora se me der licença vou levar Bob pra mãe dele.
Tive que sair dali ou acabaria vomitando nos pés dela, não queria atrapalhar o “casalzinho”, pois era isso que eles pareciam, Edward não parecia incomodado com ela, e isso me deixou ainda mais magoada, tudo que eu queria agora é que esse jantar acabasse bem depressa.
Ela foi apresentada aos outros convidados, e logo depois fomos pra mesa de jantar, que estava ricamente arrumada, Edward se sentou na cabeceira, e Victória fez questão de sentar ao lado dele, eu sentei do outro lado assim como meu pai, e o casal de amigos dele, o pequeno Bob dormiu e Esme o levou pro quarto de hóspedes, a conversa começou a fluir, mas ver o modo como aquela mulher se jogava pra Edward estava me deixando doente, não sabia até quando agüentaria aquilo, então Edward disse:
- Convidei Victória porque estou interessado em um dos seus imóveis, vamos fechar negócio hoje, não é Vic?
- Não tão depressa Edward.
O claro entrosamento entre eles arrancou sorrisos de todos, menos de mim, não estava acreditando nem um pouco no que ele disse, o ponto máximo que pude agüentar foi quando ela acariciou a nunca dele, não consegui mais me controlar e derramei a taça de vinho que estava bebendo no colo dela, foi tão rápido que só eu, ela, e Edward perceberam, então disse num tom falso:
- Desculpe querida, foi sem querer.
Ela me olhou de maneira brava e se levantou Edward pediu a um dos empregados que a levasse até o banheiro para se limpar, quando ela se afastou ele olhou pra mim parecia bravo também e eu pensei:
“Claro que está bravo, eu o afastei de sua “amiguinha”.”
Em seguida ele levantou, fez um sinal com a cabeça pra que eu o seguisse, olhei pros outros que ainda pareciam distraídos conversando, então fui atrás dele. Não cheguei a andar muito, pois senti uma mão me puxando pelo cotovelo e me levando pra uma pequena saleta, Edward fechou a porta atrás de nós e disse num tom azedo:
- Pode me dizer o que deu em você hoje?
O encarei e disse num tom irônico:
- Em mim nada, estou ótima, por quê?
- Não brinque comigo.
Ele ameaçou, mas me mantive firme e disse:
- Quer que eu diga mesmo o que houve comigo? Então vou dizer, só tentei impedir que você e sua amiginha se agarrassem na mesa de jantar na frente de todos, só isso.
- O que?
Ele perguntou como se estivesse achando aquilo engraçado então continuei:
- Acha que alguém acreditou que vocês estavam apenas fazendo um negócio? Está na cara que são amantes.
Agora ele riu abertamente e tive vontade de estapeá-lo como já fiz uma vez.
- Mas claro que é um negócio, estou interessado em uma das mansões que Victória tem em Liverpool, não traria uma das minhas amantes pro castelo e muito menos pra jantar aqui.
Me enfureci ainda mais e disse:
- Mentiroso! Se fosse só isso mesmo não deixava ela ficar passando a mão em você.
Ele me olhou de forma maliciosa e disse:
- Às vezes é preciso usar um pouco de charme nos negócios também, sabia?
- Não! Não sabia! Eu Nei como pude me desculpar com você naquele dia, eu devia estar louca mesmo, você não passa de um “sedutor barato”.
Ele então se aproximou de mim e disse com a voz rouca:
- Deixa ver se eu entendi... Então você jogou vinho no vestido de Victória pra manter o respeito e a moral dos meus convidados? Porque com certeza eu estava agindo de maneira indequeda quando deixei que ela me tocasse, foi isso?
- Sim.
Falei num tom firme, ele me puxou pela cintura e encontro do seu corpo e disse sussurrando a milímetros dos meus lábios:
- Mentirosa... Porque não confessa que está morrendo de ciúmes de mim?
O encarei totalmente sem fôlego, pois não esperava essa pergunta e muito menos sua aproximação então disse:
- Não... Não estou.
Ele me apertou ainda mais contra e ao sentir sua protuberante ereção minhas pernas fraquejaram.
- Está sim... E vou te obrigar a confessar.
Sua ameaça sedutora arrepiou minha pele, ele passou seu nariz sobre o meu e eu fechei os olhos deliciada com sua carícia, eu precisava fugir e me afastar, eu ainda estava com raiva? Não estava? Agora não conseguia pensar em mais nada a não ser nesse nosso momento, em seguida ele passou seu nariz pelo meu pescoço aspirando meu cheiro e perguntou de novo num tom baixo e ainda mais provocante:
- Confesse... Confesse... Que está morrendo de ciúme e que não consegue tirar nosso passeio de bote da cabeçaassim como eu.
Oh deus! Eu ouvi direito? Isso é loucura, loucura... Mas não poderia falar a verdade... Não poderia assumir que estava morrendo de ciúmes.
- Só vou beijá-la, depois que confessar.
Meu coração disparou com essa proposta tentadora, como queria ser beijada, mas ainda sim não podia assumir que estava com ciúmes, não podia.
- Edward...
Sussurrei e ele falou:
- Sabe Bella... Quando pediu pra eu fechar os olhos pra não ver seus seios no bote quase tive um ataque do coração, por não vê-los, só por senti-los contra meu peito, até hoje imagino como eles são, estou casando de só imaginar... Cansado.
Em seguida as mãos dele formam pro fecho atrás do meu vestido, meu corpo tremeu de antecipação e de desejo também, ele abaixou meu vestido até a minha cintura e ele deu um suspiro abafado ao ver meus seios, fechei meus olhos de novo, estava morrendo de vergonha por deixar ele me expor assim, mas ele sussurrou contra meu ouvido:
- Abra os olhos e olhe pra mim, você é linda, seus seios também.
O encarei e vi suas orbes queimando de desejo, depois ele voltou a olhar pros meus seios acariciando primeiro um depois o outro, suas mãos eram tão quentes e delicadas, nunca tinha sido tocada assim, curvei meu corpo pra trás e gemi, quando a boca de Edward sugou um dos meus mamilos pensei que fosse morrer, me agarrei aos seus cabelos sedosos, senti minha intimidade umedecer e palpitar descontroladamente e ele disse num tom rouco:
- Oh deus! É tão deliciosa... Ainda vai me matar Bella.
Suas mãos subiram rapidamente entre minhas pernas, me abri pra ele prontamente permitindo seu livre acesso em minha intimidade, seus dedos afastaram minha calcinha pro lado e me tocaram lentamente, ele gemeu pela primeira vez dizendo num sussurro:
- hum... Tão quente... Tão molhada... Sou eu que te deixo assim?
E eu gemi de novo e mais forte, apenas balancei a cabeça confirmando, Oh! Deus! O que ele estava fazendo comigo? Ele me tocava com experiência, como se soubesse exatamente o que eu necessitava sem que dissesse, ele já deve ter feito isso tantas vezes com outras, talvez até com Victória, oh não! Eu estava caindo em sua rede, ele estava vencendo, eu deveria impedi-lo, deveria, não queria ser mais uma em sua lista, mas... Nunca tinha sido tocada entre as pernas, e estava adorando seus movimentos lentos foram acelerando aos poucos, depois ele introduziu um dedo e perguntou com certa tensão:
- Estou te machucando? Você é...
- Não.
Percebi que ele perguntar seu eu era virgem então respondi antes, pois tinha medo que ele parasse de me tocar, e não queria isso, deus! Eu tinha de Pará-lo, alguém podia dar por nossa falta e nos pegar aqui nessa sala, introduziu mais um dedo, e eu me e senti em chamas, ele impôs um ritmo intenso com seus dedos como se estivesse me possuindo, depois percorreu meu ombro e pescoço com beijos molhados, me agarrei a ele com tanta força temendo cair diante de tantas sensações maravilhosas e desconhecidas pra mim, nunca imaginei que ser tocada com os dedos pudesse ser tão bom, ele me encarou e disse num fio de voz:
- Confesse, confesse seu ciúme por mim, eu quero... Quero beijar você.
Eu queria falar mais não conseguia, meu prazer estava tão intenso, que meus gemidos pareciam soluços cortados, me sentia na beira de um precipício.
- Oh... Hum...
Foi tudo que consegui pronunciar.
- Acho que isso é... um sim.
Ele disse de maneira provocante antes de me beijar, o seu beijo intensificou o começo de uma sensação que nunca senti antes, meu corpo se debateu em espasmos, e percebi que pela primeira vez na vida tive um orgasmo. Não entendi como pude me deixar levar assim, fiquei totalmente a sua mercê, ele tirou os dedos da minha intimidade e parou de me beijar aos poucos, depois nos encaramos, ele puxou ainda mais pra ele rebolando seus quadris contra mim, eu gemi quase ao mesmo tempo que ele, eu ainda tremia em seus braços quando ele perguntou com respiração tão acelerada quanto a minha:
- Nunca tinha sentido isso antes, não é?
Neguei com a cabeça e ele sorriu abertamente.
- O que fez... Comigo?
Perguntei ainda atordoada, e ele disse:
- Isso foi só o começo minha “menininha”, agora temos que ir, antes que eu não possa mais parar.
CONTINUA...
Notas finais
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EM UMA NOITE CHUVOSA...
ELES SE ENCONTRAM...
DOIS CORAÇÕES QUE NÃO SABEM O QUE É FELICIDADE...
VÃO BATER JUNTOS...
ELA O SALVA...
SEM SABER QUE TAMBÉM ESTÁ SE SALVANDO.
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http://fanfiction.com.br/historia/104880/Jar_Of_Hearts
ISABELLA SWAN ERA UMA SIMPLES CAMAREIRA DE HOTEL, QUANDO CONHECEU E SE APAIXONOU PERDIDAMENTE PELO RICO E PODEROSO SENADOR AMERICANO EDWARD CULLEN. MAS ELE A ENGANOU E DEPOIS DE UMA NOITE DE AMOR DESAPARECEU.
APÓS RECEBER UMA HERANÇA DE SUA FALECIDA MÃE, ELA SE TORNA UMA MULHER RICA, E DECIDE SE VINGAR PROPONDO CASAMENTO AO HOMEM QUE AGORA ELA DIZ ODIAR.
SERÁ MESMO? OU É APENAS UMA ARMADILHA PRO SEU CORAÇÃO SE LIGAR AINDA MAIS Á ELE?
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ROBEIJOS!
ESPERO QUE CURTAM!
ATÉ MAIS!
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